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    Prince tem 300 músicas liberadas para streaming e download com gravações feitas entre 1995 e 2010

    Prince tem 300 músicas liberadas para streaming e download com gravações feitas entre 1995 e 2010


    Acordo entre os herdeiros do cantor morto em 2016 e a Sony inclui 35 álbuns, alguns inéditos, gravações ao vivo e outras raridades. Prince se apresenta com Beyonce durante a 46ª edição do Gremmy Awards em Los Angeles, nos EUA, em fevereiro de...


    Acordo entre os herdeiros do cantor morto em 2016 e a Sony inclui 35 álbuns, alguns inéditos, gravações ao vivo e outras raridades. Prince se apresenta com Beyonce durante a 46ª edição do Gremmy Awards em Los Angeles, nos EUA, em fevereiro de 2004 Frank Micelotta/AFP/Arquivo Prince, cantor morto em 2016, tem agora mais de 300 músicas disponíveis em plataformas digitais de streaming e download a partir desta sexta-feira. Os herdeiros do artista chegaram a um acordo com o selo Legacy Recordings da gravadora Sony para a distribuição destas canções de 23 álbuns lançados entre 1995 e 2010. Também foi lançada uma compilação de 37 músicas chamada "Prince Anthology 1995-2010", que traz o melhor desta seleção. O acordo entre os herdeiros de Prince e a Sony inclui 35 álbuns, alguns inéditos, gravações ao vivo e outras raridades, principalmente de uma etapa avançada da carreira do músico, quando produzia até quatro álbuns por ano. "Prince conseguiu escrever, gravar e lançar sua própria música em seus próprios termos", acrescentou a Legacy. A revista "Variety" informou que o maior sucesso de Prince neste período - "The Most Beautiful Girl in the World" (1994) - não foi incluído, apesar de estar em "The Gold Experience", devido a um litígio.
    DJ Alok se une a Ina Wroldsen e joga na pista o single 'Favela', olhar da artista norueguesa sobre comunidades do Rio

    DJ Alok se une a Ina Wroldsen e joga na pista o single 'Favela', olhar da artista norueguesa sobre comunidades do Rio


    DJ goiano que tem representado o Brasil nas pistas do mundo, Alok faz conexão com Ina Wroldsen, cantora e compositora norueguesa que se tornou hitmaker no universo (euro)pop a partir da segunda metade dos anos 2000. É da lavra de Ina, por exemplo,...


    DJ goiano que tem representado o Brasil nas pistas do mundo, Alok faz conexão com Ina Wroldsen, cantora e compositora norueguesa que se tornou hitmaker no universo (euro)pop a partir da segunda metade dos anos 2000. É da lavra de Ina, por exemplo, a música How deep is your love, transformada em sucesso planetário em 2015 na batida do DJ e produtor escocês Calvin Harris. A associação de Alok com Ina foi feita com o intuito de jogar na pista uma música inédita da artista, Favela, visão gringa que busca apresentar olhar poético da luta cotidiana de quem vive nas comunidades, em especial as mulheres. “Escrevi Favela depois de assistir a um documentário chamado Stuck, focado nas mulheres da América do Sul e nas lutas que enfrentam. Favela é minha homenagem às meninas que crescem em sociedades que não oferecem as oportunidades que muitos de nós temos como garantidas. Essa música é sobre uma realidade que não é a minha. Eu não faço parte disso, sou apenas uma observadora e espero ter tratado o tema com o respeito e a dignidade que merece”, já se defende Ina em comunicado oficial da gravadora Sony Music sobre a música, cujo single está disponível nas plataformas digitais desde ontem, 17 de agosto de 2018. Na sequência da edição do single Favela, está previsto o lançamento, ainda neste mês de agosto, do clipe da música, filmado em Tavares Bastos e no Vidigal – comunidades da cidade do Rio de Janeiro (RJ) – sob a batuta do diretor norte-americano Bill Kirsten. Editoria de Arte / G1
    Betinho, cantor de músicas de novelas dos anos 1970, tem relançada coletânea com raro samba-rock de Roberto e Erasmo

    Betinho, cantor de músicas de novelas dos anos 1970, tem relançada coletânea com raro samba-rock de Roberto e Erasmo


    Na certidão de nascimento, o nome é Francisco Roberto Cruz Ramos. Mas foi com o nome artístico de Betinho que este cantor carioca do bairro de Vila Isabel se fez ouvir na primeira metade da década de 1970 através de gravações feitas para...


    Na certidão de nascimento, o nome é Francisco Roberto Cruz Ramos. Mas foi com o nome artístico de Betinho que este cantor carioca do bairro de Vila Isabel se fez ouvir na primeira metade da década de 1970 através de gravações feitas para trilha sonoras de novelas produzidas e exibidas pela TV Globo. Foram 17 gravações, ao todo. Doze foram reunidas em 1974 em coletânea, Os maiores sucessos de Betinho (em tele-novelas), lançada originalmente pelo selo Soma – da gravadora Som Livre – e ora reeditada pela primeira vez no formato de CD pelo selo Discobertas. Com tiragem limitada de 500 cópias, a compilação de Betinho é reposta em catálogo neste mês de agosto de 2018, rebobinando raridades como a gravação do samba-rock Moço, composto por Roberto Carlos e Erasmo Carlos para a trilha sonora da novela O bofe (1972), inteiramente assinada pela dupla. Moço ganhou a voz de Betinho, da cantora Doris Monteiro (em álbum lançado no mesmo ano de 1972) e de Erasmo Carlos (em gravação pouco ouvida lançada em CD somente em 2001 em coletânea de gravações raras), mas o samba-rock permanece como uma das músicas mais obscuras da parceria de Roberto com Erasmo. Os 12 fonogramas da coletânea Os maiores sucessos de Betinho (em tele-novelas) foram lançados originalmente entre 1971 e 1974. A seleção destaca Subindo o espigão – samba (injustamente esquecido) composto por Billy Blanco (1924 – 2011) no tom de crítica social que norteou o enredo da novela O espigão (1974) – e Supermanoela (Antonio Carlos, Jocafi e Heitor Valente), música-título da novela exibida em 1974. A seleção também inclui obviamente Lucia Esparadrapo, tema composto pela dupla Antonio Carlos & Jocafi, em parceria com Ildazio Tavares, para a homônima personagem vivida pela atriz Djenane Machado na novela O cafona (1971). Foi a gravação de Lucia Esparadrapo que projetou a voz afinada de Betinho, cantor diplomado nos bailes da vida carioca. Betinho já tinha cerca de uma década de carreira como crooner dos bailes quando passou dar a voz de músicas criadas para novelas. O time de compositores da coletânea ora reeditada – Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle, Toquinho, Vinicius de Moraes (1913 – 1980) e Zé Rodrix (1947 – 2009), entre outros, além dos já citados – dá boa ideia do valor dessa produção musical feita especialmente para telenovelas. Betinho regravou parte dessas músicas no último álbum da carreira, De volta para casa, gravado em 2005 com arranjos do pianista João Carlos Coutinho e lançado de forma independente. Editoria de Arte / G1
    Caetano Veloso revive Michelangelo Antonioni no tom ítalo-brasileiro de álbum do pianista Stefano Bollani

    Caetano Veloso revive Michelangelo Antonioni no tom ítalo-brasileiro de álbum do pianista Stefano Bollani


    Em 2000, Caetano Veloso celebrou a arte do cineasta italiano Michelangelo Antonioni (1912 – 2007) em música do álbum Noites do Norte intitulada justamente Michelangelo Antonioni. Decorridos 18 anos, o cantor e compositor baiano regrava a...


    Em 2000, Caetano Veloso celebrou a arte do cineasta italiano Michelangelo Antonioni (1912 – 2007) em música do álbum Noites do Norte intitulada justamente Michelangelo Antonioni. Decorridos 18 anos, o cantor e compositor baiano regrava a canção pela primeira vez em álbum do pianista italiano Stefano Bollani, Que bom, formatado em dezembro de 2017 e lançado no Brasil neste mês de agosto de 2018 pela gravadora Biscoito Fino. Capa do álbum 'Que bom', de Stefano Bollani Divulgação / Biscoito Fino Além de Michelangelo Antonioni, Caetano dá voz no disco a uma canção de autoria de Bollani, La nebbia a Napoli, em gravação feita com o toque do violoncelo de Jaques Morenlenbaum, músico que também toca em outro tema autoral do pianista, Il gabbiano ischitano. Gravado na cidade do Rio de Janeiro (RJ) com banda formada pelos músicos brasileiros Armando Marçal (percussão), Jorge Helder (baixo), Jurim Moreira (bateria) e Thiago da Serrinha (percussão), o álbum Que bom é o segundo projeto fonográfico ítalo-brasileiro de Bollani (o primeiro disco do artista nessa linha, Carioca, foi lançado em 2007). Stefano Bollani e João Bosco, que canta o samba 'Nação' no disco Divulgação Basicamente instrumental e composto em parte na cadência do samba, mas com a influência do jazz, o repertório do disco abarca algumas músicas cantadas, caso do samba Nação (João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio, 1982), regravado com a voz e o violão de João Bosco. O bandolinista Hamilton de Holanda forma o naipe de convidados brasileiros do disco, tocando na música Ho Perduto il mio pappagalino. Editoria de Arte / G1
    Compilação mapeia cena musical de Mato Grosso com ênfase no rock de Cuiabá

    Compilação mapeia cena musical de Mato Grosso com ênfase no rock de Cuiabá


    Com lançamento programado para o próximo sábado, 25 de agosto, a coletânea Viva a cena! mapeia a produção musical contemporânea de Mato Grosso, em especial a da capital de Cuiabá (MT), com ênfase no rock, mas com incursões pelo reggae e...


    Com lançamento programado para o próximo sábado, 25 de agosto, a coletânea Viva a cena! mapeia a produção musical contemporânea de Mato Grosso, em especial a da capital de Cuiabá (MT), com ênfase no rock, mas com incursões pelo reggae e pelo rap. Com gravações de 19 bandas e artistas locais, a compilação é desdobramento do projeto também intitulado Viva a cena! e idealizado pelo músico e produtor Malcom Daniel Scaravelli. Capa da coletânea 'Viva a cena!' Divulgação No disco, que terá distribuição local gratuita, grupos e cantores mato-grossenses defendem músicas autorais apresentadas no palco do Malcom Pub, ponto catalisador de cena pop de Cuiabá (MT). A exceção é banda Salomanos, que aborda na coletânea uma música do repertório da já extinta banda conterrânea Donalua, Lugar distante, composição de autoria de Caio Matoso. Além de Solamanos, o elenco da compilação Viva a cena! é formado pelas bandas Ponto Seis (foto), Última Forma, Sr. Infame, Mutare, Strauss, T.C.A., Lopes, Imitáveis, La Barca, Kayamaré e Basefort 65 – assim como os cantores André Coruja, Henrique Miranda, Karola Nunes, Wellington Berê, Felipe Faraó (em gravação feita com a adesão do rapper Linha Dura), Henrique Maluf e João Reis. Editoria de Arte / G1
    'Criança Esperança' chega à 33ª edição neste sábado com shows de Ivete, Safadão, Milton Nascimento e Caetano

    'Criança Esperança' chega à 33ª edição neste sábado com shows de Ivete, Safadão, Milton Nascimento e Caetano


    Mesão da Solidariedade vai reunir 170 artistas, jornalistas, esportistas e influenciadores digitais atenderão telefonemas de doadores. 'É uma grande ópera social', diz diretor artístico. Jonathan Azevedo, Leandra Leal, Camila Pitanga, Lázaro...


    Mesão da Solidariedade vai reunir 170 artistas, jornalistas, esportistas e influenciadores digitais atenderão telefonemas de doadores. 'É uma grande ópera social', diz diretor artístico. Jonathan Azevedo, Leandra Leal, Camila Pitanga, Lázaro Ramos, Fernanda Gentil, Dira Paes e Flávio Canto são apresentadores do show deste sábado Globo/João Miguel Junior Artistas, jornalistas e influenciadores digitais estão entre as principais atrações da 33ª edição do especial "Criança Esperança". Neste fim de semana, a TV Globo vai dedicar quase toda sua programação ao evento, com destaque especial para o show logo após “Segundo sol”, neste sábado (18). O Mesão da Esperança vai reunir mais de 170 artistas, jornalistas, apresentadores, atletas e influenciadores digitais nos Estúdios Globo para falar com doadores por telefone. Fernanda Gentil, Jonathan Azevedo e Camila Pitanga comandam a atração ao lado de Dira Paes, Lázaro Ramos, Leandra Leal e Flávio Canto. Ivete Sangalo, Emílio Dantas, Mumuzinho, Wesley Safadão, Iza, Gaby Amarantos, Milton Nascimento, Caetano Veloso e Djavan e Renato Aragão participarão da festa. “O 'Criança Esperança' é uma grande ópera social. Todos contribuem da melhor maneira para tratarmos dos problemas que existem no Brasil”, explica o diretor artístico Rafael Dragaud. Temas como direitos das crianças e adolescentes, racismo, igualdade de genero e violência serão abordados ao lingo da noite. O público também poderá ver trechos das visitas dos mobilizadores às instituições beneficiadas. Iza durante apresentação no 'Só Toca Top' Globo/Fábio Rocha “É um sonho realizado. Cresci assistindo o 'Criança Esperança' e agora posso participar desse show, contribuindo com temas tão importantes”, diz Iza. "Vai ser incrível. É ótimo saber que tenho a chance de participar de algo tão especial”, diz Gaby Amarantos. Em 2018, o "Criança Esperança" ampliou a rede de mobilizadores para 30 nomes, o que amplia o potencial de engajamento da sociedade. Desde junho, eles têm visitado instituições selecionadas em várias partes do País para receberem recursos da campanha.
    Semana Pop explica novo pai da filha de Latino, cilada de Jojo Todynho, livro mais vendido no país e mais; ASSISTA

    Semana Pop explica novo pai da filha de Latino, cilada de Jojo Todynho, livro mais vendido no país e mais; ASSISTA


    Programa desta semana fala ainda de Aretha Franklin e aniversário de Madonna. Entenda assuntos em alta no entretenimento. Semana Pop: 5 coisas que aconteceram e você não pode deixar de saber O mundo perdeu uma rainha da música na mesma semana em...


    Programa desta semana fala ainda de Aretha Franklin e aniversário de Madonna. Entenda assuntos em alta no entretenimento. Semana Pop: 5 coisas que aconteceram e você não pode deixar de saber O mundo perdeu uma rainha da música na mesma semana em que outra celebrou seus 60 anos. Os últimos dias também tiveram climão entre Kelly Key e Latino e a denúncia de Jojo Todynho contra uma empresa que ela mesma anunciou no Instagram. Está perdido? O G1 explica esses e outros assuntos que andam bombando no Semana Pop; assista acima. Veja todos os programas Nesta semana, os temas são: Latino: Kelly Key, ex do cantor, anunciou que a filha que teve com ele ganhou um novo pai. Aretha Franklin: A rainha do soul, de hinos como "Respect", morreu aos 76 anos. 'A sutil arte de ligar o [email protected]#%-se": Por que o livro foi o mais vendido do país no 1º semestre? Jojo Todynho: A cantora diz que sofreu golpe de uma empresa que ela mesma anunciou nas redes sociais Madonna: Estrela pop fez 60 anos nesta semana - acredite se quiser No Semana Pop, o G1 explica toda semana os cinco temas que andam bombando no entretenimento. O programa vai ao ar todos os sábados, com música, cinema, TV, quadrinhos e internet em poucos minutos. Da esq. para a dir., o cantor Latino, a capa do livro "A sutil arte de ligar o foda-se" e as cantoras Madonna, Jojo Todynho e Aretha Franklin Érico Andrade/G1, Reprodução/Instagram, Maxim Shemetov/Reuters, Celso Tavares/G1 e Dimitrios Kambouris/Getty Images via AFP
    Jorge Aragão é internado e passa por cirurgia cardíaca no Rio

    Jorge Aragão é internado e passa por cirurgia cardíaca no Rio


    Agenda de shows será normalizada até quarta (22), segundo assessoria. Ele já foi internado outras vezes devido a problemas no coração. Jorge Aragão Gabriel Silva O sambista Jorge Aragão foi internado nesta sexta-feira (17), no Rio, para passar...


    Agenda de shows será normalizada até quarta (22), segundo assessoria. Ele já foi internado outras vezes devido a problemas no coração. Jorge Aragão Gabriel Silva O sambista Jorge Aragão foi internado nesta sexta-feira (17), no Rio, para passar por cirurgia cardíaca de desobstrução de artéria. Segundo o hospital Unimed-Rio, depois de ser submetido ao procedimento de cateterismo, cantor passa bem e ficará hospitalizado para observação até sábado (18). Ainda segundo a assessoria do artista, até quarta-feira (22), a agenda de shows do cantor será normalizada. Neste sábado (18), Jorge Aragão teria uma apresentação no Vivo Rio, na Zona Sul da cidade, mas o show será adiado para 8 de setembro. Os ingressos adquiridos antecipadamente para o espetáculo continuarão sendo válidos para a nova data de apresentação: dia 08 de setembro, às 21h no Vivo Rio. Quem não puder comparecer na nova data, pode obter mais informações sobre como obter a devolução do dinheiro dos ingressos no site. Jorge Aragão já foi internado outras vezes devido a problemas no coração. Em 2007, passou mal quando voltava de um show e foi levado para um hospital em Volta Redonda, na região Sul Fluminense com quadro de hipertensão e dores no peito. Em 2013, foi submetido a um cateterismo, procedimento para identificar e corrigir obstruções de vasos sanguíneos. Em 2014, Aragão passou 13 dias internado após sofrer um infarto. Na ocasião, chegou a cancelar dois shows e adiar um terceiro. Com mais de 30 anos de carreira, Aragão é conhecido por canções como "Eu e você sempre", "Conselho" e "Moleque atrevido".
    Mart'nália canta Vinicius de Moraes em disco derivado de show feito em 2013

    Mart'nália canta Vinicius de Moraes em disco derivado de show feito em 2013


    Em 17 de novembro de 2013, Mart'nália apresentou show então inédito na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), dentro da programação do festival Back2Black. Foi um show em tributo a Vinicius de Moraes (1913 – 1980) com roteiro pavimentado por...


    Em 17 de novembro de 2013, Mart'nália apresentou show então inédito na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), dentro da programação do festival Back2Black. Foi um show em tributo a Vinicius de Moraes (1913 – 1980) com roteiro pavimentado por músicas deste compositor carioca que renovou a escrita de letras na música brasileira ao longo da década de 1950 ao falar de amor em tom coloquial, ora com leveza, ora com densidade, mas sempre com poesia. Compositor que exaltou a mulher, tema do agrado da assumida a cantora, Vinicius teve o repertório abordado com manemolência pela conterrânea Mart'nália em show que, cinco anos depois, gera álbum de estúdio que começou a ser gravado pela cantora carioca neste mês de agosto de 2018 no estúdio da gravadora Biscoito Fino, no Rio de Janeiro (RJ). Mart'nália em show em tributo a Vinicius de Moraes em 2013 Divulgação / Cristina Granato Se seguir o roteiro do show de 2013 no álbum produzido por Arthur Maia e Celso Fonseca (nomes recorrentes na discografia da cantora), Mart'nália dará voz a músicas como A tonga da mironga do kabuletê (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971), Ela é carioca (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1963), Garota porongondon (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1965) e Sabe você (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes, 1961), entre outras. Mart'nália vem apresentando atualmente versão ampliada do show de 2013 em que entrelaça o cancioneiro do Poetinha com a obra do compositor carioca Noel Rosa (1910 – 1937), mas, de acordo com a empresária da artista, Marcia Alvarez, o repertório do disco inclui somente músicas de Vinicius de Moraes. Editoria de Arte / G1
    Dupla Rick & Renner segue em frente na estrada, mas de olho no retrovisor, com álbum de regravações à vista

    Dupla Rick & Renner segue em frente na estrada, mas de olho no retrovisor, com álbum de regravações à vista


    Entre idas e vindas desde dezembro de 2010, mês em que anunciaram o (primeiro) fim da dupla sertaneja que formaram em 1987 em Brasília (DF), Rick & Renner estão novamente na estrada após terem se reunido em 2012 e se separado novamente em janeiro...


    Entre idas e vindas desde dezembro de 2010, mês em que anunciaram o (primeiro) fim da dupla sertaneja que formaram em 1987 em Brasília (DF), Rick & Renner estão novamente na estrada após terem se reunido em 2012 e se separado novamente em janeiro de 2015. Oficializada neste mês de agosto de 2018, a (segunda) volta da dupla está sendo promovida com o lançamento do single Seguir em frente, disponível nas plataformas digitais a partir de hoje, 17 de agosto. Apesar do nome da música, Rick & Renner seguem em frente de olho no retrovisor. Seguir em frente é o primeiro single do álbum que a dupla lançará em breve com regravações de músicas registradas ao longo da carreira. Somente uma música, Como assim?, é inédita, tendo sido composta por Rick. Capa do single 'Seguir em frente', de Rick & Renner Caio Fernandes A própria Seguir em frente é a música de Arandas Júnior e Peninha lançada originalmente pela dupla há 18 anos – no álbum também intitulado Seguir em frente (2000) – e ora reciclada em formato de voz e piano. Com 18 músicas, o próximo álbum de Rick & Renner foi formatado nos estúdios Gravodisc e JPC. O disco rebobina em tom acústico músicas como Ela é demais (Elias Muniz, 1998), Filha (Rick, 2003), Nos bares da cidade (Rick, 2003) e Só pensando em você (Liah, 2002). Editoria de Arte / G1
    Duo paulistano C.Z & Frossard investe na 'música impopular brasileira' do álbum autoral que lança em setembro

    Duo paulistano C.Z & Frossard investe na 'música impopular brasileira' do álbum autoral que lança em setembro


    O duo C.Z & Frossard destila fina ironia no título do primeiro álbum, Música impopular brasileira, previsto para ser lançado em setembro em edição independente. Criado em 2014 pelo cantor, compositor, guitarrista e pianista Cláudio Zebral com...


    O duo C.Z & Frossard destila fina ironia no título do primeiro álbum, Música impopular brasileira, previsto para ser lançado em setembro em edição independente. Criado em 2014 pelo cantor, compositor, guitarrista e pianista Cláudio Zebral com o cantor, compositor e violonista Pedro Frossard, o duo paulistano faz um som conceituado pelos próprios músicos como "ópera-rap". Zebral e Frossard apresentam neste mês de agosto mais um single do álbum, Pneumonia, editado na sequência de Beba do meu rock'n'roll, single já disponível nas plataformas digitais. Pneumonia mostra como a dupla bebeu da fonte negra do hip hop. Capa do álbum 'Música impopular brasileira', do duo C.Z. & Frossard Divulgação As duas músicas, Beba do meu rock'n'roll e Pneumonia, figuram entre as 13 composições do repertório autoral do álbum Música impopular brasileira. Uma terceira – Sócios, composta com inspiração na música Clint Eastwood (Damon Albarn, Jamie Hewlett e Del The Funky Homosapien, 2001), hit mundial da banda virtual britânica Gorillaz – foi lançada em 15 de junho em single e em lyric video. No álbum, a dupla explora o contraste entre os timbres da voz aguda de Zebral e do canto grave de Frossard. Editoria de Arte / G1
    Detroit prepara adeus a Aretha Franklin em mais um dia de homenagens; funeral deve ser em 31 de agosto

    Detroit prepara adeus a Aretha Franklin em mais um dia de homenagens; funeral deve ser em 31 de agosto


    Cantora morreu na quinta-feira aos 76 anos após lutar contra um câncer no pâncreas. Pequeno memorial reúne homenagens a Aretha Franklin na porta da Igreja Batista New Bethel, em Detroit, Michigan (EUA). Aretha cantou no coral da igreja na década...


    Cantora morreu na quinta-feira aos 76 anos após lutar contra um câncer no pâncreas. Pequeno memorial reúne homenagens a Aretha Franklin na porta da Igreja Batista New Bethel, em Detroit, Michigan (EUA). Aretha cantou no coral da igreja na década de 1950 Rebecca Cook/Reuters Detroit se prepara nesta sexta-feira (17) para dar adeus à sua filha pródiga e "rainha do soul" Aretha Franklin, enquanto continuam as homenagens. O funeral deve ser no dia 31 de agosto, no Templo Greater Grace, na cidade americana. A diva, que morreu na quinta-feira aos 76 anos após lutar contra um câncer no pâncreas, influenciou várias gerações com sucessos como "Respect" (1967), um hino para o movimento de direitos civis e das mulheres, "Natural Woman" (1968) e "I Say a Little Prayer" (1968). Nesta sexta, fãs continuavam se despedindo da cantora, deixando mensagens, flores e pelúcias em frente à igreja batista de New Bethel, onde seu pai era pregador e ela começou a cantar gospel quando criança. Dezenas de pessoas faziam fila para entrar no Museu Motown, antiga sede da Motown Record, onde grandes artistas negros gravavam suas canções. O museu difundirá a semana toda sua música pelos alto-falantes e abriu um livro de condolências. Igreja em Detroit faz vigília para Aretha Franklin JEFF KOWALSKY / AFP "Tem sido incrível. É claro que estamos muito penalizados e com o coração destruído por seu falecimento, mas as pessoas estão lotando o museu", declarou a gerente-geral, Sheila Spencer. "Ela se apresentou na festa de gala do nosso 20º aniversário e foi um show fenomenal, fenomenal. Estamos muito honrados", acrescentou. Alguns meios de comunicação de Detroit informaram que estão organizando uma celebração de sua vida que durará quatro dias. Durante dois deles, seus fãs poderão se aproximar de seu caixão para se despedir da diva. Indicada ao Grammy 44 vezes e ganhadora de 18 prêmios, a artista assentou sua carreira com uma voz poderosa e diáfana que se estendia quatro oitavas, e alcançou sucessos que iam do soul e blues ao gospel, ao pop e ao jazz. Dominava todos esses gêneros. O poder 'unificador' da música "É difícil conceber um mundo sem ela. Não era apenas uma cantora única, brilhante, mas o seu compromisso com os direitos civis teve um impacto indelével no mundo", tuitou a cantora Barbra Streisand. Fred Zilian, professor universitário de Rhode Island que está na cidade para uma reunião com seus ex-companheiros da academia de treinamento militar Westpoint, dançava com a sua esposa ao ritmo de uma canção de Aretha no Museu Motown. Fãs deixam flores, recados e objetos sobre a estrela de Aretha Franklin na Calçada da Fama, em Beverly Hills, na Califórnia (EUA) Mike Blake/Reuters "Quero estar triste porque perdemos Aretha Franklin, mas tive que ir à rua e dançar", disse Zilian, lembrando o quanto ama sua música e a dos artistas negros que gravaram em Motown nos anos 1960. "O país estava dilacerado pela tensão nas relações raciais e para nós, você pode ver que somos todos brancos, não nos importava", disse. "É realmente uma amostra sobre o efeito unificador que a música pode ter". Em 1987, Franklin se tornou a primeira mulher a entrar no Hall da Fama do Rock and Roll. Em 2010, a revista Rolling Stone a colocou entre os primeiros de sua lista de melhores cantores do mundo. Cantou para vários presidentes, incluindo na posse de Barack Obama em 2009, o primeiro chefe de Estado negro da história dos Estados Unidos.

    G1 Ouviu: Ariana Grande, Skank e Pabllo Vittar vão bem - mas desta vez foi Paul McCartney que foi longe demais


    Programa em VÍDEO mostra e comenta lançamentos. Ariana lança seu disco mais estranho, Samuel Rosa enfrenta trauma, Pabllo Vittar vira espiã e Paul McCartney faz pop com trocadilho sexual. G1 Ouviu: seu guia musical com os lançamentos da semana de...

    Programa em VÍDEO mostra e comenta lançamentos. Ariana lança seu disco mais estranho, Samuel Rosa enfrenta trauma, Pabllo Vittar vira espiã e Paul McCartney faz pop com trocadilho sexual. G1 Ouviu: seu guia musical com os lançamentos da semana de 13 a 17 de agosto No G1 Ouviu, programa semanal de lançamentos de músicas, Ariana Grande faz um disco estranho, Samuel Rosa faz letra e música, os Kinks fazem viagem no tempo, Pabllo Vittar faz mistério e Paul McCartney faz trocadilho. Será que dessa vez esse tal de Paul foi longe demais? Veja acima o programa desta sexta (17). Os singles escolhidos foram: Skank - "Algo parecido" - Lembra Beatles e o próprio Skank da época de "Resposta". E é a primeira música da banda composta só pelo vocalista Samuel Rosa. Ele já tentou se aventurar como letrista no começo do grupo, mas não deu certo. Agora, Samuel enfrenta o trauma e faz o trabalho inteiro. Pabllo Vittar - "Problema seu" - Meio pagodão baiano, meio trilha pop de 007, a música vai fazer parte do segundo disco da cantora, ainda sem mais detalhes divulgados. O clipe tem visual de clipe de espionagem e a Pabllo de volta ao seu pop eletrônico brasileiro. Ariana Grande - "God is a woman" - É um dos singles de "Sweetner", quarto álbum de Ariana, lançado nesta sexta. Com mais diversidade musical que seus anteriores, o disco é o mais "estranho" da carreira da cantora, como ela mesma disse. Leia a resenha completa. Paul McCartney - "Fuh you" - É a terceira faixa já lançada de "Egypt station", disco a ser lançado em setembro. A produção desta faixa é de Ryan Tedder, do OneRepublic - por isso tem mais cara de pop atual. O refrão é um trocadilho da inocente expressão "for you" com a sexual "fuck you". The Kinks - "Time song" - Essa é uma novidade direto de 1968. A música foi gravada há 50 anos, mas ficou na gaveta e só é lançada agora para um box comemorativo do disco "The Kinks Are The Village Green Preservation Society". Há rumores recentes de que eles vão se reunir para lançar um disco de inéditas, que seria o primeiro desde 1993. VEJA PLAYLIST COM TODOS OS G1 OUVIU, SEU GUIA DE LANÇAMENTOS DE MÚSICAS Veja outros lançamentos da semana para acompanhar: Cat Power e Lana Del Rey - "Woman" - A faixa estará no novo disco da Cat Power, "Wanderer". A participação de Lana é discreta nos vocais de apoio. Maiara e Marisa - "Separada" - Além de Cat & Lana, outra dupla pop feminina afiada tem lançamento nesta semana. "Separada" é um baladão tocante sobre uma mãe solteira. Alok e Ina Wroldsen - "Favela" - Apesar do título, a música do DJ brasileiro com a cantora norueguesa está bem mais para eurodance do que para baile de favela. Projota - "Sr. Presidente" - O rapper faz crítica política e social em discurso genérico, e rima "povo não aguenta mais" com "fila dos hospitais".
    Matheus Mazzafera, Carioca e Maurício Meirelles são os novos integrantes do 'Vídeo Show'

    Matheus Mazzafera, Carioca e Maurício Meirelles são os novos integrantes do 'Vídeo Show'


    Eles foram confirmados no programa da TV Globo com os bastidores da televisão e da cultura pop. O humorista Carioca faz parte da equipe do Vídeo Show Globo/João Cotta Carioca, Maurício Meirelles e Matheus Mazzafera são os novos integrantes do...


    Eles foram confirmados no programa da TV Globo com os bastidores da televisão e da cultura pop. O humorista Carioca faz parte da equipe do Vídeo Show Globo/João Cotta Carioca, Maurício Meirelles e Matheus Mazzafera são os novos integrantes do "Vídeo Show", programa da TV Globo com os bastidores da televisão e da cultura pop. “O convite surgiu quando eu estava fazendo o ‘Central da Copa’, e prontamente eu topei o desafio. Estou com uma ansiedade absurda pra estrear", comentou o comediante Carioca. "Bora trabalhar e divertir esse povo”. Ele vai criar personagens para explorar sob um ângulo diferente o que acontece na TV. Maurício Meirelles fará entrevistas para o programa. “Adoro criar formatos, ideias, sacadas e a Globo é o lugar que tem mais possibilidades de fazer conteúdo”, conta ele. Matheus Mazzafera é ligado em moda e celebridades. Ele ficou famoso na internet por entrevistas em que expõe a intimidade dos famosos. “Sempre foi meu sonho o ‘Video Show’. Parece que tudo que passei e fiz hoje tem sentido para ter chegado aqui. Estou sonhando acordado”, resume Mazzafera. O programa também tem Marcela Monteiro, Mônica Salgado e Felipe Titto cobrindo os bastidores do entretenimento. Ana Clara Lima, Sophia Abrahão, Vivian Amorim e Fernanda Keulla apresentam o programa. Matheus Mazzafera , do 'Vídeo Show' Globo/Renam Christofoletti Mauricio Meireles Edu Moraes/Divulgação
    Satanás exorcizado no metrô

    Satanás exorcizado no metrô


    Exú Sete Capas. Coleção Museu da Polícia Civil do Rio de Janeiro Luiz Alphonsus Uma amiga postou esta semana, em uma rede social, a descrição de um evento que vivenciou no metrô. Pedi-lhe permissão, de pronto consentida, para fazer algumas...


    Exú Sete Capas. Coleção Museu da Polícia Civil do Rio de Janeiro Luiz Alphonsus Uma amiga postou esta semana, em uma rede social, a descrição de um evento que vivenciou no metrô. Pedi-lhe permissão, de pronto consentida, para fazer algumas considerações sobre o acontecido. Antes, transcrevo trechos do ocorrido. “Acabo de viver uma situação muito perturbadora. Entrando na estação São Conrado do metrô, a caminho do trabalho, uma jovem ao meu lado começa a correr e a gritar. Passa por cima da catraca gritando coisas desconexas e os dois seguranças que estavam ali tentam contê-la. Ela grita muito, empurra os seguranças, anda em círculos. Enquanto eu procuro algum serviço de atendimento médico da concessionária (que, pasmem, não existe), uma terceira mulher entra em cena. Se aproxima da jovem, a segura com firmeza e grita alto "Em nome de Jesus, sai do corpo dela!". A cena segue com crescente violência: a mulher gritando cada vez mais alto, segurando a jovem com cada vez mais força, e a jovem cada vez mais agitada. Chamo os bombeiros. O funcionário do metrô me repreende, dizendo tratar-se de 'coisa de espírito'. Mais e mais pessoas se juntam à sessão de exorcismo com total conivência dos funcionários. (...) uma psicóloga tenta intervir. Calmamente diz que trabalha em enfermaria psiquiátrica, que tem experiência com esse tipo de situação e que pode ajudar a moça. Os seguranças não deixam, reafirmando ser 'coisa do satanás' (...) peço para a população em volta deixar a psicóloga atuar. Sou agredida por muitos, que me acusam de estar atrapalhando. Os bombeiros demoram uma eternidade. Enquanto isso, uma verdadeira batalha é travada ali: uma batalha de saberes que rapidamente se converte também em uma batalha de classes. De um lado os evangélicos, quase todos moradores da Rocinha, insistindo em tirar o diabo do corpo da jovem; do outro eu, a psicóloga, um professor de música da UFRJ e uma aluna de engenharia da PUC (negra, moradora da rocinha), insistindo se tratar de um caso psiquiátrico.” Ao ler depoimento me lembrei de muitas outras cenas semelhantes que demonstram o convívio cotidiano dos brasileiros com espíritos. Eles nos rodeiam e precisam ser exorcizados ou controlados pela interferência de padres, pastores, pais e mães-de-santo, médicos ou até julgados por juízes nos tribunais. Se a cena tivesse ocorrido há quarenta anos o espírito teria outro nome. Não seria satanás. Seria um espírito obsedado, de pouca luz ou uma Pombagira com seu jeito especial de gritar, de retorcer o corpo, de crispar as mãos e de produzir uma gargalhada estridente. Espíritos são presença constante na nossa história. O primeiro código penal republicano, de 1890, em seu artigo 157 proibia: “ Praticar o espiritismo, a magia e seus sortilégios, usar de talismãs e cartomancias para despertar sentimentos de ódio e amor, inculcar cura de moléstias curáveis ou incuráveis, enfim para fascinar e subjugar a credulidade pública.” Este artigo levou muitos médiuns, pais e mães-de-santo para a prisão até 1942, quando foi substituído pela proibição do curandeirismo e da prática ilegal da medicina. Se a lei republicana proibia a magia e seus sortilégios e até hoje o curandeirismo, supõe-se que os legisladores participam da crença de que o mundo é habitado por forças espirituais ou espíritos e que eles podem fazer o mal. Descrevi e analisei no livro Medo do feitiço mais de quarenta processos da “Belle Époque” carioca nos quais foram levados aos tribunais pessoas acusadas de prática da magia e seus sortilégios. Havia muitas acusações. Em alguns casos, espíritos apareciam em encruzilhadas e eram levados para as delegacias. Até os anos 1980 encontrei processos em que Pombagiras davam depoimentos a delegados de polícia e pastores, padres e médiuns eram chamados, em vão, para tentar convencer o espírito a deixar o corpo da pessoa acusada. O que hoje salta aos olhos é a presença de satanás que outrora mal aparecia no dia-a-dia de nossas vidas. Satanás nem era mencionado nos muitos processos judiciais em que espíritos produziam o mal e seus médiuns ou “cavalos” eram criminalizados. Minha amiga e duas ou três outras testemunhas do caso ocorrido na estação do metrô do Rio de Janeiro discordaram do tratamento dado à moça possuída por satanás e tratada ali mesmo com o exorcismo, muito praticado hoje nas igrejas evangélicas. Elas preferiam a intervenção de uma psicóloga e chamaram o Corpo de Bombeiros. Ao fim e ao cabo, os paramédicos do Corpo de Bombeiros levaram a moça, para o Instituto Felipe Pinel, como manda o protocolo. Lá, segundo alguns depoimentos de médicos e enfermeiros que recolhi há tempos, a pessoa que está assim descontrolada, em surto, é levada para um ambulatório no segundo andar do prédio. Dizem eles: “O Pinel é o único lugar em que se vai ao inferno subindo”. O surto psicótico é dramático e extremamente doloroso. O sofrimento do doente se parece mesmo com a descrição agônica do inferno onde habitam os demônios.
    '(Des)encanto', série do criador de 'Os Simpsons', estreia nesta sexta na Netflix

    '(Des)encanto', série do criador de 'Os Simpsons', estreia nesta sexta na Netflix


    Desenho se passa no reino mágico de Dreamland, na idade média. Bean, seu melhor amigo e seu demônio pessoal. Reprodução/ Netflix O criador de "Os Simpsons" estreou uma nova produção nesta sexta-feira (17) na Netflix", plataforma de streaming....


    Desenho se passa no reino mágico de Dreamland, na idade média. Bean, seu melhor amigo e seu demônio pessoal. Reprodução/ Netflix O criador de "Os Simpsons" estreou uma nova produção nesta sexta-feira (17) na Netflix", plataforma de streaming. "(Des)encanto" conta a história da princesa Bean no reino mágico de Dreamland. A princesa (dublada pela comediante Abbi Jacobson) não é convencional: alcoólatra, vive ao lado de Luci, seu demônio pessoal, e de Elfo, seu melhor amigo. Integrando a nova fase de protagonistas independentes, a história de Bean envolve abandonar o noivo no altar e sair em busca de aventuras e papéis não adequados para uma mulher na idade média, período em que a história acontece. O que tem em comum com 'Simpsons'? Matt Groening manteve a estética dos personagens e o humor ácido característico dos "Simpsons". A revista americana "The New Yorker" elogia o desenho. "Jogando contra a seriedade e a auto-glorificação de muitas histórias de fantasia, ele aproveita ao máximo a peste de pastelão e a miséria absurda dos camponeses, revisitando a história como farsa", escreve o crítico Troy Patterson. O jornal americano "The New York Times" ressalta a densidade dos personagens. "(Des)encanto é o primeiro show de Groening no qual fazer você se solidarizar com os personagens parece ser um objetivo tão grande quanto fazer você rir deles. Ai caramba", escreve Mike Hale. A primeira temporada do desenho tem dez episódios, que duram cerca de 30 minutos. Todos já estão disponíveis na Netflix. Assista ao trailer de '(Des)encanto':
    Simaria cai no palco durante show, levanta 'com glamour' e fala sobre tratamento em Piracicaba; VÍDEO

    Simaria cai no palco durante show, levanta 'com glamour' e fala sobre tratamento em Piracicaba; VÍDEO


    Artista tropeçou em um cabo quando ia trocar de roupa. Imagens mostram ela 'brigando' com produção e conversando com o público sobre doença: 'mesmo destroçada, eu sorrio pra vocês'. Simaria desabafa após cair no palco durante show no Rodeio de...


    Artista tropeçou em um cabo quando ia trocar de roupa. Imagens mostram ela 'brigando' com produção e conversando com o público sobre doença: 'mesmo destroçada, eu sorrio pra vocês'. Simaria desabafa após cair no palco durante show no Rodeio de Piracicaba A cantora Simaria, da dupla sertaneja Simone e Simaria, caiu no palco durante show nesta quinta-feira (16) na Festa do Peão de Piracicaba (SP). Ela tropeçou em um cabo quando ia trocar de roupa e machucou o joelho. Um vídeo registrado durante a apresentação mostra ela chamando a atenção da produção da dupla após a queda. Depois, ela conversa com o público explicando a situação e fala sobre o tratamento que está fazendo contra uma tuberculose ganglionar: "mesmo estando destroçada por dentro, o que eu faço é sorrir pra vocês." A queda acontece enquanto Simaria deixava o palco para trocar de roupa durante a apresentação. O backing vocal do espetáculo cantava no momento. O vídeo registra Simaria questionando a produção, aparentemente brava, após o ocorrido. Em seguida, ela pega o microfone e brinca com o público. "Eu sou dessas, caio, mas levanto no glamour 'né'? "Agora, eu levanto no glamour, mas o joelho está todo [machucado]. Olha aqui gente", diz ela, apontando para as pernas. Simaria caiu no palco durante apresentação na Festa do Peão de Piracicaba João Alvarenga/Arquivo pessoal Simaria começa então a falar sobre o tratamento da doença, uma tuberculose ganglionar, em que foi diagnosticada há pouco mais de quatro meses. As cantoras voltaram aos palcos para se apresentar juntas há uma semana. "Eu estou de meia, que eu estou com as canelas 'secas' ainda. Porque na verdade eu ainda estou voltando ao meu peso normal, falta quatro quilos pra eu chegar no meu peso normal. Mas de longe dá pra enganar vocês 'né'?", brinca. "Mas eu estou em tratamento ainda, pra quem não sabe, ainda faltam dois meses e meio. Todos os dias eu tomo quatro antibióticos muito fortes e à noite também, estou com o estômago ainda muito arrebentado, mas eu levo a vida assim, com alegria, mesmo sofrendo." "Mesmo estando destroçada por dentro, o que eu faço é sorrir pra vocês, e levar alegria pra vocês, porque a vida tem que ser assim." O público vibra após a última declaração de Simaria. Ela explica, então, para a plateia o que aconteceu no palco durante o show em Piracicaba. "Aí eu já falei com a minha equipe pra comprar cabos maiores, se for o caso, não sei se isso faz parte do evento, porque mulher usa salto 'né' gente, mulher falta um negocinho, tem que tomar cuidado. O cabo é dessa largura e eu não vi, [estava] escuro, e aí eu tomei um capote. Isso pode causar um sério problema mesmo." Simaria aparece 'brigando' com a produção após queda em show de Piracicaba João Alvarenga/Arquivo pessoal Simone, então, conversa com Simaria falando que ela estava sangrando, e que era pra pedir um pouco de álcool para a produção, pra passar no machucado. Em seguida, Simaria faz uma brincadeira com o comentário pra continuar o espetáculo: "Vamos jogar fogo com gasolina [risos]". 'Só um arranhão' A assessoria de imprensa da dupla informou ao G1 que Simaria teve leves arranhões no joelho e que ela já está bem. O cabo, segundo a produção, é da própria banda. Ainda conforme a assessora, o show em Barretos nesta sexta-feira (17) está confirmado. Simone e Simaria durante show na Festa do Peão de Piracicaba João Alvarenga/Arquivo pessoal A assessoria da Festa do Peão de Piracicaba informou que tem uma equipe de enfermaria disponível durante o evento, mas a cantora não chegou a procurar o setor. Afastamento Simaria foi diagnosticada com tuberculose ganglionar em abril deste ano. Ela ficou seis dias internada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo (SP), e teve alta para continuar o tratamento em casa, sob observação médica. Na época, a assessoria de imprensa da dupla informou que a cantora deu entrada no hospital com queixa de emagrecimento e alterações gastrointestinais e cansaço. Foram feitos exames laboratoriais que constataram a doença. Volta aos palcos Depois de quatro meses afastada, Simaria voltou aos palcos na quinta-feira (9), em São Paulo. Ela chegou a receber uma homenagem da irmã. Ainda faltam dois meses para o fim do tratamento e, para se preparar para o retorno, a cantora precisou ser acompanhada por um fonoaudiólogo. Simone e Simaria voltam a cantar juntas após quase quatro meses Reprodução/Instagram Simaria ainda está abaixo do peso. No auge da tuberculose, chegou a pesar 42kg e diz que ainda se sente fraca, com a boca seca e muito cansaço por causa das medicações do tratamento. Mesmo com a irmã afastada, Simone cumpriu sozinha a agenda de shows. Agora, as irmãs querem mais tempo livre para evitar novos problemas: elas disseram que terão no máximo três compromissos por semana, pois acreditam que a agenda lotada ajudou na complicação da doença. Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
    'Sweetener', de Ariana Grande, é o melhor (e mais esquisito) álbum da carreira da cantora; G1 ouviu

    'Sweetener', de Ariana Grande, é o melhor (e mais esquisito) álbum da carreira da cantora; G1 ouviu


    Foi com esse adjetivo que ela definiu seu quarto disco, lançado nesta sexta-feira (17). Veja faixa a faixa e ouça as músicas do 1º trabalho da cantora após a tragédia em Manchester. Capa do álbum 'Sweetener' de Ariana Grande Divulgação O...


    Foi com esse adjetivo que ela definiu seu quarto disco, lançado nesta sexta-feira (17). Veja faixa a faixa e ouça as músicas do 1º trabalho da cantora após a tragédia em Manchester. Capa do álbum 'Sweetener' de Ariana Grande Divulgação O quarto álbum de Ariana Grande foi feito na tentativa de ser "o mais estranho" da carreira da cantora americana de 25 anos. A expressão foi usada por ela ao definir "Sweetener", lançado nesta sexta-feira (17). Primeiro disco de Ariana após a tragédia em Manchester, o álbum não tem menções diretas à explosão que matou 22 pessoas. Com mais diversidade musical do que em seus anteriores, Ariana lança o melhor disco de sua carreira com participações de Nicki Minaj, Missy Elliott e Pharrell Williams (também coautor em seis músicas). Veja o faixa a faixa de 'Sweetener', de Ariana Grande: 'Raindrops (an angel cried)' "Um anjo chorou", canta ela. E fãs podem chorar também. São 38 segundos de faixa a capella, mostrando os inegáveis dotes vocais de Ariana. Talento em dose homeopática no trecho de cover da música do The Four Seasons. 'Blazed' Suinguinho adolescente típico de Pharrell, dos hits "Happy" e "Shape of You". Mais discreto, o produtor dá um toque de Mariah Carey mirim em R&B de rádio com batidinhas leves. Nada a ver com o histronismo de outras faixas farofas de Pharrell (tente repetir esse trava-língua). 'The light is coming' A convidada é Nicki Minaj, também com disco recém-lançado. Mais poluída do que a anterior, tem samples que te deixam com a impressão de que você deixou uma janela aberta com algum discurso político rolando no YouTube: no caso, é um sample de um cara gritando para um senador "Você não deixa os outros falarem". Colagem hip hop bem feitinha, mas pouco grudenta. 'R.E.M' Hora da Ariana romântica. Para falar de uma relação dividida entre amor real x platônico, ela manda até um rapzinho. Mas é cantando de modo doce, quase sussurrado, e brincando com sons de "shhhh" que entrega a melhor música do começo de álbum. "Moço, você é um sonho para mim", derrete-se. 'God is a woman' Aoa falar de empoderamento, o segundo single não tem a mesma suavidade deste início. O arranjo poderoso é perfeito para Ariana estender todas as síbalas que quiser. Ela acelera ao falar as frases da letra, mas no geral faz uma performance com exagero que não enerva. Tem ainda participação surpresa de Madonna interpretando a Deusa do título. 'Sweetener' A faixa-título começa meio canto natalino e passa a ser um hip hop arrastado quase trap. Fica no meio do caminho entre "How Deep is Your Love" (a do Bee Gees) e "How Deep is Your Love" (a do Calvin Harris). Ou seja, excelente. 'Successful' É a primeira com um refrão que fica na cabeça, em um pop safadinho (com a mão de Pharrell) de letra levemente irônica. Ela diz que fez uma concessãozinha ou outra para ser famosa sim e, se tivesse no seu lugar, faria isso também. "Sim, eu me sinto bem por ser nova / E eu me divirto e tenho sucesso / Sim, eu sou um sucesso". 'Everytime' Um pouco mais sorturna do que o resto do álbum, talvez por falar de suas crises de ansiedade. Parece perigosamente com a produção mais recente de Katy Perry e sua vigente "micão tour". 'Breathin' É EDM que você quer? Aos que tinham saudade da Ariana mais eletrônica, menos difícil, esta é a mais indicada. Tem bateria eletrônica anos 80, letra de superação meio batida e o arranjo mais genérico de "Sweetener". 'No tears left to cry' O primeiro single do álbum mostra que dá para misturar música eletrônica óbvia, R&B e letra minimamente bem sacada. 'Boderline' A terceira e última parceria do disco vem com Missy Elliott, rapper de 47 anos. É perfeita para quem se entusiasma com Bruno Mars e sua tentativa de botar arranjos anos 90 no topo das paradas, tipo "Finesse". 'Better off' Balada açucada com jeitão de pop R&B (de novo) dos anos 90. Há quem goste. Fãs especularam que a letra é sobre a relação tóxica entre Ariana e seu ex, o rapper Mac Miller. 'Good night and go' Após os dois momentos noventistas, Ariana volta a fazer pop com mais cara de anos 2010. Rola uma salada de arranjos: partes só teclado e voz, refrão com looping meio "Purpose" do Justin Bieber e o maior falsete do disco. É uma versão da música da britânica Imogen Heap. 'Pete Davinson' Vinhetinha para o noivo, o humorista do "Saturday Night Live". 'Get well soon' A despedida (de novo sobre ansiedade) tem piano, estalar de dedos e várias Ariana cantando e fazendo sons vocais. É uma espécie de música currículo no estilo "tenho talento, olha o que sei fazer". Ariana Grande Reprodução/Instagram
    Ariana Grande canta em tributo a Aretha Franklin

    Ariana Grande canta em tributo a Aretha Franklin


    Ariana cantou '(You Make Me Feel Like) A Natural Woman' durante atração especial no 'The Tonight Show' com Jimmy Fallon Ariana Grade com Aretha Franklin Reprodução/Instagram Ariana Grande participou de um emocionante tributo a Aretha Franklin. A...


    Ariana cantou '(You Make Me Feel Like) A Natural Woman' durante atração especial no 'The Tonight Show' com Jimmy Fallon Ariana Grade com Aretha Franklin Reprodução/Instagram Ariana Grande participou de um emocionante tributo a Aretha Franklin. A cantora interpretou um dos grandes hits de Aretha durante participação no "The Tonight Show". A rainha do soul morreu nesta quinta-feira (17), aos 76 anos, por causa de um câncer no pâncreas. Durante a atração comandada por Jimmy Fallon, Ariana cantou “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” acompanhada do grupo The Roots. No programa, Ariana também falou sobre seus encontros com Aretha. "Eu a encontrei algumas vezes. Cantamos na Casa Branca e ela foi extremamente doce, fofa. Foi uma honra encontra-la”, afirmou Ariana. Initial plugin text
    Victor & Leo declaram orgulho caipira em 'O cantor do sertão', belo álbum ao vivo que precede o recesso da dupla

    Victor & Leo declaram orgulho caipira em 'O cantor do sertão', belo álbum ao vivo que precede o recesso da dupla


    O álbum O cantor do sertão – O sertão de Victor & Leo – lançado hoje, 17 de agosto de 2018, por Victor & Leo em edição da gravadora Som Livre – pode ser o último da dupla. Os irmãos mineiros Leo Chaves e Victor Chaves estão em turnê...


    O álbum O cantor do sertão – O sertão de Victor & Leo – lançado hoje, 17 de agosto de 2018, por Victor & Leo em edição da gravadora Som Livre – pode ser o último da dupla. Os irmãos mineiros Leo Chaves e Victor Chaves estão em turnê de despedida que se encerra em 15 de setembro com show em Brasília (DF). Na sequência, a dupla entra em já anunciado recesso por tempo indeterminado. Esse recesso vem sendo interpretado, nos bastidores do universo sertanejo, como possível fim da carreira de Victor & Leo como dupla. Se o hiato é de fato o fim, somente o tempo vai dizer. Mas é sintomático que O cantor do sertão represente volta dos irmãos às origens caipiras após incursões pelo sertanejo mais pop. Lançado em álbum ao vivo e futuramente em DVD, O cantor do sertão é gravação audiovisual de show feita pelos irmãos na cidade natal de Uberlândia (MG) em 18 de outubro de 2017 com as participações de Almir Sater, Chitãozinho & Xororó, Leonardo e Rionegro & Solimões. Capa do álbum 'O cantor do sertão', de Victor & Leo Divulgação / Som Livre A volta ao começo não se resume ao título O cantor do sertão, nome da bonita canção que abre o álbum, soando como declaração de princípios caipiras. Alguns arranjos incluem o toque da viola, instrumento citado nominalmente na letra de Fazenda Paraíso entre menções a pasto e boiada. Até o romantismo é filtrado pelo orgulho sertanejo da vida simples, como exemplificam os versos de A felicidade e seu espelho. Como já sinalizara em junho o single Solidão a dois, polca paraguaia gravada com a adesão da dupla paranaense Chitãozinho & Xororó, o canto (de cisne?) de Victor & Leo neste disco ao vivo está enraizado nas tradições da música sertaneja. O álbum soa dissociado da pegada pop que norteia o gênero nestes correntes anos 2010. Capa do single 'Solidão a dois', de Victor & Leo com Chitãozinho & Xororó Divulgação / Som Livre Na década anterior, Victor & Leo contribuíram com a evolução do universo sertanejo – sobretudo com as músicas de autoria de Victor Chaves, o compositor mais inspirado da dupla – sem renegar as origens do gênero. Basta ouvir Deus e eu no sertão (Victor Chaves, 2008) – obra-prima da dupla devidamente regravada neste projeto –para atestar o apego ao cotidiano romantizado da vida rural. Essa ideologia é reiterada com orgulho na regravação de Boiadeiro errante (Teddy Vieira, 1959) – sucesso da dupla Liu & Leu que se tornou associado a Sérgio Reis a partir dos anos 1980 – e em músicas como Rios de amor (Victor Chaves, 2010) e O bailar das estrelas, tema de lirismo popular. O time de convidados sublinha a declaração de amor de Victor & Leo ao sertão. Rionegro & Solimões figuram em Nós dois na madrugada. Almir Sater valoriza o revival de Vagalumes, música de Victor & Chaves gravada por Paula Fernandes em 2005. Embora a viola não reine soberana no sertão romântico e abençoado de Victor & Leo, dividindo espaço com instrumentos de pegada mais pop como a guitarra, o álbum O cantor do sertão jamais se desvia da rota caipira, pegando o cantor Leonardo na estrada para formar um trio em Minha pequena. Se a gravação ao vivo desse show sertanejo for realmente o canto de cisne da dupla, Victor & Leo saem de cena com álbum à altura da importância dos irmãos no universo sertanejo. (Cotação: * * * *) Editoria de Arte / G1
    Jill Janus, vocalista da banda Huntress, morre aos 43 anos

    Jill Janus, vocalista da banda Huntress, morre aos 43 anos


    Segundo página oficial do grupo, a cantora cometeu suicídio na terça-feira (14). Banda Huntress Reprodução/Facebook Jill Janus, vocalista da banda de heavy metal Huntress, morreu aos 43 anos nesta terça-feira (14). A página oficial do grupo...


    Segundo página oficial do grupo, a cantora cometeu suicídio na terça-feira (14). Banda Huntress Reprodução/Facebook Jill Janus, vocalista da banda de heavy metal Huntress, morreu aos 43 anos nesta terça-feira (14). A página oficial do grupo informou a morte da cantora e revelou que a causa foi suicídio. Segundo o comunicado, Jill sofria de doenças mentais há anos e já vinha falando sobre isso há um tempo, na tentativa de alertar outras pessoas que sofressem do problema. De acordo com uma postagem da cantora Lzzy Hale, que era uma grande amiga de Janus, ela lutava também contra o vício. “Com nossos corações partidos, anunciamos que Jill Janus - vocalista da banda de heavy metal da Califórnia Huntress – morreu nesta terça-feira, 14 de agosto. Há anos sofrendo com uma doença mental, ela tirou a própria vida em Portland, Oregon. Janus falou publicamente sobre esses desafios na esperança de orientar os outros a superarem suas doenças mentais”, informou o comunicado publicado no Facebook do grupo. “Janus era especialmente criativa e envolvida com inúmeros projetos musicais, incluindo seu papel como vocalista para as bandas femininas de metal e hard rock TheStarbreakers e Chelsea Girls. Além disso, Janus foi coautora e criadora de uma ópera rock que será lançada em breve com Angus Clark, da Trans-Siberian Orchestra. Ela também teve uma longa carreira como a DJ Penelope Tuesdae, em Nova York. Sua carreira musical começou na infância”, seguiu o texto. “Além de suas conquistas no mundo da música e sua batalha para falar sobre problemas de saúde mental, ela era uma linda pessoa apaixonada por sua família, pelo resgate de animais e pelo mundo da medicina natural. Sentiremos mais saudades dela do que ela jamais poderia imaginar”. Jill Janus, vocalista da banda de heavy metal Huntress, morreu aos 43 anos Reprodução/Facebook Initial plugin text
    Scarlett Johansson lidera lista de atrizes mais bem pagas segundo a Forbes

    Scarlett Johansson lidera lista de atrizes mais bem pagas segundo a Forbes


    Angelina Jolie e Jennifer Aniston aparecem em seguida na lista anual da publicação. Scarlett Johansson ganha estrela na calçada da fama em Hollywood, nos Estados Unidos Jason Merritt/Getty Images/AFP O papel de Scarlett Johansson como a...


    Angelina Jolie e Jennifer Aniston aparecem em seguida na lista anual da publicação. Scarlett Johansson ganha estrela na calçada da fama em Hollywood, nos Estados Unidos Jason Merritt/Getty Images/AFP O papel de Scarlett Johansson como a super-heroína Viúva Negra fez com que a atriz fosse catapultada nesta quinta-feira (16) ao topo da lista anual da Forbes de atrizes mais bem pagas, ficando à frente de Angelina Jolie. Johansson, de 33 anos, recebeu US$ 40,5 milhões em ganhos antes de impostos de 1º de junho de 2017 a 1º de junho de 2018, quadruplicando sua renda em relação ao ano anterior, de acordo com cálculos da Forbes. Ela interpretou a Viúva Negra no sucesso “Vingadores: Guerra Infinita” e irá voltar ao papel para a sequência em 2019 do filme da Marvel, propriedade da Walt Disney. Jolie, de 43 anos, ganhou US$ 28 milhões, em grande parte graças ao pagamento do filme “Malévola 2”, previsto para ser lançado em 2020. Jennifer Aniston, de 49 anos e que ainda recebe renda residual da série “Friends”, da década de 1990, ficou em terceiro lugar, com US$ 19,5 milhões. Ela também recebeu dinheiro de propagandas de produtos, incluindo a linha Smartwater, da Coca-Cola, e a linha Aveeno, da Johnson & Johnson’s. Jennifer Lawrence, de 28 anos e estrela dos filmes de desempenho abaixo do esperado “Mãe!” e “Operação Red Sparrow”, ficou em quarto lugar na lista da Forbes, com ganhos por seu papel na franquia “X-Men” e contrato com a marca francesa Christian Dior. A renda de US$ 18 milhões da atriz foi US$ 6 milhões menor em relação ao ano anterior. Em quinto lugar, Reese Witherspoon, de 42 anos, recebeu US$ 16, 5 milhões. Também no top 10 estão Mila Kunis, Cate Blanchett, Melissa McCarthy e Gal Gadot. Confira lista das 10 atrizes mais bem pagas segundo lista da Forbes: Scarlett Johansson - US$ 40,5 milhões Angelina Jolie - US$ 28 milhões Jennifer Aniston - US$ 19,5 milhões Jennifer Lawrence - US$ 18 milhões Reese Witherspoon - US$ 16,5 milhões Mila Kunis - US$ 16 milhões Julia Roberts - US$ 13 milhões Cate Blanchett - US$ 12,5 milhões Melissa McCarthy - US$ 12 milhões Gal Gadot - US$ 10 milhões
    Emma Thompson quer mais oportunidade de papéis para mulheres mais velhas em filmes

    Emma Thompson quer mais oportunidade de papéis para mulheres mais velhas em filmes


    Aos 59 anos, atriz britânica diz que homens não têm esse tipo de problema na profissão: 'É algo que ainda não mudou corretamente'. Emma Thompson durante lançamento de filme em Londres Anthony HARVEY / AFP A atriz britânica vencedora do Oscar...


    Aos 59 anos, atriz britânica diz que homens não têm esse tipo de problema na profissão: 'É algo que ainda não mudou corretamente'. Emma Thompson durante lançamento de filme em Londres Anthony HARVEY / AFP A atriz britânica vencedora do Oscar Emma Thompson, que agora estrela aos 59 anos como uma juíza do Tribunal de Família no drama “The Children Act”, disse nesta quinta-feira (16) que mulheres mais velhas ainda precisam de mais oportunidades em filmes. Conhecida por dramas de época como “Retorno a Howard's End” e “Razão e Sensibilidade”, Thompson interpreta uma juíza que luta com uma decisão legal enquanto precisa lidar com problemas em seu casamento.     No evento de pré-estreia do filme, Thompson disse ter sido atraída pelo papel de uma mulher que ganhou poder em um “bastião muito masculino”.     “Eu nunca vi uma história sobre uma juíza, e eu acho que nosso mundo patriarcal, quando você escuta a palavra juiz, você automaticamente pensa ‘é um homem’”, disse Thompson.     Ela também disse que a falta de bons papéis para mulheres mais velhas em filmes continua sendo um problema.     “Homens não têm qualquer problema com isto”, disse Thompson. “É algo que ainda não mudou corretamente”.     “Nós estamos vendo alguns novos papéis realmente bons e interessantes, então é preciso ter esperança”, acrescentou.
    Branca, Bela, Cinderela: estudo de artistas de Campinas analisa presença da violência contra a mulher nos contos de fadas

    Branca, Bela, Cinderela: estudo de artistas de Campinas analisa presença da violência contra a mulher nos contos de fadas


    Em cartaz com peça que traz reflexão sobre o machismo, membros do Núcleo Carochinha elencam casos de assédio, estupro e até morte vistos em clássicos da literatura infantil. Clássicos como 'A Bela e a Fera' embasaram formação da peça 'Damas...


    Em cartaz com peça que traz reflexão sobre o machismo, membros do Núcleo Carochinha elencam casos de assédio, estupro e até morte vistos em clássicos da literatura infantil. Clássicos como 'A Bela e a Fera' embasaram formação da peça 'Damas - Quem tem medo do Barba Azul?' Mirela Von Zuben/G1 Um estudo realizado por artistas de Campinas (SP) analisa a presença da violência contra a mulher nos contos de fadas. Iniciado há exatos dois anos, na graduação em artes cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (SP), ele aponta casos de assédio, estupro e até morte vistos em clássicos da literatura infantil. A pedido do G1, integrantes do Núcleo Carochinha contam como foi o processo de redescoberta dos clássicos e elencam quais contos de fadas trazem cargas mais evidentes de violência contra a mulher. A violência nos clássicos O Núcleo se aprofundou na ontologia 'Contos maravilhosos, infantis e domésticos', dos Irmãos Grimm, e encontrou a violência e inúmeros casos de feminicídio como pontos de partida. “Lá atrás, os contos eram passados para as crianças para mostrar a elas o que não podiam fazer”, explica a diretora Julia Prudêncio. Depois deste aprofundamento, partiram para outras histórias; veja na lista abaixo. “Os contos eram passados para as crianças para mostrar a elas o que não podiam fazer” – Julia Prudêncio, diretora do Núcleo Carochinha 1 - A Bela e a Fera Tipos de violência detectados: Gaslighting (violência psicológica); homem colocado em posição de superioridade Cena da animação 'A Bela e a Fera',' de 1991 Reprodução Segundo o estudo do Núcleo, essa história tem um caráter mais romântico, a protagonista é inclusive passional e se doa em favor da família, em nome do pai. Mesmo assim, a trama é baseada em um discurso de violência psicológica do Fera sobre Bela, no qual ele projeta sobre ela toda a responsabilidade sobre a situação de, inclusive, cerceamento de liberdade. “Além disso, tem ainda aquela coisa de o homem ser visto como lobo, como uma fera”, aponta a diretora Prudêncio. 2 - Barba Azul Tipos de violência detectados: Gaslighting (violência psicológica) 'Damas - Quem tem medo do Barba Azul?' resgata conto sobre assédio e violência Mirela Von Zuben/G1 Nem toda violência retradada nos contos é necessariamente física. Existem casos de gaslighting evidentes em histórias como a do Barba Azul, como aponta a dramaturga Sofia Fransolin, no qual ele distorce informações, maquia e forma uma espécie de ‘cortina de fumaça’ (como diz o próprio termo em inglês) para que a amada veja as situações da forma como ele deseja, convencendo-a da total dependência dele e da culpa que deve carregar caso o desobedeça. 3 - Bela Adormecida Tipos de violência detectados: Estupro, assédio sexual 'A Bela Adormecida', animação de 1959 Reprodução Na versão do clássico estudada pelo Núcleo, o príncipe engravida a princesa enquanto ela dorme. Este conto assinala um caso de estupro e assédio sexual. 4 - Branca de Neve Tipos de violência detectados: Rivalidade entre mulheres; assédio sexual 'Branca de Neve e os Sete Anões', clássico que virou animação em 1937 Reprodução Ainda de acordo com a pesquisa, além de este clássico ser mais um grande caso de imposição da disputa entre mulheres, fica evidente também o assédio sexual: o príncipe beija a princesa enquanto ela dorme, depois de ser envenenada ao comer uma maçã – que pode ser inclusive relacionada ao ‘fruto proibido’. 5 - Cinderela Tipos de violência detectados: Rivalidade entre mulheres; recerceamento da liberdade; tomada do protagonismo Animação 'Cinderela', de 1950 Reprodução Julia Prudêncio, diretora do Núcleo, diz que, na versão original de Cinderela, o príncipe coloca piche na escadaria do castelo quando a princesa está indo embora, após o sino tocar as doze badaladas, com o intuito de prendê-la e possuí-la para sempre. “Nesse conto fica evidente o recerceamento da liberdade e a tomada do protagonismo. É como se ele dissesse: ‘A princesa será minha, esse é o único destino possível’”, conta a diretora. 6 - Chapeuzinho Vermelho Tipos de violência detectados: Estupro; imposição da inferioridade da mulher Versão de animação de 'Chapeuzinho Vermelho', de 1995 Reprodução Nas versões mais conhecidas de Chapeuzinho Vermelho, o Lobo Mau literalmente come a menina e sua avó e, até aquele ponto, sai impune. “No final ele morre, mas porque o caçador o mata. Sempre existe um homem para salvar. É uma imposição da inferioridade da mulher, para mostrar que ela não consegue mudar a situação sozinha. Causa uma dependência da figura masculina”, explica a dramaturga Sofia Fransolin. A associação ao estupro, nesse caso feita de forma subjetiva, utiliza-se do termo ‘comer’, usado popularmente de forma vulgar, para se referir ao ato sexual. “Sempre existe um homem para salvar. É uma imposição da inferioridade da mulher” – Sofia Fransolin, dramaturga do Núcleo Carochinha 7 - Rapunzel Tipos de violência detectados: Rivalidade entre mulheres; retirada do poder da mulher Rapunzel serve de base para criação de personagem em 'Damas - Quem tem medo do Barba Azul?' Mirela Von Zuben/G1 A princesa conhecida por suas longas tranças é cerceada completamente de liberdade e presa pela madrasta numa torre, o que mostra mais uma vez a rivalidade imposta sobre as mulheres, diz o estudo. “Nesta história, a mulher descobre que Rapunzel e o príncipe estão se encontrando. Ela então se fantasia de Rapunzel e joga o príncipe em espinhos. A história coloca mulheres em disputa por um homem o tempo inteiro”, conta a dramaturga Sofia Fransolin. Além disso, de acordo com a diretora Prudêncio, o ato de cortar o cabelo que acontece no filme pode mostrar, simbolicamente, uma perda de poder. ‘Damas – Quem tem medo do Barba Azul?’ A peça itinerante 'Damas – Quem tem medo do Barba Azul?' está em cartaz em Campinas (SP) e traz como provocação, a partir de uma trama embasada no conto 'Barba Azul' – presente no livro 'Mulheres que correm com os lobos', de Clarissa Pinkola Estés –, uma reflexão acerca das atitudes de homens sobre mulheres em suas inter-relações de respeito, empatia e poder que geram casos de violência contra o gênero feminino. Fransolin conta que o tema começou a ser esboçado há dois anos, quando a diretora da peça conheceu Christine Röhrig, tradutora debruçada na vontade de fazer uma versão com interpretação mais “crua e verdadeira” sobre a obra dos Grimm. “Ela [Röhrig] dizia que, ao longo do tempo, as traduções foram adaptando os contos, deixando-os mais palatáveis para as crianças”. Instigada, a diretora decidiu propor o tema ao grupo, que iniciou assim a caminhada pelos contos, ainda sem saber que chegariam ao feminicídio. “A gente observava o lugar das figuras femininas e o quanto isso nos incomodava. A gente lia e sentia que já viveu ou viu aquelas situações. Todas nós fomos silenciadas e violentadas de alguma forma”, afirma Prudêncio. Contos que inspiram personagens A peça é formada por seis personagens, sendo quatro mulheres e dois homens. Cada ator teve a missão de escolher uma história entre os clássicos para inspirar, individualmente, a concepção de cada perfil. Ana Carolina Madrigrano, que interpreta Raquel, a segunda esposa do Barba Azul, explica o processo. “Escolhi a Rapunzel por eu ter uma relação muito forte com o cabelo comprido, como se ele tivesse um poder mágico e fosse, ao mesmo tempo, meu galho e minhas raízes. A personagem tem essa característica e isso me remete a uma época em que eu fiquei internada e não queria cortar o cabelo de jeito nenhum”. Personagens da peça são inspirados em contos de fadas Mirela Von Zuben/G1 A atriz exalta a liberdade de expressão que Rapunzel traz e o quanto isso se reflete na personagem e nela mesma. “A Raquel se tornou uma personagem muito rápida, ela não tem filtros e isso me deu uma vontade enorme de ser assim. Eu quero falar o que penso”. Mulheres: mitos e realidade Para a montagem da peça, foi necessário buscar o apoio das mulheres de força na história. Para isso, o Núcleo revisitou Eva, Lilith, Perséfone, Pandora e tantas outras deusas da cultura ocidental que tiveram, de alguma forma, um recerceamento de suas ações. “Todas elas têm o traço do que seria a curiosidade e a desobediência que acabaram acarretando em algo ruim para elas”, explica Fransolin. “Eva come o fruto proibido e se torna a grande culpada; Pandora é curiosa, abre a caixinha e liberta todos os males; Perséfone é raptada por Hades, que a obriga a morar com ele no Inferno por ser muito bonita”. Atrizes reclamam por direitos durante encenação de 'Damas - Quem tem medo do Barba Azul?' Mirela Von Zuben/G1 As mulheres contemporâneas também estão presentes na peça, em forma de manifesto. “No início do ano começamos a estudar os índices de feminicídio no Brasil. Com isso, criamos uma lista de mulheres, homenageadas em dois momentos da apresentação”, conta Prudêncio. O estudo sobre a Estação Cultura, local em que a peça está em exibição em Campinas (SP), trouxe mais elementos para a composição da trama. “O próprio centro da cidade e a Estação são lugares bastante masculinos. Este é um espaço intimidador para o feminino. Você não fica aqui sozinha, dá medo.”
    'Respect', de Aretha Franklin, é mais que uma música: entenda a importância deste hino feminista

    'Respect', de Aretha Franklin, é mais que uma música: entenda a importância deste hino feminista


    Clássico da música americana apareceu em cerca de 30 filmes. Canção de Otis Redding transformada por Aretha, que morreu aos 76 anos, foi retomada por vários movimentos de reivindicação. Aretha Franklin se apresenta na estreia de 'Clive Davis:...


    Clássico da música americana apareceu em cerca de 30 filmes. Canção de Otis Redding transformada por Aretha, que morreu aos 76 anos, foi retomada por vários movimentos de reivindicação. Aretha Franklin se apresenta na estreia de 'Clive Davis: The Soundtrack of Our Lives', durante o Festival de Cinema Tribeca 2017, em Nova York Charles Sykes/Invision/AP/Arquivo "R - E - S - P - E - C - T!": mais do que uma versão da canção de Otis Redding, a enérgica gravação de 1967 de "Respect" por Aretha Franklin transformou esta música em um hino político e feminista, consagrando sua intérprete como a rainha do soul com apenas 25 anos. Ela morreu na quinta-feira (15) aos 76 anos. A revista "Rolling Stone" coroou este sucesso internacional como a quinta melhor canção "de todos os tempos" em uma lista de sucessos publicada em 2004, na qual Aretha Franklin aparecia atrás apenas de Bob Dylan, Rolling Stones, John Lennon e Marvin Gaye. "Respect" foi escrita e gravada por Otis Redding em 1965, mas foi a versão de Aretha Franklin, com seu refrão contagiante, que a fez passar à posteridade. Na versão de Redding, um homem exige o respeito de sua esposa, um respeito que considera que ela lhe deve já que ele é quem sustenta a família. OUÇA outras músicas de Aretha Mas Franklin, em sua versão gravada no dia de São Valentim de 1967 em Nova York, elimina esse esquema tradicional, colocando as palavras na boca de uma mulher forte e dinâmica. 'Uma nova alma' A cantora de Detroit manteve os versos, mas acrescentou um coro dinâmico, com suas irmãs Erma e Carolyn, e algumas expressões, como este provocativo "Sock it to me", que pode ser traduzido como "Me mostre do que você é capaz". E colocou ênfase no "R-E-S-P-E-C-T": um respeito que não parece pedir, mas exigir. "Para Otis o respeito tinha uma conotação tradicional", assinalou o produtor de Aretha Franklin, Jerry Wexler, em sua autobiografia. "O fervor na voz de Aretha exigia esse respeito". "Não apenas mudou algumas palavras e o ponto de vista, como também lhe deu uma nova alma", disse à agência France Presse a musicóloga americana Victoria Malawey, professora no Macalester College de Minneapolis-Saint Paul. Aretha Franklin transformou a canção "de forma tão radical que até diria que a reescreveu", acrescentou esta especialista em música pop. O título saiu em seu álbum "I Never Loved A Man The Way I Loved You", o primeiro com a Atlantic Records, e se tornou um hino feminista. Mas também deu voz aos negros na luta por seus direitos na década de 1960 nos Estados Unidos. No momento certo "Respect" atravessou os anos e foi retomada por vários movimentos de reivindicação, apontou Victoria Malawey. "É algo que vai além do texto e da melodia, que realmente nos transporta, que deu o seu poder à canção e fez com que durasse tanto tempo". "Era o que se necessitava naquele momento", resumiu em 2016 a própria Aretha Franklin, citada pela revista francesa Elle, sobre esta canção que, em seu lançamento, esteve durante duas semanas entre as mais vendidas. Com este grande sucesso levou os dois primeiros de seus 18 prêmios Grammy. E embora seja uma artista com uma grande caminhada, "Respect" a converteu na nova rainha do soul e do R&B e marcou também o início de sua carreira internacional. Este clássico da música americana apareceu em cerca de 30 filmes, como "Platoon", "Os Irmãos Cara-de-Pau" e "Forrest Gump: o contador de histórias". Vários artistas, incluindo Stevie Wonder, fizeram as próprias versões. Neste contexto, Otis Redding reagiu bem. Uma "boa amiga" que "a levou para longe", disse com um sorriso sobre esta canção no palco em um Festival de Monterrey. Meses depois, em dezembro de 1967, morreu em um acidente de avião. Initial plugin text
    Paulinho da Viola, Tribalistas, Saulo Fernandes e Planet Hemp fazem shows neste fim de semana em SP

    Paulinho da Viola, Tribalistas, Saulo Fernandes e Planet Hemp fazem shows neste fim de semana em SP


    Sambista carioca se apresenta com Criolo e Velha Guarda da Portela. Ex-vocalista da Banda Eva grava seu segundo DVD. Veja preços de ingressos. G1 traz dicas de shows na capital A agenda de shows deste fim de semana tem Paulinho da Viola com Criolo e...


    Sambista carioca se apresenta com Criolo e Velha Guarda da Portela. Ex-vocalista da Banda Eva grava seu segundo DVD. Veja preços de ingressos. G1 traz dicas de shows na capital A agenda de shows deste fim de semana tem Paulinho da Viola com Criolo e Velha Guarda da Portela; Saulo Fernandes gravando DVD; Tribalistas na Arena Palmeiras; e Planet Hemp. Veja abaixo e no vídeo acima informações sobre os shows. Paulinho da Viola Paulinho da Viola Divulgação Paulinho da Viola no espaço das américas. O cantor de 75 anos convida a Velha Guarda da Portela. O sambista carioca tem ainda a companhia do rapper Criolo, em uma participação especial. No evento chamado de "A noite veste azul", Paulinho toca clássicos de seu repertório, músicas do Criolo e, claro, sambas da Portela. A noite serve ainda para comemora o aniversário de Monarco. O cantor e compositor faz 85 anos hoje. Onde: Espaço das Américas - Rua Tagipuru, 795, Barra Funda Quando: Sexta-feira (17), às 22:30 Ingressos: R$ 60 a R$ 480 pelo site Ticket 360 Saulo Fernandes Saulo Fernandes Davi Magalhães/Divugação Neste sábado, tem gravação de DVD do Saulo Fernandes, que foi vocalista da banda Eva entre 2002 e 2013. O segundo DVD da carreira solo do cantor baiano se chama "Sol lua sol" e será gravado no Áudio, na zona oeste. O repertório tem covers e músicas do terceiro disco dele, como vida labirinto. Onde: Audio - Av. Francisco Matarazzo, 694, Barra Funda Quando: Sábado (18), às 22h Ingressos: R$ 50 a R$ 140 pelo site Ticket 360 Tribalistas Tribalistas em turnê Divulgação / Leo Aversa Depois de shows em salvador, rio, recife e fortaleza, o tribalistas finalmente está em são paulo e toca no sábado na arena palmeiras. Arnaldo antunes, carlinhos brown e marisa monte mostram nesta turnê as canções do disco de estreia de 2002 e do segundo álbum, lançado no ano passado. A apresentação deve ter 29 músicas, deixando para o fim os maiores hits dos tribalistas: já sei namorar e velha infância. Onde: Arena Palmeiras - Av. Francisco Matarazzo, 1705 - Água Branca Quando: Sábado (18), às 21h Ingressos: R$ 70 a R$ 240 pelo site Eventim Planet Hemp Marcelo D2 e o Planet Hemp em show de tirar o fôlego no festival João Rock 2016 em Ribeirão Preto, SP Mateus Rigola/G1 Mas se você é mais do rock, tudo bem... O Planet Hemp vai fazer a sua cabeça neste sábado, no credicard hall. E claro que a banda liderada por Marcelo D2 vai tocar "Legalize já', "Queimando tudo" e "Mantenha o respeito". Onde: Credicard Hall - Avenida das Nacões Unidas, 17955, Vila Almeida Quando: Sábado (18), às 23h Ingressos: R$ 30 a R$ 260 pelo site Tickets For Fun
    E se o craque do seu time dissesse que é gay? Conheça 'O outro lado da bola', HQ sobre homofobia no futebol

    E se o craque do seu time dissesse que é gay? Conheça 'O outro lado da bola', HQ sobre homofobia no futebol


    'A gente é mais homofóbico do que a gente pensa. E o futebol serve como um amplificador desses comportamentos', conta um dos autores, Alê Braga, ao G1. Ilustração em 'O outro lado da bola' Jean Diaz/Divulgação O que aconteceria se o maior...


    'A gente é mais homofóbico do que a gente pensa. E o futebol serve como um amplificador desses comportamentos', conta um dos autores, Alê Braga, ao G1. Ilustração em 'O outro lado da bola' Jean Diaz/Divulgação O que aconteceria se o maior craque de um grande time de futebol atual no Brasil anunciasse que é gay? Segundo a história em quadrinhos “O outro lado da bola” (Record), o país não reagiria tão bem, e a revelação poderia abalar diversos setores da sociedade muito além do esporte. Escrita pelos roteiristas Alê Braga e Alvaro Campos, e ilustrada por Jean Diaz, a HQ narra todos os desdobramentos a partir do momento em que Cris, grande astro do fictício Alvinegro Paulista, anuncia que é gay em rede nacional, abalado pela morte violenta de seu namorado. Na história, não demora para que as repercussões ultrapassem os limites do estádio e até do clube. Torcidas organizadas, patrocinadores, deputados e até organizações religiosas têm algo a dizer sobre o assunto na obra. “A gente é mais homofóbico do que a gente pensa. E o futebol serve como um amplificador desses comportamentos. É como um salvo-conduto para fazer vários absurdos”, conta o são-paulino Braga ao G1. Para ele, não há como contar essa história sem envolver todas essas áreas delicadas. “Futebol, religião e política são áreas em que há umas certa permissão para mostrar coisas que em outros lugares não são aceitas.” Ilustração em 'O outro lado da bola' Jean Diaz/Divulgação Tabu da bola Campos teve a ideia da história durante uma conversa com jornalistas esportivos, sobre um jogador não identificado que poderia divulgar sua homossexualidade. Ao longo dos anos, durante a pesquisa para o livro, ficou claro que não tinha como ficar limitado ao que acontece apenas nos gramados. “A gente chama de destampe. Abrimos uma tampinha e tinha um monte de coisa lá dentro, como os casos de pedofilia nas categorias de base.” A pesquisa também envolveu conversas diretamente com jogadores profissionais, sob a promessa de que nenhum nome fosse revelado. “A gente foi batendo um papo, mas era difícil, porque é um tema muito tabu para eles”, conta Braga. “Todo mundo com quem a gente conversou tinha histórias de um amigo, nunca era deles. No mundo do futebol todo mundo tem esse amigo.” Sem apontar o dedo Tanto Braga quanto Campos têm experiências no cinema, então a escolha por quadrinhos para conta a história de Cris misturou lógica com emoção. Além de amar HQs, os dois acreditam que se tratava do melhor veículo para fazer o público geral refletir sem soar professoral. “A HQ conta de uma forma leve, mais acessível, menos agressiva. Os quadrinhos não apontam o dedo na cara da pessoa”, diz o botafoguense Campos. Para ele, a história de “O outro lado da bola” deve acontecer a qualquer momento, já que “70% do que contamos ali é baseado em fatos”. A grande diferença será na circunstância. “Se acontecer no mundo real, e vai acontecer, será com algum grande atleta que vai se planejar, será melhor assessorado para facilitar a aceitação do público. Não vai fazer de supetão, que serviu para aumentar a dramaticidade da nossa ficção.” Mesmo assim, o projeto pode virar filme ou série em breve. Braga conta que já escreveram muita coisa além da HQ, e que estão em negociações para levar a história para algum formato de tela. “Não é possível falar ‘aguarde que a série tá chegando’. Ainda não. Mas realmente temos dedicado um bom tempo.” Ilustração em 'O outro lado da bola' Jean Diaz/Divulgação
    Guitarrista Tom Morello será atração de festival com entrada gratuita em Porto Alegre

    Guitarrista Tom Morello será atração de festival com entrada gratuita em Porto Alegre


    Samsung Best of Blues será realizado no dia 15 de setembro no Anfiteatro Por do Sol. No dia seguinte, evento ocorre em São Paulo. Tom Morello, do Prophets of Rage, convoca fãs para os shows no Brasil Rafael Leal/G1 O guitarrista norte-americano Tom...


    Samsung Best of Blues será realizado no dia 15 de setembro no Anfiteatro Por do Sol. No dia seguinte, evento ocorre em São Paulo. Tom Morello, do Prophets of Rage, convoca fãs para os shows no Brasil Rafael Leal/G1 O guitarrista norte-americano Tom Morello será a principal atração de um festival de música que será realizado no dia 15 de setembro, um sábado, no Anfiteatro Por do Sol, em Porto Alegre, com entrada gratuita. Entre os demais artistas que se apresentarão estão John 5, Isa Nielsen e Camarones Orquestra Guitarrística. No dia seguinte, o evento ocorre em São Paulo. Além da carreira solo, Morello é conhecido por ter sido integrante das bandas Rage Against the Machine e Audioslave, e foi apontado como o 26º entre os maiores guitarristas de todos os tempos pela revista Rolling Stone. Ele também faz parte da banda Prophets of Rage, criada a partir da preocupação com a eleição de Donald Trump para o governo dos estados Unidos. Outra atração do evento Samsung Best of Blues, o norte-americano John Lowery ficou conhecido como John 5 após entrar para a banda de Marilyn Manson, em 1998, como o quinto integrante. A banda Camarones Orquestra Guitarrística tem seis álbuns lançados, e toca um som considerado rock dançante instrumental, pois une elementos de surf music, ritmos brasileiros e Ska. A guitarrista Isa Nielsen, dinamarquesa radicada em São Paulo, também se apresenta no Best of Blues. Ela participou dos reality shows Rocka Rolla e Dia Mundial do Rock, na MTV, e também já tocou com a banda do humorista Detonator e com Metalmania, do guitarrista Robertinho do Recife.
    Como Aretha Franklin transformou uma música sexista em hino feminista

    Como Aretha Franklin transformou uma música sexista em hino feminista


    Uma das gravações mais influentes na história do R&B, a música 'Respect' sofreu uma radical mudança na voz de Aretha Franklin. Aretha Franklin durante apresentação no hotel, resort e cassino Alladin, em Las Vegas (EUA), em junho de 1978 Lee...


    Uma das gravações mais influentes na história do R&B, a música 'Respect' sofreu uma radical mudança na voz de Aretha Franklin. Aretha Franklin durante apresentação no hotel, resort e cassino Alladin, em Las Vegas (EUA), em junho de 1978 Lee McDonald/Las Vegas News Bureau via Reuters Uma das gravações mais influentes na história do R&B, a música "Respect" sofreu uma radical mudança na voz de Aretha Franklin: gozava de sucesso modesto quando foi lançada e, depois da "rainha do soul", transformou-se em um hino do feminismo e da luta por direitos civis nos Estados Unidos. Mas Respect nem sempre foi uma música reconhecida apenas na voz da cantora, que morreu de câncer no pâncreas nesta quinta-feria, aos 76 anos. Alguns trechos da música não existiam na versão original de Otis Redding, de 1965, como a parte em que Aretha soletra a palavra "respect" (respeito, em inglês). Na verdade, na versão original, a mensagem da letra significava justamente o contrário do que ficou conhecida com a diva. Na voz de Redding, a letra conta a história de um trabalhador homem que, ao chegar em sua casa, pede que sua mulher "ingrata" se submeta a ele, implorando por gratidão e, possivelmente, até por sexo em troca do sustento da família garantido por ele. A letra original diz, em inglês: "Hey, little girl, you are sweeter than honey / And I'm about to give you all my money / But all I want you to do / Is just give it, give it / Respect when I come home, hey hey now / Hey hey hey, yeah now." (em tradução livre, ficaria assim: Hey, garota, você é mais doce que mel / E estou a ponto de te dar todo meu dinheiro / E tudo que eu te peço é que você me dê / Respeito quando chego em casa") Redding escreveu a letra quando sua carreira começava a deslanchar, durante uma turnê pelos Estados Unidos. Ele era tido como uma das mais talentosas promessas do soul. O cantor, mais conhecido por sua música (Sitting on) The Dock of the Bay, lançada postumamente, colocou Respect em seu terceiro álbum, Otis Blue. A música fez certo barulho, chegando à posição 35 nas paradas de sucesso de novembro de 1965, segundo a "Billboard". Morre Aretha Franklin aos 76 anos A resposta de uma mulher Mas o sucesso inicial da música não chegou nem perto do que viria a seguir. Em fevereiro de 1967, Aretha, uma pouco conhecida cantora gospel de Detroit, chegou ao estúdio Atlantic Record, em Nova York, e gravou sua versão de Respect. Filha de um pastor batista, a cantora já havia gravado vários álbuns quando tinha apenas 25 anos - nenhum deles, no entanto, teve reconhecimento proporcional ao seu talento. A tentativa de dar um salto na carreira culminou com uma gravação bem diferente da versão original de Respect, de Redding. Ela acrescentou vocais, novos versos à letra e uma mensagem completamente diferente da música original. A voz de Aretha é forte: não implora nem pede nada e, de forma assertiva, demonstra que é uma mulher que tem controle sobre sua própria vida. Ela desafia o sexismo enquanto evoca uma relação entre iguais, num tom que funciona quase como uma reposta ao compositor original. A revista "Rolling Stone" classificou a versão de Aretha como uma das cinco melhores músicas de todos os tempos. A publicação escreveu: "Aretha Franklin não está pedindo nada. Ela canta com superioridade moral: uma mulher clamando pelo fim do esgotamento e do sacrifício de uma relação injusta com uma autoridade abrasadora". A letra dela diz: "Não vou cometer o mesmo erro quando você for embora / Não vou errar, porque eu não quero / Tudo que estou pedindo / é um pouco de respeito quando você chegar em casa (só um pouquinho) / Estou a ponto de te dar todo meu dinheiro / E tudo que eu te peço é um retorno, querido / O que é meu por direito / Quando você chegar em casa" (No original: "I ain't gonna do you wrong while you're gone / Ain't gonna do you wrong cause I don't wanna / All I'm askin' / Is for a little respect when you come home (just a little bit) / I'm about to give you all of my money / And all I'm askin' in return, honey / Is to give me my profits / When you get home") Rainha do soul Em meados da década de 1960, a música atingiu em cheio os Estados Unidos, em um momento em que o país estava imerso em tensão e na energia que vinha dos movimentos pelos direitos civis. O movimento negro em particular viu na música de Aretha Franklin uma declaração contra a opressão e pelo empoderamento feminino. A versão chegou ao topo da parada da Billboard em junho 1968 e permanceu na liderança por três semanas. O sucesso levou a cantora a gravar, em 1968, o álbum Lady of Soul - até hoje considerado uma obra-prima. A gravação acabou rendendo à cantora o apelido pelo qual é conhecida até hoje: "rainha do soul". "Eu não imaginava que minhas músicas se tornariam hinos para as mulheres. Mas estou muito feliz", disse ela à revista "Time" em setembro de 2017. "As mulheres provavelmente sentem compaixão e se identificam com a letra. Todos nós podemos aprender um pouco um com o outro, então é ótimo quando as pessoas se inspiram com minhas músicas", disse. Recriação Victoria Malawey, chefe do departamento de música na Macalester College, em St. Paul, Minnesota, diz que Aretha Franklin não deu a Respect apenas um novo significado. Sua versão apresenta "mudanças no conteúdo melódico e vocal, e também na forma e na letra" quando comparada com a original, diz Malaney. Em um artigo de 2014, Malaway pontuou que as mudanças de ritmo, vocais e adição de uma nova letra formaram uma "poderosa resposta à versão orginal de Redding". O estudo mostra que essas alterações imprimiram uma "reedição de gênero" à música, associando a letra a um significado "cultural e político mais amplo." "A dimensão de sua 'reautoria' garante a Aretha um status de dona da música", escreve Malaway. Em 1967, o próprio Redding reconheceu esse fato durante o Monterey Pop Festival. "A próxima música é uma canção que uma garota tirou de mim", disse ao público. "Uma grande amiga minha. Essa moça pegou a canção para ela, mas vou cantá-la mesmo assim", disse, antes de tocar a versão original de Respect. 'Carreira exuberante' Respect é apenas uma entre várias músicas imortalizadas na voz de Aretha Franklin, como I Say a Little Prayer (1968) e (You Make Me Feel Like) A Natural Woman (1967). Em sete décadas de carreira, ela alcançou o topo das paradas americanas com mais de 20 músicas. Também ganhou o Grammy como melhor performance de R&B por oito anos consecutivos, entre 1968 e 1975. Foi a primeira mulher incluída no Hall da Fama do Rock and Roll e também ganhou a Medalha Presidencial da Liberdade do presidente George W. Bush, em 2005, quando foi elogiada por "ganhar os corações de milhões de americanos". Dez anos depois, levou o presidente Barack Obama às lágrimas quando cantou (You Make Me Feel Like) A Natural Woman no Kennedy Center - tendo antes cantado na cerimônia de posse do primeiro presidente negro dos EUA, em 2009. Ela se aposentou em 2017, dizendo se sentir "exuberante" ao finalmente desligar as luzes do palco.
    O tipo raro de câncer que matou a cantora Aretha Franklin

    O tipo raro de câncer que matou a cantora Aretha Franklin


    O câncer de pâncreas neuroendócrino representa apenas 5% dos tumores malignos que afetam esse órgão e é difícil de ser diagnosticado. Cantora americana lutava desde 2010 contra um câncer de pâncreas AFP A cantora Aretha Franklin (1942-2018)...


    O câncer de pâncreas neuroendócrino representa apenas 5% dos tumores malignos que afetam esse órgão e é difícil de ser diagnosticado. Cantora americana lutava desde 2010 contra um câncer de pâncreas AFP A cantora Aretha Franklin (1942-2018) morreu nesta quinta-feira (16) de um câncer de pâncreas neuroendócrino em estágio avançado, segundo informou sua família. Esse é um tipo de tumor raro, que evolui lentamente, difícil de ser diagnosticado e que acometeu também outra pessoa pública famosa, Steve Jobs (1955-2011). FOTOS: Relembre a carreira REPERCUSSÃO: Artistas lamentam OUÇA: 10 músicas para entender Último disco tinha Adele e Alicia Keys Aretha Franklin foi diagnosticada em 2010 e vinha desde então lutando contra a doença. O câncer de pâncreas neuroendócrino surge em um dos principais tipos de células deste órgão, as ilhotas pancreáticas. Elas são responsáveis pela produção de hormônios como insulina e glucagon, que atuam no metabolismo do açúcar no organismo e regulam seus níveis no sangue, e gastrina, que estimula a secreção de ácido clorídrico e enzimas pelo estômago. É um câncer de pâncreas menos comum do que os tumores que afetam as células exócrinas do órgão, aquelas que formam glândulas e dutos responsáveis pelas enzimas liberadas no intestino e que ajudam na digestão dos alimentos. Neste tipo, os chamados adenocarcinomas são os mais frequentes e respondem por 90% dos casos de câncer de pâncreas diagnosticados, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Os tumores neuroendócrinos representam apenas 5% dos casos de câncer de pâncreas, de acordo com a American Cancer Society, organização americana sem fins lucrativos dedicada ao combate do câncer, e acomete em média 1 a cada 100 mil pessoas por ano. Sintomas variam com o tipo de tumor Esse tumor pode ser classificado de duas formas. Os funcionantes fazem com que sejam produzidas quantidades anormais de hormônios, o que leva ao surgimento de sintomas como níveis baixos de açúcar no sangue, diabetes e úlceras. Os não funcionantes não desregulam a produção hormonal, e os sintomas – diarreia, indigestão, protuberância e dor abdominal e icterícia na pele e nos olhos – surgem conforme o tumor cresce e se espalha. Esse câncer pode ser identificado por meio de exames físicos, laboratoriais e de imagem e biópsia, mas é especialmente difícil de ser diagnosticado por ser raro e por apresentar sintomas pouco específicos. Em média, leva-se entre cinco a dez anos entre o surgimento do tumor e seu diagnóstico, de acordo com a Fundação de Pesquisa de Tumor Neuroendócrino, uma organização sem fins lucrativos dedicada a pesquisas sobre essa doença. Câncer de evolução mais lenta e maior sobrevida O tipo de tratamento depende da possibilidade de o tumor poder ser totalmente removido cirurgicamente ou não. A extração basta na maioria dos casos, segundo a American Cancer Society, exigindo apenas um monitoramento para verificar sinais de que o câncer possa ter voltado ou se espalhado. Nos casos em que a remoção total não é possível, é indicado o uso de quimioterapia e outras drogas específicas. Ele é raro, mas evolui de forma mais lenta, o que permite um maior tempo de sobrevida dos pacientes em comparação com o câncer de pâncreas mais comum. Se detectado ainda no primeiro estágio, quando tratado com cirurgia, 61% dos pacientes sobrevivem, diz a American Cancer Society, taxa que cai para 14% para tumores nas células exócrinas do pâncreas, na mesma situação. Mas o índice cai para apenas 16% quando o tumor é identificado já em seu estágio mais avançado e removido, assim como para os casos em que a extração cirúrgica não foi possível.
    Festival de Veneza gera protestos de feministas pela ausência de mulheres

    Festival de Veneza gera protestos de feministas pela ausência de mulheres


    Diretor artístico disse que 21% dos filmes submetidos à seleção foram dirigidos por mulheres, mas apenas um ('The Nightingale', de Jennifer Kent) ficou na lista oficial. Painel da 74ª edição do Festival de Cinema de Veneza, realizada no ano...


    Diretor artístico disse que 21% dos filmes submetidos à seleção foram dirigidos por mulheres, mas apenas um ('The Nightingale', de Jennifer Kent) ficou na lista oficial. Painel da 74ª edição do Festival de Cinema de Veneza, realizada no ano passado AP Photo/Domenico Stinellis Associações feministas se reuniram para criticar a programação da próxima edição do Festival Internacional do Filme de Veneza, que começa dia 29 de agosto. Uma carta aberta foi enviada ao diretor da Mostra, Alberto Barbera, para contestar a pouca representatividade de mulheres na programação do mais antigo festival de cinema do mundo. A carta, datada de 10 de agosto, foi assinada por várias associações feministas europeias. No texto, grupos como European Women's Audiovisual Network, Women in Film & TV International, WIFT Nordic, WITF Sweden e Swiss Women's Audiovisual Network reagem à falta de mulheres na seleção oficial da 75ª edição da Mostra de Veneza. Eles também comentam declarações de Barbera sobre o assunto. Em julho, quando surgiram as primeiras críticas após a divulgação dos filmes selecionados, o diretor artístico do evento disse que sua escolha se baseava “na qualidade dos filmes, e não no sexo do diretor”. Só uma mulher diretora na competição Segundo ele, 21% dos filmes submetidos ao processo de seleção foram dirigidos por mulheres, mas apenas um ("The Nightingale", de Jennifer Kent) ficou na lista oficial. Na edição anterior, dos 21 filmes em competição, apenas uma diretora, a chinesa Vivian Qu, foi escolhida, com Angels Wear White. Desde de 2010 nenhuma edição contou com mais de quatro filmes dirigidos por mulheres, entre os cerca de 20 longas em competição. “Se começarem a impor quotas, eu peço as contas”, declarou Barbera em julho. “As cotas não impedem a meritocracia. Elas ajudam a ampliar o espectro dos candidatos”, responderam as associações na carta enviada aos organizadores do festival. Os signatários denunciam não apenas as declarações de Barbera, mas também o funcionamento do sistema audiovisual. O texto insiste que todas as decisões da indústria cinematográfica são tomadas a partir do prisma feminino. Os organizadores da Mostra não responderam à carta das associações. Veja lista de filmes na competição oficial da Mostra de Veneza: O Primeiro Homem, de Damien Chazelle The Mountain, de Rick Alverson Doubles Vies, de Olivier Assayas The Sisters Brothers, de Jacques Audiard The Ballad of Buster Scruggs, de Ethan e Joel Coen Vox Lux, de Brady Corbet 22 July, de Paul Greengrass Roma, de Alfonso Cuaron Suspiria, de Luca Guadagnino Werk Ohne Autor, de Florian Henckel Von Donnersmarck The Nightingale, de Jennifer Kent The Favourite, de Yorgos Lanthimos Peterloo, de Mike Leigh Capri-Revolution, de Mario Martone What You Gonna Do When The World’s On Fire?, de Roberto Minervini Sunset, de Laszlo Nemes Frères Ennemis, de David Oelhoffen Nuestro Tiempo, de Carlos Reygadas At Eternity’s Gate, de Julian Schnabel Acusada, de Gozalo Tobal Killing, de Shinya Tsukamoto
    'A escada da fama': Clipes repetem cenário com Pabllo Vittar, Anitta, Kevinho, Simone & Simaria, Marjorie Estiano, Skank...

    'A escada da fama': Clipes repetem cenário com Pabllo Vittar, Anitta, Kevinho, Simone & Simaria, Marjorie Estiano, Skank...


    Lançamento de 'Problema seu', de Pabllo Vittar, fez internautas notarem a mesma escada de diversos clipes recentes no mesmo cenário; veja a lista e conheça o lugar. O lançamento do clipe de "Problema seu", de Pabllo Vittar, na quarta-feira (15),...


    Lançamento de 'Problema seu', de Pabllo Vittar, fez internautas notarem a mesma escada de diversos clipes recentes no mesmo cenário; veja a lista e conheça o lugar. O lançamento do clipe de "Problema seu", de Pabllo Vittar, na quarta-feira (15), fez internautas notarem degraus familiares atrás da cantora. A escada imponente ao lado de duas portas luxuosas já apareceram também em vários clipes recentes do pop brasileiro. É um salão já frequentado por Anitta, Marjorie Estiano, Skank com Emicida, Simone e Simaria com Kevinho e outros. Initial plugin text A escada fica no Palácio dos Cedros, uma casa de eventos na Zona Sul de São Paulo. São duas mansões, duas fontes e um jardim. Além dos clipes, casamentos e outras festas são realizados lá. Segundo o site do local, ele existe desde 1923. Initial plugin text "Pensei que fosse a casa do Kondzilla", brincou um internauta. Apesar de alguns vídeos serem assinados pelo diretor, há várias produções de outras pessoas. Veja alguns dos clipes gravados no mesmo salão do Palácio dos Cedros: Pabllo Vittar em 'Problema seu' Pabllo Vittar - Problema Seu Fernanda Tiné/Divulgação Anitta em 'Na batida' Anitta no clipe de 'Na batida' Divulgação Simone e Simaria e Kevinho em "Ta tum tum" Simone e Simaria em 'Ta tum tum' Divulgação Kevinho com Simone e Simaria em 'Ta tum tum' Divulgação Marjorie Estiano em 'Você sempre será' Marjorie Estiano em 'Você sempre será' Divulgação Skank e Emicida em 'Presença' 'Skank' em 'Presença' Divulgação Internautas acharam outros vídeos feitos lá: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text
    Aretha Franklin - A mulher negra visível

    Aretha Franklin - A mulher negra visível


    Ícone do soul e do R&B, Aretha Franklin fala a repórteres em uma coletiva de imprensa em março de 1973, um dia depois de seu aniversário de 31 anos AP/Arquivo No Brasil, vivemos uma espécie de descoberta da mulher negra brasileira. Na academia,...


    Ícone do soul e do R&B, Aretha Franklin fala a repórteres em uma coletiva de imprensa em março de 1973, um dia depois de seu aniversário de 31 anos AP/Arquivo No Brasil, vivemos uma espécie de descoberta da mulher negra brasileira. Na academia, no mercado de trabalho, no mundo pop, elas tomaram o microfone. Começaram a chamar a atenção para o que querem dizer. A reivindicar lugar de fala. Djamila Ribeiro e o sucesso nacional de seu livro "Quem tem medo do feminismo negro?". Conceição Evaristo candidata a Academia Brasileira de Letras. O elenco do magistral musical "Elza", sobre a vida de Elza Soares. "Dona Ivone Lara - o musical", preparando-se para estrear nos palcos. Na TV, a Michelle Brau de Taís Araújo tornada protagonista da série "Mr. Brau", em sua derradeira temporada. O Brasil de 2018, em muitos aspectos parecido com os EUA do fim da década de 60, com suas polarizações, extremismos, fraturas e consequentes contraculturas, também celebra hoje a vida de Aretha Franklin. Lá, e na época, a cantora (e incrível pianista, pouco se fala) foi ponta de lança de um movimento de afirmação e ocupação de espaços que começa quando Sister Rosetta Twarpe, nos anos 30, resolve levar a guitarra elétrica para os palcos gospel, praticamente inventando o rock and roll, até os dias de hoje, onde a comunicadora mais popular, com alcance de voz a milhões de cidadãos, é Oprah Winfrey. Aretha Franklin morre como unanimidade. Mas, antes de tudo, visível. Morrer visível, relevante e respeitada é, para mulheres negras, uma construção que leva décadas. E que aqui só começou. Aretha Franklin foi, involuntariamente, mãe os 12 anos, sofreu com a pobreza, apanhou de maridos. Nada muito diferente a trágica rotina da mulher negra brasileira. Aretha Franklin morre visível, relevante e respeitada. As nossas Arethas Franklins permanecem na luta. Atenção a elas. Atenção às nossas. Atenção. Esse outro nome para respeito.
    'Pokémon Go' lança o mítico Celebi em atualização do jogo

    'Pokémon Go' lança o mítico Celebi em atualização do jogo


    Versão com o viajante do tempo estará disponível a partir de segunda-feira (20). Novo Pokémon disponível no jogo. Divulgação/Pokémon Go BR Celebi, um viajante do tempo, estará disponível para o "Pokémon Go" a partir da próxima...


    Versão com o viajante do tempo estará disponível a partir de segunda-feira (20). Novo Pokémon disponível no jogo. Divulgação/Pokémon Go BR Celebi, um viajante do tempo, estará disponível para o "Pokémon Go" a partir da próxima segunda-feira (20). A chegada da criatura mística no jogo ainda destrava a aparição de outros pokémons da região do Johto. As novidades fazem parte do universo de pesquisa especial do Professor Willow. Quem superar os desafios dessa fase ganha pontos de experiência (recompensa que ajuda na evolução do nível do treinador). E aqueles que conseguirem capturar Celebi receberão doces para torná-lo mais forte. Mas há um detalhe: apenas os jogadores que tenham completado os três níveis anteriores da pesquisa especial, com o pokémon Mew, terão acesso às novidades.
    Kiko Pereira, guitarrista do Roupa Nova, passa por cirurgia no coração

    Kiko Pereira, guitarrista do Roupa Nova, passa por cirurgia no coração


    Segundo assessoria da banda, músico sentiu uma dor e, após realizar um cateterismo, foi submetido ao tratamento cirúrgico. Kiko Pereira, guitarrista do Roupa Nova Reprodução/Instagram Kiko Pereira, guitarrista da banda Roupa Nova, passou por uma...


    Segundo assessoria da banda, músico sentiu uma dor e, após realizar um cateterismo, foi submetido ao tratamento cirúrgico. Kiko Pereira, guitarrista do Roupa Nova Reprodução/Instagram Kiko Pereira, guitarrista da banda Roupa Nova, passou por uma cirurgia de emergência no coração nesta quarta-feira (15). Segundo a assessoria de imprensa da banda, Kiko, de 65 anos, sentia dores no peito e, no hospital, ao realizar o exame de cateterismo pedido pelo médico, foi encaminhado direto para fazer a cirurgia de para a implantação de quatro pontes de safena. Ainda segundo a assessoria do grupo, Kiko passa bem. O filho do músico publicou na rede social, nesta quinta-feira (16), que Kiko “passou bem a noite (na medida do possível)”. “Hoje está com uma dor nas costas e muito incomodado com os aparelhos, mas tudo isso já era esperado e exatamente que o médico falou que ia acontecer. O coração está ótimo e a pressão também. O quadro está satisfatório”, informou Kikinho através do Instagram do músico. Initial plugin text Initial plugin text
    Pabllo Vittar lança single que sinaliza  um segundo álbum mais industrializado e menos espontâneo

    Pabllo Vittar lança single que sinaliza um segundo álbum mais industrializado e menos espontâneo


    O extenso time de compositores da música que anuncia oficialmente o segundo álbum de Pabllo Vittar – Alice Caymmi, Arthur Marques, Rodrigo Gorky, Maffalda, Noize Men, Pablo Bispo e Zebu – explicita o tom industrializado do disco informalmente...


    O extenso time de compositores da música que anuncia oficialmente o segundo álbum de Pabllo Vittar – Alice Caymmi, Arthur Marques, Rodrigo Gorky, Maffalda, Noize Men, Pablo Bispo e Zebu – explicita o tom industrializado do disco informalmente intitulado PV2 e previsto para ser lançado no último trimestre deste ano de 2018. O também extenso time de produtores do single Problema seu – Brabo Music Team com produção adicional de Noize Men e Filip Nikolic – confirma o alto investimento que vem sendo feito pela gravadora Sony Music no segundo álbum de Vittar. É música produzida em escala industrial, seguindo os padrões do mercado fonográfico norte-americano. Se falta espontaneidade, sobra apelo pop neste primeiro single do álbum. Lançado simultaneamente com o clipe dirigido e roteirizado pela dupla Os Primos (João Monteiro e Fernando Moraes), o single Problema seu poderia até ser um pagode baiano se não tivesse sido formatado com batida pop que soa sobressalente na gravação de dois minutos e 43 segundos. Em tese, Problema seu é hit certeiro e viral. Só que, na prática, a teoria às vezes é outra. Por mais que o single esteja mobilizando o (imenso) público de Vittar nesse primeiro momento, e nem poderia ser diferente diante da expectativa, ainda é cedo para saber se Problema seu vai reeditar o sucesso de K.O. (Rodrigo Gorky, Maffalda e Pablo Bispo, 2017), música que alavancou o primeiro álbum de Pabllo Vittar. Editoria de Arte / G1
    MC G3 gritava sobre caô ao som de tiros em funk que virou canto para Guerrero no Flamengo; veja clipes

    MC G3 gritava sobre caô ao som de tiros em funk que virou canto para Guerrero no Flamengo; veja clipes


    Parceiro da Tom Produções, produtora de funk mineira, principal clipe de 'O General Chegou' tem mais de 6 milhões de visualizações no YouTube. Ele também ficou conhecido por cantar 'proibidões'. Paulo César da Silva, o MC...


    Parceiro da Tom Produções, produtora de funk mineira, principal clipe de 'O General Chegou' tem mais de 6 milhões de visualizações no YouTube. Ele também ficou conhecido por cantar 'proibidões'. Paulo César da Silva, o MC G3 Divulgação/Funkneurotico Paulo César da Silva, o MC G3, morreu aos 37 anos. Em sua carreira no funk, ficou conhecido pela música "O General Chegou", lançada em julho de 2014. Parceiro da Tom Produções, produtora de funk de Belo Horizonte, o principal clipe da música tem mais de 6 milhões de visualizações no YouTube. O funk tem vocal gritado, rasgado e sem se preocupar com afinação (marca registrada de G3) ao som de barulhos de tiros, bombas e facas. Outras duas do general A música na qual se chamava de "general" que iria acabar com o "caô" rendeu duas outras canções: "O Guerrero Chegou", popularizada a partir de maio de 2015, adaptava a letra para exaltar o atacante peruano, hoje no Internacional. "O General Volto", uma espécie de parte 2 de seu primeiro sucesso, tinha vídeo e arranjo com produções melhores G3 'proibidão' Antes de exaltar jogador do Flamengo e falar de caô em clipes de boa produção, G3 foi representante dos "proibidões" do funk carioca. "Proibidões" são funks com temas como crime e drogas que não ganham vídeos no YouTube ou gravações oficiais. Em 2005, ele foi indiciado pela polícia por fazer apologia a drogas e facções criminosas. São poucas as músicas dessa fase em sites de letras e de vídeos, sendo que "Ola, olha o cheiro da marola" é seu proibidão mais famoso e com mais registros.
    Aretha Franklin: veja repercussão da morte da dama do soul

    Aretha Franklin: veja repercussão da morte da dama do soul


    Cantora de 76 anos lutava contra um câncer há 8 anos. Aretha Franklin posa para fotos no tapete vermelho de um evento beneficente em Washington (EUA), em dezembro de 2015 Molly Riley/AFP/Arquivo Músicos e outros artistas usaram as redes sociais...


    Cantora de 76 anos lutava contra um câncer há 8 anos. Aretha Franklin posa para fotos no tapete vermelho de um evento beneficente em Washington (EUA), em dezembro de 2015 Molly Riley/AFP/Arquivo Músicos e outros artistas usaram as redes sociais nesta quinta-feira (16) para lamentar a morte da cantora americana Aretha Franklin. A artista morreu em casa, ao lado de seus parentes, após lutar por oito anos contra um câncer. Veja, abaixo, a repercussão da morte da rainha do soul: Barack Obama, ex-presidente dos Estados Unidos: "Aretha ajudou a definir a experiência americana. Em sua voz, pudemos sentir nossa história, tudo e em todas as tonalidades - nosso poder e nossa dor, nossa escuridão e nossa luz, nossa busca pela redenção e nosso respeito duramente conquistado. Que a Rainha do Soul descanse em paz eterna". Initial plugin text Ellen DeGeneres, apresentadora, no Twitter: "Eu amei a música de Aretha Franklin toda a minha vida, e sua música tocou em nosso público por 15 anos. Meu coração está com sua família. #RESPECT #QueenofSoul". Initial plugin text Diana Ross, cantora, no Twitter: "Estou em oração pelo maravilhoso espírito dourado Aretha Franklin". Initial plugin text Elton John, cantor, no Twitter: "A perda de @ArethaFranklin é um golpe para todos que amam a música real: música do coração, da alma e da igreja. Sua voz era única, seu piano tocando subestimado - ela era uma das minhas pianistas favoritas". Initial plugin text Paul McCartney, cantor, no Twitter: "Vamos todos tirar um momento para agradecer a bela vida de Aretha Franklin, a Rainha de nossas almas, que nos inspirou por muitos e muitos anos. Sentiremos sua falta, mas a memória de sua grandeza como música e um belo ser humano viverá conosco para sempre. Amor, Paul" Initial plugin text Ariana Grande, cantora, no Twitter: "Para sempre" Initial plugin text Axl Rose, cantor, no Twitter: "Respeito à rainha". Initial plugin text Donald Trump, presidente dos EUA, no Twitter: "A rainha do soul, Aretha Franklin, morreu. Ela era uma mulher incrível, com um maravilhoso dom de Deus, sua voz. Sentiremos sua falta". Initial plugin text Adele, cantora, no Instagram: "Não consigo me lembrar de um dia da minha vida sem a voz e a música de Aretha Franklin enchendo meu coração com tanta alegria e tristeza. Absolutamente com o coração partido, ela se foi, que mulher. Obrigado por tudo, pelas melodias e movimentos 💔". Initial plugin text Tom Jones, cantor, no Twitter: "Aretha, você elevou nossos corações com seus dons incomparáveis, descanse em paz, sua festa nunca terminará". Initial plugin text John Legend, cantor, no Twitter: "Saudação à rainha. A melhor cantora que já ouvi". Initial plugin text Mariah Carey, cantora, no Twitter: "Aretha Franklin. A Rainha do Soul. Uma ícone. A grande cantora das cantoras. A maior cantora e musicista da história. O poder e a voz na música e nos direitos civis abriu portas para tantas outras. Você é minha inspiração, mentora e amiga". Initial plugin text Hugh Jackman, ator, no Twitter: "Um dos destaques da minha carreira foi cantar com #ArethaFranklin no Tony Awards. Foi uma experiência fora do corpo para mim. Uma das maiores cantoras de todos os tempos. Todos sentirão sua falta". Initial plugin text Tim Cook, CEO da Apple, no Twitter: "Nós lamentamos a morte de Aretha Franklin, a Rainha do Soul. Sua voz continuará nos elevando, através da música que ela deu ao mundo. Nossos pensamentos estão com sua família, seus entes queridos e fãs em todos os lugares. Pegue a mão dela, precioso Senhor, e leve-a para casa". Initial plugin text Barbara Streisand, cantora e atriz, no Twitter: "Esta foto foi tirada em 2012, quando Aretha e eu nos apresentamos em uma festa em homenagem ao nosso amigo Marvin Hamlisch. É difícil conceber um mundo sem ela. Ela não só era uma cantora excepcionalmente brilhante, mas seu compromisso com os direitos civis causou um impacto indelével no mundo". Initial plugin text Lenny Kravitz, cantor, no Twitter: "A Rainha do Soul deixou esta terra para se sentar em seu trono no céu. Quão abençoados fomos ao ouvir o melhor que Deus tinha para oferecer em sua voz. RESPEITO". Initial plugin text Ricky Martin, cantor, no Twitter: "Hoje nós perdemos uma das maiores. Ela sempre será lembrada e admirada. Aretha Franklin, descanse em paz, eu te amo". Initial plugin text Hillary Clinton, política, no Twitter: "Lamentando a perda hoje de @ArethaFranklin que compartilhou seu espírito e talento com o mundo. Ela merece não apenas nosso respeito, mas também nossa gratidão permanente por abrir nossos olhos, ouvidos e corações. Descanse em paz eterna, minha amiga". Initial plugin text John Stamos, ator, no Twitter: "Ela era música. Alma, graça e respeito". Initial plugin text
    Aretha Franklin 'elegeu' Adele e Alicia Keys como sucessoras ao gravar covers delas em seu último álbum

    Aretha Franklin 'elegeu' Adele e Alicia Keys como sucessoras ao gravar covers delas em seu último álbum


    'Aretha Franklin Sings the Great Diva Classics' foi o último trabalho da cantora americana, que morreu aos 76 anos. Aretha Franklin se apresenta em cerimônia da fundação no combate à AIDS do cantor Elton John, na Catedral de São João, O Divino,...


    'Aretha Franklin Sings the Great Diva Classics' foi o último trabalho da cantora americana, que morreu aos 76 anos. Aretha Franklin se apresenta em cerimônia da fundação no combate à AIDS do cantor Elton John, na Catedral de São João, O Divino, em Nova York, em novembro de 2017 Dimitrios Kambouris/Getty Images via AFP Último álbum gravado pela rainha do soul, "Aretha Franklin Sings the Great Diva Classics" foi lançado em outubro de 2014. O disco mostra a cantora Aretha Franklin, então com 72 anos, regravando canções famosas na voz de outras. A cantora morreu aos 76 anos. O último disco antes da morte, "A Brand New Me" (2017), foi feito com gravações antigas de Aretha. Os vocais antigos ganharam novos arranjos com a Royal Philharmonic Orchestra. É de "Sings the Great Diva Classics", então, os últimos esforços criativos dela. Em seu 41º disco de estúdio, ela apresenta 10 versões de músicas lançadas entre 1942 ("At Last", de Etta James), e 2010 ("Rolling in the deep", de Adele). “A Adele é uma excelente compositora. Amo o jeito que ela diz as coisas de uma maneira diferente", elogiou. Com sua nova versão do hit da britânica, Aretha conseguiu botar um single na parada Hot R&B/Hip-Hop songs pela centésima vez, feito inédito para uma cantora. Sobre Alicia Keys, comentou que ela "tem boas ideias inovadoras". Ela que sugeriu ao produtor Clive Davis botar pitadas de reggae no novo arranjo. "Foi ela que me fez gravar algo assim pela primeira vez na carreira". "Sings the Great Diva Classics" também tinha versões de músicas famosas com Gloria Gaynor, Whitney Houston, Barbra Streisand, Diana Ross e Sinead O'Connor. Initial plugin text
    Aretha Franklin: 10 músicas para entender a cantora

    Aretha Franklin: 10 músicas para entender a cantora


    A rainha do soul, que morreu aos 76 anos, saiu dos corais da igreja para as pistas de dança e se tornou uma das maiores divas dos Estados Unidos. Aretha Franklin durante performance no Radio City Music Hall, em Nova York, em fevereiro de 2017 Jamie...


    A rainha do soul, que morreu aos 76 anos, saiu dos corais da igreja para as pistas de dança e se tornou uma das maiores divas dos Estados Unidos. Aretha Franklin durante performance no Radio City Music Hall, em Nova York, em fevereiro de 2017 Jamie McCarthy / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP Em uma carreira de mais de 60 anos, Aretha Franklin ficou conhecida como a Rainha do Soul, mas seu estilo foi muito além disso. A cantora, que morreu aos 76 anos, saiu dos corais da igreja para as pistas de dança e se tornou uma das maiores divas dos Estados Unidos. Por isso o G1 preparou uma lista com 10 canções que não são exatamente seus maiores sucessos, mas ajudam a entender uma carreira tão longeva. Veja abaixo: 'There is a fountain filled with blood' (1956) Aretha tinha apenas 14 quando lançou seu primeiro disco, "Songs of faith". Ainda na igreja batista regida por seu pai, o reverendo C. L. Franklin, "There is a fountain fool of blood" era a primeira canção de seu álbum de estreia. 'Respect' (1967) A "rainha do soul", de 76 anos, ficou famosa com "Respect" (1967), sua primeira canção a chegar ao topo da principal parada de sucessos dos Estados Unidos. A música resume o poder de Aretha. Composta e gravada originalmente por Ottis Redding, ídolo do soul, a cantora acelerou o arranjo, acrescentou vocais de apoio e a famosa parte em que soletra "R-e-s-p-e-c-t". 'Chain of fools' (1967) A canção foi escrita por Don Covay e inicialmente faria parte do repertório de Redding, mas o produtor da Atlantic Records, Jerry Wexler, decidiu que ficaria melhor na voz de Franklin. Além de dar um Grammy à cantora, "Chain of fools" entrou para o hall da fama da premiação. '(You Make Me Feel Like) A Natural Woman' (1967) Acostumada a gravar canções como a mulher traída ou sofrendo, Aretha finalmente cantou sobre felicidade. Ironicamente, a música foi criada quando Wexler disse para Carole King, uma das autoras da canção, que Aretha precisava de uma faixa do tipo "mulher natural" para seu novo disco. 'Day Dreaming' (1972) Em uma época em que a produção de discos era bem diferente, em 1972 Aretha lançava seu 20º disco, "Young, gifted and black". Nele, "Day dreaming" foi o maior sucesso. Apesar de pouco celebrada dentro da discografia da cantora, a música ganhou diversos covers ao longo dos anos, de artistas como Mary J. Blige, Corinne Bailey Rae e Natalie Cole. 'Jump to It' (1982) Assim como o som dos anos 1980, Aretha adotou um som mais dançante, como é o caso de "Jump to it", música título de seu 31º disco. O álbum também marcou seu primeiro grande sucesso após a saída da gravadora Atlantic Records, e a volta à grande forma. 'Freeway of Love' (1985) Outro Grammy para Aretha com este hit dançante do álbum "Who's zoomin' who?". Além de chegar à terceiro lugar na lista de mais ouvidas nos Estados Unidos, teve um dos clipes mais populares do ano. 'I Knew You Were Waiting (For Me)' (1986) A música serviu como boa desculpa para que o britânico George Michael cantasse ao lado de uma de suas artistas favoritas. O dueto também ajudou a levar a cantora ao topo das paradas na terra da Rainha pela primeira (e única vez). Ela também ficou em 1º nos Estados Unidos. 'A Rose Is Still A Rose' (1998) Com 40 anos de carreira, "A rose is still a rose" foi um hit surpresa para a cantora. Produzida e escrita por Lauryn Hill, a música mistura o soul da veterana com o R&B e hip hop da ex-Fugees. A música é composta por conselhos de uma figura materna para uma jovem, lembrando que, apesar dos machucados e decepções, ela ainda é uma rosa. "Rolling in the Deep (The Aretha Version)" (2014) Com o cover de um dos maiores sucessos de Adele, Aretha se tornou a quarta artista a conseguir 100 canções na parada de sucessos dos Estados Unidos ao longo dos anos. A música foi o single principal do disco "Aretha Franklin sings the great diva classiscs". e apresenta uma versão mais dançante da original, com direito a um breve refrão de "Ain't no mountain high enough", de Marvin Gaye. Initial plugin text