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    São Luís inicia campanha de vacinação contra a gripe

    São Luís inicia campanha de vacinação contra a gripe


    Na capital foram disponibilizados 71 postos, sendo 64 nas Unidades de Saúde e sete postos volantes. Campanha de vacinação em São Luís vai acontecer até o próximo dia 1º de junho Reprodução/TV Mirante A campanha de vacinação contra a gripe...


    Na capital foram disponibilizados 71 postos, sendo 64 nas Unidades de Saúde e sete postos volantes. Campanha de vacinação em São Luís vai acontecer até o próximo dia 1º de junho Reprodução/TV Mirante A campanha de vacinação contra a gripe foi iniciada nesta segunda-feira (23) em São Luís. Na capital, foram disponibilizados 71 postos, sendo 64 nas Unidades de Saúde e sete postos volantes. A vacina previne contra H1N1 e H3N2, subtipos do vírus Influenza A, e contra Influenza B. A dose é contraindicada apenas para quem apresentou reação anafilática em doses anteriores ou tenha alergia grave ao ovo de galinha e seus derivados. A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informa que a vacina contra a gripe está disponível em todos os postos da rede municipal de saúde, mas é direcionada a um público específico, definido pelo Ministério da Saúde, que inclui pessoas com 60 anos ou mais de idade; crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); trabalhadores da área da saúde; professores das escolas públicas e privadas; povos indígenas; portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; população privada de liberdade, jovens cumprindo medidas socioeducativas e funcionários do sistema prisional. A Semus orienta as pessoas a levarem o cartão de vacina aos postos e, no caso de pacientes com doenças crônicas, é necessário apresentar comprovação. A vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é trivalente, protegendo contra três tipos do micro-organismo: o H3N2, o H1N1 e o B, e tem eficácia de seis a 12 meses, sendo contraindicada apenas para pessoas com história de reação alérgica grave às proteínas do ovo, a qualquer componente da vacina e crianças menores de 6 meses de idade. A campanha de vacinação em São Luís vai acontecer até o próximo dia 1º de junho, sendo 12 de maio, o dia “D” de mobilização em todo país. Vacina previne contra H1N1 e H3N2, subtipos do vírus Influenza A, e contra Influenza B Reprodução/TV Mirante
    Deputados estaduais vão pedir intervenção federal nas eleições do Maranhão

    Deputados estaduais vão pedir intervenção federal nas eleições do Maranhão


    Reação é por causa dos documentos da Polícia Militar, que vazaram, e revelaram ordens para policiais do interior do estado para monitorar adversários políticos do governo. Comandantes da PM do MA são exonerados depois de pedido para monitorar...


    Reação é por causa dos documentos da Polícia Militar, que vazaram, e revelaram ordens para policiais do interior do estado para monitorar adversários políticos do governo. Comandantes da PM do MA são exonerados depois de pedido para monitorar lideres da oposição Deputados estaduais devem pedir oficialmente, nesta segunda-feira (23), intervenção federal para o processo eleitoral 2018 no Maranhão, além da apuração sobre ofícios da Polícia Militar do Maranhão para monitorar adversários políticos do governo do estado. O assunto foi abordado em reportagem exibida pelo Bom Dia Brasil, nesta segunda-feira (23). O deputado Eduardo Braide (PMN) disse que pretende chamar os policiais envolvidos no caso para serem ouvidos na Assembleia Legislativa. “Apresentarei um requerimento de convocação dos policiais que assinaram esses ofícios para prestar esclarecimentos à Assembleia sobre fatos”, disse Braide. Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão, em São Luís Clarissa Carramilo / G1 O deputado Edilázio Júnior (PSD) revelou que já tinha suspeita de monitoramento de políticos que fazem oposição ao governo. - É um verdadeiro absurdo, que choca o estado de democracia, que temos que continuar vivendo no Maranhão. Mas, de forma velada, nós da oposição, já tínhamos a suspeita que isso tudo já vinham acontecendo, como grampos telefônicos clandestinos. O problema agora é colocar isso no papel. Chegamos a pedir uma auditoria no sistema guardião, que é utilizado pela Polícia Civil do Maranhão, para os devidos esclarecimentos, mas à época não tivemos apoio necessário. Agora vamos levar este assunto à tribuna da assembleia, pois usar a polícia dessa forma pode ser considerado até crime de responsabilidade – disse o deputado. Outro deputado, Sousa Neto (PRP), disse que teme este tipo de ação por ter relação a modelos seguidos por países como Venezuela e Coréia do Norte. “A Polícia Militar do Maranhão foi ordenada pelo governador do Estado do Maranhão a perseguir os opositores, a transformar o Maranhão numa Venezuela, numa Coréia do Norte. Isso é um acinte à democracia.”, destacou o deputado Sousa Neto. O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um procedimento para apurar o caso e pediu esclarecimentos ao governo do Maranhão. Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral (PGE) o documento fere a Constituição e a ordem pode ser considerada abuso de autoridade porque usa agentes públicos para beneficiar um candidato ou partido político. “O memorando não esclarece ou motiva de forma idônea as razões da necessidade do ‘levantamento eleitoral’ solicitado. Também não observa direitos fundamentais presentes na Constituição que garantem a liberdade de manifestação e de expressão, bem como o livre exercício da convicção política”, disse trecho da nota do MPF. MPF criticou, em nota, ofício da PM do Maranhão Reprodução / TV Globo A Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão se pronunciou por meio do seu vice-presidente. “Isso tem que ser apurado pelo Ministério Público, pois atenta contra o estado democrático de direito, além da liberdade de expressão e os princípios que norteiam o pleito eleitoral. Então é indiscutível que tenha que existir investigação para saber todos os que estão envolvidos neste ato”, Pedro Alencar, vice-presidente da OAB. Nas redes sociais, o governador Flávio Dino (PCdoB) afirmou que a ordem não partiu dele e que mandou demitir o oficial que assinou o documento que assinou que, segundo o governador não tem valor legal. Governador do Maranhão, Flávio Dino, negou que tenha dado a ordem para o memorando Divulgação / TV Globo “Não ordenei, não autorizei, não concordei. Mandei demitir o oficial que assinou aquele papel sem nenhum valor legal. Ele responderá a um processo disciplinar”, disse o governador em uma de suas publicações em uma rede social. Tudo começou depois que comandantes de batalhões e companhias independentes da PM no interior do Maranhão receberam, no último dia 6 de abril, o pedido de um levantamento eleitoral, assinado pelo coronel Emerson Farias Costa, chefe do policiamento no interior. O memorando ordena que os militares informem sobre as lideranças que fazem oposição ao governo local ou algo governo do estado e que podem causar “embaraços no pleito eleitoral”. Na região de Barra do Corda, os comandante receberam, na última quinta-feira (19), outro memorando com o mesmo pedido. Pedido da PM do Maranhão para monitorar lideranças da oposição provoca reações O secretário de Segurança Pública, Jeferson Portela nega que a ordem tenha partido dele ou do governador. “Exclusivamente uma atitude atribuída ao tenente-coronel Emerson Farias Costa, sub-chefe do Estado Maior do Comando de Policiamento do Interior do Estado. Decisão exclusiva dele em repassar um memorando que é de competência federal, pois trata de eleições, que é controlada pela Justiça Eleitoral”, disse o secretário. O coronel, por sua vez, disse que não vai se pronunciar e que só o comando da Polícia Militar do Maranhão comenta o caso. Dois oficiais já foram exonerados por conta destes ofícios. O programa Fantástico, da Rede Globo de Televisão, exibiu na sua edição desse domingo (22) a reportagem sobre o assunto. Governo determina monitoramento de políticos no Maranhão PRE vai apurar documento do governo que ordena monitoramento de políticos no Maranhão
    VÍDEOS: Bom Dia Mirante de segunda-feira, 23 de abril

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    Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Maranhão. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do...


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    Prazo para adesão ao Refaz termina dia 30 de abril em São Luís


    Dados da Semfaz registram que cerca de 68% dos contribuintes estão inadimplentes com o IPTU, um dos principais impostos municipais. Contribuintes têm até 30 de abril para aderir ao Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Municipal – Refaz...

    Dados da Semfaz registram que cerca de 68% dos contribuintes estão inadimplentes com o IPTU, um dos principais impostos municipais. Contribuintes têm até 30 de abril para aderir ao Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Municipal – Refaz e negociar débitos com o fisco com descontos de até 100% nos juros e multas. A adesão ao programa permite também o parcelamento da dívida que poderá ser feito em até 48 vezes com abatimentos proporcionais. Com a vigência, a Prefeitura de São Luís pretende diminuir a inadimplência com o fisco e aumentar arrecadação. Dados da Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz) registram que cerca de 68% dos contribuintes estão inadimplentes com o IPTU, um dos principais impostos municipais. Os registros da Coordenação de Atendimento ao Contribuinte da Semfaz verificaram 25 mil adesões ao Refaz, desde o início do período de vigência do programa. No último mês, cerca de 1.409 débitos com o fisco foram negociados. Diariamente, os contribuintes tem se deslocado aos postos de atendimento disponibilizados pela Prefeitura de São Luís para se regularizar com o fisco. Todos os impostos municipais, com ressalvas somente para o IPTU 2017 – que não entrou no pacote de tributos que são negociados através do Refaz, podem ser negociados com o programa. Para aderir ao Refaz, o contribuinte com débito com o fisco tem até o dia 30 de abril para procurar um dos postos de atendimento da Semfaz, localizados na sede do órgão – Avenida Kennedy, n° 1455, Bairro de Fátima; no posto do Viva (antigo Casino Maranhense) – Avenida Beira Mar, S/N, ou na Procuradoria Fiscal (direcionado aos cidadãos com débitos já inscritos em dívida ativa).
    Campanha de vacinação contra a gripe é iniciada nesta segunda (23) em São Luís

    Campanha de vacinação contra a gripe é iniciada nesta segunda (23) em São Luís


    Ação visa reduzir as complicações causadas pela doença em públicos prioritários; doses estão disponíveis em todos os postos da rede municipal. Campanha contra a gripe em São Luís se estenderá até o dia 1º de junho Maurício Alexandre A...


    Ação visa reduzir as complicações causadas pela doença em públicos prioritários; doses estão disponíveis em todos os postos da rede municipal. Campanha contra a gripe em São Luís se estenderá até o dia 1º de junho Maurício Alexandre A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), inicia nesta segunda-feira (23), a campanha nacional de vacinação contra a influenza (gripe) com o objetivo de reduzir as complicações causadas pela doença em públicos prioritários. A campanha se estenderá até o dia 1º de junho, sendo que 12 de maio será realizado o chamado Dia D, data da mobilização nacional, para potencializar a adesão à campanha. A Semus informa que a vacina contra a gripe está disponível em todos os postos da rede municipal de saúde, mas é direcionada a um público específico, definido pelo Ministério da Saúde, que inclui pessoas com 60 anos ou mais de idade, crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores da área da saúde, professores das escolas públicas e privadas, povos indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, população privada de liberdade, jovens cumprindo medidas socioeducativas e funcionários do sistema prisional. A Semus orienta as pessoas a levarem o cartão de vacina aos postos e, no caso de pacientes com doenças crônicas, é necessário apresentar comprovação. A vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é trivalente, protegendo contra três tipos do micro-organismo: o H3N2, o H1N1 e o B, e tem eficácia de seis a 12 meses, sendo contraindicada apenas para pessoas com história de reação alérgica grave às proteínas do ovo, a qualquer componente da vacina e crianças menores de 6 meses de idade.
    Policial militar preso diz que foi coagido a incriminar delegados e deputado no Maranhão

    Policial militar preso diz que foi coagido a incriminar delegados e deputado no Maranhão


    Gravação foi feita durante a audiência do processo, que corre em segredo de justiça. Ele diz que foi coagido pelo secretário de segurança pública do Maranhão. Policial militar diz em audiência que teria sido coagido por autoridades no...


    Gravação foi feita durante a audiência do processo, que corre em segredo de justiça. Ele diz que foi coagido pelo secretário de segurança pública do Maranhão. Policial militar diz em audiência que teria sido coagido por autoridades no Maranhão Um vídeo foi divulgado na internet e confirmado como oficial por representantes da justiça e da polícia, onde mostra o depoimento à Justiça Federal do policial militar Fernando Paiva Moraes Júnior, preso na operação que desmontou uma rede de contrabando em São Luís, dizendo que foi coagido por autoridades para incriminar delegados e deputado. A gravação foi feita durante a audiência do processo, que corre em segredo de justiça. O PM foi preso em fevereiro de 2018 e indiciado por formação de quadrilha, contrabando e prática de outros crimes. Ele afirma que teria sido coagido a acusar os delegados da Policia Civil do Maranhão Tiago Bardal e Ney Anderson e do deputado estadual Raimundo Cutrim (PCdoB) como participantes do esquema criminoso. “Ele queria o tempo todo que eu dissesse que o delegado Tiago Bardal estivesse dentro do sítio. Ele queria o tempo todo que eu dissesse que o delegado Raimundo Cutrim, que é o atual deputado, tivesse dentro do sítio também. Ele queria que eu falasse. Por ele, eu poderia contar a história mais mirabolante que fosse, mas envolvendo eles, entendeu? O delegado Ney Anderson, que eu não conheço. Eu não conheço o deputado Raimundo Cutrim. Também não conheço o delegado Bardal”, disse em depoimento, o PM preso. Para o Ministério Público Federal (MPF) as declarações do PM são falsas e seriam uma manobra dos advogados de defesa do policial. O PMF não participou da audiência em questão, mas afirmou que dias depois da prisão o policial propôs um acordo de delação premiada que foi aceito no intuito de obter mais informações sobre a destinação dos produtos contrabandeados pela quadrilha. Com isso o soldado teria, entre os benefícios, a redução da pena, em caso de condenação. Mas na audiência, antes da homologação da delação premiada o PM preso surpreendeu ao dizer que havia sido coagido pelo secretário de segurança pública, Jefferson Portela, na sede do MPF para colaborar. “Meritíssimo, quando eu cheguei lá o secretário de segurança Jefferson Portela disse que eu devia colaborar com eles, eu fui coagido a fazer essa delação premiada pelo secretário Jefferson Portela e por um coronel que me conduziu”, disse Fernando Paiva. Policial Fernando Paiva em audiência no MPF Reprodução/ TV Mirante A audiência aconteceu na 1º Vara Criminal, mas a Justiça Federal não quis comentar sobre os trabalhos do juiz substituto Luís Régis Bonfim Filho, que interrogou o policial, dizendo em nota que não divulgaria informações sobre a audiência, já que o processo corre em segredo de justiça. Já no Ministério Público Federal (MPF) a reação foi imediata. Na coletiva de imprensa o procurador Juracy Guimarães considerou as declarações do PM falsas e segundo a procuradora Carolina da Hora, o que precisa ser apurado é o vazamento das imagens da audiência, já que havia um acordo entre o réu e o MPF. “O Ministério Público está muito tranquilo da legalidade de tudo que ele fez. De todo o conjunto de fatores. Das inverdades que foram faladas tanto por ele quanto pelo advogado. Inverdades que a finalidade é tirar o foco do processo, que é contrabando, organização criminosa, descaminho, porte ilegal de arma, corrupção”, disse o procurador da República. Juracy Guimarães Júnior. Já a denúncia feita pelo PM, que teria sido coagido, obrigado a citar nomes, dos delegados e de um deputado não foi comentada pelos procuradores. Para a procuradora Carolina da Hora, o que precisa ser apurado agora é o vazamento das imagens da audiência. “Não tomamos conhecimento formal. Tomamos conhecimento pela mídia. Gravação que é sigilosa e divulgação que é criminosa”, disse a procuradora. Os advogados do PM Fernando Paiva Moraes Júnior informaram, por meio de nota, que já existe uma notícia-crime protocolada junto à Superintendência da Polícia Federal no Maranhão em desfavor dos procuradores e do Secretário de Segurança Pública do Maranhão para que o caso seja apurado. O deputado Raimundo Cutrim disse apenas que é este um fato gravíssimo. Já o secretário Jefferson Portela afirmou que as declarações do PM Paiva são mais uma articulação da organização criminosa. Disse ainda que as afirmações do preso foram prestadas para os procuradores da República na presença de um defensor público federal. Justiça determina prisão preventiva de militares suspeitos de contrabando no Maranhão Chefe de investigações criminais é exonerado após ser flagrado próximo a sítio onde havia contrabando de armas
    VÍDEOS: JMTV 1ª edição de sábado, 21 de abril

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    Veja tudo o que foi apresentado no principal telejornal vespertino do Maranhão. Veja tudo o que foi apresentado no principal telejornal vespertino do...


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    VÍDEOS: JMTV2 de sábado, 21 de abril

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    Confira os vídeos da segunda edição do Jornal do Maranhão Confira os vídeos da segunda edição do Jornal do...


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    Ônibus é atropelado por trem de carga em São Luís

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    Trem da transnordestina arrastou o ônibus e três pessoas ficaram feridas. Caso aconteceu na comunidade do Rio dos Cachorros, na zona rural. Ônibus é atropelado por trem de carga em São Luís Três pessoas ficaram com ferimentos leves após um...


    Trem da transnordestina arrastou o ônibus e três pessoas ficaram feridas. Caso aconteceu na comunidade do Rio dos Cachorros, na zona rural. Ônibus é atropelado por trem de carga em São Luís Três pessoas ficaram com ferimentos leves após um acidente na manhã deste sábado (21) envolvendo um trem que transportava combustível e um ônibus na comunidade do Rio dos Cachorros, na zona rural de São Luís. O veículo foi arrastado por mais de 40 metros pelo trem, que iria pra Teresina-Pi. O ônibus estava indo para o ponto final. Trem da transnordestina arrasou ônibus por 40 metros em São Luís Reprodução/TV Mirante Os moradores da comunidade disseram que os maquinistas sempre buzinam repetidas vezes ao passar, mas desta vez o sinal sonoro ocorreu em cima do cruzamento. “Toda vez, quando ele passa, ele passa buzinando. Dessa vez ele não businou. Quando businou já foi em cima do cruzamento. O rapaz do ônibus não teve chance”, disse o pedreiro José Raimundo. Os moradores também reclamaram das condições do cruzamento. Eles afirmaram que a sinalização é precária e está apagada, o que coloca em risco a vida das pessoas. Em um ponto a placa fica escondida por um poste e pelo mato crescido. “Uma área de muito risco. Inclusive tem muita criança que mora aí. É arriscado o trem virar e tirar a vida de uma pessoa", afirmou a moradora Maria Lúcia. Local de placa em trecho da transnordestina em cruzamento no Rio dos Cachorros possui falhas, segundo moradores Reprodução/TV Mirante A ferrovia Transnordestina Logística informou que, desrespeitando a legislação, o ônibus avançou o cruzamento entre a linha férrea e a rua, se chocando com o trem que circulava no local. Disse também que a passagem possui sinalização de advertência vertical e horizontal e que o trem cumpria todos os procedimentos de segurança, fazendo o uso da buzina de alerta e dos faróis acesos.
    VÍDEOS: JMTV 2ª edição de sexta-feira, 20 de abril

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    Confira todas as reportagens da segunda edição do telejornal. Confira todas as reportagens da segunda edição do...


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    Justiça nega habeas corpus a Tiago Bardal em novo caso

    Justiça nega habeas corpus a Tiago Bardal em novo caso


    Ex-superintendente de investigações já havia tentado um habeas corpus em um processo pelo STJ, mas não conseguiu. Desta vez, a negativa veio pelo Tribunal de Justiça do Maranhão, que rejeitou o habeas corpus referente a um caso ocorrido em...


    Ex-superintendente de investigações já havia tentado um habeas corpus em um processo pelo STJ, mas não conseguiu. Desta vez, a negativa veio pelo Tribunal de Justiça do Maranhão, que rejeitou o habeas corpus referente a um caso ocorrido em Viana.  O desembargador José Jorge Figueiredo dos Anjos, do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), negou habeas corpus a Tiago Bardal contra a ordem de prisão preventiva do juiz da 3ª Vara Criminal de São Luís, José Gonçalo de Sousa Filho. A determinação trata de um novo caso contra o ex-superintendente de investigações criminais. Na decisão do dia 10 de abril de 2018, o juiz afirma que, como delegado de Polícia Civil e superintendente estadual de investigações criminais, Bardal não tomou providências em relação a uma prisão em flagrante ocorrida no dia 21 de dezembro de 2016, na cidade de Viana. Neste dia, segundo o juiz, uma carga de cigarros contrabandeados foi apreendida em uma van pelo delegado regional de Viana, trazida para São Luís e entregues a Bardal. Com a carga em São Luís, Bardal teria solicitado ao delegado de Viana que não apreendesse o veículo e nem autuasse o condutor, sob a alegação de que a van estava monitorada e a apreensão atrapalharia uma investigação já iniciada na SEIC. Além disso, a carga de cigarros nunca foi encontrada. Thiago Bardal era o comandante da Superintendência Estadual de Investigações Criminais do Maranhão Arquivo/TV Mirante O magistrado decretou a prisão preventiva do delegado por entender que, em liberdade, ele poderia perturbar a ordem e segurança pública com a intimidação de testemunhas, destruição de provas e embaraços ao regular seguimento do processo. No pedido de habeas corpus, a defesa de Bardal alegou que a prisão preventiva se deu por um fato ocorrido há mais de um ano, sendo antigo para justificar o decreto. Alegou-se também que o delito de prevaricação é insuscetível de preventiva, sendo este inferior a quatro anos, e que o receio de reiteração do crime de peculato é anulado com o afastamento da função. A preventiva também seria excessiva, pois a soma das penas mínimas aos crimes (prevaricação e peculato) não ultrapassaria os três anos. Asseveraram ainda que a dose do regime inicial seria semiaberto e que existe interesse afetivo dos filhos do delegado. Tiago Bardal também é investigado por suposta participação em uma quadrilha de contrabandistas no Maranhão Reprodução/TV Mirante Porém, os argumentos não convenceram o desembargador José Jorge Figueiredo. Ele observou que, ao analisar a prisão preventiva, verificou que ela atende todos os requisitos especificados em lei, encontrando-se devidamente fundamentada, levando em consideração prova da existência do crime e indícios de autoria. Desse modo, não restaria dúvida ao juiz de base de que, em liberdade, o delegado poderia perturbar a ordem e a segurança pública com a intimidação de testemunhas, destruição de provas e embaraços ao regular seguimento do processo. Em relação ao interesse afetivo dos filhos de Bardal, o desembargador enfatizou que a defesa não comprovou que o delegado é imprescindível aos cuidados das crianças e nem que é o único responsável pelos cuidados deles. Outro mandado de prisão Bardal já está preso em área específica na Delegacia Especial da Cidade Operária (Decop) por força de um mandado de prisão da 1ª Vara Criminal de São Luís referente a outro caso, de suposta participação em uma quadrilha de contrabando internacional, no qual também foi tentado habeas corpus. Laudo da Polícia Federal confirma produtos contrabandeados no Maranhão O pedido foi realizado pelo Superior Tribunal de Justiça, mas não ocorreu porque o ministro Ribeiro Dantas entendeu que o STJ não tinha competência pela prisão, já que tinha sido ordenada em primeira instância e ainda haveria outras instâncias a serem acionadas. No dia 20 de março, a SSP informou que uma revista realizada na prisão flagrou o delegado com um celular e um caderno com anotações, de conteúdo ainda não divulgado. Antes, no dia 13 de março, o juiz Ronaldo Maciel remeteu o caso à Justiça Federal, após laudos da Polícia Federal confirmarem que as mercadorias contrabandeadas no Maranhão vinham de fora do país. Policiais presos são flagrados com regalias dentro das prisões em São Luís STJ se declara sem competência para julgar habeas corpus de Tiago Bardal MPF denuncia Tiago Bardal e mais 12 acusados de participar de esquema criminoso no MA Delegado, coronel e investigadores presos são flagrados com arma e celulares dentro de celas no Maranhão Juiz remete caso de contrabando no Maranhão para Justiça Federal
    Preso acusado de comandar desmanche de motos em Açailândia, no Maranhão

    Preso acusado de comandar desmanche de motos em Açailândia, no Maranhão


    João Manuel Soares Lima é acusado pela polícia de usar um quintal para desmanchar motos roubadas. Com ele também foram encontrados um revólver e dois rifles. Desmache de motos ocorria no quintal de uma residência em...


    João Manuel Soares Lima é acusado pela polícia de usar um quintal para desmanchar motos roubadas. Com ele também foram encontrados um revólver e dois rifles. Desmache de motos ocorria no quintal de uma residência em Açailândia Divulgação/Polícia Civil A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira (20) João Manuel Soares Lima por suposto comando em uma área de desmanche de motos em Açailândia, a 550 quilômetros de São Luís. De acordo com o delegado Saniel Trovão, foram apreendidas várias motos, peças e armas de fogo. "Após alguns furtos de motocicletas em um estacionamento, a Polícia Civil iniciou uma investigação, com o objetivo de identificar os autores. Identificamos duas motos roubadas até agora, sendo uma de Açailândia e outra de João Lisboa", afirmou o delegado. João Manuel Soares Lima seria a pessoa que comandava o desmanche de motos, segundo a Polícia Civil Divulgação/Polícia Civil Segundo a polícia, o desmanche funcionava no quintal da casa de João e possivelmente as motos seriam revendidas. Além das motos, a polícia apreendeu no local um revólver calibre 38; um rifle calibre 38 e um rifle calibre 44. Armas foram encontradas durante operação que encontrou uma casa para desmanche de motos, segundo a polícia Divulgação/Polícia Civil
    PRE vai apurar documento do governo que ordena monitoramento de políticos no Maranhão

    PRE vai apurar documento do governo que ordena monitoramento de políticos no Maranhão


    Memorando determina que unidades da PM devem informar as lideranças políticas que fazem oposição ao governo local ou estadual no interior do estado. O ato é inconstitucional, segundo a Procuradoria Regional Eleitoral. A Procuradoria Regional...


    Memorando determina que unidades da PM devem informar as lideranças políticas que fazem oposição ao governo local ou estadual no interior do estado. O ato é inconstitucional, segundo a Procuradoria Regional Eleitoral. A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE/MA) vai apurar um memorando emitido pela Polícia Militar que determina que unidades da PM devem informar as lideranças políticas que fazem oposição ao governo local ou estadual no interior do estado. O ato é inconstitucional, segundo o PRE. De acordo com a PRE, o propósito é esclarecer os fatos e diminuir ou cessar atividades ilícitas eleitorais, para evitar que assumam uma dimensão mais grave. Também foi requisitado ao Comandante-Geral da Polícia Militar que se manifeste, no prazo de 10 dias úteis, e encaminhe cópia integral dos procedimentos administrativos que tenham relação com o memorado que trata do “levantamento eleitoral”. O documento O documento foi emitido pelo Comando do Policiamento Interior 2 da Polícia Militar (PM), por meio do Mem. Circular Nº 098/2018 – CPI de 06/04/2018. É dito que as unidades subordinadas devem informar as lideranças que fazem oposição em cada cidade, que podem causar embaraços no pleito eleitoral e que mantenham o banco de dados atualizado e efetivo, informando a cidade que o policial atua. Memorando da Polícia Militar que motivou investigação interna na corporação no Maranhão Divulgação / Polícia Militar De acordo com o Procurador Regional Eleitoral, Pedro Henrique Castelo Branco, “o memorando não esclarece ou motiva de forma idônea as razões da necessidade do ‘levantamento eleitoral’ solicitado e não observa direitos fundamentais presentes na Constituição da República Federativa do Brasil, que garantem a liberdade de manifestação e de expressão, bem como o livre exercício da convicção política”, afirmou. A PRE também informou que configura abuso de autoridade o uso desviado ou indevido de poder conferido a agente público, no exercício de função ou cargo de Administração Pública, em favor de candidato ou partido político. O ato seria baseado na Lei Complementar nº 64/1990. Ainda de acordo com a PRE, podem sofrer a sanção de cassação do registro ou diploma tanto os responsáveis pela conduta ilícita, como também os candidatos meramente beneficiários, sendo a sanção de inelegibilidade de caráter pessoal ao responsável. Resposta do governo Na manhã desta sexta-feira (20), o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela condenou a atitude revelando que não houve consulta nem a ele e nem ao comandante geral, Coronel Jorge Luongo. Segundo o secretário, o documento foi assinado pelo Tenente-Coronel Emerson Farias Costa, Chefe do Estado Maior do Policiamento do Interior. Contudo, é possível que outros oficiais sejam responsabilizados. "O procedimento para determinar a participação de cada um já está instaurado. Todos serão chamados para prestarem esclarecimentos. Mas garanto que esta ordem não partiu do Comando Geral, pois isso fere o princípio democrático", disse o comandante geral da PM, Coronel Luongo. O G1 ainda não conseguiu contato com o Tenente-Coronel Emerson Farias da Costa, Chefe do Estado Maior do Policiamento do Interior. Governo determina monitoramento de políticos no Maranhão
    Partidos repudiam documento do governo sobre monitoramento de políticos no Maranhão

    Partidos repudiam documento do governo sobre monitoramento de políticos no Maranhão


    Partidos, por meio de nota, disseram ainda que vão representar junto ao Ministério Público e Justiça pedindo providências contra a ação. Ofício da Polícia Militar que motivou investigação interna na corporação no Maranhão Divulgação /...


    Partidos, por meio de nota, disseram ainda que vão representar junto ao Ministério Público e Justiça pedindo providências contra a ação. Ofício da Polícia Militar que motivou investigação interna na corporação no Maranhão Divulgação / Polícia Militar Seis partidos políticos manifestaram repúdio, nesta sexta-feira (20), por meio de notas à revelação que a Polícia Militar do Maranhão deveria monitorar adversários políticos do governo do Estado neste ano de eleições. A orientação, por meio de ofício, partiu do Comando de Policiamento do Interior (CPI) e determinava o levantamento de informações de diversos alvos. Além de repudiar, os partidos informaram que vão ingressar com ações judiciais. As notas são assinadas pelos presidentes dos diretórios regionais, com tom de alerta aos maranhenses por conta da suposta ação de monitoramento de políticos e até de policiais que tenham notória manifestação política. Cláudio José Trinchão Santos, presidente Regional do Partido Social Democrático (PSD), diz em nota que “é inadmissível o uso eleitoreiro do aparato público para perseguir e/ou coagir opositores políticos no pleito eleitoral que se aproxima. Tal medida representa um atentado frontal ao direito de escolha, ao direito de opinião e, principalmente, à democracia”. Secretaria de Segurança Pública inicia investigação para apurar documentos O deputado Eduardo Braide, presidente do Partido da Mobilização Nacional (PMN) no Maranhão, disse que “estamos vivendo tempos estranhos no Maranhão. Por isso, o Partido da Mobilização Nacional (PMN) repudia a forma truculenta que o governo Flávio Dino tenta intimidar seus opositores políticos". Outra legenda, o Partido Republicano Progressista (PRP), que tem como presidente estadual Ricardo Murad, emitiu nota em tom de alerta. “À margem da lei, num claro abuso de poder, violando todo e qualquer direito fundamental, o governador Flávio Dino, culminando o seu desespero, tenta coloca a Polícia Militar do nosso Estado ao serviço dos seus interesses políticos e pessoais, tentando intimidar a oposição e seus dirigentes. Ao melhor estilo nazi, numa fúria persecutória e reveladora das suas intenções antidemocráticas, Flávio Dino pretende criar a sua própria Gestapo e, abusando da sua autoridade enquanto governado, se manter no poder a qualquer custo”. Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão, em São Luís Clarissa Carramilo / G1 O Partido Verde (PV), que tem no comando maranhense o deputado estadual Adriano Sarney, informou em sua nota que pretende ir ao Ministério Público e também à Justiça Federal para exigir investigação sobre o fato. “Trata-se de uma perseguição sem precedentes no Brasil, desde a retomada da democracia. O partido informa que vai representar junto ao Ministério Público, à Justiça Federal e também a o Superior Tribunal de Justiça, apara que esse caso seja devidamente investigado a fim de que não se deixe nenhum vestígio de impunidade”. O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), por meio de seu presidente no Maranhão, o senador Roberto Rocha, fez as mesmas cobranças dos outros partidos, com reforço na punição aos envolvidos diretamente na produção e encaminhamento do ofício. “O PSDB estará também vigilante para que os verdadeiros responsáveis venham a ser punidos, e não sejam acobertados por transferências de responsabilidade que ao final atinjam apenas os elos mais fracos dessa sórdida manobra”. Já o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), através do presidente estadual e senador João Alberto de Souza, manifestou repúdio aos documentos da SSP e disse repudiar o uso da máquina pública para perseguição. "É inadmissível o uso eleitoreiro do aparato público para perseguir e/ou coagir opositores políticos no pleito que se aproxima. Tal medida representa um atentado frontal ao direito de escolha, ao direito de opinião e, principalmente, à democracia". Abaixo, as notas na íntegra dos partidos: PSD A executiva estadual do Partido Social Democrático (PSD-MA) vem por meu desta nota manifestar seu absoluto repúdio aos documentos expedidos pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Maranhão, amplamente publicados pelos meios de comunicação, que determinam a identificação de políticos que fazem oposição ao atual governo estadual em cada município do nosso estado. É inadmissível o uso eleitoreiro do aparato público para perseguir e/ou coagir opositores políticos no pleito eleitoral que se aproxima. Tal medida representa um atentado frontal ao direito de escolha, ao direito de opinião e, principalmente, à democracia. O povo maranhense não deve permitir que transformem o Maranhão num estado policialesco típico de regimes autoritários, ditatoriais e repressores. A democracia deve prevalecer. Sempre! Cláudio José Trinchão Santos Presidente Regional do Partido Social Democrático (PSD-MA) PMN Estamos vivendo tempos estranhos no Maranhão. Por isso, o Partido da Mobilização Nacional (PMN) repudia a forma truculenta que o governo Flávio Dino tenta intimidar seus opositores políticos". O PMN acredita que é preciso dar um basta a essa perseguição que beira a insanidade, uma vez que a Polícia Militar está sendo usada como instrumento político perseguidor, prática que deveria ter acabado junto com a Ditadura. O PMN tomará todas as providências necessárias a fim de que o Estado Democrático de Direito seja preservado, garantindo a todos, eleições verdadeiramente livres. Eduardo Braide Presidente Estadual do PMN PRP Um alerta para todos. À margem da lei, num claro abuso de poder, violando todo e qualquer direito fundamental, o governador Flávio Dino, culminando o seu desespero, tenta coloca a Polícia Militar do nosso Estado ao serviço dos seus interesses políticos e pessoais, tentando intimidar a oposição e seus dirigentes. Ao melhor estilo nazi, numa fúria persecutória e reveladora das suas intenções antidemocráticas, Flávio Dino pretende criar a sua própria Gestapo e, abusando da sua autoridade enquanto governado, se manter no poder a qualquer custo. O PRP irá requerer da Justiça Eleitoral as providências para coibir esse abuso desde já. Estamos na pré-campanha e não é possível esse clima no Maranhão. A intimidação já começou e não aceitaremos desculpas que a ordem repassada aos batalhões foi um erro ou qualquer outra justificativa. Eleições limpas, democráticas é que o povo exige e a Constituição garante. Ricardo Murad Presidente estadual do PRP PV O Partido Verde (PV) no Maranhão vem a público manifestar total repúdio ao governo Flávio Dino (PCdoB), face à revelação, por meio de documentos da Secretaria de Segurança, a respeito do ordenamento aos batalhões da Polícia Militar no interior para espionagem de adversários políticos do governo atual. O PV entende que esses documentos reafirmam a suspeita de utilização da máquina pública para fins políticos e eleitoreiros, demonstrando que o governador não respeita os limites do estado de direito e da democracia. Trata-se de uma perseguição sem precedentes no Brasil, desde a retomada da democracia. O partido informa que vai representar junto ao Ministério Público, à Justiça Federal e também a o Superior Tribunal de Justiça, apara que esse caso seja devidamente investigado a fim de que não se deixe nenhum vestígio de impunidade. Adriano Sarney Presidente PV-MA PSDB O Partido da Social Democracia Brasileira, no estado do Maranhão, vem a público denunciar o gravíssimo atentado perpetrado pelo Governo do Maranhão aos fundamentos de nossa democracia, através de atos oficiais destinados a monitorar lideranças políticas da oposição. Não há precedentes, em nossa história, de tamanho desassombro para o uso político de uma instituição quase bicentenária, nossa Polícia Militar, cuja história por si só repudia, em atos e ações, intervenções dessa natureza. O PSDB acionará os órgãos e instituições republicanos nacionais que garantem a solidez de nossa democracia, que jamais poderá ser ferida por gestos que, mais do que atitudes isoladas, revelam o caráter de um Governo que, doutrinariamente, busca tomar posse dos órgãos de Estado, como o presente episódio revela sintomaticamente. O PSDB estará também vigilante para que os verdadeiros responsáveis venham a ser punidos, e não sejam acobertados por transferências de responsabilidade que ao final atinjam apenas os elos mais fracos dessa sórdida manobra. Roberto Rocha Presidente do PSDB-MA PMDB A Comissão Executiva Estadual d o Movimento Democrático Brasileiro (MDB-MA) vem por meio desta nota manifestar seu absoluto repúdio aos documentos expedidos pela Secretaria Estado de Segurança Pública do Maranhão, amplamente publicados pelos meios de comunicação, que determinam a identificação de políticos que fazem oposição ao atual governo estadual em cada município do nosso estado. É inadmissível o uso eleitoreiro do aparato público para perseguir e/ou coagir opositores políticos no pleito que se aproxima. Tal medida representa um atentado frontal ao direito de escolha, ao direito de opinião e, principalmente, à democracia. O povo maranhense não deve permitir que transformem o Maranhão num estado policialesco, típico de regimes autoritários, ditatoriais e repressores. A democracia deve prevalecer... sempre! Senador João Alberto de Souza Presidente Estadual do MDB Entenda o caso Membros da oposição ao governo do Maranhão deveriam ser alvos de monitoramento da Polícia Militar, segundo uma uma circular interna (098/2018) assinada pelo Comando do Policiamento de Área do Interior 2, de Barra do Corda-MA, encaminhada a policiais militares lotados em quatro batalhões e companhias independentes de cidades do interior. O documento do Governo do Maranhão, que circulou nas redes sociais, determinou o levantamento de informações e posterior monitoramento por suposto "embaraços no pleito eleitoral" por parte de opositores aos governos local e estadual. O ofício é datado de 19 de abril de 2018 e parte de Barra do Corda com foco para toda região. Nele, a determinação é que os comandantes dos 5º e 18º batalhões e das 1ª e 15ª Companhias Independentes procedam em caráter de urgência com o trabalho de levantamento de informações sobre os alvos. Na manhã desta sexta-feira (20), o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, manifestou-se em entrevista a Rádio Mirante AM e condenou a atitude, revelando que não houve consulta nem a ele e nem ao comandante geral, Coronel Jorge Luongo. "É um erro gravíssimo. Eu estava em uma reunião e por volta das 23h (de quinta) quando tomei conhecimento disso determinei ao Coronel Luongo a exoneração dos responsáveis por esta 'nota'. Não tem como permanecer na direção de um controle de um processo eleitoral quem emite uma nota dessa. Somos uma corporação que tem disciplina e hierarquia. Qualquer determinação de normas e orientações gerais tem que partir, como o nome diz, de um comando geral. Então determinei ao Coronel Luongo que quero ver os atos de exoneração de um, dois ou três, quantos sejam, responsáveis pela nota", disse o secretário. Segundo Jefferson Portela, o documento foi assinado pelo Tenente-Coronel Emerson Farias Costa, Chefe do Estado Maior do Policiamento do Interior. Contudo, é possível que outros oficiais sejam responsabilizados. O comandante geral da Polícia Militar, Coronel Jorge Luongo, não quis antecipar os nomes dos envolvidos, pois disse que a investigação interna vai esclarecer de fato os responsáveis. "Não quero declinar os nomes neste momento, mas estamos apurando. Este processo pode durar até 30 dias, pois todos terão o amplo direito à defesa", concluiu.
    VÍDEOS: JMTV1 de sexta-feira, 20 de abril

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    Veja todos os vídeos da primeira edição do Jornal do Maranhão. Veja todos os vídeos da primeira edição do Jornal do...


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    Homem retira tornozeleira eletrônica e coloca em cachorro para cometer assaltos no Maranhão

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    Ação foi descoberta após Raugson Patrick Vale Barbosa ser preso novamente ao cometer um assalto no município de Codó, a 290 km de São Luís.  Homem retira tornozeleira eletrônica e coloca em cachorro para realizar assaltos no MA Um preso em...


    Ação foi descoberta após Raugson Patrick Vale Barbosa ser preso novamente ao cometer um assalto no município de Codó, a 290 km de São Luís.  Homem retira tornozeleira eletrônica e coloca em cachorro para realizar assaltos no MA Um preso em regime aberto que usava uma tornozeleira eletrônica, tirou o equipamento, colocou em seu cachorro em Codó, a 290 km de São Luís. O fato foi descoberto após Raugson Patrick Vale Barbosa ser preso novamente depois de cometer um assalto na região. A ação do assaltante foi descoberta após ele chegar na delegacia onde foi constatado sua situação com a Justiça. De acordo com o Tenente-Coronel Jurandir Braga, comandante do 17º Batalhão de Polícia Militar, o assaltante conseguiu retirar a tornozeleira e colocou no cachorro da sua casa e com isso, ele pode voltar às ruas e cometer novos assaltos. Raugson Patrick estava há pouco mais de 30 dias fora da prisão. Ação foi registrada pelas câmeras de segurança de avenida em Codó (MA). Reprodução/TV Mirante O assalto cometido por Raugson Patrick foi filmado por câmeras de segurança da Avenida Santos Dumond, onde o crime ocorreu. Nas imagens, o assaltante chega e ameaça a vítima com uma faca, forçando ele a entregar a motocicleta. Uma pessoa que passava pelo local, ao perceber a ação, estava em posse de um revolver e atirou diversas vezes contra o assaltante e o atingiu na perna. O assaltante foi preso pela Polícia Militar minutos após o assalto na zona rural de Codó, fugindo com a motocicleta que foi recuperada. Raugson Patrick foi preso minutos após o assalto, na zona rural de Codó (MA). Reprodução/TV Mirante
    Governo determina monitoramento de políticos no Maranhão

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    Secretário de Segurança Pública e comandante geral da PM se manifestaram garantindo que não determinaram as ordens repassadas em circular. Ofício da Polícia Militar que motivou investigação interna na corporação no Maranhão Divulgação /...


    Secretário de Segurança Pública e comandante geral da PM se manifestaram garantindo que não determinaram as ordens repassadas em circular. Ofício da Polícia Militar que motivou investigação interna na corporação no Maranhão Divulgação / Polícia Militar Membros da oposição ao governo do Maranhão deveriam ser alvos de monitoramento da Polícia Militar, segundo uma uma circular interna (098/2018) assinada pelo Comando do Policiamento de Área do Interior 2, de Barra do Corda-MA, encaminhada a policiais militares lotados em quatro batalhões e companhias independentes de cidades do interior. O documento do Governo do Maranhão, que circulou nas redes sociais, determinou o levantamento de informações e posterior monitoramento por suposto "embaraços no pleito eleitoral" por parte de opositores aos governos local e estadual. O ofício é datado de 19 de abril de 2018 e parte de Barra do Corda com foco para toda região. Nele, a determinação é que os comandantes dos 5º e 18º batalhões e das 1ª e 15ª Companhias Independentes procedam em caráter de urgência com o trabalho de levantamento de informações sobre os alvos. "Os comandantes da UPM's deverão informar às lideranças que fazem oposição ao governo local (ex-prefeito, ex-deputado, ex-vereador) ou ao governo do Estado, em cada cidade, que podem causar embaraços no pleito eleitoral", diz o ítem 1 da circular. Na manhã desta sexta-feira (20), o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, manifestou-se em entrevista a Rádio Mirante AM e condenou a atitude, revelando que não houve consulta nem a ele e nem ao comandante geral, Coronel Jorge Luongo. Comando Geral da Polícia Militar, em São Luís Reprodução/TV Mirante "É um erro gravíssimo. Eu estava em uma reunião e por volta das 23h (de quinta) quando tomei conhecimento disso determinei ao Coronel Luongo a exoneração dos responsáveis por esta 'nota'. Não tem como permanecer na direção de um controle de um processo eleitoral quem emite uma nota dessa. Somos uma corporação que tem disciplina e hierarquia. Qualquer determinação de normas e orientações gerais tem que partir, como o nome diz, de um comando geral. Então determinei ao Coronel Luongo que quero ver os atos de exoneração de um, dois ou três, quantos sejam, responsáveis pela nota", disse o secretário. Segundo Jefferson Portela, o documento foi assinado pelo Tenente-Coronel Emerson Farias Costa, Chefe do Estado Maior do Policiamento do Interior. Contudo, é possível que outros oficiais sejam responsabilizados. O G1 ainda não conseguiu contato com o Tenente-Coronel Emerson Farias da Costa, Chefe do Estado Maior do Policiamento do Interior. "O procedimento para determinar a participação de cada um já está instaurado. Todos serão chamados para prestarem esclarecimentos. Mas garanto que esta ordem não partiu do Comando Geral, pois isso fere o princípio democrático", disse o comandante geral da PM, Coronel Luongo. O comandante não quis antecipar os nomes dos envolvidos, pois disse que a investigação interna vai esclarecer de fato os responsáveis. "Não quero declinar os nomes neste momento, mas estamos apurando. Este processo pode durar até 30 dias, pois todos terão o amplo direito à defesa", concluiu. Abaixo, a nota divulgada pela Polícia Militar do Maranhão: A Polícia Militar do Maranhão vem a público esclarecer que a veiculação de documento que circula nas redes sociais onde supostamente se determina as Unidades do Interior que identifiquem lideranças antagônicas ao Governo Local e Estadual, são um equívoco grave e sem precedentes, não autorizado pelo Comando da Instituição Policial Militar, que na sua gênese procurava tão somente catalogar dados informativos e estatísticos que subsidiassem um banco de dados para a elaboração do planejamento do policiamento das eleições 2018. Que logo que este equívoco foi identificado, tomou medidas imediatas para corrigir tal erro e tornar sem efeito tais medidas, assim como instaurou um procedimento de apuração legal para as devidas providencias que o caso requer. Coronel PM Jorge Luongo – Comandante geral da Polícia Militar do Maranhão.
    Professores da rede municipal continuam em greve em Pindaré-Mirim

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    Professores de Pindaré-Mirim pressionam à prefeitura para retomada de negociações. Professores da rede municipal de Pindaré Mirim continuam em greve Professores acampam pela segunda vez em frente à prefeitura do município de Pindaré-Mirim, a...


    Professores de Pindaré-Mirim pressionam à prefeitura para retomada de negociações. Professores da rede municipal de Pindaré Mirim continuam em greve Professores acampam pela segunda vez em frente à prefeitura do município de Pindaré-Mirim, a 255 km de São Luís. Segundo o sindicato, mais de 60% das escolas estão paradas e os professores afirmam que o acordo feito na primeira reunião não está sendo cumprido e por isso a greve foi retomada há duas semanas. O Presidente do Sindicato dos Profissionais da Educação de Pindaré, César Barroso, afirma que 90% dos itens acordados não foram cumpridos “A gente só retorna as salas de aula após cumprimento do que foi proposto, por exemplo, reforma nas escolas e suprimento de merenda, reajuste dos professores, atualização do plano de carreira, participação do sindicato em órgãos de fiscalização com dinheiro público, como o CAE (Conselho de Administração Escolar) e FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação)”. Professores acampam em frente à prefeitura. Reprodução/ TV Mirante A Prefeitura de Pindaré Mirim afirma que todas as demandas dos professores estão sendo atendidas dentro das possibilidades do Município. A Prefeitura acrescenta também que já foram iniciadas reformas de escolas entre elas, quatro já foram concluídas e até o fim do ano serão recuperadas outras 17 unidades. Além disso foi realizado contrato com uma nova empresa para normalizar o fornecimento de merenda escolar.
    VÍDEOS: Bom Dia Mirante de sexta-feira, 20 de abril

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    Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Maranhão. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do...


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    Motorista morre carbonizado após veículo colidir em poste na BR-135 no Maranhão

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    Acidente que vitimou Carlos Alberto Cardoso Cruz aconteceu próximo à entrada dos bairros Rio Grande e do Quebra Pote, na zona rural de São Luís. PRF acionou o Corpo de Bombeiro Militar, mas não deu tempo de salvar a vítima Divulgação/Polícia...


    Acidente que vitimou Carlos Alberto Cardoso Cruz aconteceu próximo à entrada dos bairros Rio Grande e do Quebra Pote, na zona rural de São Luís. PRF acionou o Corpo de Bombeiro Militar, mas não deu tempo de salvar a vítima Divulgação/Polícia Rodoviária Federal Um motorista identificado como Carlos Alberto Cardoso Cruz, de 35 anos, morreu carbonizado na quinta-feira (19) após o seu veículo de placas HOT-0460 MA ter colidido contra um poste de iluminação pública no Km 10,7 da BR-135, próximo à entrada dos bairros Rio Grande e do Quebra Pote, situado na zona rural de São Luís. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a causa provável do acidente teria sido falta de atenção à condução. A PRF acionou o Corpo de Bombeiro Militar, mas não deu tempo de salvar a vítima. Foi realizada uma breve busca nos sistemas para obter mais informações a respeito da vítima. Quando colocado o nome da mesma resultou que ele nasceu no dia 20.04.1982, ou seja, o rapaz deveria completar 36 anos nesta sexta-feira (20).
    STJ nega segundo habeas corpus ao secretário de saúde do Maranhão

    STJ nega segundo habeas corpus ao secretário de saúde do Maranhão


    Ministro Ribeiro Dantas negou novo pedido realizado pelo secretário, que busca suspender um inquérito da Polícia Federal que apura seu possível envolvimento em fraude a uma licitação para a UPA de Chapadinha. Na última fase, referente ao dia...


    Ministro Ribeiro Dantas negou novo pedido realizado pelo secretário, que busca suspender um inquérito da Polícia Federal que apura seu possível envolvimento em fraude a uma licitação para a UPA de Chapadinha. Na última fase, referente ao dia 19/04, é indicado que o pedido de hebeas corpus de Carlos Lula foi negado Reprodução/STJ O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou nesta quinta-feira (19) um segundo habeas corpus feito pela defesa do secretário de saúde do Maranhão, Carlos Lula. Esse é o segundo pedido realizado pelo secretário, que busca suspender um inquérito da Polícia Federal que apura seu possível envolvimento em fraude a uma licitação para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Chapadinha. Secretário de Saúde do Maranhão pede novo habeas corpus O ministro e relator Ribeiro Dantas, da 5ª turma do STJ, já havia negado um habeas corpus ao secretário e agora negao o pedido novamente. O G1 pediu um posicionamento do secretário Carlos Lula sobre o assunto por meio da Secretaria de Comunicação estado, mas ainda não houve retorno. STJ nega habeas corpus ao secretário Carlos Lula Entenda as investigações As investigações da Polícia Federal são desdobramentos da "Operação Pegadores", que apura desvios de recursos públicos federais administrados por meio de organizações que gerenciavam unidades de saúde estaduais. A "Operação Pegadores" é continuação da "Operação Sermão aos Peixes" e, segundo a PF, durante as investigações conduzidas em 2015 foram coletados indícios de que servidores públicos que exerciam funções de comando na Secretaria de Estado da Saúde naquele ano montaram um esquema de desvio de verbas e fraudes na contratação e pagamento de pessoal. Carlos Lula é investigado pela Polícia Federal por suposta participação em esquema de fraude em licitação Reprodução/TV Mirante As investigações indicaram a existência de 424 pessoas que teriam sido incluídas indevidamente nas folhas de pagamentos dos hospitais estaduais sem a prestação de serviços às unidades hospitalares. Ou seja, seriam funcionários 'fantasmas' Os beneficiários do esquema eram pessoas indicadas por agentes políticos: familiares, correligionários de partidos políticos, namoradas e companheiras de gestores públicos e de diretores das organizações sociais. Polícia Federal explica como funcionava desvios de recursos da saúde do Maranhão O montante dos recursos públicos federais desviados por meio das fraudes chegou a R$ 18.345 milhões, segundo a Polícia Federal. Contudo, o dano aos cofres públicos poderia ser ainda maior, pois os desvios continuaram a ser praticados mesmo após a deflagração de outras fases da Operação Sermão aos Peixes. A relação entre a administração pública e terceirizadas foi usada para viabilizar os desvios, como apontou a PF no relatório da operação. Secretário de Saúde do Maranhão pede novo habeas corpus STJ nega habeas corpus ao secretário de saúde do Maranhão, Carlos Lula Polícia Federal deflagra operação contra desvios de dinheiro pelo Governo do Maranhão
    VÍDEOS: JMTV 2ª edição de quinta-feira, 19 de abril

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    Veja todas as matérias da segunda edição do jornal do Maranhão. Veja todas as matérias da segunda edição do jornal do...


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    Após atualização, Defesa Civil aponta 2,5 mil famílias afetadas pelas chuvas no Maranhão

    Após atualização, Defesa Civil aponta 2,5 mil famílias afetadas pelas chuvas no Maranhão


    Novo número revela aumento constante a cada atualização do órgão. No total, 12 cidades decretaram situação de emergência e outras seguem em alerta. Já são 2.525 famílias afetadas pelas chuvas que caíram no Maranhão em abril, que pode se...


    Novo número revela aumento constante a cada atualização do órgão. No total, 12 cidades decretaram situação de emergência e outras seguem em alerta. Já são 2.525 famílias afetadas pelas chuvas que caíram no Maranhão em abril, que pode se tornar o mais chuvoso dos últimos 10 anos. Os dados atualizados foram divulgados pela Defesa Civil estadual. No total, 12 cidades decretaram situação de emergência. São os municípios de: Marajá do Sena, Pedreiras, Trizidela do Vale, Lago dos Rodrigues, Presidente Vargas, Brejo, São João do Sóter, Tuntum, Caxias, São Luís Gonzaga, Formosa da Serra Negra e Conceição do Lago-Açu. Vídeo mostra município de Tuntum alagado após chuva Em Conceição do Lago-Açu, a Defesa Civil registrou ocorrência de inundação e total de 100 famílias desalojadas. No município, cinco escolas, 70 casas e 13 obras públicas foram danificadas. Outras cidades foram afetadas pelas chuvas, mas ainda não declararam situação de emergência. É o caso de Bacabal, Imperatriz, Codó, Timbiras e Cantanhede. Os municípios de Rosário, Nina Rodrigues, Paulino Neves e Araioses continuam em estado de alerta. Trecho da BR-135 foi cortada pelas chuvas que caíram nos últimos dias no Maranhão Principais casos Em Tuntum, a 365 km de São Luís, a chuva quase devastou a cidade durante a maior enchente em 30 anos registrada na região. Perto da cidade, um trecho da BR-135 foi destruído com a força de uma enxurrada. Moradores tentam salvar alguns objetos de casas que ficaram alagadas no município de Tuntum (MA). Divulgação/Paulino Silva Após o transbordamento do rio Itapecuru em Codó, a 290 km de São Luís, equipes da Defesa Civil e do Exército se mobilizaram para resgatar as vítimas das enchentes. O nível do rio chegou a estar oito metros acima do normal e um ginásio serviu de abrigo para os moradores afetados. Em Trizidela do Vale, o rio Mearim chegou a 5 metros acima no nível normal. A Defesa Civil montou barracas em um ginásio de esportes para abrigar 250 famílias afetadas. Na cidade de Pedreiras, centenas de famílias tiveram que deixar suas casas e uma escola está serviu de abrigo. Oficiais do Exército ajudaram a resgatar as vítimas da enchente em Codó (MA). Reprodução/TV Mirante O que explica? Para o Núcleo de Meteorologia da UEMA, as fortes chuvas que caem no Maranhão no mês de abril em 2018 são resultado de uma combinação de fatores ligados ao aquecimento dos oceanos, principalmente ligados ao dipolo do atlântico. "No dipolo do atlântico favorável às chuvas no Maranhão, a temperatura da superfície do mar do atlântico sul tem que estar mais quente que a do norte. Esse dipolo favorável é responsável por 70% das chuvas que ocorrem do Maranhão. É o que ocorre agora, que se soma ao fenômeno do La Niña, que é o inverso do El Niño, onde ocorre o resfriamento do mar do pacífico", afirmou o meteorologista Gunter Reschke. Como ajudar? Em São Luís, a Cruz Vermelha e a 'S.O.S Tuntum' recebem donativos que começam a ser levados para famílias em municípios afetados pelas chuvas. Pela Cruz Vermelha Brasileira, as doações devem ser levadas à sede da filial do Maranhão da Cruz Vermelha Brasileira, que fica na Avenida Getúlio Vargas, 47, Monte Castelo, São Luís. Outra opção é fazer uma doação em dinheiro. Veja mais aqui. Cruz Vermelha continua reunindo doações que serão levadas para cidades no interior do Maranhão Divulgação/Cruz Vermelha Já a ‘S.O.S Tuntum’ recebe doações na Parada Obrigatória (Localizada na Ponta d’Areia); Tom Music (Av. São Luís Rei de França, Turu); e na Onda Lava Jato (Av. Mario Andreazza, Turu). Segundo os organizadores do grupo, cerca de 4 toneladas de doações já foram reunidos e devem ser entregues nesta sexta-feira (20). Para mais informações, clique aqui. 'S.O.S Tuntum' continua recebendo doações e já arrecadou quase 4 toneladas de donativos para os desabrigados na cidade Indira Moura Nível de chuva em abril deve ser o maior em 10 anos; veja razões Temporal alaga município de Tuntum no Maranhão
    Homem pede informação em unidade da PRF e sai preso no Maranhão

    Homem pede informação em unidade da PRF e sai preso no Maranhão


    Evandro dos Reis Almeida foi até uma unidade pedir informações e água, mas foi surpreendido quando os policiais o prenderam. É que havia um mandado de prisão em aberto contra ele. Homem foi pedir informações em unidade da PRF e saiu...


    Evandro dos Reis Almeida foi até uma unidade pedir informações e água, mas foi surpreendido quando os policiais o prenderam. É que havia um mandado de prisão em aberto contra ele. Homem foi pedir informações em unidade da PRF e saiu preso Divulgação/PRF Um homem identificado como Evandro dos Reis Almeida passava por uma unidade da Polícia Rodoviária Federal e acabou preso após pedir informações. O caso aconteceu na manhã desta quinta-feira (19), no Km 156 da BR-010, no município de Porto Franco, a 725 quilômetros de São Luís. Ao chegar nos policiais de plantão, o andarilho se aproximou e também pediu água, mas foi surpreendido. Segundo informado pela Polícia Rodoviária Federal, após ele ter se identificado os policiais descobriram que Evandro tinha um mandado de prisão em aberto na Vara Criminal de Miracema do Tocantins/TO, válido até 19/12/2037. Diante do fato, Evandro acabou preso e foi conduzido para a Delegacia de Polícia Civil na cidade de Estreito. Evandro dos Reis Almeida foi surpreendido quando foi preso por ter mandado de prisão em aberto Divulgação/PRF
    STJ nega habeas corpus ao secretário de saúde do Maranhão, Carlos Lula

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    Defesa pretendia suspender as investigação da Polícia Federal que apura desvios de recursos públicos federais administrados por meio de organizações que gerenciavam unidades de saúde estaduais. Pedido de Habeas Corpus do Secretário de Saúde...


    Defesa pretendia suspender as investigação da Polícia Federal que apura desvios de recursos públicos federais administrados por meio de organizações que gerenciavam unidades de saúde estaduais. Pedido de Habeas Corpus do Secretário de Saúde é negado pelo STJ O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um pedido de habeas corpus feito pelo Secretário de Saúde, Carlos Lula. O ministro Ribeiro Dantas, da 5ª turma do STJ, nesta quarta-feira (18), não considerou as alegações e negou o pedido. Pedido de habeas corpus pelo secretário Carlos Lula foi negado pelo STJ Reprodução/TV Mirante A defesa do secretário de saúde pretendia suspender as investigação da Polícia Federal que apura desvios de recursos públicos federais administrados por meio de organizações que gerenciavam unidades de saúde estaduais. O G1 pediu um posicionamento do secretário Carlos Lula por meio da Secretaria de Comunicação estado, mas não houve retorno. Carlos Lula é investigado pela Polícia Federal por suposta participação em esquema de fraude em licitação Reprodução/TV Mirante Entenda as investigações A "Operação Pegadores" é continuação da "Operação Sermão aos Peixes" e , segundo a PF, durante as investigações conduzidas em 2015 foram coletados indícios de que servidores públicos que exerciam funções de comando na Secretaria de Estado da Saúde naquele ano montaram um esquema de desvio de verbas e fraudes na contratação e pagamento de pessoal. As investigações indicaram a existência de 424 pessoas que teriam sido incluídas indevidamente nas folhas de pagamentos dos hospitais estaduais sem a prestação de serviços às unidades hospitalares. Ou seja, seriam funcionários 'fantasmas'. Polícia Federal explica como funcionava desvios de recursos da saúde do Maranhão Os beneficiários do esquema eram pessoas indicadas por agentes políticos: familiares, correligionários de partidos políticos, namoradas e companheiras de gestores públicos e de diretores das organizações sociais. O montante dos recursos públicos federais desviados por meio das fraudes chegou a R$ 18.345 milhões, segundo a Polícia Federal. Contudo, o dano aos cofres públicos poderia ser ainda maior, pois os desvios continuaram a ser praticados mesmo após a deflagração de outras fases da Operação Sermão aos Peixes. A relação entre a administração pública e terceirizadas foi usada para viabilizar os desvios, como apontou a PF no relatório da operação. Investigados pela PF em desvios na Saúde do Maranhão tem prisões prorrogadas PF prende 14 pessoas durante operação que apura desvios de recursos na saúde no Maranhão
    VÍDEOS: JMTV1 de quinta-feira, 19 de abril

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    Veja os vídeos da primeira edição do Jornal do Maranhão Veja os vídeos da primeira edição do Jornal do...


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    Polícia Civil e MP realizam operação que investiga o desvio de recursos públicos em Santa Quitéria 

    Polícia Civil e MP realizam operação que investiga o desvio de recursos públicos em Santa Quitéria 


    Mandatos de busca, apreensão e prisão temporária foram realizados em Santa Quitéria e São Luís. De acordo com as investigações, mais de R$ 3,2 milhões foram desviados dos cofres públicos.  Operação realizada em São Luís e Santa...


    Mandatos de busca, apreensão e prisão temporária foram realizados em Santa Quitéria e São Luís. De acordo com as investigações, mais de R$ 3,2 milhões foram desviados dos cofres públicos.  Operação realizada em São Luís e Santa Quitéria apreendeu documentos, computadores e envolvidos em esquema de fraudes em licitações. Divulgação/Ministério Público do Maranhão A Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor) e o Ministério Público do Maranhão (MPMA) realizaram na manhã desta quinta-feira (19), uma operação para cumprir mandados de busca, apreensão e de prisão temporária de supostos membros de uma organização criminosa que praticava fraudes em processos licitatórios e desvio de verbas. As operação foi realizada nos municípios de São Luís e Santa Quitéria. De acordo com o promotor de justiça, Luiz Eduardo Braga Lacerda, a organização criminosa realizava uma divisão específica de tarefas em crimes relacionados a fraudes em processos licitatórios, desvio e apropriação de verbas públicas na gestão do ex-prefeito Sebastião de Araújo Moreira e contava com a participação de agentes públicos e particulares do município. A investigação apurou que o município de Santa Quitéria realizou procedimentos licitatórios para a contratação de serviços e de locação de veículos. A licitação teria sido direcionada para beneficiar a empresa Translumar – Limpeza Urbana e Transporte Maranhense. Foi constatado que a Translumar não exercia suas atividades no endereço indicado como sua sede, não possuía veículos em seu nome não tinha funcionários registrados. Ainda segundo as investigações, foi levantado que em Santa Quitéria foi realizado o pagamento em favor da empresa no valor de R$ 3,2 milhões de reais. As medidas cautelares foram solicitadas pelas Promotoria de Justiça de Santa Quitéria, a 2ª Promotoria de Justiça Criminal de São Luís e o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco).

    Justiça determina bloqueio de bens de secretários de Pinheiro-MA por suspeita de superfaturamento


    Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça analisou o procedimento e revelou ter observado indícios de superfaturamento de 40%. A Justiça do Maranhão determinou o bloqueio de bens de dois secretários e outro funcionário da Prefeitura de...

    Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça analisou o procedimento e revelou ter observado indícios de superfaturamento de 40%. A Justiça do Maranhão determinou o bloqueio de bens de dois secretários e outro funcionário da Prefeitura de Pinheiro, distante 88 km de São Luís, com base em investigação do Ministério Público, que aponta superfaturamento e outras irregularidades na aquisição de livros didáticos para o município em contrato firmado no dia 10 de fevereiro de 2017 com a empresa Florescer Distribuidora de Livros Educacionais, no valor de R$ 1.829.467. A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Pinheiro decidiu de forma liminar a indisponibilidade dos bens do secretário Municipal de Educação, Augusto César Miranda, do secretário Municipal de Administração, Magno Luís Mendes da Silva, e do presidente da Comissão Permanente de Licitação, Thomas Edson de Araújo e Silva Júnior, no valor de até R$ 566,6 mil. A decisão foi da juíza Tereza Cristina Franco Palhares Nina. A Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça analisou o procedimento e revelou ter observado “indícios de superfaturamento de 40%, além do descumprimento da legislação e a inobservância das jurisprudências dos órgãos de controle”. O levantamento feito aponta falta de informações básicas como a quantidade de alunos por etapa de ensino. “Os réus, segundo consta, foram responsáveis por levar adiante procedimento licitatório viciado, que não atendeu minimamente aos ditames constitucionais e legais que regem o tema, concorrendo, mediante suas respectivas atuações, para a violação de princípios exigidos no trato da coisa pública bem como na perpetração de grave prejuízo ao erário”, disse o promotor de justiça Frederico Bianchini Joviano dos Santos. O Ministério Público pediu ainda à Justiça que o contrato entre a prefeitura e a empresa em questão seja cancelado imediatamente.
    Mais de 30 mil toneladas de lixo na rua já foram recolhidas este ano em São Luís, diz Comitê de Limpeza

    Mais de 30 mil toneladas de lixo na rua já foram recolhidas este ano em São Luís, diz Comitê de Limpeza


    Com as fortes chuvas no Maranhão recentemente, São Luís viveu dias com diversas inundações. Muitas causadas por galerias entupidas por lixo. Remoção de entulho na área na Cidade Operária, em São Luís Douglas Júnior / Prefeitura de São...


    Com as fortes chuvas no Maranhão recentemente, São Luís viveu dias com diversas inundações. Muitas causadas por galerias entupidas por lixo. Remoção de entulho na área na Cidade Operária, em São Luís Douglas Júnior / Prefeitura de São Luís Mais de 30 mil toneladas de lixo nas ruas já foram recolhidas em São Luís, este ano, segundo o Comitê Gestor de Limpeza Urbana da cidade. E por conta também deste material descartado de forma irregular, neste período chuvoso muitos pontos de São Luís ficaram alagados. Várias pessoas tiveram prejuízos por conta de inundações em residências, estabelecimentos comerciais e, principalmente, vias públicas. Um dos motivos de inundações é justamente a impossibilidade da água da chuva escoar o mais rápido possível e isso costuma acontecer por falta de estrutura adequada ou pelo comprometimento desta estrutura, como galerias entupidas pelo lixo. Assim, o trabalho de limpeza destas áreas estratégicas segue, mas precisando contar com o apoio da população quanto ao descarte correto de lixo. Já que além de contribuir para o entupimento de galerias, o acumulo de lixo em via pública pode causar danos à saúde da população. Além do recolhimento periódico feito nos bairros, a população pode encaminhar também este material aos 11 ecopontos localizados no Parque Amazonas, Angelim, Bequimão, Habitacional Turu, Jardim América, Jardim Renascença, Residencial Esperança, Cidade Operária, São Francisco e Anil. "Nós poderíamos ter, inclusive, um volume de recolhimento maior diariamente, mas nem todo o lixo que é produzido em São Luís é recolhido porque muita coisa acaba se perdendo por causa dos descartes irregulares, apesar de termos ações diárias para coibir essa prática e coletar o que é decorrente dela", disse a presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, Carolina Moraes Estrela.

    Justiça determina que o Estado e a Prefeitura de Raposa realize  internação de idoso no MA 


    Caso a decisão não seja cumprida em até 24 horas, será realizado o bloqueio de R$ 100 mil reais das contas do Estado e do município de Raposa.  A Justiça do Maranhão determinou nessa quarta-feira (18), que o Estado e o município de Raposa...

    Caso a decisão não seja cumprida em até 24 horas, será realizado o bloqueio de R$ 100 mil reais das contas do Estado e do município de Raposa.  A Justiça do Maranhão determinou nessa quarta-feira (18), que o Estado e o município de Raposa realizem a internação de um idoso de 75 anos que possui um câncer no pulmão direito, no prazo de 24 horas em um hospital especializado da rede pública ou privada, em especial, o Hospital Aldenora Belo em São Luís. O idoso deverá ser submetido a todo tratamento necessário e caso a decisão seja descumprida, será aplicada uma multa diária de R$ 5 mil reais. A ação determina ainda a adoção de todas as medidas criminais necessárias e caso o Estado e o município de Raposa não cumpram o determinado em 24 horas, haverá o bloqueio on-line de R$ 100 mil reais das suas respectivas contas, que será usado para o pagamento do tratamento. A ação foi ajuizada pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA) e relatou que o idoso é um paciente que se encontra com muitas dores causados pela doença. A vítima está internada em sua casa e possui apenas um cilindro de oxigênio que não é capaz de amenizar as dores, conforme o laudo médico, que ainda pede a internação para que haja uma melhora no seu quadro de saúde. De acordo com a juíza Rafaella Saif Rodrigues, a gravidade no quadro de saúde do idoso e a necessidade de transferência para um leito de hospital refletiu na decisão no pedido de urgência para a internação, onde foram levados em consideração o direito à saúde e à dignidade da pessoa humana, já que são pilares que regem a sociedade não sendo possível a omissão do Estado na sua garantia. Para a Justiça, a não internação do paciente em uma um idade especializada pode gerar dano irreparável ou de difícil reparação que o idoso possa vir a sofrer. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) comunicou que o governo do Estado do Maranhão tem um hospital para tratamento de pacientes oncológicos que atende o paciente mesmo sem a ordem judicial e que não recebeu intimação acerca do caso. O G1 entrou em contato com a Prefeitura Municipal de Raposa, que ainda não manifestou.
    IML faz comparações de assinaturas de carta do médico Mariano de Castro

    IML faz comparações de assinaturas de carta do médico Mariano de Castro


    Segundo investigação da Polícia Federal, Mariano Castro seria o principal operador do esquema, que desviou mais de R$ 18 milhões da Saúde do Maranhão. IML do Piauí faz comparações de assinaturas de carta do médico Mariano de Castro O IML do...


    Segundo investigação da Polícia Federal, Mariano Castro seria o principal operador do esquema, que desviou mais de R$ 18 milhões da Saúde do Maranhão. IML do Piauí faz comparações de assinaturas de carta do médico Mariano de Castro O IML do Piauí vai fazer comparações de assinaturas para saber se de fato a carta encontrada ao lado do corpo do médico Mariano de Castro foi de sua autoria. A carta tem cinco páginas e foi encontrada na última quinta-feira (12) no apartamento em que cumpria prisão domiciliar no bairro de Ininga, em Teresina. Segundo investigação da Polícia Federal, Mariano Castro seria o principal operador do esquema, que desviou mais de R$ 18 milhões da Saúde do Maranhão. Por isso, ele foi preso, mas estava em prisão domiciliar com uso de tornozeleira, por determinação da Justiça Federal. Para avançar as investigações, a Delegacia de Homicídios de Proteção à Pessoa do Piauí pediu documentos que constem assinaturas com reconhecimento de firma do médico Mariano de Castro e Silva. O delegado Francisco Baretta diz que objetivo é fazer comparações e testar a autenticidade da carta de cinco páginas que teria sido deixada pelo médico. “Nós quisitamos a carta pra saber se é do punho do médico Mariano. Saber o estado emocional em que ele se encontrava e quando ele escreveu essa carta”. O delegado Baretta afirma ainda que até o momento poucas pessoas tiveram acesso à carta, que permanece no laboratório do Icrim do Piauí, e que os pertences achados no apartamento no dia em que o médico foi encontrado morto foram apreendidos. “Foi apreendido pela autoridade policial de plantão o celular dele e um computador notebook, e aqui chegando nós demos o despacho para o delegado Igor e só quem pode fazer esse deslacre é o perito”, concluiu. Mariano de Castro e Silva foi encontrado morto em seu apartamento no Piauí Reprodução/TV Mirante Entenda a operação A Operação Pegadores é continuação da Operação Sermão aos Peixes e segundo a PF, durante as investigações conduzidas em 2015 foram coletados indícios de que servidores públicos que exerciam funções de comando na Secretaria de Estado da Saúde naquele ano montaram um esquema de desvio de verbas e fraudes na contratação e pagamento de pessoal. As investigações indicaram a existência de 424 pessoas que teriam sido incluídas indevidamente nas folhas de pagamentos dos hospitais estaduais sem a prestação de serviços às unidades hospitalares. Os beneficiários do esquema eram pessoas indicadas por agentes políticos: familiares, correligionários de partidos políticos, namoradas e companheiras de gestores públicos e de diretores das organizações sociais. O montante dos recursos públicos federais desviados por meio das fraudes chega a R$ 18.345 milhões. Contudo, segundo a Polícia Federal, o dano aos cofres públicos pode ser ainda maior, pois os desvios continuaram a ser praticados mesmo após a deflagração de outras fases da Operação Sermão aos Peixes. A relação entre a administração pública e empresas terceirizadas foi usada para viabilizar os desvios, como apontou a PF no relatório da operação. Médico investigado pela PF em esquema de corrupção na Saúde do Maranhão é encontrado morto Polícia Federal deflagra operação contra desvios de dinheiro pelo Governo do Maranhão
    VÍDEOS: Bom Dia Mirante de quinta-feira, 19 de abril

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    Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Maranhão. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do...


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    VÍDEOS: JMTV 2ª edição de quarta, 18 de abril

    VÍDEOS: JMTV 2ª edição de quarta, 18 de abril


    Confira todas as reportagens que foram ao ar no principal telejornal noturno do estado. Confira todas as reportagens que foram ao ar no principal telejornal noturno do...


    Confira todas as reportagens que foram ao ar no principal telejornal noturno do estado. Confira todas as reportagens que foram ao ar no principal telejornal noturno do estado.
    Dupla é presa com 180 quilos de maconha no Maranhão

    Dupla é presa com 180 quilos de maconha no Maranhão


    Durante operação, a polícia também apreendeu 1 kg de cocaína e prendeu seis pessoas. Dupla é presa com 180 quilos de maconha no Maranhão A Superintendência Estadual de Repressão ao Narcóticos (SENARC) apreendeu no Maranhão cerca de 1kg de...


    Durante operação, a polícia também apreendeu 1 kg de cocaína e prendeu seis pessoas. Dupla é presa com 180 quilos de maconha no Maranhão A Superintendência Estadual de Repressão ao Narcóticos (SENARC) apreendeu no Maranhão cerca de 1kg de cocaína, além de prender um dupla com 180kg de maconha, que é a maior quantidade de droga apreendida em São Luís em 2018. Segundo a Senarc, nesse ano já foram apreendidas cerca de 470 quilos de substâncias entorpecentes, entre crack, maconha e cocaína. As apreensões ocorreram durante operações realizadas na última terça-feira (17), no bairro do Cohatrac e Estrada da Maioba; e na manhã desta quarta-feira (18), no bairro do São Cristóvão. No bairro do São Cristóvão a polícia encontrou 180kg de maconha prensada na posse de Cleomarcio Lago Abreu e Tallysson de Lima Santos. Um revólver também foi apreendido com a dupla. Droga apreendida em São Luís é oriunda de Goiás e chegou por meio de um ônibus, segundo a Polícia Reprodução/TV Mirante De acordo com a Senarc, a droga veio da cidade de Goiás, embalada em seis caixas de papelão e chegaou em São Luís em um ônibus que faz a linha interestadual. Tallyson Santos seria o receptador da maconha. "Nós conseguimos identificar o ônibus . Um detalhe importante é que ele não foi até a rodoviária para receber a droga, mas deixou para receber na própria empresa para burlar qualquer interceptação da polícia na rodoviária", contou o delegado Valdenor Viegas. Cleomarcio Lago Abreu (à direita) e Tallysson de Lima Santos (à esquerda) foram presos em posse de 180 quilos de maconha Reprodução/TV Mirante Já no bairro Cohatrac e na estrada da Maioba foram presos Marcus Vinícius Da Luz Moraes, Renato José Sá Da Silva, Adalton Luís Nunes Oliveira e Jhony Carlos Mendonça de Oliveira. Eles são suspeitos de atuar com tráfico de drogas em São Luís e na baixada maranhense. Segundo a polícia, a oficina de Vinícius na estrada da maioba seria usada para armazenar drogas, enquanto Jhony gerenciava a distribuição e venda. Com o grupo foi apreendido um quilo de cocaína, três carros e uma quantia em dinheiro. Adalton Luís Nunes Oliveira (primeiro, à esquerda), Marcus Vinícius Da Luz Moraes (segundo à esquerda), Renato José Sá Da Silva (terceiro, da esqueda para a direita) e Jhony Carlos Mendonça de Oliveira (último, da esqueda para a direita). Reprodução/TV Mirante
    Segundo Defesa Civil, número de famílias desabrigadas no Maranhão alcança 2.357

    Segundo Defesa Civil, número de famílias desabrigadas no Maranhão alcança 2.357


    Segundo dados oficiais, são 13 cidades afetadas pelas enchentes causadas por fortes chuvas nestes últimos dias no Maranhão.  Após chuvas, famílias desabrigadas sobrevivem em abrigos em Bacabal Reprodução/TV Mirante De acordo com o último...


    Segundo dados oficiais, são 13 cidades afetadas pelas enchentes causadas por fortes chuvas nestes últimos dias no Maranhão.  Após chuvas, famílias desabrigadas sobrevivem em abrigos em Bacabal Reprodução/TV Mirante De acordo com o último levantamento feito pelo Corpo de Bombeiros e Defesa Civil do Maranhão, existem 2.357 famílias atingidas por inundações no estado por conta das fortes chuvas desses últimos dias. Pedreiras e Trizidela do Vale tiveram aumento neste sentido e estão agora com 182 e 419 famílias desabrigadas respectivamente. Segundo dados oficiais, as 13 cidades afetadas são Marajá do Sena (185 famílias), Pedreiras (182 famílias), Trizidela do Vale (419 famílias), Presidente Vargas (300 famílias), Brejo (200 famílias), Bacabal (87 famílias), Imperatriz (15 famílias), Tuntum (335 famílias), Caxias (12 famílias), Codó (68 famílias), São João do Sóter (483 famílias), São Luiz Gonzaga (34 famílias) e Timbiras (37 famílias). Após chuva, aumenta o nível do Rio Pindaré no Maranhão Os municípios de Rosário, Timbiras, Cantanhede, Nina Rodrigues, Paulino Neves e Araioses atualmente estão em estado de alerta e a Defesa Civil também acompanha a situação. Chuvas no Maranhão Após o grande volume de chuvas que caiu durante toda a semana, as cidades mais atingidas pelas cheias tentam se recuperar dos estragos causados. Em Tuntum, a 365 km de São Luís, a chuva quase devastou a cidade durante a maior enchente em 30 anos registrada na região. Após o transbordamento do rio Itapecuru em Codó, a 290 km de São Luís, equipes da Defesa Civil e do Exército se mobilizam para resgatar as vítimas das enchentes. O nível do rio já está oito metros acima do normal e um ginásio tem servido de abrigo para os moradores afetados. Em Trizidela do Vale, o rio Mearim está 5 metros acima no nível normal. A Defesa Civil montou barracas em um ginásio de esportes para abrigar 250 famílias afetadas. Oficiais do Exército ajudam a resgatar as vítimas da enchente em Codó (MA). Reprodução/TV Mirante Em Pedreiras, centenas de famílias também tiveram que deixar suas casas e uma escola está servindo de abrigo. O transporte pelas ruas na cidade só é possível de canoa. No trecho BR-135 entre Presidente Dutra e Dom Pedro que foi destruída com a força da enxurrada, metade da pista já foi recuperada, mas o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT) ainda não emitiu informações sobre a previsão de liberar a segunda parte da via. BR-135, momentos antes de ser completamente cortada pela água Divulgação/PRF-MA Como ajudar Em São Luís, a Cruz Vermelha e a 'S.O.S Tuntum' estão recebendo donativos em vários pontos da cidade. As doações serão levadas para famílias em municípios afetados pelas chuvas. Pela Cruz Vermelha Brasileira é possível contribuir levando doações à sede da filial do Maranhão da Cruz Vermelha Brasileira, que fica na Avenida Getúlio Vargas, 47, Monte Castelo, São Luís. Outra opção é fazer uma doação em dinheiro pela conta da Cruz Vermelha Brasileira no Banco Sicoob, agência 4327, Conta Corrente número 4082-7, CNPJ: 33.651.803/0001-65, ou por aqui. Para tirar dúvidas, também é possível ligar nos números 3249-9712, 9 8832-7249 e 9 9136-7276. Já a ‘S.O.S Tuntum’ está recebendo doaçõs na Parada Obrigatória (Localizada na Ponta d’Areia); Tom Music (Av. São Luís Rei de França, Turu); e na Onda Lava Jato (Av. Mario Andreazza, Turu). Para mais informações sobre o grupo, basta entrar em contato nos números: Marcelo Bala (99991-0626), Indira Moura (99133- 2370), Arsenio Filho (98152-0206) e Helanne Sá (98877-5658).
    TJ impede modificação de voto e garante habeas corpus a agressor de ex-mulher no Maranhão

    TJ impede modificação de voto e garante habeas corpus a agressor de ex-mulher no Maranhão


    Lúcio André, conhecido como Lúcio Genésio, responde a processo por ter agredido a ex-companheira, a advogada Ludmila Ribeiro. TJ impede modificação de voto e garante habeas corpus a Lúcio André Os desembargadores da Corte do Tribunal de...


    Lúcio André, conhecido como Lúcio Genésio, responde a processo por ter agredido a ex-companheira, a advogada Ludmila Ribeiro. TJ impede modificação de voto e garante habeas corpus a Lúcio André Os desembargadores da Corte do Tribunal de Justiça do Maranhão decidiram nesta quarta-feira (18), por unanimidade, não permitir a modificação do voto proferido pelo desembargador Raimundo Melo, que julgou o habeas corpus em favor de Lúcio André Silva Soares, conhecido como Lúcio Genésio, acusado de agredir a ex-esposa Ludmila Rosa Ribeiro da Silva. Lúcio André é acusado de agressão a ex-companheira, Ludmila Rosa. Reprodução/TV Mirante Raimundo Melo havia votado favorável ao habeas corpus, mas mudou sua decisão em sessão do dia 10 de abril na 1ª Câmara Criminal do TJ. A mudança no voto inverteu a maioria de votos em favor do deferimento do habeas corpus. A mudança do entendimento foi submetido ao pleno do Tribunal de Justiça, que decidiu hoje sobre a possibilidade de mudança de voto e não permitiu a modificação do voto. Portanto, Lúcio André vai aguardar o julgamento em liberdade por decisão da Justiça. Ontem (17), a defesa do empresário já havia conseguido pelo Superior Tribunal de Justiça que Lúcio André não seria preso, independentemente da decisão do pleno do TJ-MA. A garantia veio por meio de um outro habeas corpus pedido ao Superior Tribunal de Justiça, que determinou, por meio do ministro Félix Fischer, que André não poderia ser preso até a decisão do habeas corpus pedido a eles, o que pode demorar vários meses, segundo a defesa do empresário. Ludmila Rosa Ribeiro da Silva acuda Lúcio André de agressões ocorridas em Pinheiro (MA) e em São Luís. Reprodução/TV Mirante Processo contra Lúcio André Lúcio André Silva Soares, conhecido como Lúcio Genésio, responde a processo por ter agredido a ex-companheira, a advogada Ludmila Ribeiro. Ele chegou a ser preso em novembro do ano passado, mas foi solto após pagar fiança de R$ 4.685 fixada pelo delegado Válber Braga. Após ter a prisão preventiva decretada pelo juiz Clésio Coelho Cunha, em novembro de 2017, passou cinco meses foragido e agora pode responder pelo processo em liberdade. OAB pede investigação de delegado que estipulou fiança a homem que agrediu mulher O caso Na cidade de Pinheiro, Lúcio André já tinham agredido Ludmila e o caso foi registrado na delegacia da cidade, distante 113 km de São Luís. À época, ela estava grávida. Depois desta agressão, houve a separação. Eles tentavam se reconciliar quando a segunda agressão aconteceu. Em depoimento, a vítima disse que as agressões, em São Luís, foram em um sábado. Ela começou a ser espancada desde a Lagoa da Jansen até próximo ao seu condomínio, no bairro Cohama. O agressor a expulsou do veículo, quebrou seu celular e foi embora. Não demorou muito, voltou com o mesmo carro e a forçou entrar no condomínio onde continuou com a agressão física. Ela relatou ainda que conseguiu sair do carro e pediu socorro. Os gritos chamaram atenção dos vizinhos, que lhe socorreram. A Polícia Militar foi chamada e conduziu Lúcio André até a delegacia. A advogada ficou com marcas por todo corpo e nem consegia abrir o olho esquerdo. Justiça decreta prisão preventiva de agressor de ex-mulher no Maranhão Desembargador muda voto sobre habeas corpus a agressor de ex-esposa no Maranhão Justiça decreta prisão preventiva de agressor de ex-mulher no Maranhão Empresário que agrediu ex-mulher no Maranhão era considerado foragido Delegada diz que mulher agredida pelo ex-marido não conseguia nem andar

    Secretário de Saúde do Maranhão pede novo habeas corpus


    No documento é pedido que seja trancado um inquérito em que a Polícia Federal apura seu possível envolvimento em fraude a uma licitação para a UPA de Chapadinha, em 2017. Secretário de Saúde do Maranhão pede novo habeas corpus no STJ O...

    No documento é pedido que seja trancado um inquérito em que a Polícia Federal apura seu possível envolvimento em fraude a uma licitação para a UPA de Chapadinha, em 2017. Secretário de Saúde do Maranhão pede novo habeas corpus no STJ O Secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, protocolou nesta quarta-feira (18) um novo pedido de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ). De acordo com a Secretaria de Saúde (SES), em 2017 um outro habeas corpus já havia sido ajuizado. No documento é pedido que seja trancado um inquérito em que a Polícia Federal apura, desde 2017, seu possível envolvimento em fraude a uma licitação para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Chapadinha. As investigações correm em segredo de justiça. Além disso, a defesa pede que o habeas corpus seja distribuído exclusivamente ao ministro Ribeiro Dantas. De acordo com o pedido, o inquérito já havia sido arquivado em 2017. No entanto, o caso voltou a ser investigado após uma decisão judicial e a prorrogação do prazo para a conclusão do inquérito que havia sido pedido pela Polícia Federal, o que causou a intimação para esclarecimentos de uma servidora pública da SES e do próprio Carlos Lula. Para a defesa do secretário, além dos fatos não estarem tipificados, não existiria competência da Polícia Federal para a investigação do processo, visto que a investigação é voltada para a apuração de suposta fraude do processo licitatório para a contratação da Organização Social para administrar a UPA de Chapadinha, no qual não haveria participação de recursos federais e que a competência seria aos órgãos estaduais competentes. Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que a ação judicial solicita o trancamento de inquérito policial, em razão das flagrantes ilegalidades cometidas durante a investigação. A SES também disse que a contratação de organização social encontra respaldo na lei e em decisões do Supremo Tribunal Federal.
    Após chuvas, Defesa Civil faz operação em áreas de risco em São Luís

    Após chuvas, Defesa Civil faz operação em áreas de risco em São Luís


    Órgão tem monitorado 59 pontos onde há perigo de deslizamento na cidade. Em alguns locais foram colocadas lonas para evitar a infiltração da água no solo. Após chuvas, Defesa Civil faz operação em áreas de risco em São Luís Após as...


    Órgão tem monitorado 59 pontos onde há perigo de deslizamento na cidade. Em alguns locais foram colocadas lonas para evitar a infiltração da água no solo. Após chuvas, Defesa Civil faz operação em áreas de risco em São Luís Após as fortes chuvas que caíram nos últimos dois dias em São Luís, a Defesa Civil municipal fez uma operação em várias regiões da cidade. Até o momento, já choveu mais de 70% do esperado para o mês de abril, que promete ser o mês com o maior nível de chuva dos últimos 10 anos, segundo o Núcleo de Meteorologia da Universidade Estadual do Maranhão. A ação começou em casas perto de barreiras com risco de deslizamento de terra. Foram colocadas lonas na terra para evitar a infiltração da água da chuva no solo e conter a erosão. Após a chuva, será feita a contenção da área com sacos de areia e gel. Na Vila Dom Luís, na área Itaqui-Bacanga, moradores construíram um muro de contenção para proteger casas contra deslizamentos. Defesa Civil fez operação de monitoramento em áreas de risco em São Luís Reprodução/TV Mirante Números No total, são sete áreas na cidade onde estão 59 pontos com risco de acidentes, sendo 27 consideradas de alto risco. Só na área Itaqui-Bacanga existem 18 pontos de risco mapeados. Em segundo lugar está a região do Coroadinho, com 16 pontos. Outros regiões com risco são: Vila Lobão; São Raimundo, na Vila Airton Senna; Vila Isabel-Cafereira, na Cohab; e Pão de Açúcar, no Anil. Defesa Civil colocou lonas no solo de regiões com risco de deslizamento em São Luís Reprodução/TV Mirante De acordo com a Superintendente da Defesa Civil municipal, Elitânia Barros, não houve aumento no número de áreas de risco em São Luís após as útimas chuvas, mas os atuais pontos podem ter sofrido agravamento nesse sentido. “O que pode acontecer nesse período é um agravamento dos locais de risco. No momento atual já choveu acima da média histórica. Portanto, o trabalho preventivo é para dar um suporte maior para a população, pois a colocação de lona, orientação e até interdições de casas são atos de prevenção. Em caso de emergência, também se deve ligar para os números 153 ou 190", afirmou Elitânia. Nível de chuva em abril deve ser o maior em 10 anos; veja razões
    VÍDEOS: JMTV1 de quarta-feira, 18 de abril

    VÍDEOS: JMTV1 de quarta-feira, 18 de abril


    Confira todos os vídeos da primeira edição do Jornal do Maranhão. Confira todos os vídeos da primeira edição do Jornal do...


    Confira todos os vídeos da primeira edição do Jornal do Maranhão. Confira todos os vídeos da primeira edição do Jornal do Maranhão.
    Justiça determina interdição da delegacia Central de Flagrantes em Timon

    Justiça determina interdição da delegacia Central de Flagrantes em Timon


    Em caso de descumprimento da decisão, o delegado regional de Timon e o Secretário de Segurança do Maranhão, Jefferson Portela deverão pagar uma multa diária de mil reais.  Delegacia de Central de Flagrantes foi interditada pela Justiça por...


    Em caso de descumprimento da decisão, o delegado regional de Timon e o Secretário de Segurança do Maranhão, Jefferson Portela deverão pagar uma multa diária de mil reais.  Delegacia de Central de Flagrantes foi interditada pela Justiça por falta de infraestrutura no local. Reprodução/TV Mirante A Justiça do Maranhão determinou a interdição da Delegacia de Polícia Central de Flagrantes em Timon, a 450 km de São Luís. A decisão foi realizada a pedido de uma denúncia do Ministério Público do Maranhão (MPMA) que constatou irregularidades na estrutura do prédio onde a delegacia se encontra instalada. Os presos que se encontram na unidade, devem ser transferidos em até 24 horas para outras unidades prisionais, administradas pelo governo do Maranhão. Em caso de descumprimento, o Estado deve pagar multa de R$ 1 mil por dia, com limite de até R$ 20 mil. O delegado regional de Timon, representante da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-MA), responsável pelo cumprimento da decisão, será obrigado a pagar multa diária de R$ 1 mil, com limite de R$ 5 mil, se não adotar as medidas necessárias para atender a decisão. O secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, também será obrigado a pagar multa nas mesmas condições. Na vistoria o MPMA constatou o péssimo estado na infraestrutura do prédio, com a possibilidade de dano a quem frequenta o local. Também foi verificado que o imóvel não possui elementos de proteção contra incêndios, como extintores, iluminação de emergência e sinalização. A fiação elétrica do local está exposta e as instalações hidráulicas, sanitárias e o teto precisam ser substituídos. Além disso, o imóvel não possui nenhum processo de regularização junto ao Departamento de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros, funcionando sem certificado de aprovação. Ao vistoriar o local, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão (Crea-MA) apontou a existência de rachaduras na fachada lateral e no fundo do prédio, o deslocamento de cerâmicas, fissuras nas salas e reboco caindo, considerando como ‘péssimo’ o estado de conservação. A delegacia também não possui acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. O G1 entrou em contato com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-MA) que ainda não se manifestou.