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    Review Moto E5 Play


    O Moto E5 Play é o primeiro celular da Motorola com Android Go no Brasil. Com a versão mais leve do sistema do Google e ficha técnica intermediária – processador quad core, câmera de 8 megapixels, memória RAM de 1 GB e armazenamento de...

    O Moto E5 Play é o primeiro celular da Motorola com Android Go no Brasil. Com a versão mais leve do sistema do Google e ficha técnica intermediária – processador quad core, câmera de 8 megapixels, memória RAM de 1 GB e armazenamento de 16 GB –, o smartphone desembarca com preço baixo (R$ 699) e duas opções de cor (preto e dourado). Semanas de análise depois, podemos dizer que o Moto E5 Play é bom para tarefas mais simples e vale a pena para quem não exige muito de um smartphone. Confira o review completo do telefone da Motorola nas linhas a seguir. Moto E5 Play barato: encontre ofertas no Compare TechTudo Funcional, mas requer paciência O celular Motorola participa do programa Android Go, com direito a uma versão mais leve do Android 8.1 (Oreo) . Isto significa que, apesar da ficha técnica modesta, o smartphone é otimizado para realizar as tarefas do dia a dia sem dificuldades. O desempenho sagrou-se satisfatório mesmo com processador Snapdragon 425 (4 núcleos + 1,4 GHz) e memória RAM de apenas 1 GB. Durante os testes, o Moto E5 Play não apresentou travamentos que exigissem reiniciá-lo. Também foi necessário realizar poucas vezes o procedimento de forçar o encerramento de apps. Ainda assim, é preciso ter paciência por conta da demora para realizar algumas ações. Por isso, versões mais leves de aplicativos – muito agradáveis, por sinal –, como o Facebook Lite , Gmail Go , entre outros, são recomendadas, caso busque uma experiência mais fluida. O maior problema do Moto E5 Play está na reprodução de música. Mesmo o levíssimo Spotify Lite foi encerrado diversas vezes ao abrir o Gmail , WhatsApp e, principalmente, o Chrome e o Firefox . Ou seja, experiência indesejada para quem vive com os fones de ouvido e quer usar o smartphone ao mesmo tempo. O Instagram também passou por apuros: vez ou outra, o app simplesmente congelou quando a parte de Stories era utilizada. O envio de vídeos para a rede social também é um pouco mais lento que o normal – ainda que aceitável. O armazenamento é outro divisor de águas. Com apenas 16 GB, o celular tem 12 GB livres, o que pode ser muito pouco para quem gosta de guardar muitas fotos, vídeos, entre outros. Felizmente, o Moto E5 Play suporta cartão de memória microSD de até 256 GB, caso precise de mais espaço. Moto E5 Play: armazenamento de 16 GB pode ser expandido com cartão microSD (Foto: Bruno De Blasi/TechTudo) Câmera de 8 megapixels A câmera de 8 megapixels faz um trabalho razoável. As cores são um pouco chapadas ou frias para quem busca vivacidade. À noite, a abertura de f/2.2 não ajuda tanto, mesmo com flash, já que a perda de detalhes é evidente. Moto E5 Play: câmera produz fotos razoáveis (Foto: Bruno De Blasi/TechTudo) Moto E5 Play: fotos noturnas tendem a perder detalhes facilmente (Foto: Bruno De Blasi/TechTudo) O Moto E5 Play repete o mesmo problema do Moto G6 : a câmera demora um bocado para abrir. Também é lenta para fotografar, pois inúmeras vezes as cenas foram capturadas com um certo atraso incômodo. Apesar do atalho para abri-la ao pressionar o botão de liga/desliga duas vezes, como nos smartphones da Samsung , eu não recomendo o celular Motorola para momentos únicos e rápidos. Moto E5 Play: velocidade não é o forte da câmera do celular Motorola (Foto: Bruno De Blasi/TechTudo) As selfies repetem os resultados da câmera traseira. O sensor de 5 megapixels (f/2.2) é acompanhado por um flash LED que auxilia bastante à noite ou quando está em uma festa e quer tirar uma foto com os amigos. Moto E5 Play: câmera frontal tem flash para selfies (Foto: Bruno De Blasi/TechTudo) Bateria de 2.100 mAh O Moto E5 Play é um celular capaz de aguentar um dia inteiro longe da tomada? Sim e não. Depende do perfil do usuário. Durante a nossa análise, o celular foi retirado da tomada às 6h30 e descarregou por completo às 21h40, com 2h40 de música via Spotify Lite , uso intenso de redes sociais, telefonema por 20 minutos e apps de produtividade. O resultado é agradável para um componente de 2.100 mAh , especialmente quando, com uso moderado, o smartphone aguentou até meia-noite sem dificuldades. Continua sendo importante andar com o carregador na bolsa ou mochila. E por falar em carregador, diferentemente dos atuais lançamentos da marca, o Moto E5 Play não vem com o já tradicional TurboPower , que promete 8 horas de uso em 15 minutos de carga. Sendo assim, foram necessárias 2 horas para completar a bateria do celular. Moto E5 Play: celular tem bateria de 2.100 mAh (Foto: Bruno De Blasi/TechTudo) Resolução baixa e tela escura Agora vamos falar do Calcanhar de Aquiles do Moto E5 Play: a tela. O display de 5,3 polegadas tem brilho fraco e perde pontos quando se trata da angulação. Ou seja, qualquer viradinha deixa o painel escuro ou esbranquiçado, o que atrapalha bastante o uso em ônibus, carros, entre outras situações de movimento. Além disso, a resolução é de 960 x 480 pixels – inferior até que o HD –, o que afeta negativamente a nitidez do Moto E5 Play e é outro ponto crítico do celular. A título de comparação, o Quantum You 2 , smartphone também com Android Go, tem display HD+ (1440x720 pixels) e está na mesma faixa de preço. Moto E5 Play: tela decepciona durante teste do TechTudo (Foto: Bruno De Blasi/TechTudo) O ponto positivo fica com o design, com bordas reduzidas e formato 18:9 , características que migraram dos smartphones premium para os intermediários em 2018. Além disso, o corpo de plástico tem boa pegada, com tampa removível, o que permite trocar os chips sem a necessidade de acessórios extras e a bateria sem depender de assistência técnica . Android 8.1 (Oreo) Go O celular já vem com Android 8.1 (Oreo) com poucas personalizações da Motorola. O Android 9 (Pie) , no entanto, não estará disponível futuramente aos usuários do smartphone. Ao contrário, serão liberadas apenas atualizações de segurança. Além de consumir menos recursos, o sistema em edição Go ocupa pouco espaço se comparado com as versões completas do Android. Não há muitos recursos extras, especialmente por se tratar de um celular de baixo custo. O destaque vai para o leitor de impressões digitais na traseira, funcional e bem posicionado. Moto E5 Play: smartphone tem leitor de impressões digitais na traseira (Foto: Bruno De Blasi/TechTudo) Resumo da ópera: vale a pena comprar o Moto E5 Play O Moto E5 Play tem especificações modestas e o objetivo de atingir um público que busca smartphones simples e baratos. Se você está neste grupo, este pode ser o seu próximo celular. Agora, se você é fã de jogos e fotografia, é melhor avaliar bem a aquisição do produto. Tome como exemplo a tela de baixa qualidade. É bem verdade que a Motorola precisava escolher os componentes mais básicos do mercado, mas a falta de detalhes ao assistir a um simples vídeo no YouTube é decepcionante. Ao menos a bateria mostrou-se uma positiva surpresa, enquanto o desempenho faz jus ao preço do telefone. O smartphone chegou ao mercado por R$ 799. Meses depois, é encontrado por R$ 699 na loja oficial da marca. Aqueles consumidores com disposição para gastar um pouco mais – até R$ 1.000, ainda que parcelando no cartão de crédito – encontram opções com ficha técnica superior, como no caso do Galaxy J5 Pro e Moto G5S . Podem ser escolhas melhores a médio e longo prazo. Moto E5 Play: celular Motorola tem preço sugerido de R$ 699 (Foto: Bruno De Blasi/TechTudo) Ficha técnica do Moto E5 Play – Tamanho da tela: 5,3 polegadas – Resolução da tela: 960 x 480 pixels – Painel da tela: IPS – Formato: 18:9 – Câmera principal: 8 megapixels (f/2.2) – Câmera frontal (selfie): 5 megapixels (f/2.2) – Sistema: Android 8.1 (Oreo) – Go Edition – Processador: Snapdragon 425 (quad-core de até 1,4 GHz) – Memória RAM: 1 GB – Armazenamento (memória interna): 16 GB – Cartão de memória: microSD de até 256 GB – Capacidade da bateria: 2.100 mAh – Dual SIM: sim – Peso: 145 g – Cores: dourado e preto – Início das vendas no Brasil: julho de 2018 Qual o melhor celular premium à venda no Brasil? Descubra no Fórum TechTudo saiba mais Como colocar a bateria no Moto E5 Play Como colocar chip no Moto E5 Play Como tirar print no Moto E5 Play

    Review Just Dance 2019


    Just Dance 2019 é, até o momento, a versão mais recente do famoso jogo de dança da Ubisoft , e está disponível para quase todos os consoles com controles de movimento, como PS4 , Xbox One , Nintendo Swich , Xbox 360 , Nintendo Wii U e ...

    Just Dance 2019 é, até o momento, a versão mais recente do famoso jogo de dança da Ubisoft , e está disponível para quase todos os consoles com controles de movimento, como PS4 , Xbox One , Nintendo Swich , Xbox 360 , Nintendo Wii U e Nintendo Wii (sim, o Wii ainda recebe jogos novos). As promessas da vez são o catálogo com canções mais atuais, e uma interface que aprende a rotina do jogador e recomenda os melhores modos e músicas de acordo com cada perfil. Será que essas novidades são o suficiente para justificar um título totalmente novo? Confira no review do TechTudo: Inovações do título Este é o décimo jogo da série principal de Just Dance, sem considerar os spin-offs (títulos paralelos, como Just Dance Now , para celulares) . São mais de 400 músicas desde o jogo original, lançado em 2009 e todas estão disponíveis por meio do Just Dance Unlimited, o serviço de assinatura mensal do game. Sem ele, ainda é possível jogar as mais de 40 novas faixas que chegaram na versão de 2019. Novo menu de Just Dance 2019 (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) Como todo jogo anual, Just Dance luta contra a mesmice para não parecer que as únicas novidades são na área musical. A cada título, há inovações na interface e na criação de modos diferentes. Mas, no jogo de 2019, ficou parecendo que a Ubisoft está sem ideias do que fazer de inédito para a franquia. Com sistema parecido com o usado pelo Netflix, o game analisa as músicas mais jogadas e recomenda danças que o jogador provavelmente gostará. Em nenhum momento senti necessidade de receber sugestões do que jogar, já que selecionei as músicas de forma aleatória. Catálogo de músicas atualizadíssimo A biblioteca é repleta de sucessos recentes. Tem Bruno Mars, Dua Lipa, Britney Spears, Ariana Grande, entre outros artistas que são sucesso no mundo todo. As músicas brasileiras também estão no game com o funk Bum Bum Tam Tam, do MC Fioti. Para os apaixonados por pop coreano, Blackpink e BIGBANG marcam presença. E os amantes de clássicos também podem se divertir com cantores que foram hit dos anos 90, como Corona com Rhythm of the Night. Coreografia de Finesse, de Bruno Mars (Foto: Divulgação/Ubisoft) As coreografias desta versão estão caprichadas. As músicas mais difíceis têm poucos movimentos repetitivos e cada vez mais é necessário mexer o corpo inteiro em vez de somente os braços. As danças mais fáceis não são chatas. Os movimentos são mais lentos, mas pedem um pouco mais de precisão e performance para marcar um “Super”. A catálogo Kids continua com danças voltadas para o público infantil, com coreografias menos complexas e músicas famosas entre as crianças, como faixas de trilhas sonoras dos de filmes da Disney. Esta é uma ótima opção para proibir os menores de verem letras ou movimentos com conteúdo mais adulto. Just Dance Unlimited com mais de 400 músicas O preço do Just Dance Unlimited continua o mesmo e pode ser assinado por 24 horas ou mensalmente (um, três ou 12 meses). Os preços são de R$ 10, R$ 19, R$ 39 e R$ 79, respectivamente. O plano de um dia vale a pena se você for reunir amigos para uma festa e quer disponibilizar uma biblioteca gigante para eles dançarem. Just Dance Unlimited permite acessar mais de 400 músicas de jogos anteriores (Foto: Divulgação/Ubisoft) Lembrando que o serviço só está disponível para os consoles mais recentes (Xbox One, PS4, Nintendo Switch e Wii U), então, se você não tem um videogame destes e quer aproveitar uma biblioteca maior, é melhor assinar o Just Dance Now por enquanto. Sobrevida no Nintendo Wii O cuidado que a Ubisoft tem em disponibilizar Just Dance para consoles mais antigos, como o Nintendo Wii, faz com que a popularidade do game se mantenha intacta. E isso não significa que quem tem consoles mais novos vá jogar com limitações, muito pelo contrário. Proprietários de um Nintendo Switch podem jogar em qualquer lugar usando o modo portátil do console com os Joy-cons destacados, por exemplo. Coreografia de Work Work, de Britney Spears (Foto: Divulgação/Ubisoft) Por mais que o Kinect - detector de movimentos do Xbox One - tenha sido descontinuado, ainda é possível conectar o smartphone e usá-lo como controle, como em Just Dance Now. Todavia, o dispositivo precisa ter giroscópio e acelerômetro para funcionar, então é melhor ficar atento se seu celular é compatível. Conclusão Por mais que o game mantenha a mesma essência, as novas faixas conseguem entreter os jogadores por mais um ano. A escolha por músicas que são hits atuais ajuda no processo, já que é um excelente apelo para o público mais jovem. Just Dance é quase obrigatório para quem recebe amigos em casa ou quer queimar algumas calorias de uma forma mais divertida. Não sabemos se algum dia a Ubisoft lançará uma versão definitiva que só receberá atualizações, mas, por enquanto, é interessante se manter atualizado e adquirir o título mais recente. saiba mais Confira o review de Just Dance 2018 Confira o review de Just Dance 2017

    Review Battlefield 5


    Battlefield 5 é o mais novo capítulo da famosa franquia FPS da Eletronic Arts . Disponível para PC, PS4 e Xbox One , o game aposta em uma temática na Segunda Guerra Mundial como palco para uma interessante campanha, e diversos modos...

    Battlefield 5 é o mais novo capítulo da famosa franquia FPS da Eletronic Arts . Disponível para PC, PS4 e Xbox One , o game aposta em uma temática na Segunda Guerra Mundial como palco para uma interessante campanha, e diversos modos multiplayers. Confira o review completo: De volta à Segunda Guerra Mundial O novo capítulo da série retorna às suas origens, já que o primeiro game da saga, Battlefield 1942, também se passava em plena Segunda Guerra Mundial. E ao contrário de seu rival Call of Duty, BF V traz sim um Modo Campanha chamado Histórias de Guerra que busca recriar os conflitos do passado. Assim como no título anterior, o jogador é apresentado a uma série de capítulos que mostram momentos marcantes da Guerra. Entre eles, há batalhas na África, Noruega e no Sul da França, cada um com personagens e histórias diferentes, que vão desde um tom mais divertido até um enredo com um desfecho para lá de triste. Battlefield 5 (Foto: Divulgação/EA Games) Apesar de ainda achar os capítulos bem lineares, me agradou bastante a extensão dos cenários. Não há exatamente um mapa aberto, porém, as localidades onde as missões são realizadas, são amplas o suficientes para que eu pudesse adotar diferentes estratégias, como agir mais sorrateiramente ou simplesmente dar as caras e partir para o combate franco. Também achei que cada uma dos capítulos poderiam ser mais longos. Em alguns casos, quando a história começa a ficar interessante, eles são encerrados bruscamente, mostrando que o foco do game ainda são seus modos multiplayers que falarei em seguida. Multiplayer ainda é destaque, mesmo com ausência de Battle Royale O multiplayer continuam sendo o grande destaque da franquia. Basicamente todos os principais modos, como o Capture a Bandeira, Team Deatmatch, entre outros. E mesmo assim, ainda me impressiono como o jogo consegue rodar bem mesmo com mais de 60 jogadores na mesma partida. Battlefield 5 (Foto: Divulgação/EA Games) Por mais que pareça uma confusão no início, é interessante ver como o trabalho em equipe, mesmo em grande escala, é fundamental para vencer as batalhas. As classes possuem mais importância do que nunca, destaque para os Médicos, que agora não precisam apenas ficar na retaguarda auxiliando os feridos, mas também participam diretamente dos confrontos. Infelizmente, um dos modos mais divulgados ficou de fora do lançamento de Battlefield 5: o Battle Royale. A Eletronic Arts o adiou para Março do ano que vem, sem um motivo aparente, o que frustrou muitos jogadores, principalmente aqueles que adquiriram o game visando a nova competição, uma vez que é a grande febre do momento no mundo dos games. A EA também irá incluir outros modos e mais um capítulo da Campanha a partir de dezembro, a grande vantagem é que todos eles chegarão sem um custo a mais. Jogabilidade impecável Se há um quesito no qual a franquia Battefield sempre se destacou foi na jogabilidade, e seu quinto capítulo é a maior afirmação disso. O FPS traz um desempenho quase impecável, que privilegia mais a habilidade do jogador do que os elementos que afetam diretamente a mecânica automática. Em outras palavras: o game está mais "manual" do que nunca. Isso deve-se primeiramente ao período em que o jogo se passa. Na Segunda Guerra Mundial, não havia tecnologia suficiente para fuzis de longo alcance com a mira telescópica das armas de hoje em dia. Sendo assim, cabe ao jogador ter habilidade nas mãos e no dedo, na hora do combate franco, ao invés de simplesmente mirar e ter a ajuda automática para alcançar o alvo. Battlefield 5 (Foto: Divulgação/EA Games) Pude notar isso tanto no modo Multiplayer como no Single Player. Por muitos momentos, mesmo que a distância fosse curta para meu oponentes, ainda sim era preciso ter um controle maior nos disparos e lutar contra o "tranco" que certas armas possuem e insistem em elevar a mira na sequência de disparos. Na hora é irritante, afinal, você não quer morrer ou sofrer dano, mas analisando friamente, é uma mecânica que traz ainda mais realismo ao jogo. Embora não precise de muitas novidades, BFV ainda teve espaço para apresentá-las. Como não se divertir descendo de esqui em meio a uma montanha repleta de neve? Me senti um Shaun White armado em plena Segunda Guerra Mundial, mesmo sabendo que o atleta é um snowboarder e eu não conheço uma outra referência para colocar no lugar! Battlefield 5 (Foto: Divulgação/EA Games) De resto, ainda é possível conduzir carros, caminhões, tanques e todo tipo de máquina que foi utilizada no conflito. Pena que os aviões também estão presente. Digo com esse pessimismo porque é um tanto chato e complexo pilotar as geringonças, pois além de serem usadas quase sempre para o mesmo objetivo, acho que esse mecânica quebra muito o ritmo do jogo. Mas há gosto para tudo. Visualmente, quase uma obra de arte Visualmente, Battlefield 5 continua sendo uma referência no gênero. Todo o teste foi realizado e um PC Gamer munido de uma GeForce 1080Ti e é impressionante o que a dobradinha da Nvidia e a EA são capazes de fazer. Battlefield 5 (Foto: Divulgação/EA Games) Foi difícil jogar e não se impressionar a todo momento com tamanho realismo. A começar pelos cenários, que trazem o máximo de detalhes possíveis, desde uma simples costura de um travesseiro jogado no sofá, até o chão devastado pela ação de uma bomba. E ainda sobre as explosões, elas continuam sendo mais letais do que em qualquer outro jogo, sobrando até para outros elementos, como paredes e estruturas. É impressionante acompanhar o efeito delas, a não ser que você esteja dentro do raio de alcance, afinal, não há nada bonito em ser atingido por uma. Os personagens também trazem detalhes tanto em suas feições faciais, como em suas roupas e uniformes. Tanto as cenas de animação quanto as de "in game" mostram que o trabalho da DICE continua sendo um dos mais caprichando, dando um ar de realismo nunca antes visto em um FPS. Conclusão Battlefield 5 mantém a franquia como referência no gênero FPS. Com gráficos que encantam a todos e uma jogabilidade cada vez mais voltada para a habilidade do jogador, o game da EA é obrigatório para os amantes dos jogos de ação, mesmo com a ausência temporária e um dos modos mais aclamados: o Battle Royale. saiba mais Battelfield 5: tudo sobre o novo game da franquia Battlefield 5: veja os requisitos para jogar no PC Battlefield 5 traz gráficos incríveis e multiplayer instigante

    Review HITMAN 2


    Hitman 2 marca o retorno do famoso assassino do mundo dos games. Disponível para PS4 , Xbox One e PC, o jogo complementa a história do remake lançado em 2016, no qual o Agente 47 busca fantasmas do passado enquanto elimina determinados alvos....

    Hitman 2 marca o retorno do famoso assassino do mundo dos games. Disponível para PS4 , Xbox One e PC, o jogo complementa a história do remake lançado em 2016, no qual o Agente 47 busca fantasmas do passado enquanto elimina determinados alvos. Confira o review completo: História não conta muita coisa A franquia Hitman nunca chamou atenção pelo seu enredo. Desde os primeiro títulos, toda trama do agente 47 limitava-se a colocar o personagem na função de um assassino que precisa eliminar determinados alvos. E a sua história, que chegou a ser "explorada" em dois longas metragens, nunca foi tão reveladora. Hitman 2 (Foto: Divulgação/Warner Bros) Com a chegada do remake em 2016, a proposta era esclarecer um pouco mais o passado do careca mais famoso dos videogames. Entretanto, os capítulos nunca deixavam isso claro, e o final apontava para uma sequência que, acabou sendo lançada dois anos depois e cercada de polêmicas, como a mudança de distribuidora - da Square Enix para a Warner. Isso resultou em um enredo que ainda tenta, sem sucesso, entrelaçar muita coisa, como os motivos que levaram o agente a ir atrás de um determinado alvo e algumas surpresas que, por motivos de spoillers, não irei dar mais detalhes. E a forma com que tudo isso é apresentado ao jogador incomoda bastante. Em vez de animações com diálogos e cenas de ação, somos obrigados a conferir desenhos e diálogos curtos que antecedem as missões. Em uma geração na qual os games buscam cada vez mais entreter seus jogadores, Hitman 2 acaba sendo um jogo apenas para cumprir objetivos e deixar a história de lado. Jogabilidade stealth com fator replay que agrada Sempre considerei Hitman uma franquia muito mais voltada para a estratégia do que para a ação. Os desavisados que olham um careca de terno e uma arma na mão podem achar que se trata de mais um shooter entre milhares, mas a franquia tem características que a tornam única. Ok, você até pode sair com arma em punho e resolver tudo na base da bala. Mas dessa forma você perderia a grande graça do jogo: descobrir as diversas alternativas para cumpri seus objetivos. Em uma das primeiras missões do jogo, o Agente 47 precisa eliminar dois alvos: Sierra e Robert Knox. Quando joguei a versão demo na BGS 2018, realizei o assassinato da piloto da maneira mais simples possível, me disfarçando de mecânico e sabotando o seu carro. Dessa vez, optei por algo bem diferente, me disfarçando de médico e envenenando-a após a prova. Hitman 2 (Foto: Divulgação/Warner Bros) Já com Robert, não tive paciência da primeira vez e simplesmente usei roupas de segurança e abri fogo contra ele na varanda de seu escritório. Dessa vez, fui mais minucioso e procurei usar um de seus próprios robôs para fazer o trabalho sujo. Esses exemplos mostram o quanto é divertido explorar essa diversidade de caminhos no qual Hitman 2 lhe proporciona. Porém, é preciso dizer que essa não é uma tarefa árdua, já que a para concluir uma missão do jogo é necessário no mínimo 2 horas (fazendo o plano correto). Esse é o grande motivo no qual considero a franquia muito mais voltada para o gênero estratégia do que para o tiroteio frenético. Similaridade com o primeiro Que Hitman 2 é uma sequência direta do remake de 2016, já ficou bem claro, mas isso não é desculpa para fazer um jogo praticamente igual. Isso fica muito claro para aqueles que jogaram o anterior, uma vez que praticamente nada muda, seja em relação a gráficos ou jogabilidade. Diria que é a adição de um novo pacote de capítulos para o game antecessor - uma vez que o mesmo foi vendido com capítulos sendo lançados de tempos em tempos. As únicas diferenças que pude notar foram em relação ao tamanho dos mapas e o novo modo multiplayer. Os cenários agora estão mais amplos, alguns passam até mesmo a sensação de estamos jogando um game de mundo aberto diante de tamanha expansão. Isso caiu como uma luva no jogo, abrindo um leque de alternativa para concluir as missões, como encontrar rotas alternativas para entrar em instalações bem seguras, procurar itens de missão em casas e cômodos, e até mesmo ter mais opções de disfarce. Hitman 2 (Foto: Divulgação/Warner Bros) Já os outros modos paralelos ao campanha prolongam um pouco mais a vida útil do game. Em Sniper Assassin você precisa assassinar uma série de alvos em uma festa, como se fosse um treino para ser um sniper com uma mira mais apurada. E o Alvo Elusivo, onde de tempos em tempos, você precisa eliminar uma determinada pessoa dentro de uma das fases do game, porém, só há uma oportunidade de fazer isso. Infelizmente, durante os testes, não consegui eliminar o personagem de Sean Bean, que foi o primeiro deste modo inédito. Para completar, Hitman 2 traz o multiplayer Ghost Mode. Ao invés de uma corrida para assassinar outros oponentes, seu objetivo é eliminar mais alvos que seu adversário em um determinado tempo. Embora eu tenha encontrado muita dificuldade por conta da experiência de outros jogadores, conseguir concluir com êxito - depois de muito treino - e me sagrar vencedor algumas vezes. No fim das contas, achei um modo bem interessante, mas que ainda tem muito a evoluir. Visual deixa a desejar Como foi dito anteriormente, há poucas mudanças em relação ao visual de Hitman 2 e seu antecessor. Isso não é uma boa notícia, uma vez que o título anterior já não apresentava gráficos que causassem uma boa impressão, seja pela ambientação do game ou pela feição dos personagens. Hitman 2 (Foto: Divulgação/Warner Bros) Embora o game comece apresentando um jogador um belo cenário em meio a uma praia deserta e paradisíaca, bastou adentrar mais a localidade para que eu percebesse a simplicidade e elementos como vegetação e a área interna da residência onde o agente precisa eliminar seu alvo. Os efeitos de explosão e fumaça também não agradam e deixam até mesmo o jogo rodando um pouco mais lento quando aliados a outros elementos na tela. Já os personagens, não possuem um capricho tão grande e apresentam o velho problema da similaridade entre eles. Dessa forma, fica até mesmo difícil saber qual inimigo foi eliminado, já que, principalmente, soldados e agentes, são sempre os mesmos em relação a aparência. IA fraca e bugs pertinentes Hitman 2 tinha tudo para ser um dos grandes destaques desse ano, mas acaba tropeçando nos seus próprios pés. A começar pela Inteligência Artificial bem fraca de seus oponentes, que acaba deixando o jogo bem menos complexo do que deveria ser no final. Por exemplo, em uma missão na índia, depois de assassinar um figurão em meio a seus capangas, desci pelas escadas de emergência correndo, eliminei um operário e rapidamente vesti suas roupas. Em questão de segundos, o agente que estava em minha cola, simplesmente ignorou um careca (muito parecido com o assassino) trajando um uniforme de construção. Foi o suficiente para sair tranquilamente pela porta principal e concluir uma das fases. Hitman 2 (Foto: Divulgação/Warner Bros) Embora a proposta do jogo seja essa mecânica de disfarces, ainda sim deveria ter um nível de dificuldade para que eu seja reconhecido ou não. Em outras palavras, trocar apenas um terno por uma blusa social não poderia passar despercebido, a menos que meu traje do assassinato tenha sido feito com uma máscara ou algo que escondesse mais o personagem. Simplesmente trocar a roupa para despistar é algo que deixa a desejar. Se não bastasse, há uma série de bugs bizarros que acontecem a todo momento no jogo. Em um deles, assassinei um personagem e, na hora de esconder seu corpo, o mesmo ficou preso entre uma parede e uma porta. Além de não poder mover mais, todos os inimigos que passavam por ali viam um corpo se debatendo em meio a polígonos sem que eu pudesse fazer nada para evitar isso. Fico na esperança que a Warner lance um bom update de correções, pois até o momento, eles continuam presentes no jogo como bons coadjuvantes. Conclusão Hitman 2 é uma bela continuação do remake de 2016, mas que não traz grandes mudanças em relação ao capítulo anterior. Com uma cara de "conteúdo adicional" o jogo investe na mecânica consagrada da série e agrada ao trazer um interessante modo multiplayer. Mas esbarra em velhos problemas, como bugs e IA fraca, agradando mais ao público fiel do que novatos que buscam ingressar na franquia. saiba mais Hitman 2: como baixar e instalar o game no PS4, Xbox One e PC Relembre todos os jogos da série Hitman, de Blood Money até Go Hitman 2 mantém a antiga fórmula e aposta em missões mais complexas

    Review Pokémon Let’s Go


    Pokémon Let’s Go — edição Pikachu Eevee são os novos capítulos da franquia e marcam a primeira aparição nos moldes clássicos da série dos monstrinhos no Nintendo Switch . Os títulos chegam com a promessa de trazer a história clássica...

    Pokémon Let’s Go — edição Pikachu Eevee são os novos capítulos da franquia e marcam a primeira aparição nos moldes clássicos da série dos monstrinhos no Nintendo Switch . Os títulos chegam com a promessa de trazer a história clássica dos primeiros jogos da série com visuais, mecânicas e personagens completamente reformulados. Entretanto, algumas mudanças dividiram opiniões dos fãs fiéis de Pokémon. Será que estes são os games necessários para a franquia respirar ou são apenas aquisições opcionais para um público mais infantil? Confira todas as impressões do TechTudo no review a seguir. É para crianças, mas é para adultos também Classificado como um remake de Pokémon Yellow, Let’s Go se passa na região de Kanto, famosa pelos primeiros 151 monstrinhos, de Bulbasaur a Mewtwo, e líderes de ginásio inesquecíveis, como Brock e Misty. Assim como no jogo original para Gameboy, o treinador é acompanhado por um parceiro Pokémon a todo momento fora da pokébola. Dependendo da versão, pode ser um Pikachu ou um Eevee. Eevee é um dos parceiros de Pokémon Let's Go (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) Pokémon Let’s Go é um game feito para jogadores que estão começando agora a jornada para se tornar um mestre, sejam crianças ou mais crescidos. Pokémon repete a mesma receita de bolo desde o Gameboy, e já foram mais de 20 anos assim. Mudanças não são ruins. As Mega Evoluções, os Pokémon de Alola e agora a nova captura são formas que a série tem de se renovar e atrair novos jogadores. Se nada disso tivesse dado certo, não teriam trazido essas novidades para Let’s Go. Temos que pegar! Temos que pegar! A principal diferença de Let’s Go para os jogos clássicos é o modo como as criaturas são capturadas. Antes, para pegar um Pokémon, era necessário enfraquecê-los primeiro para só depois tentar pegá-los. Agora esse processo é reduzido apenas à ação de tentar prender o monstrinho nas pokébolas, como em Pokémon GO, sem batalhas. Essa novidade dividiu o público, mas, para mim, foi uma adição muito bem vinda e vou explicar o porquê. A captura é como em Pokémon GO (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) Por mais que o sistema ainda precise ser melhorado, é divertido usar os sensores de movimento dos Joy-Cons e o giroscópio do console para encontrar os melhores ângulos de arremesso de pokébolas. Fora que também abre mais espaço no time, que antes era reservado para os chamados Pokémon de captura, normalmente equipados com os movimentos “False Swipe” ou “Hold Back”, que deixam o monstro adversário com 1 de HP. As batalhas contra Pokémon selvagens podem ter acabado em Let’s Go, mas treinadores ainda podem ser desafiados nas rotas de Kanto. Há também aqueles que se especializam em apenas um Pokémon e precisam ser derrotados com a mesma criatura e outros que são como professores de batalha. Até mesmo a Equipe Rocket do anime está presente no jogo! Jessie e James estão procurando por encrenca (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) Seja um Mestre Pokémon O objetivo do jogo é o mesmo de 20 anos atrás. Além de completar a Pokédex, o protagonista deve recolher as oito insígnias e derrotar a Liga Pokémon para se tornar o novo Campeão. É muito bom refazer esse enredo mais uma vez apreciando os belos gráficos das cidades. Tudo fica mais legal com a possibilidade de fazer isso em dupla, já que o Switch permite que outro treinador entre no jogo apenas chacoalhando um dos Joy-Cons. Essa ajuda vale tanto para batalhas quanto para capturas. Em alguns casos ela pode ser burlada para facilitar o jogo, mas, se usada corretamente, adiciona mais uma opção de interatividade. É possível ficar em vantagem numérica com o sistema de ajuda (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) A possibilidade de customização das roupas e cabelos do treinador faz com que seja muito mais fácil se identificar com o personagem que está jogando, além de aumentar o desejo por ter uma foto no Hall da Fama. Isso é amplificado com a chegada da customização também para o parceiro Pokémon, que pode usar roupas e acessórios diferentes para transmitir a personalidade de cada dono. Há diferenças entre a versão do Pikachu e do Eevee Além dos Pokémon exclusivos em cada versão, Pokémon Let’s Go Eevee pode ser considerado um pouco mais fácil que a versão que tem Pikachu como protagonista. Isso se deve aos novos golpes que cada um aprende. Eevee pode usar ataques especiais e poderosos de praticamente todos os tipos, o que faz com ele não precise ser trocado na batalha, já que tem mais chances de ter vantagem contra o tipo do Pokémon adversário. Eevee pode aprender golpes de quase todos os tipos (Foto: Divulgação/The Pokémon Company) Por mais que haja redução de dificuldade na versão com Eevee, ambos os títulos são bastante amigáveis com jogadores iniciantes e também com quem não tem tempo de pensar em montar o Pokémon perfeito para batalhas competitivas. Dificilmente tive que voltar correndo a um Centro Pokémon ou usar itens para recuperar os pontos de vida dos meus parceiros. Novidades que deveriam se tornar obrigatórias Algumas mecânicas trazidas por Pokémon Let’s Go deveriam ser reaproveitadas em jogos futuros. Para quem gosta de caçar os monstrinhos brilhantes, ou shiny, ficou muito mais fácil de rastrear os Pokémon com cor diferente graças ao sistema de combo de captura. Ele facilita encontrar Pokémon naturalmente mais fortes e aumenta a probabilidade de vir um shiny. Não há mais HMs no jogo (Foto: Divulgação/The Pokémon Company) Outra novidade interessante é que agora não existem mais Hidden Machines, os golpes especiais que podem ser usados fora da batalha como Surf e Fly. Não se preocupe, os Pokémon ainda podem aprendê-los como Technical Machines, mas a função de ajudar o treinador a se locomover pelo mundo ficou com o parceiro Pokémon. Eevee e Pikachu podem até mesmo carregar o dono em uma bicicleta de balões para voar por Kanto. Gráficos poderiam ser melhores A evolução gráfica é gritante em Let’s Go, mas ainda é pouco para um console como o Nintendo Switch. Desde Pokémon X e Y, lançados para Nintendo 3DS, o jogo brinca com ângulos de câmera diferentes, visão totalmente lateral em algumas partes do jogo, e isso tudo processado em um portátil. O Switch tem poder suficiente para fazer isso também e muito mais. O que pode ter acontecido é que preferiram manter a visão de cima o tempo todo para manter a fidelidade com os jogos originais. Gráficos do jogo são bonitos, mas poderiam ir além (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) Não há piora ou melhora nos gráficos quando Let’s Go é jogado em modo portátil ou na TV. O jogo sempre irá rodar a 30 quadros por segundo, com algumas quedas em lugares específicos. A minha única crítica são as sombras pixelizadas e trêmulas e que as texturas parecem lisas demais, o que acaba deixando um visual artificial em plantas e outros elementos da natureza. Conclusão Pokémon Let’s Go Pikachu Eevee é uma ótima aquisição tanto para amantes da franquia quanto para quem quer começar agora a jornada para ser um mestre. O game é amigável, tem ritmo bacana e as mecânicas já estabelecidas de Pokémon GO trazem ainda mais aquele sentimento de estar em um lugar familiar. Os defeitos são poucos e não conseguem estragar a experiência de Pokémon. saiba mais Pokémon Let's Go!: tudo o que sabemos sobre o jogo de Nintendo Switch Pokémon Let's Go mostra que o tempo só fez bem ao clássico game

    Review Sony XB41


    A Sony SRS-XB41 é uma caixa de som de ponta, que aposta em qualidade de som e design arrojado para se diferenciar das rivais. Com graves estrondosos, luzes bem chamativas e o infame "modo festa" - que permite ao usuário praticamente transformar o...

    A Sony SRS-XB41 é uma caixa de som de ponta, que aposta em qualidade de som e design arrojado para se diferenciar das rivais. Com graves estrondosos, luzes bem chamativas e o infame "modo festa" - que permite ao usuário praticamente transformar o aparelho em um instrumento de percussão -, o equipamento é definitivamente marcante. LEIA: Caixas de som na Black Friday: preço variou 73% Porém, para gastar os R$ 1.299 que o mercado brasileiro pede, é importante ter muita certeza se a caixa da Sony é ideal para seu perfil. Confira os prós e contras na análise abaixo e saiba se vale a pena. Quer comprar uma caixa de som barata? Encontre os melhores preços no Compare TechTudo Sony XB41 (Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo) Design A caixa da Sony é muito bem construída. Como promete ser resistente a água e poeira, o design por si só precisa ser bem compacto e protegido. Com isso, dá pra sentir na primeira pegada que é um aparelho que aguenta muito o tranco - pequenas quedas e pancadas não serão um problema para ela. Por outro lado, isso a torna pesada demais: mesmo sem ser tão grande (29 cm de comprimento e cerca de 10 cm de altura e profundidade), a XB41 tem 1,5 kg. O visual do acessório é chamativo e bem bonito por si só. Mas, quando as luzes estão ligadas, viram uma atração à parte. Com uma iluminação forte e cores bem chamativas, ela realmente funciona bem para uma festa, principalmente pelo fato das luzes acompanharem o som e a batida que a caixa está tocando. Em um ambiente escuro, ela com certeza vai deixar tudo mais interessante. Em questão de controles, ela conta com alguns botões na parte superior de borracha. Eles não chegam a ser difíceis de usar, mas são duros e precisam de uma boa força para serem acessados (ainda mais quando precisa combinar apertar mais de um botão ao mesmo tempo, que é a maneira de ativar algumas funções). Mas no geral ela é simples de usar e bem intuitiva. Sony XB41 (Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo) Funcionalidades O recurso mais chamativo da caixinha da Sony é com certeza o modo festa (chamado pela fabricante de Party Booster). Ao ativar a função (pressionando os dois botões de volume, + e -), a caixa passa a soltar vários sons esquisitos quando você bate nela, dependendo da posição e da força. Dando uma pancada forte na frente da caixa, por exemplo, ela lança uma batida com um som espacial. Já ao bater no topo, ela solta uma batida mais aguda, quase como um prato de bateria. A funcionalidade não chega a ter um sentido e nem uma utilidade, mas é bem engraçada. Em uma festa, provavelmente vai atrair as pessoas a darem pancadas nela para "atrapalhar" a música que está tocando. Já falando dos recursos "úteis" da SRS-XB41, o Live Sound é uma boa para quem gosta de sons graves e profundos. Ao ativar a função, o aparelho passa a valorizar mais as frequências baixas, dando aquele "estrondo" ao som, ideal principalmente para lugares abertos ou com muita gente. Sony XB41 (Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo) Outro ponto muito positivo do acessório da Sony é o fato de ser à prova de poeira e água. Assim, a durabilidade da caixinha tem tudo para ser bem longa, além de permitir usá-la em qualquer ambiente, inclusive em festas na piscina ou na praia. Para isso, é necessário manter o aparelho todo vedado, com as borrachas que cobrem as entradas. Aliás, se sujar a caixinha de areia ou poeira, é só colocá-la debaixo de água corrente para lavar. Ela aguenta muito bem. Em questão de conectividade, a Sony SRS-XB41 pode ser acessada via Bluetooth, NFC ou cabos. Uma forma de "expandir" os recursos da caixinha é baixando o app Fiestable, disponível para Android e iPhone ( iOS ), que permite que o usuário controle as luzes do dispositivo manualmente, além de mostrar letras de músicas e mexer na equalização de som. Desempenho e som O áudio da XB41 é bom, mas não chega a ter uma definição "perfeita" que audiófilos possam procurar. O lado mais positivo fica nos graves, que são muito altos e definidos, embora não sejam profundos a ponto de fazer sentir aquela batida forte no peito. Já os agudos e médios não tiveram o mesmo cuidado: as frequências se perdem em meio aos sons mais graves, tornando a definição geral mais pobre. Com isso, a caixa se mostra bem mais ideal para quem quer animar ambientes e fazer festas do que curtir um sonzinho despretensioso em casa. Sony XB41 (Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo) O volume do aparelho também chama atenção para quem quer usá-lo para animar algum evento: ele chega a patamares muito altos, embora passe a distorcer justamente os agudos e médios em certo ponto. Os graves, por sua vez, vão ficando cada vez mais fortes - ainda mais com o modo Live Sound ativado. Ou seja, é uma caixa com som alto e poderoso e muito grave. Bateria A Sony promete uma duração de 24 horas para a XB41 quando está com suas luzes desligadas. Porém, durante os testes, ela chegou a durar muito mais que isso, chegando perto de 2 dias com um volume moderado. Com as luzes acesas, fica mais próximo das 24 horas. É natural que volumes mais altos gastem mais a bateria, mas quem deseja usar com altura moderada vai se beneficiar bastante. Uma bateria tão grande, porém, não carrega rápido. A caixinha leva cerca de 5 horas para completar sua carga quando ligada diretamente na tomada. Então, é melhor se preparar com antecedência se for precisar dela. Sony XB41 (Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo) Custo-benefício A Sony SRS-XB41 é definitivamente um ótimo modelo. O som é poderoso, seu visual é muito interessante e sua construção é perfeita. Mas para pagar o preço de quase R$ 1,3 mil, é preciso ter certeza de que ela é ideal para você. Por isso, tenha convicção do seu objetivo ao comprar a caixinha: se você pretende usá-la para festas e animar ambientes com muita gente, pode gastar o valor que ela não vai te decepcionar. Embora seja interessante ver concorrentes como a JBL Xtreme , que tem uma faixa de preço semelhante e praticamente o mesmo objetivo. Agora, se tudo o que você quer é ouvir música dentro de casa, sem subir demais o volume e sem fazer questão de graves marcantes, pode economizar muito mais que isso. A Flip da JBL ou os próprios modelos mais básicos da Sony (XB21 e XB31), por exemplo, são muito mais baratos e vão servir perfeitamente para esse propósito. Qual é a melhor caixa de som Bluethooth? Comente no Fórum do TechTudo saiba mais Melhor fone, caixa de som e celular de 2018: veja os vencedores da EISA Caixa de som Bluetooth: descubra como escolher o modelo ideal para você Caixa de som na Black Friday 2018: veja os modelos mais buscados

    Review Fallout 76


    Fallout 76 é a nova aposta da Bethesda para PC, PS4 e Xbox One , que, assim como em The Elders Scrolls Online , decidiu criar um jogo totalmente cooperativo e online no universo pós-apocalíptico da franquia Fallout . Ambientado em uma West...

    Fallout 76 é a nova aposta da Bethesda para PC, PS4 e Xbox One , que, assim como em The Elders Scrolls Online , decidiu criar um jogo totalmente cooperativo e online no universo pós-apocalíptico da franquia Fallout . Ambientado em uma West Virigna desolada pela radiação, o game promete mostrar, com uma experiência totalmente multiplayer, a história que deu início às guerras nucleares de toda a série. Mas será que essa tentativa foi um sucesso ou um fracasso? Confira, na review a seguir, os motivos que tornam Fallout 76 um caso especial na indústria dos videogames: Take me home, country roads... Para começar, Fallout 76 é um jogo completamente online. Não há campanha single player (somente um jogador) sem estar conectado à Internet ou qualquer experiência parecida. O game tenta mirar as referências em MMORPGs de sucesso, como World of Warcraft e Final Fantasy XIV , mas acaba acertando em um multiplayer com servidores baseado em “sessões” com apenas alguns jogadores, como feito em Monster Hunter: World, porém com problemas de latência e pouca gente online. Fallout 76 é inteiramente multiplayer (Foto: Divulgação/Bethesda) A primeira consideração dessa análise é que Fallout 76 é um título completamente diferente quando jogado com amigos do que quando jogado sozinho. O começo do game é bastante parecido com o de Fallout 4. Você é um sobrevivente de desastres nucleares que estava preso em um cofre de proteção e precisa desbravar o mundo desolado pela radiação. Seu personagem sai do abrigo de número 76 - que é de onde surge o título do jogo - somente com a roupa do corpo e um chapéu de festa, em comemoração ao Dia da Retomada, que é quando os humanos voltam a povoar a Terra. O personagem é único para cada jogador (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) Na parte de fora do cofre, é cada um por si. E não vale pedir por ajuda de NPCs (personagens não jogáveis), até porque não há humanos além de você e outros jogadores em West Viginia. Os NPCs com personalidades carismáticas e linhas de diálogo enriquecedoras para o enredo da obra eram uma das melhores características da franquia, e a Bethesda preferiu deixá-los de lado e os substituir por terminais eletrônicos sem vida que oferecem missões ao jogador e fitas cassete gravadas com áudios de personagens mortos. A pouca história que o jogo tenta contar se torna monótona, pois é como ouvir vozes do além dando ordens ao personagem. Fallout 76 não tem NPCs humanos (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) A única informação do enredo que o jogador recebe é que este é um prólogo para toda a franquia. Então, é provável que todos os personagens vistos nos jogos da série Fallout são descendentes dos sobreviventes do abrigo de número 76. É Fallout 4 tudo de novo, só que online Todas as mecânicas clássicas da série estão de volta. Além de buscar evoluir o personagem, há outras prioridades que precisam ser levadas em conta, como tomar cuidado com a radiação, fome, sede e doenças. Os sistemas de criação de armas e armaduras também retornaram, só que mais limitados para não afetar o balanceamento do jogo. Não é mais possível montar equipamentos diferentes e bizarros como em Fallout 4, mas ainda dá pra dizer que há algum tipo de customização. Sobrevivência e equipamentos são mais simples que em Fallout 4 (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) As power armors - armaduras super poderosas resistentes à radiação - também marcam presença no título. Elas são ainda mais importantes agora, já que em Fallout 76 foi adicionada a possibilidade de uma bomba atômica cair em sua cabeça, cortesia de outros jogadores que buscaram um dos códigos de ativação disponíveis no mapa e resolveram ‘nukar’ alguma área de West Virigia. Por que colocaram algo assim em um jogo multiplayer em que o objetivo é se manter vivo? Bom, até que é divertido ver o mundo pegar fogo de vez em quando. A novidade da vez é o C.A.M.P., um apetrecho dado a todos os jogadores logo no início do game que permite construir e customizar um acampamento para chamar de seu, com direito a estruturas, módulos de defesa, e estações para cozinhar e montar armas e armaduras. O ponto negativo é que ele só dura enquanto você estiver online. O jogo não avisa em momento algum que tudo volta para o inventário assim que a conexão termina. Então, caso o servidor esteja instável, se prepare para precisar reconstruir seu lar-doce-acampamento. O C.A.M.P. permite levar construções para onde quiser (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) As missões no território de West Virginia A experiência de completar missões em Fallout 76 pode ser divertida, se jogado em grupo com amigos ou com jogadores aleatórios que estão no mesmo servidor usando o chat por voz do game. Caso prefira se aventurar sozinho, o simples ato de completar uma quest se torna uma tarefa maçante, pois os objetivos são muito distantes um do outro e ficar correndo por um mapa relativamente grande e deserto não é algo prazeroso, nem mesmo para amantes da série. As missões de Fallout 76 são chatas se feitas sozinho (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) Sobre o mapa, a Bethesda caprichou na ambientação e na diferença entre atmosferas de cada região de West Viginia. O tamanho é razoável, mas pode ser considerado pequeno por jogadores que estão acostumados com outros jogos de mundo aberto, como GTA V . O que peca é a falta de veículos e a pouca capacidade da barra de PA, os pontos de ação - também chamados de Stamina ou Vigor - necessários para correr e atacar. Não dá para correr por mais de alguns segundos sem o personagem começar a ficar ofegante e diminuir a velocidade até a barra encher novamente. Tanto durante a Beta quanto no jogo finalizado, levei cerca de 6 horas de jogo para chegar apenas no nível 10. Se eu ignorasse todos os objetivos secundários e seguisse somente a quest principal, talvez não demoraria tanto. Mas não teria graça seguir sempre uma linha reta e deixar de aproveitar os eventos especiais que surgem no mapa, que são missões globais disponíveis para todos os jogadores e que recompensam todos que ajudaram a completá-las, mesmo que minimamente. O sistema é bastante parecido com os Fates, de Final Fantasy XIV. Evolução e criação de equipamentos Um dos pontos mais decepcionantes de Fallout 76 foi o sistema de evolução e o S.P.E.C.I.A.L, os atributos do personagem sendo Strength (Força), Perception (Percepção), Endurance (Resistência), Charisma (Carisma), Intelligence (Inteligência), Agility (Rapidez) and Luck (Sorte). Na teoria é bem legal ganhar melhorias aleatórias que podem ser equipadas em cada atributo conforme o personagem evolui. Há cartas que aumentam a resistência a doenças ao comer carne de cachorro, por exemplo. Mas, ao mesmo tempo, não dá pra sentir diferença alguma após evoluir alguns níveis. Meu personagem no nível 15 parecia o mesmo do nível 1. Evoluir no Fallout 76 não gera resultado visível (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) Essa sensação de inércia se dá também pela falta de dificuldade dos monstros. Com um pouco de cuidado e tiros bem mirados na cabeça, é possível matar criaturas com mais de 5 níveis acima do seu facilmente. Eu morria muito mais por não estar esperando o renascimento de um monstro que acabei de matar bem do meu lado ou pelo lag causado pela latência alta nos servidores do que pelos ataques em si. A falta de desafio colabora para tornar o jogo cada vez mais entediante. O sistema de crafting também não ajuda. As armas e armaduras são simples e não têm a mesma personalidade dos jogos anteriores. Se você acha que irá criar um rifle como os de Fallout 4, sinto decepcionar, mas a customização se limita apenas a adicionar escopos de miras e aumentar a capacidade do carregador para munições. As armaduras e roupas mais legais se limitam às vendidas na Loja Atômica, um espaço onde é possível comprar diversos itens por dinheiro real. Gráficos reciclados Fallout 76 utiliza a mesma engine e o mesmo motor gráficos de Fallout 4, apenas com algumas poucas melhorias em texturas e iluminação. O jogo tem paisagens bonitas, mas somente quando os cenários são renderizados por inteiro, o que é raro. No TechTudo , o jogo foi testado no Xbox One X, no PS4 e em um PC equipado com uma placa de vídeo Nvidia Geforce 1080ti, uma das mais potentes disponíveis no mercado até o momento, e foi muito comum ver árvores e outros modelos aparecendo do nada, assim como travamentos constantes. Os gráficos não apresentam melhorias se comparados ao de Fallout 4 (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) Como todo jogo da Bethesda, a engine é melhor otimizada no PC do que nos consoles. Se há bugs na versão para computadores, no Xbox One e no PS4 eles se multiplicam. Fora que jogar Fallout com taxa de frames a 60 quadros por segundo é uma experiência totalmente diferente do que se jogado a 30. Esse mesmo problema foi visto em The Elder Scrolls 5: Skyrim , Doom , entre outros. Problemas nos servidores Desde o primeiro dia após o lançamento, os servidores sofrem com instabilidades e lag. O jogo ficou offline durante várias horas porque jogadores decidiram testar o que aconteceria se três bombas atômicas fossem jogadas ao mesmo tempo no mapa. O resultado foi uma quebra instantânea nos servidores da Bethesda. A solução surgiu em um patch de correção de mais de 15GB. Cada círculo amarelo no mapa é um jogador (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) A latência alta é de se esperar, já que os servidores mais próximos do Brasil ficam localizados nos Estados Unidos. Porém, o lag é muito mais agressivo e prejudica mais a gameplay do que em outros MMORPGs. Isso se dá pelo jogo ser um game de tiro e precisar de mira na maioria dos casos. Se não é divertido jogar Call of Duty ou Overwatch com lag, o mesmo pode ser aplicado para Fallout 76, ainda mais por existir a possibilidade de PvP (combate de jogador contra jogador). Creio que as funcionalidades multiplayer seriam melhor aproveitadas se o game fosse funcionasse como a série Borderlands, em que um jogador cria uma sessão para alguns amigos e serve como host para o servidor, anulando qualquer tipo de latência. Conclusão O novo capítulo da franquia Fallout ainda precisa de polimento antes de se tornar um jogo que dure para sempre, como é o desejo de Todd Howard, produtor executivo do game. Se você tiver um grupo de dois ou mais amigos que estejam dispostos a se aventurar juntos por West Virginia ou se você é fã da série e quer saber a história por trás da guerra nuclear, vale a pena dar uma chance. Caso você queira um jogo de aventura para jogar sozinho ou aproveitar a história, é melhor esperar algumas semanas ou meses até ele ficar mais barato, ou até mesmo de graça. Fallout 76 tem ideias inovadoras e diferentes, mas a execução ainda não é ideal e acaba manchando uma franquia tão clássica no mundo dos jogos. saiba mais Fallout: 76 traz aventura multiplayer em uma West Virginia radioativa Fallout 76: tudo sobre o novo game da franquia da Bethesda

    Review Razer Kraken Tournament Edition


    O Kraken Tournament é o novo headset da Razer que chega ao mercado com uma proposta ousada: ampliar a imersão do jogador com áudio em 360 graus. Dessa forma, é possível distinguir a origem, por exemplo, de tiros e golpes vindos de praticamente...

    O Kraken Tournament é o novo headset da Razer que chega ao mercado com uma proposta ousada: ampliar a imersão do jogador com áudio em 360 graus. Dessa forma, é possível distinguir a origem, por exemplo, de tiros e golpes vindos de praticamente todas as direções, fazendo com que você se sinta dentro do ambiente. LEIA: Fone traz tecnologia inédita para som perfeito; veja teste O dispositivo ainda não está disponível no Brasil, mas a fabricante promete que ele deve chegar em breve pelo preço de R$ 699. No review a seguir, descubra se a tecnologia é eficiente. Quer comprar celular, TV e outros produtos com desconto? Conheça o Compare TechTudo Razer Kraken Tournament Edition (Foto: Diego Borges/TechTudo) Som imersivo Desde seu anúncio, na BGS 2018 , o Razer Kraken Tournament se destaca pela proposta de maior imersão para o jogador. A tecnologia, chamada de THX Spatial Audio, permite escutar o áudio como se ele estivesse vindo de, praticamente, todas as direções (não apenas dos lados, mas também de cima e debaixo), de acordo com a origem do som. Para isso, primeiro, é preciso configurar o headset junto a seu software, o Razer Synapse 3.0, que vai simular essa ambientação sonora. Por meio dele, é possível configurar o Surround, equalizador e efeitos para o microfone acoplado. O programa também permite desativar o efeito THX Spatial Audio caso se sinta desconfortável com ele. Durante os testes, o primeiro jogo em que utilizamos o recurso foi Fortnite , já que o game, a todo momento, traz uma intensidade sonora em seus combates e, principalmente, por permitir que em confrontos mais frenéticos, com tiros e bombas partindo de todas as direções do mapa. Dito e feito, foi possível identificar de onde vinham determinados disparos e golpes, especialmente, quando partiam de pontos mais altos do cenário. Razer Synapse 3.0 é o aplicativo para configurar os efeitos do Razer Kraken Tournament Edition (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi) Outro game que demonstrou esse feito de forma muito nítida foi Overwatch . Junkrat foi o personagem escolhido para o teste e, como ele costuma estourar uma mina embaixo de seus pés para saltar sobre os adversários, o efeito ficou mais evidente. Nesse momento, era possível ouvir nitidamente o som dos disparos que acompanhavam o personagem rumo aos céus, tanto em localização quanto em distância. Sem o aplicativo, é um headset comum Como já foi dito anteriormente, para que o efeito THX Spatial Audio funcione, é preciso que o fone esteja ligado ao PC e também ao aplicativo. Sendo assim, utilizar o Razer Kraken Tournament em qualquer outro dispositivo, é o mesmo que usar um headset comum. Isso porque a qualidade dele fora do seu sistema não é nada impressionante. Razer Kraken Tournament Edition (Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo) Durante os testes, ele também foi usado junto a um PS4. Primeiramente, o som ficou um pouco mais abafado do que em outros modelos, inclusive, da própria Razer. Além disso, os efeitos durante os jogos não eram tão distintos como em alguns modelos mais recentes. Para completar, o som do microfone que vem acoplado ao headset é um pouco baixo e apresentou alguns ruídos em partidas online. Já para ouvir músicas no celular ou em outro dispositivo, o sistema de graves do modelo possui uma boa qualidade, fazendo com que fãs de rock pesado consigam escutar suas canções preferidas com uma boa performance. O headset também traz um sistema de abafamento de som externo que, embora não impeça totalmente a entrada de outros sons, faz com que o mundo ao seu redor fique bem mais baixo que o normal. Design simples, mas confortável O design do Razer Kraken Tournament também rende elogios, não tanto pela beleza, mas pelo conforto que o modelo oferece. Sua parte externa mantém o padrão de outros headsets, com um arco acolchoado, que traz o logo da empresa no lado de fora dos fones. Razer Kraken Tournament Edition (Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo) Na parte interna, o Kraken Tournament conta com um acolchoamento em gel que, além de proporcionar mais conforto, auxilia aqueles que usam óculos. Isso porque ele não faz tanta pressão quando outros modelos cujas "almofadas" são feitas de plástico ou borracha. Essa sutileza também é percebida no peso do produto, que é leve o suficiente para não causar qualquer incomodo após longas horas de uso contínuo. Razer Kraken Tournament Edition (Foto: Diego Borges/TechTudo) Um dos pontos negativos, no entanto, são os controles de volume e de ativação do microfone no fio. Além de parecerem um tanto frágil, eles são grandes demais e funcionariam melhor se fossem botões e não no formato de disco. Preço em conta para quem busca qualidade De acordo com a Razer, O Kraken Tournament começará a ser vendido em breve no Brasil. A promessa da fabricante é ainda para o mês de novembro. Seu preço de lançamento é de R$ 699 e, embora seja salgado quando comparado com outros modelos, o headset é uma boa opção para os gamers de plantão, que buscam qualidade e imersão em jogos. Razer Kraken Tournament Edition (Foto: Diego Borges/TechTudo) Conclusão O Razer Kraken Tournament Edition inova ao apresentar um efeito 360 graus, com a tecnologia THX Spatial Audio, e se destaca no concorrido mercado de headset gamers. Seu design favorece as longas horas de jogo e trazem mais conforto para aqueles que usam óculos, graças ao acolchoamento em gel. Uma pena que, sem o software instalado no PC ou em outros dispositivos, ele acaba perdendo um pouco a qualidade sonora. Qual headset devo comprar? Opine no Fórum do TechTudo saiba mais Headset gamer: lista traz cinco modelos com som 7.1 Oito dicas para escolher o headphone mais confortável para você Testamos o headset gamer HyperX Cloud Alpha; confira

    Review SoulCalibur 6


    SoulCalibur 6 é a nova versão da famosa franquia de luta para Xbox One , PS4 e PCs. O game aposta em mudanças pontuais na jogabilidade, modo história extenso e a presença ilustre de Geralt, protagonista de The Witcher 3 . Mas será que essas...

    SoulCalibur 6 é a nova versão da famosa franquia de luta para Xbox One , PS4 e PCs. O game aposta em mudanças pontuais na jogabilidade, modo história extenso e a presença ilustre de Geralt, protagonista de The Witcher 3 . Mas será que essas mudanças são suficientes? Confira o review: SoulCalibur 6 (Foto: Divulgação/Bandai Namco) Um game acessível a todos SoulCalibur é uma franquia que surgiu ainda no PlayStation One com o nome de Soul Edge. O game, que bebia da mesma fonte de Tekken, trazia um combate mais dinâmico, em que ao invés de movimentos de artes marciais, eram utilizadas armas branca com praticamente todos os lutadores. E mesmo não sendo um fã de games de luta, Soul Edge rapidamente caiu no meu gosto por ser um título que privilegia aqueles que não são tão habilidosos com jogos do gênero. Em outras palavras, não é preciso ser um expert para conseguir aprender e decorar sequências de golpes que, ao contrário de boa parte dos concorrentes, não exige um tempo curto para a execução. SoulCalibur 6 (Foto: Divulgação/Bandai Namco) Esse conceito permanece em SoulCalibur 6, o que torna o título um dos melhores para reunir os amigos sem deixar que os mais experientes levem vantagem. Claro que, para isso, é sempre bom se dedicar um tempo para criar um identificação com alguns personagens, uma vez que eles mudam de acordo com seus tamanhos e tipos de armas. Meu lutador favorito é Siegfried, o guerreiro que carrega uma espada maior que ele. Obviamente, é um dos mais lentos do jogo, ao mesmo tempo é também aquele que inflige maior dano em seus oponentes. Para levar vantagens nas batalhas contra adversários mais rápidos, tive que aprender a defender mais do que atacar, o que torna as batalhas mais dinâmicas. E o melhor, não precisar gastar dias para desenvolver uma certa habilidade com ele, apenas algumas horas de lutas e treinos. Novidades na jogabilidade e a presença de Geralt (The Witcher 3) Ainda sobre a jogabilidade, SoulCalibur 6 traz novidades interessantes em seus combates, entre elas o Embate Extremo. O sistema faz com que o momento da batalha fique em câmera lenta e os dois jogadores precisam escolher um comando esperando superar o que o seu oponente executará. Para ser mais explícito, vou citar um exemplo: durante um combate contra Taki, surgiu a tela de Embate Extremo, nesse momento, no controle de Siegfried, desferi um golpe rasteiro, mas rápido o suficiente para vencer a investida com um ataque especial da ninja. O resultado foi o meu golpe anulando o dela e gerando um belo dano. SoulCalibur 6 (Foto: Divulgação/Bandai Namco) O Embate Extremo criou um elemento a mais nos combates, facilitando principalmente que está em desvantagem. Isso porque há movimentos específicos para este momento, inclusive defensivos, que, após o "efeito" criam uma bela brecha no contra ataque. Já os Golpes Especiais, agora podem ser executados de várias formas. Como o Carga de Almas que usa a sua barra de energia para elevar o dano do personagem, e o Golpe Extremo, que é o popular "Especial", movimento comum nos jogos de luta, com direito a animações e que causa um belo estrago em seu adversário. Entretanto, este último utiliza a barra de almas, que é preenchida ao longo das batalhas seja tomando dano ou causando-o em seu oponente. Outra novidade de SoulCalibur 6 é a presença de Geralt de Rivia, o protagonista de The Witcher 3. O bruxo é uma espécie de lutador especial que mantém a tradição de Soul Calibur em inserir personagens de outras franquias, como Darth Vader (Star Wars), Link (Zelda), Kratos (God of War) e até mesmo o heróis dos quadrinhos Spawn. Modo história decepciona SoulCalibur é uma das franquias de luta que mais apostam em modos história e de personalização de personagens. Em seu novo capítulo, mais uma vez tive a oportunidade de criar meu guerreiro, evoluí-lo e torná-lo uma lenda entre os mais lutadores da história. Porém, o modo é uma montanha-russa de emoções, trazendo elementos que agradam bastante e outros que quase me fizeram desistir na metade. A personalização do meu Colossus é uma das partes mais divertidas. SC 6 permite mudar praticamente tudo do personagem, desde o tipo de ser (que incluem demônios, mortos-vivos e até múmias), até cores de pelos e expressões faciais. A arma também é de livre escolha, podendo evoluí-la junto com o personagem ao longo de toda a jornada. SoulCalibur 6 (Foto: Divulgação/Bandai Namco) Já a parte chata fica por conta de como a história se desenrola. Primeiro pela preguiça da desenvolvedora de se colocar animações ou algo do tipo, optando por simples desenhos e uma série de longos e chatos diálogos, onde na maioria das vezes pulei ao invés de me adentrar no assunto. Uma pena que um modo com tanto potencial seja desperdiçado dessa forma. Também é possível jogar o modo História. Nele o jogador pode acompanhar a trajetória de cada um dos personagens do jogo. Porém, também sofre com diálogos inúteis e batalhas contra inimigos em sua maioria genéricos. E para completar, há o famoso Batalha, onde é possível encarar os modos Arcade, Versus e Treino. Gráficos não chegam a impressionar O visual de SoulCalibur não deixa a desejar. A nova versão dos antigos personagens é mais realista e expõe mais detalhes que antes, devido às limitações gráficas, acabavam passando despercebidos, como cortes de cabelos, cicatrizes e equipamentos. Os cenários também receberam um belo upgrade, e deixam a ambientação mais real do que os locais vazios de versões anteriores. Só que mesmo com todo esse upgrade, o game não é uma referência no quesito visual. SoulCalibur 6 (Foto: Divulgação/Bandai Namco) Pela primeira vez com uma versão para PCs, o jogo me encantou ao apresentar gráficos em 4K rodando em uma GeForce 1080Ti. Mesmo assim, faltou preencher essa qualidade com mais detalhes, talvez mais dinamismo nos cenários, ao invés de apenas elementos sólidos e que não trazem nenhuma interatividade com os lutadores. Conclusão SoulCalibur 6 é uma versão mais atual de uma das franquias mais únicas entre os games de luta. Mesmo com mudanças pontuais na jogabilidade, o título continua sendo acessível para novatos e jogadores casuais. Pena que seu Modo História e complementos não tenham recebido o devido capricho. saiba mais Soul Calibur 6 adiciona Geralt de The Witcher como lutador especial SoulCalibur 6 revela retorno dos clássicos Ivy e Zasalamel

    Review Spyro Reignited Trilogy


    Spyro Reignited Trilogy é uma coletânea que reúne os primeiros jogos remasterizados de um dos personagens mais famosos do mundo dos games. Lançada para Xbox One e PS4 , a trilogia aposta em gráficos atualizados, dublagem em português e sistema...

    Spyro Reignited Trilogy é uma coletânea que reúne os primeiros jogos remasterizados de um dos personagens mais famosos do mundo dos games. Lançada para Xbox One e PS4 , a trilogia aposta em gráficos atualizados, dublagem em português e sistema de troféus e conquistas para conquistar novos fãs e realizar uma bela viagem no tempo para os gamers mais antigos. Confira o review completo: PlayStation Classic: dez clássicos do PSOne que podem ser relançados A volta do mascote que deixa de ser exclusivo da Sony Na era 32 bits, a Sony chocou o mundo com o seu primeiro console: o PlayStation. E assim como todo grande videogame da época, era preciso ter um mascote como protagonista das campanhas de marketing, ainda mais se tratando de uma empresa "nova" em um mercado dominado pela guerra entre SEGA e Nintendo. Spyro Reignited Trilogy (Divulgação/Activision) Por mais que muitos considerem Crash como o escolhido, confesso que sempre associei o início da vida do console ao dragãozinho Spyro. Primeiro por ser o personagem a estampar os famosos Discos de Demo que integravam o videogame, e segundo por ser mais carismático e fofinho do que o marsupial doidão. Curiosamente, assim como Crash Bandicoot N. Sane Trilogy , a coletânea de Spyro não é um game exclusivo do console da Sony, já que os jogadores do Xbox One também poderão adquirir a trilogia. Isso se deve ao fato que a Activision não conta mais com a parceria de exclusividade de seus jogos com a empresa do PlayStation, lançando seus antigos títulos para praticamente todos os videogames da atual geração. Spyro Reignited Trilogy (Divulgação/Activision) E essa quebra de exclusividade deve ser vista com bons olhos. Primeiro por abranger um público maior e não apenas limitando-se a um leque de jogadores de um único console. E depois por ajudar a quebrar a "rivalidade imbecil" em torno da guerra dos videogames da atual geração. Vale lembrar que os mesmos que duelavam antigamente entre Sonic e Mario, hoje podem jogar juntos na mesma plataforma games que, curiosamente, unem os dois antigos "rivais. Um exemplo de remasterização Não temos como negar: a remasterização virou uma moda e uma excelente alternativa para se obter uma grana sem muitos esforços. Entretanto, são poucas as empresas que conseguem focar na qualidade de seus produtos em vez de simplesmente soltar no mercado mais uma versão de um game antigo. Vou exemplificar com um título recente: Castlevania Requiem. O título da Konami traz seus dois clássicos, Symphony of the Night e Rondo of Blood em uma remasterização que, na minha opinião, nem deveria receber esse título. Isso porque os jogos têm praticamente o mesmo visual de quando foram lançados para os consoles originais, com apenas alguns filtros visuais e adaptações quase imperceptíveis da jogabilidade para o PS4. Em resumo: você está pagando por praticamente o mesmo jogo de anos atrás, mas com uma "carinha moderna". Spyro Reignited Trilogy (Divulgação/Activision) Já Spyro Reignited Trilogy mostra como a coisa deve ser feito. A trilogia traz gráficos totalmente refeitos, em cenários que passam a impressão de ser um jogo totalmente novo. Para que vocês possam ter uma ideia: quando joguei o primeiro título nos primórdios do PlayStation One, não conseguia identificar boa parte dos inimigos e personagens, apenas um amontanhado de polígonos coloridos que se mexiam. Na nova versão, consegui não apenas descobrir o que são, mas também me divertir com suas reações e movimentos, já que até expressões faciais mais nítidas esses personagens ganharam. E esse trabalho de remasterização é tão incrível que ele acabou mexendo com um outro elemento do jogo: a dificuldade. Para quem não sabe, Spyro se resume a atravessar fases recolhendo diamantes e libertando outros dragões, sendo que boa parte desses objetivos estão espalhados pelo cenários. Com os novos gráficos, a ambientação ficou tão mais nítida e suave que ficou mais complexo descobrir essas localidades secretas, já que antes era apenas procurar um polígono diferenciado ou com uma cor diferente para achar um caminho novo, provando que a remasterização pode ter um benefício a mais. Jogabilidade ganha com mudanças, mas sofre com quedas de frames Outro quesito que ganhou muito com a remasterização de Spyro foi a jogabilidade. Lembro que, como boa parte dos jogos da época, era um tanto irritante golpear os oponentes com a habilidade de corrida do dragãozinho, principalmente contra a criatura de capuz que fugia em velocidade. Na nova versão percebi o quanto os controles ficaram mais suaves, tanto para a locomoção quanto para os voos nas fases adicionais. Spyro Reignited Trilogy (Foto: Divulgação/Activision) Entretanto, tamanho foi o trabalho feito pela Activision que, curiosamente, o jogo acabou sofrendo com um problema de queda de quadros. Sim, Spyro Reignited Trilogy traz tantos detalhes que os jogos não rodam a 60 fps (como muitos títulos que passaram pelo mesmo processo), e ainda tem problemas de pequenos travamentos em mudanças bruscas de câmera ou muitos elementos na tela. Uma pena pois, como disse anteriormente em relação aos gráficos, o jogo que tinha tudo para se tornar a grande referência em termos de qualidade do produto final no que diz respeito a remasterização. Dublagem em português Para nós, fãs brasileiros, Spyro Reignited Trilogy trouxe um enorme presente: dublagem totalmente em português. Para quem não lembra, no início de vida do PlayStation One, era praticamente impossível encontrar um jogo com opções de menus em português e, principalmente com áudio em nossa língua. Spyro Reignited Trilogy (Foto: Divulgação/Activision) Spyro Reignited Trilogy mostra que as empresas estão cada vez mais se importando com nosso país. A prova disso é a dublagem localizada e todos os três jogos do pacote. E não são apenas vozes de um trabalho mediano ou utilizando "famosos da internet" sem experiência ou especialização. Mas sim a presença de profissionais do ramo, com vozes conhecidas de animações exibidas no Brasil. Remasterizado e só! O que deixa a desejar em Spyro Reignited Trilogy é a coletânea contar apenas com os três jogos remasterizados e sem nenhum adicional. Ok, eu entendo e compreendo o trabalho que deu de praticamente refazer os títulos originais em uma conversão muito bem feita. Mas fica a sensação de que poderia pipocar alguns elementos extras, como artes, fases ou algo do tipo, principalmente para estimular ainda mais o fator replay. Spyro Reignited Trilogy (Foto: Divulgação/Activision) Conclusão Spyro Reignited Trilogy chega não apenas como uma coletânea remasterizada, mas um exemplo de um trabalho que deveria ser feito por todas as empresas que buscam revitalizar seus clássicos. Apesar de contar com quedas de frames e rodar um pouco mais lento do que deveria, a trilogia agrada não apenas os gamers mais antigos que colheram muitas joias com o dragãozinho quando mais novos, mas também os novos jogadores, principalmente o público infantil que é esquecido cada vez mais nos consoles da atual geração. saiba mais Castlevania Requiem: game traz clássicos da franquia para o PS4 Confira a análise de Crash Bandicoot N. Sane Trilogy