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    Sondra Locke, atriz americana, morre aos 74 anos

    Sondra Locke, atriz americana, morre aos 74 anos


    Locke foi indicada ao Oscar de atriz coadjuvante em 1968 por seu papel na adaptação do livro de Carson McCullers 'Por que tem de ser assim?'. Sondra Locke morre aos 74 anos AP Photo/John Hayes, arquivo A atriz americana indicada ao Oscar Sondra...


    Locke foi indicada ao Oscar de atriz coadjuvante em 1968 por seu papel na adaptação do livro de Carson McCullers 'Por que tem de ser assim?'. Sondra Locke morre aos 74 anos AP Photo/John Hayes, arquivo A atriz americana indicada ao Oscar Sondra Locke faleceu no dia 3 de novembro, aos 74 anos, vítima de câncer, informou a imprensa na quinta-feira. Locke sofria de câncer de mama e nos ossos. O Departamento de Saúde de Los Angeles confirmou a morte, informou a revista Variety. Locke, também conhecida por sua relação pessoal e profissional com Clint Eastwood, foi indicada ao Oscar de atriz coadjuvante por seu papel na adaptação do livro de Carson McCullers "Por que tem de ser assim?" (The Heart is a Lonely Hunter) em 1968. Este foi seu primeiro filme. Em 1976, Locke deu uma guinada na carreira ao interpretar a companheira de Eastwood em "Josey Wales, o Fora da Lei". Eastwood e Locke foram companheiros durante os 13 anos seguintes, mas a separação em 1989 foi marcada por batalhas legais.
    Ariana Grande lança 'Imagine' e indica lançamento de álbum em breve

    Ariana Grande lança 'Imagine' e indica lançamento de álbum em breve


    Cantora, que em setembro havia anunciado que faria pausa na carreira, divulgou nova faixa um mês após ‘Thank u, next’. Ariana Grande Reprodução/Instagram Ariana Grande divulgou mais um lançamento musical. Na madrugada desta sexta-feira (14),...


    Cantora, que em setembro havia anunciado que faria pausa na carreira, divulgou nova faixa um mês após ‘Thank u, next’. Ariana Grande Reprodução/Instagram Ariana Grande divulgou mais um lançamento musical. Na madrugada desta sexta-feira (14), a cantora lançou “Imagine”, por enquanto ainda sem um videoclipe. A nova canção de Ariana chega pouco mais de um mês após o lançamento de “Thank u, next”, na qual a cantora faz um balanço sobre seus antigos relacionamentos. O clipe da música bateu recordes no Youtube. Um dia antes após lançar “Imagine”, a cantora ainda indicou que tem um álbum prestes a chegar ao mercado. “Se eu não conseguir dar o disco para vocês neste ano (o que parece que eu não poderei fazer), vou liberar outra prévia antes do fim do ano. Combinado?”, escreveu ela no Twitter. Initial plugin text Ao que tudo indica, a cantora desistiu de vez da pausa na carreira que havia anunciado em setembro após a morte do ex-namorado, o rapper Mac Miller. Na ocasião, a equipe da cantora havia informado para a revista People que "dados os eventos dos últimos anos, Ariana vai tirar um tempo necessário para se cuidar e curar. Ele ficará próxima de sua casa e usará esse período para passar ao lado de seus entes queridos e tralhando em novas músicas sem prazos. Ela agradece seus fãs pela compreensão". O comunicado foi enviado após Ariana não aparecer no Emmy 2018, evento no qual estava com presença confirmada.
    Guilherme Arantes homenageia Vander Lee ao participar de álbum de Telo Borges

    Guilherme Arantes homenageia Vander Lee ao participar de álbum de Telo Borges


    Guilherme Arantes foi ontem ao Usina Estúdio, em Belo Horizonte (MG), gravar participação no álbum que o cantor e compositor mineiro Telo Borges prepara para lançar em 2019. O artista paulistano gravou dueto com Telo na canção Tanta graça,...


    Guilherme Arantes foi ontem ao Usina Estúdio, em Belo Horizonte (MG), gravar participação no álbum que o cantor e compositor mineiro Telo Borges prepara para lançar em 2019. O artista paulistano gravou dueto com Telo na canção Tanta graça, composta pelo colega mineiro em parceria com o conterrâneo Vander Lee (1966 – 2016) e lançada em disco pela cantora mineira Carol Gaulberto há nove anos no álbum Das coisas boas da vida (2009). "Vim gravar a música pela amizade antiga e afinidade com o Telo e também como uma homenagem ao Vander Lee, que eu tanto admirava, e a admiração era mútua", pontua Arantes. Guilherme Arantes e Telo Borges gravam a canção 'Tanta graça' em estúdio de Belo Horizonte Divulgação Além da participação de Arantes, o álbum solo de Telo Borges, intitulado Telo, tem intervenções de Beto Guedes, Claudio Venturini (do grupo 14 Bis), Lô Borges, Roupa Nova e Samuel Rosa. Nascido há 60 anos em Belo Horizonte (MG) com o nome de Marcelo Wilson Fragoso Borges, Telo Borges é irmão dos compositores mineiros Lô Borges e Márcio Borges, com quem compôs a música Vento de maio (1979), gravada por Elis Regina (1945 – 1982) em 1980. Editoria de Arte / G1
    Solange Almeida grava na Bahia o terceiro disco solo, com produção do compositor Rafinha RSQ

    Solange Almeida grava na Bahia o terceiro disco solo, com produção do compositor Rafinha RSQ


    Em meio a discussões infrutíferas se teria saído do posto de vocalista do grupo cearense Aviões do Forró por vontade própria ou por pressão dos empresários donos da marca e da banda, a cantora baiana Solange Almeida grava em Salvador (BA) o...


    Em meio a discussões infrutíferas se teria saído do posto de vocalista do grupo cearense Aviões do Forró por vontade própria ou por pressão dos empresários donos da marca e da banda, a cantora baiana Solange Almeida grava em Salvador (BA) o terceiro disco da carreira solo. Para fazer o disco, a artista requisitou os serviços de Rafinha RSQ, compositor e produtor musical fluminense residente em Salvador. Para quem não liga o nome ao som, Rafinha RSQ é coautor de alguns sucessos do mercado pop brasileiro dos últimos anos, como Loka (Rafinha RSQ, Kayky Ventura, Simone e Simaria, 2017) – música lançada pela dupla Simone & Simaria em janeiro de 2017 com participação de Anitta – e Santinha (Rafinha RSQ e Léo Santana, 2016), hit do cantor Léo Santana. É sob a direção e a batuta de Rafinha RSQ que Solange Almeida vai tentar se manter nas paradas nacionais ao longo de 2019. Editoria de Arte / G1
    Alberto Continentino segue a rota do jazz latino de João Donato no voo autoral do álbum instrumental 'Ultraleve'

    Alberto Continentino segue a rota do jazz latino de João Donato no voo autoral do álbum instrumental 'Ultraleve'


    Baixista requisitado da cena musical contemporânea do Brasil, Alberto Continentino é um dos compositores mais inspirados da geração pop indie surgida na música brasileira a partir dos anos 2000. Parceiro de Domenico Lancellotti e Moreno Veloso,...


    Baixista requisitado da cena musical contemporânea do Brasil, Alberto Continentino é um dos compositores mais inspirados da geração pop indie surgida na música brasileira a partir dos anos 2000. Parceiro de Domenico Lancellotti e Moreno Veloso, entre outros colegas de geração, o carioca Continentino já tem músicas gravadas nas vozes de Adriana Calcanhotto, Gal Costa, Ney Matogrosso e Silvia Machete. Por isso mesmo, não será improvável se, no futuro, algum dos 12 temas instrumentais que compõem o repertório inteiramente autoral do segundo álbum solo de Continentino – Ultraleve, lançado hoje, 14 de dezembro, somente em edição digital – ganhar letra e a voz de algum cantor. Em Ultraleve, Continentino propõe voo imagético sobre climas da natureza, como já sugerem os títulos de músicas como Brisa, Oceânica, Praia das Pedras e Rosa dos ventos. Capa do álbum 'Ultraleve', de Alberto Continentino Divulgação O latin jazz feito pelo pianista acriano João Donato com o vibrafonista norte-americano Cal Tjade (1925 – 1982), no início da década de 1960, foi um dos guias seguidos por Continentino na rota do álbum Ultraleve. Em Ultraleve, disco gravado nos estúdios cariocas Marini e Audio Rebel, o artista atua como arranjador, compositor e músico. Além de Continentino (contrabaixo), o quinteto que deu forma ao álbum Ultraleve é formado por Arthur Dutra (vibrafone), Bernardo Bosisio (guitarra), Renato Massa (bateria) e Stéphane San Juan (percussão). A produção do disco foi orquestrada por Kassin com Guilherme Monteiro. Aos 40 anos de vida (completados em 2018) e 25 de carreira, Continentino lançou o primeiro álbum solo, Ao som dos planetas, em 2015. Editoria de Arte / G1
    Festa Garota Vip, novos rappers e 'La La Land in Concert' estão na agenda de shows de SP

    Festa Garota Vip, novos rappers e 'La La Land in Concert' estão na agenda de shows de SP


    Fim de semana também tem encerramento da turnê da banda As Bahias e a Cozinha Mineira. Veja como comprar ingressos para todos esses shows. Dicas do G1 para o final de semana Nesta semana, as quatro dicas de show são todas com estilos bem...


    Fim de semana também tem encerramento da turnê da banda As Bahias e a Cozinha Mineira. Veja como comprar ingressos para todos esses shows. Dicas do G1 para o final de semana Nesta semana, as quatro dicas de show são todas com estilos bem diferentes, do sertanejo e pagode ao musical e hip hop. Garota Vip Ferrugem e sua banda Divulgação No sábado, o Anhembi recebe mais uma edição da festa Garota Vip. O evento é comandado pelo Wesley Safadão e desta vez também tem shows do Leo Santana e de dois dos artistas mais ouvidos no Brasil hoje. Zé Neto e Cristiano ficaram no topo da lista de mais tocados nas rádios e na internet neste ano. E eles conseguiram isso falando de sofrência e bebedeira, com um toque da bachata, esse ritmo latino derivado do bolero, com percussão sempre em destaque. Ouve aí. Já o Ferrugem, que também canta na festa Garota Vip, é um dos donos da música mais tocada nas rádios hoje, "Atrasadinha". É um pagonejo sobre um casal certinho que gosta de tomar um vinho do bom. Quando: Sábado (15), Pas 20h Onde: Arena Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1209 Ingressos: Pista (esgotado), R$ 220 (pista open bar) e R$ 270 (pista vip) pelo site Ingresso Rápido La La Land in Concert Ryan Gosling e Emma Stone em cena de 'La La Land' Divulgação Se você não curte pagode e sertanejo, uma boa opção é ver um musical que une cinema e canções tocadas ao vivo. Neste domingo e na segunda tem La La Land in Concert. Você vai ter a chance de ver o filme La La Land com uma orquestra tocando cada uma das músicas da trama. O filme levou seis estatuetas do Oscar em 2017 e o evento é lá no Espaço as Américas. Quando: Domingo (16), às 19h30; Segunda (17), às 21h Onde: Espaço das Américas - Rua Tagipuru, 795 Ingressos: A partir de R$ 130 pelo site Ingresso Rápido As Bahias e a Cozinha Mineira Raquel Virgínia e Assucena Assucena fazem parte da banda 'As Bahias e a Cozinha Mineira' Divulgação No sábado e domingo, tem encerramento da turnê da banda As Bahias e a Cozinha Mineira. O grupo toca duas vezes no Sesc Pompeia em uma despedida do show baseado no disco "Bixa", do ano passado. A apresentação é indicada para quem gosta da Tropicália e de sons dançantes. Quando: Sábado (15), às 21h30; Domingo (16), às 18h30 Onde: Sesc Pompeia - R. Clélia, 93, Água Branca Ingressos: A partir de R$ 9 pelo site do Sesc Tropical Trap O rapper mineiro Djonga Divulgação Outra opção para quem curte dançar é a festa Tropical Trap. O evento é no sábado, no Espaço 555, no Centro. Os principais nomes do line-up do Tropical Trap são dois rappers: o mineiro Djonga e o pernambucano Diomedes Chinaski. Se você quer conhecer as novidades do hip hop brasileiro, vai lá. Quando: Sábado (15), de 22h às 5h Onde: Espaço 555 - Avenida São João, 555, Centro Ingressos: A partir de R$ 40 pelo site Sympla
    Supla faz clipe em cemitério de Nova York com 'freiras russas': 'Todo mundo quer ser aceito'

    Supla faz clipe em cemitério de Nova York com 'freiras russas': 'Todo mundo quer ser aceito'


    Lançado nesta sexta-feira (14), vídeo de 'If you accept me' tem visual 'meio gótico' e é 'fucking crazy', descreveu cantor ao G1. Faixa está no álbum bilíngue 'Ilegal'. O cantor Supla na gravação do clipe da música 'If you accept me',...


    Lançado nesta sexta-feira (14), vídeo de 'If you accept me' tem visual 'meio gótico' e é 'fucking crazy', descreveu cantor ao G1. Faixa está no álbum bilíngue 'Ilegal'. O cantor Supla na gravação do clipe da música 'If you accept me', lançado nesta sexta-feira (14) Divulgação Supla atende o telefone e diz: "Hello". Sem novidade – o vocabulário bilíngue (com palavrões preferencialmente em inglês, mas tom sempre educado) é típico deste cantor de 52 anos de idade e mais de 30 de carreira. O novo passo é o clipe de "If you accept me", que ele lança nesta sexta-feira (14). Clique aqui para assistir ao clipe 'If you accept me', de Supla. Em entrevista por telefone ao G1, Supla descreve o visual do vídeo como "fucking crazy" e "kindda gothic" ("meio gótico"). Isso porque a gravação aconteceu em um cemitério de Nova York e tem participação de duas mulheres às quais ele se refere como "freiras russas" (o estilo não é exatamente religioso). Uma delas é a compositora Victoria Petrusky, parceira do cantor; a outra é amiga dela. Mas por que, afinal de contas, gravar o clipe lá em Nova York, Supla? "Sempre que vou pra Nova York...", começa ele, para logo fazer uma pausa (primeiro) autocrítica e (depois) conformada. "Falando assim, pareço aquele cara super privilegiado, que sempre vai pra Nova York, puta que o pariu! Mas... What can I say? ['o que eu posso dizer?']." A explicação volta: "Chegando em Manhattan, você vê pelo lado direito o cemitério do Queens. E eu nunca vi aquele cemitério em filme, então pensei: 'Tenho que colocar isso no clipe!'. Lembro que, filmando, parei ali com o táxi e afetou um pouco o trânsito, filmei meio na raça, e ficou bem louco!". "If you accept me" está no álbum mais recente de Supla, "Illegal", que saiu neste ano. Quase todas as músicas têm uma versão com letra em português e outra com versos em inglês ("é muito trabalhoso", afirma o autor). A do novo clipe é uma das duas que só ficaram na língua estrangeira mesmo. "Uma vez um amigo falou que esta música é meio religiosa. Eu falei que não, mas pode ser, porque canto assim: 'And I'll forgive all your sins / If you accept me'. Isso significa: 'Perdoarei todos os seus pecados / Se você me aceitar'", lembra Supla. Mas não seriam, talvez, versos de amor? "Não necesseriamente. Fala mais sobre a vontade de ser aceito. Você está pedindo pra eu dar uma interpretada, vê se não falo nenhuma besteira. Para o clipe, pensei mais em imagens loucas, entendeu? Não quero mais ficar enrolando, porque não quero ficar falando besteira." Perguntado se, em certos momentos da vida, sentiu falta justamente de ser aceito pelos outros, Supla diz que "em vários, normal, lógico!". Como exemplo, cita uma crítica de jornal ao seu primeiro disco na qual o resenhista "falou em rock em berço dourado". "Ele não me aceitou, ele me tirou", completa, garantindo reconhecer que esse tipo de coisa faz parte. "Se você está no showbusiness, tem que saber levar, senão fica maluco. Você vira uma pessoa pública, os caras vão falar tudo, bem e mal. Todo mundo quer ser aceito. Faz parte do ser humano." No caso específico do clipe de "If you accept me", em que as tais duas "freiras russas" vestem roupas muito justas e rasgadas, Supla admite que "é pra ser provocativo". "It’s rock and roll!", esclarece, "não é pra ficar bajulando". Meia hora depois do "hello", antes de desligar o telefone, que ele mesmo costuma atender ("eu faço tudo, cê tá ligado?; mas prefiro assim"), Supla encerra: "Nice to talk to you". Supla na gravação do clipe da faixa 'If you accept me', em um cemitério no Queens, em Nova York Divulgação
    DJ Alok lança single com cantor inglês enquanto aguarda a edição de música gravada com Anitta

    DJ Alok lança single com cantor inglês enquanto aguarda a edição de música gravada com Anitta


    DJ Alok fecha este ano de 2018 com o lançamento de single inédito, Pray, já com a expectativa do que virá em 2019. O single Pray chega hoje, 14 de dezembro, ao mercado fonográfico em clima de Natal e com a participação do cantor inglês Conor...


    DJ Alok fecha este ano de 2018 com o lançamento de single inédito, Pray, já com a expectativa do que virá em 2019. O single Pray chega hoje, 14 de dezembro, ao mercado fonográfico em clima de Natal e com a participação do cantor inglês Conor Maynard. Só que o que vem movimentando a web esta semana, em se tratando de Alok, é a confirmação da esperada gravação do DJ e produtor musical goiano – nome de visibilidade planetária na pista da música eletrônica – com Anitta. Anunciada em julho de 2017, a colaboração de Anitta e Alok finalmente sai do plano das ideias. Mas em tempo próprio. Antes previsto para março, o single com a música que junta Alok, Anitta e dois nomes internacionais – de identidades mantidas em sigilo – será lançado em maio se não houver outra mudança no cronograma da artista carioca. Até porque, no primeiro trimestre do ano, as atenções de Anitta estarão voltadas para a divulgação e repercussão da participação da cantora no álbum que Madonna lançará em 2019, presumivelmente na música intitulada Batuka. Editoria de Arte / G1
    The Cure, Radiohead e Janet Jackson entram no Hall da Fama do Rock

    The Cure, Radiohead e Janet Jackson entram no Hall da Fama do Rock


    Def Leppard, Roxy Music, The Zombies e Stevie Nicks completam os novos integrantes do Hall da Fama do Rock em 2018. The Cure faz show no Brasil em 2013 Flávio Moraes/G1 As bandas britânicas The Cure e Radiohead e a cantora americana Janet Jackson...


    Def Leppard, Roxy Music, The Zombies e Stevie Nicks completam os novos integrantes do Hall da Fama do Rock em 2018. The Cure faz show no Brasil em 2013 Flávio Moraes/G1 As bandas britânicas The Cure e Radiohead e a cantora americana Janet Jackson vão fazer parte do Hall da Fama do Rock, anunciou a comissão nesta quinta-feira (13). Completam a safra de 2019 outros três grupos britânicos: Def Leppard, Roxy Music e The Zombies, representantes de estilos muito diferentes, e a cantora americana Stevie Nicks, que integra o grupo Fleetwood Mac, e passa a ser homenageada individualmente. Embora a lista seja dominada por músicos de rock, a inclusão da cantora pop Janet Jackson mostra a intenção do Hall da Fama de não se limitar estritamente a este estilo musical e, neste sentido, já fazem parte dele rappers e músicos de folk, reggae, soul e R&B. Na pré-seleção, apresentada em outubro pelo Hall da Fama, situado em Cleveland (Ohio) e do qual um artista pode fazer parte a partir dos 25 anos desde a publicação de sua primeira canção, apareciam também o grupo alemão de música eletrônica Kraftwerk e o rapper americano LL Cool J. The Cure O grupo The Cure será oficialmente contemplado em uma cerimônia em 29 de março de 2019 no Brooklyn, quando forem completados 40 anos do lançamento do primeiro álbum com o nome inicial da banda, "Easy Cure". A banda marcou os anos 1980 e 1990 com uma música marcada pela melancolia e pelo romantismo, com sucessos como "Boys Don't Cry", "Close To Me" e "Friday I'm in Love". Sua composição evoluiu ao longo dos anos, sempre ao redor do vocalista, Robert Smith, a imagem da banda com sua voz aguda, maquiagem marcada e cabelos desgrenhados. Apesar de não ter lançado nenhum álbum desde 2008, o The Cure continua enchendo casas de shows e estádios por onde vá. Em 7 de julho passado, reuniu mais de 65 mil pessoas no parque londrino Hyde Park, em um concerto organizado para comemorar os 40 anos da banda. Janet Jackson Janet Jackson Chris Pizzello/Invision/AP, File Longe do universo do The Cure, o Hall da Fama do Rock decidiu também homenagear Janet Jackson, eleita por um júri de mais de mil pessoas, membros, historiadores da música e profissionais da indústria. Inicialmente conhecida por ser a irmã caçula do rei do pop, Michael Jackson, Janet construiu uma carreira a partir dos anos 1980. Em 1986, seu álbum "Control" fez dela uma estrela completa, graças a uma hábil combinação de pop e R&B e, da mesma forma que seu irmão, conseguiu criar um universo no qual a dança está muito presente, inspirando gerações de cantores. De 1986 a 2000, dez de suas canções alcançaram os primeiros lugares de sucesso de vendas nos Estados Unidos, como "Miss You Much" e "Rythm Nation", acompanhadas de vídeos que modernizaram o universo das coreografias em grupo. "Conseguimos, garotos. Muito obrigada por todo o seu apoio e apoio", tuitou a cantora. Radiohead Thom Yorke, vocalista do Radiohead, no tapete vermelho do Festival de Cinema de Veneza, na Itália REUTERS/Tony Gentile Outro contemplado este ano foi o grupo inglês Radiohead, descartado no ano passado apesar de ser um dos pré-selecionados favoritos. O Radiohead marcou a cena musical desde seu primeiro álbum, com uma música sombria e neurótica, que contrastava com a picardia dominante do "brit pop" no começo dos anos 1990, e foi catapultado para a fama com a balada "Creep". Impulsionada pelo espírito atormentado do vocalista Thom Yorke e sua voz cativante, a banda se posicionou na vanguarda do rock, especialmente com o álbum "OK Computer", que marcou profundamente o fim dos anos 1990.
    'Pokémon Go' libera batalha entre jogadores

    'Pokémon Go' libera batalha entre jogadores


    Para duelar, jogadores precisam participar de treinamento. Batalhas são liberadas por proximidade entre usuários. Jogo de realidade aumentada 'Pokemon Go' foi lançado em 2016 Sam Mircovich/Reuters Treinadores do "Pokémon Go" poderão competir...


    Para duelar, jogadores precisam participar de treinamento. Batalhas são liberadas por proximidade entre usuários. Jogo de realidade aumentada 'Pokemon Go' foi lançado em 2016 Sam Mircovich/Reuters Treinadores do "Pokémon Go" poderão competir entre si em tempo real. A Niantic, desenvolvedora do game, liberou o modo de batalha entre jogadores nesta quarta-feira (12). É possível começar um confronto de dois modos: Com jogadores que estejam em localidades próximas. Com treinadores classificados como "Melhor amigo" ou "Ultra amigo". Para disputar, jogadores precisam participar de um treinamento na Liga de Batalha de Treinadores. Cada preparação rende recompensas diárias. Os duelos serão separados pelo nível do pokémon, mas todas as ligas possuem as mesmas recompensas. Há também a opção liga master, em que pokémons de diferentes níveis podem disputar entre si.
    Kéfera discute com convidado do 'Encontro': 'Não é seu lugar de fala, você pode ouvir e nos respeitar'

    Kéfera discute com convidado do 'Encontro': 'Não é seu lugar de fala, você pode ouvir e nos respeitar'


    Para atriz, convidado interrompeu sua fala. Programa debateu quarta onda do feminismo, pós-internet e redes sociais. Kéfera Buchmann debate feminismo no 'Encontro com Fátima Bernardes' TV Globo O "Encontro com Fátima Bernardes" desta quinta-feira...


    Para atriz, convidado interrompeu sua fala. Programa debateu quarta onda do feminismo, pós-internet e redes sociais. Kéfera Buchmann debate feminismo no 'Encontro com Fátima Bernardes' TV Globo O "Encontro com Fátima Bernardes" desta quinta-feira (13) debateu a quarta onda do feminismo, pós-internet e redes sociais. Durante o programa, a atriz Kéfera Buchmann discutiu com um convidado da plateia. Para tratar o tema, Fátima reuniu dúvidas de alguns convidados e o carioca Walace narrou um episódio de atrito com uma mulher. "Quando elas falam em assédio, reivindicando direitos, tudo bem. Mas por exemplo, eu estava fazendo uma peça em uma faculdade. Simplesmente toquei uma feminista e falei 'onde fica o banheiro?' Ela me encarou, parecia uma cena da novela 'O beijo do vampiro', não podia fazer nada com ela", contou. Kéfera respondeu o convidado: "Isso que você está fazendo é mansplaining, que é o homem explicar o feminismo para a mulher. Não é necessário, a gente sabe bem o que é feminismo e a gente entende o seu ponto de vista." Ele argumentou que não queria explicar o conceito, mas expor sua opinião. "Agora você está manterrupting, que é quando você tenta interromper uma mulher explicando feminismo para vocês. Não é o seu lugar de fala, você pode ouvir, complementar e nos respeitar", continuou a atriz. Fátima complementou: "É importante ele falar. Muitas pessoas pensam assim, que o feminismo é viável apenas no papel. E a gente precisa falar mais sobre isso. Igualdade de direitos é em vários aspectos: nas oportunidades, na questão do salário, na questão do respeito às nossas posições".
    Taylor Swift usa tecnologia de reconhecimento facial em show para tentar flagrar 'stalkers'

    Taylor Swift usa tecnologia de reconhecimento facial em show para tentar flagrar 'stalkers'


    Diretor de empresa de segurança explicou à revista Rolling Stone que software começava a funcionar quando a pessoa parasse e olhasse para a câmera. Taylor Swift durante show em fevereiro deste ano John Salangsang/Invision/AP Sorria, você está...


    Diretor de empresa de segurança explicou à revista Rolling Stone que software começava a funcionar quando a pessoa parasse e olhasse para a câmera. Taylor Swift durante show em fevereiro deste ano John Salangsang/Invision/AP Sorria, você está sendo filmado. Lembre-se disso quando for a algum show de Taylor Swift. Segundo a Rolling Stone, a cantora usou tecnologia de reconhecimento facial em uma de suas apresentações para tentar flagrar alguns de seus “stalkers”. Swift, que tem inúmeros stalkers (um deles chegou a ser preso ao invadir sua casa), usou a ferramenta em um show no estádio Rose Bowl, na Califórnia, em 18 de maio. A informação foi revelada para a revista Rolling Stone por Mike Downing, diretor da empresa de segurança Oak View Group. Ele explicou que o software estava dentro de uma câmera que tirava fotos do público. "Todo mundo que passasse por ali, parasse e olhasse, o software começaria a funcionar”, explicou Mike. As imagens, então, eram transferidas para um centro de comando em Nashville, onde eles cruzavam as informações com um banco de dados de centenas de stalkers da cantora. Os representantes de Taylor não retornaram a revista quando foram procurados para comentar o assunto.
    Peter Murphy, do Bauhaus, é detido e expulso de seu próprio show por jogar garrafas em fãs

    Peter Murphy, do Bauhaus, é detido e expulso de seu próprio show por jogar garrafas em fãs


    Ele se revoltou com falhas técnicas durante apresentação na Suécia, segundo jornais locais. Peter Murphy é preso durante show com músicas do Bauhaus Divulgação/4AD/Tom Holmlund Peter Murphy, vocalista do Bahaus, foi detido e expulso de seu...


    Ele se revoltou com falhas técnicas durante apresentação na Suécia, segundo jornais locais. Peter Murphy é preso durante show com músicas do Bauhaus Divulgação/4AD/Tom Holmlund Peter Murphy, vocalista do Bahaus, foi detido e expulso de seu próprio show em Estocolmo, na Suécia, por jogar garrafas na direção de seus fãs. Segundo jornais suecos, ele se revoltou com problemas técnicos e chutou parte do cenário. Depois, o cantor de 61 anos arremessou garrafas e copos. Antes de ser detido, ele empurrou um dos policiais. O objetivo do cantor era acertar o técnico que estava na mesa de som da casa de show. Mas quem acabou se machucando foi um fã, hospitalizado com ferimentos leves. De acordo com a produção da casa de show Nalen Stora Salen, a atitude foi "inaceitável". "Com uma música faltando, o empresário e a equipe técnica do artista decidiram terminar o show. A mesa de som ficou danificada... Por enquanto, estamos investigando o que aconteceu. Se mais alguém da plateia estiver ferido, entrem em contato para que prestemos queixa na polícia", disse a produção do evento, em comunicado. Vinda ao Brasil Murphy e o baixista David J tocaram no Brasil em outubro. A turnê atual do vocalista celebra os 40 anos do grupo. Eles são responsáveis pela gravação de clássicos do rock gótico como "Kick in the Eye", "Ziggy Stardust" e "She's in Parties".
    YouTube Rewind 2018 se torna vídeo mais odiado do site e supera clipe de Justin Bieber

    YouTube Rewind 2018 se torna vídeo mais odiado do site e supera clipe de Justin Bieber


    Mais de 10 milhões clicaram 'não gostei' uma semana após a publicação da retrospectiva. Whindersson, Natália Arcuri, do Me Poupe! e Iberê, do Manual de Mundo são estão no vídeo. O YouTube Rewind superou o clipe de Justin Bieber e é o vídeo...


    Mais de 10 milhões clicaram 'não gostei' uma semana após a publicação da retrospectiva. Whindersson, Natália Arcuri, do Me Poupe! e Iberê, do Manual de Mundo são estão no vídeo. O YouTube Rewind superou o clipe de Justin Bieber e é o vídeo mais odiado da plataforma. Publicada na quinta (6), a retrospectiva “celebra os vídeos, pessoas, músicas e momentos que definiram o ano”, mas a reação da comunidade do YouTube não foi positiva. Mais de 10 milhões de pessoas não gostaram e marcaram sua opinião no botão de “dislike”. Com essa marca, o vídeo passa a ser o mais odiado da plataforma, superando os 8 milhões da música “Baby” do cantor americano. Will Smith começa a recapitulação e define que o game Fortnite e o youtuber Marques Brownlee não poderiam ficar de fora. Na sequência aparecem criadores de conteúdo do mundo todo, inclusive brasileiros, como Whindersson Nunes, Natália Arcuri, do canal de educação financeira Me Poupe! e Iberê Thenório e Mariana Fulfaro, do Manual de Mundo. YouTube Rewind 2018 Divulgação A discussão em torno de temas como feminismo, saúde mental, educação e tipos de beleza foi citada como importante dentro da plataforma. O desafio da música “In My Feelings” de Akon, o empoderamento das drag queens e o K-POP também foram destacados. Rejeição da comunidade O que era pra ser uma ação de marketing acabou se transformando em uma crise de imagem para o YouTube. Além dos usuários comentando nas redes sociais e no próprio vídeo, youtubers fizeram suas respostas comentando a retrospectiva oficial. PewDiePie é o maior canal do mundo na plataforma e ficou, mais uma vez, de fora. No ano passado ele também não apareceu. O vídeo em que comenta sobre o assunto tem mais de 18 milhões de visualizações e 1,7 milhões de likes. Para Marques Brownlee, o problema acontece porque “YouTubers, criadores e o público veem isso como uma coisa e, o YouTube, responsável por fazê-lo, vê isso como algo completamente diferente", de acordo com seu vídeo “O problema com o Youtube Rewind!”.
    Lollapalooza anuncia line-up por dia com Arctic Monkeys, Kendrick e Kings of Leon em destaque

    Lollapalooza anuncia line-up por dia com Arctic Monkeys, Kendrick e Kings of Leon em destaque


    Festival em abril é no Autódromo de Interlagos, em SP. Programação tem Tribalistas, Sam Smith, Tiësto, Post Malone, Lenny Kravitz, Steve Aoki e Twenty One Pilots. Arctic Monkeys, Kendrick Lamar e Kings of Leon são as atrações principais do...


    Festival em abril é no Autódromo de Interlagos, em SP. Programação tem Tribalistas, Sam Smith, Tiësto, Post Malone, Lenny Kravitz, Steve Aoki e Twenty One Pilots. Arctic Monkeys, Kendrick Lamar e Kings of Leon são as atrações principais do Lollapalooza 2019 Divulgação A divisão de atrações por dia de Lollapalooza Brasil foi anunciada. A oitava edição do Lollapalooza no Brasil acontece no Autódromo de Interlagos. Veja lista completa abaixo. Atrações principais de cada dia 5 de abril: Arctic Monkeys, Tribalistas, Sam Smith e Tiësto 6 de abril: Kings of Leon, Post Malone, Lenny Kravitz e Steve Aoki 7 de abril: Kendrick Lamar, Twenty One Pilots e Dimitri Vegas & Like Mike G1 comenta programação do Lollapalooza Como comprar ingressos? A venda dos ingressos Lolla Day (que valem para só um dia) começou nesta quinta-feira (13) pelo site oficial do Lollapalooza. Eles custam a partir de R$ 340 no primeiro lote. A venda do Lolla Pass (todos os dias) está no segundo lote, com preço a partir de R$ 900. A bilheteria oficial é no Credicard Hall, em São Paulo, sem taxa de conveniência. Os postos de venda são no Km de Vantagens Hall do Rio e de Belo Horizonte. Os horários de cada atração serão divulgados em breve. Initial plugin text Line-up completo do Lolla 2019 Sexta-feira – 5 abril Arctic Monkeys Tribalistas Sam Smith Tiësto The 1975 Macklemore Foals Kshmr St. Vincent Zhu Portugal. The Man Fisher Troye Sivan Scalene Bruno Be Loud Luxury Elekfantz Autoramas Dashdot Maz The Fever 333 Molho Negro Sábado – 6 de abril Kings Of Leon Post Malone Lenny Kravitz Steve Aoki Vintage Culture Odesza Snow Patrol Bring Me The Horizon Silva Chemical Surf Rashid Kungs Jorja Smith Lany Dubdogz Feat. Vitor Kley Illusionize Jain Liniker E Os Caramelows Valentino Khan Gryffin Liu Carne Doce Duda Beat Catavento Domingo – 7 de abril Kendrick Lamar Twenty One Pilots Interpol Dimitri Vegas & Like Mike Greta Van Fleet Years & Years Gabriel, O Pensador Rl Grime Don Diablo Bk’ Gta Groove Delight Rüfüs Du Sol Bhaskar Kvsh Letrux Pontifexx Aláfia Luiza Lian The Inspector Cluzo E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante
    Dia nacional do forró: De Luiz Gonzaga a Falamansa, veja origem e transformações do ritmo

    Dia nacional do forró: De Luiz Gonzaga a Falamansa, veja origem e transformações do ritmo


    Estilo passou por três grandes fases desde que surgiu, nos anos 1940. Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo: juntos em O Grande Encontro Divulgação De Luiz Gonzaga a Falamansa, o forró se transformou ao longo de suas quase oito décadas....


    Estilo passou por três grandes fases desde que surgiu, nos anos 1940. Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo: juntos em O Grande Encontro Divulgação De Luiz Gonzaga a Falamansa, o forró se transformou ao longo de suas quase oito décadas. Nesta quinta (13), é comemorado o dia nacional do ritmo nordestino. Para tocar forró tradicional não é preciso mais que três instrumentos: Sanfona, zabumba e triângulo. Mas o ritmo se modernizou, viajou a outros estados e incorporou elementos de pop, axé e tecnobrega. Pesquisadores do tema marcam três grandes fases do forró: Tradicional (pé-de-serra), Universitário e Eletrônico. Falamansa ajudou a popularizar forró universitário Pinguim/Divulgação Surgimento e transformações Gonzagão, o rei do baião, foi um dos primeiros a popularizar o ritmo, nos anos 1940 ao lado de Carmélia Alves. No começo, era uma criação artística do universo rural do sertanejo. As primeiras grandes mudanças começaram em 1975, quando músicos populares adaptaram o estilo à época e à forma que já tocavam. Era o início do forró universitário, de apelo jovem e urbano, popularizado por Elba Ramalho, Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho. Os anos 1990 trouxeram a maior transformação do estilo. Com incorporação de novos instrumentos, bailarinas, e elementos de outros ritmos, nasceu o forró eletrônico, também chamado forró estilizado ou “oxente music”. Origem e transformações do forró Dalton Soares/G1
    Avril Lavigne lança 'Tell me it’s over', segunda faixa do álbum 'Head Above Water'

    Avril Lavigne lança 'Tell me it’s over', segunda faixa do álbum 'Head Above Water'


    Cantora explica que faixa é um hino sobre ser forte e dar um basta no relacionamento após diversas tentativas. Avril Lavigne Reprodução/Instagram Avril Lavigne lançou mais uma faixa de seu próximo álbum. Depois de “Head Above Water”,...


    Cantora explica que faixa é um hino sobre ser forte e dar um basta no relacionamento após diversas tentativas. Avril Lavigne Reprodução/Instagram Avril Lavigne lançou mais uma faixa de seu próximo álbum. Depois de “Head Above Water”, faixa-título do disco, a cantora divulgou “Tell me it’s over”, que veio acompanhada de um videoclipe. A canção é uma baladinha R&B, que fala sobre a coragem de dar um fim a um relacionamento fadado ao fracasso após diversas tentativas. "'Tell Me It’s Over’ é um hino sobre ser forte, dando finalmente um basta e fechando as portas em um relacionamento, que você sabe que está errado, após cair diversas vezes no jogo”, explicou Avril para a Billboard. "Se alguém não te trata da maneira que você merece ser tratada, ponha um fim nisso. Isso é compreensivelmente difícil, porque no passado, toda vez que você o via, ele lhe sugava de volta para a teia dele, mas não será mais assim a partir de agora". "Os vocais e a letra dessa canção são muito vulneráveis, que são reflexo de sentimentos que tive em relacionamentos como esse". "Eu queria escrever algo clássico e inspirado por algumas das rainhas atemporais que ouço todos os dias na minha casa, como Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Aretha Franklin e Etta James. Elas representam mulheres que defendem mulheres e que não toleram mais as babaquices de um homem", completou a cantora. “Tell me it’s over” é a segunda música do primeiro disco de Avril após cinco anos de hiato. O álbum será lançado em 15 de fevereiro de 2019.
    'Aquaman', 'Colette' e 'Intimidade entre estranhos' são estreias da semana nos cinemas; veja trailers

    'Aquaman', 'Colette' e 'Intimidade entre estranhos' são estreias da semana nos cinemas; veja trailers


    Semana nos cinemas tem filme de super-herói e história real de escritora em casamento abusivo. Documentário 'Chá com as damas' também é destaque; G1 comenta em VÍDEO. As estreias do cinema As águas vão rolar nos cinemas nesta quinta-feira...


    Semana nos cinemas tem filme de super-herói e história real de escritora em casamento abusivo. Documentário 'Chá com as damas' também é destaque; G1 comenta em VÍDEO. As estreias do cinema As águas vão rolar nos cinemas nesta quinta-feira (13) com a estreia de "Aquaman". Para quem não gosta de super-heróis, tem a inspiradora história de "Colette" e o drama nacional "Intimidade entre estranhos". O documentário "Chá com as damas" também é destaque. O G1 comenta as principais estreias da semana no VÍDEO acima; veja trailers abaixo 'Aquaman' ganha trailer final antes da estreia em dezembro 'Aquaman' O filme dedicado ao herói segue bem cartilha das produções que narram as origens desse tipo de personagem. O Aquaman aparece ainda criança, descobrindo seus poderes. Depois, já adulto, ganha a pele do grandalhão Jason Momoa. Jason Momoa em cena de 'Aquaman' Divulgação Na história, ele embarca numa jornada pra descobrir se é mesmo digno da cumprir seu destino de se tornar rei de Atlantis. A atriz Amber Heard também está no elenco. O diretor é James Wan, conhecido pelo trabalho em sagas lucrativas, como “Jogos mortais” e “Invocação do mal”. Leia crítica. 'Colette' O filme conta a inspiradora história real de uma escritora mais forte que muito super-herói. Keira Knightley interpreta a francesa, que briga para ser reconhecida como autora de seus próprios livros - ela teve suas primeiras obras de sucesso assinadas pelo marido. Cena de 'Collete' Divulgação A trama mostra como a romancista conseguiu superar o casamento abusivo para se tornar um grande nome da literatura da França, chegando a concorrer ao Prêmio Nobel. 'Intimidade entre estranhos' O drama romântico acompanha vizinhos unidos pela solidão. Rafaela Mandeli é uma mulher com o casamento em crise. Gabriel Contente, um jovem isolado e de luto pela morte da avó. Os dois desenvolvem uma amizade, que aos poucos vai ganhando tom romântico. 'Chá com as damas' Juntas no mesmo ramo por décadas, as consagradas atrizes Eileen Atkins, Judi Dench, Joan Plowright e Maggie Smith deixam de lado os holofotes por alguns instantes para realizarem conversas intimistas, sinceras e reflexivas a respeito de suas carreiras. Suas vidas pessoais e influências também aparecem como temas em uma reunião do grupo de amigas, mostrada nesse documentário.
    Pretinho da Serrinha faz 'Som de Madureira' com Lulu Santos, Quarteto em Cy e Zélia Duncan

    Pretinho da Serrinha faz 'Som de Madureira' com Lulu Santos, Quarteto em Cy e Zélia Duncan


    Com capa que expõe Pretinho da Serrinha em foto de Marta Azevedo, apresentada com arte de Luísa Annik, o primeiro álbum solo do percussionista e compositor carioca Ângelo Vitor Simplício da Silva, Som de Madureira, chega ao mercado fonográfico...


    Com capa que expõe Pretinho da Serrinha em foto de Marta Azevedo, apresentada com arte de Luísa Annik, o primeiro álbum solo do percussionista e compositor carioca Ângelo Vitor Simplício da Silva, Som de Madureira, chega ao mercado fonográfico nesta segunda semana de dezembro. Como já sinalizaram os singles Osso duro de doer (Pretinho da Serrinha e Leandro Fab) e Da Serrinha (Pretinho da Serrinha e Mauro Diniz), o repertório do álbum Som de Madureira joga luz sobre a produção autoral de Pretinho como compositor. Contudo, há cinco incursões por músicas de lavra alheia, já pré-existentes, ao longo das 11 faixas do disco. Uma das mais surpreendentes da seleção da obra alheia é Paratodos, música de Chico Buarque que batizou o disco lançado pelo cantor e compositor carioca em 1993 e que, 25 anos depois, ganha registro feito por Pretinho com as vozes do grupo Quarteto em Cy e citações dos sambas Águas de março (Antonio Carlos Jobim, 1972) e Folhas secas (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, 1973). Pretinho da Serrinha regrava 'Paratodos', música de Chico Buarque, no álbum 'Som de Madureira' Marta Azevedo / Divulgação Fora do terreiro autoral, Pretinho da Serrinha também encara a pegada de Galope (Gonzaguinha, 1974) e cai duas vezes no samba de Jorge Aragão ao regravar Coisa de pele (hino de louvação dos pagodes cariocas dos anos 1980, composto por Aragão com Acyr Marques e lançado em 1986 na voz de Beth Carvalho) e Céu de pudor, mar de paixão (Jorge Aragão e Franco, 1988), samba pouco conhecido de Aragão, lançado há 30 anos na voz do cantor Roberto Ribeiro (1940 – 1996). Há também abordagem de Zumbi (Espírito de guerra e luz) (Prateado e Carica, 1998) que embute texto de Zélia Duncan. A música foi lançada há 20 anos pelo Grupo Sensação em gravação feita com a participação do rapper Mano Brown. Na seara autoral, Pretinho apresenta sambas como Nada vai mudar (parceria com Leandro Fab e Prateado gravada com a participação de Maria Rita), Tô carente (com Fred Camacho, Marcelinho Moreira e o onipresente Leandro Fab) e A sorte chegou e sorriu (de Pretinho com Leandro Fab). Nessa seara, Lulu Santos é convidado do artista em Som de Madureira (Pretinho da Serrinha, Gabriel Moura e Rogê Cury), música-título que alude ao fato de o álbum gravitar em torno do samba aprendido por Pretinho onde foi criado, no Morro da Serrinha, berço da escola de samba Império Serrado, fundada em 1947 no bairro carioca de Madureira. Editoria de Arte / G1
    Maria Bethânia prepara álbum com arranjos de Letieres Leite, maestro da orquestra Rumpilezz

    Maria Bethânia prepara álbum com arranjos de Letieres Leite, maestro da orquestra Rumpilezz


    Maria Bethânia vai lançar em 2019 o primeiro álbum de estúdio da cantora baiana desde Meus quintais, editado em 2014. Para os fãs da artista, essa notícia é de certa forma até previsível, pois um disco de estúdio já estava nos planos da...


    Maria Bethânia vai lançar em 2019 o primeiro álbum de estúdio da cantora baiana desde Meus quintais, editado em 2014. Para os fãs da artista, essa notícia é de certa forma até previsível, pois um disco de estúdio já estava nos planos da intérprete nos últimos dois anos, tendo sido adiado somente por conta do projeto da corrente turnê nacional do show com Zeca Pagodinho. A melhor notícia é a de que o maestro baiano Letieres Leite – mentor da soteropolitana Orkestra Rumpilezz – trabalha atualmente na criação de arranjos para o álbum de Bethânia. O que faz supor uma mudança de sonoridade na discografia de estúdio da cantora, que vem priorizando sons interioranos nos últimos álbuns. Para quem não liga o nome ao som, Letieres Leite tem sido justamente celebrado pela inovação feita na música instrumental brasileira com a Rumpilezz, orquestra que promove a conexão do mundo do jazz com o universo musical afro-brasileiro enraizado na Bahia. Editoria de Arte / G1
    Mart'nália exerce a cidadania com Vladimir Brichta em gravação inédita de reedição de disco beneficente lançado há 20 anos

    Mart'nália exerce a cidadania com Vladimir Brichta em gravação inédita de reedição de disco beneficente lançado há 20 anos


    Mart'nalia cai no samba com Vladimir Brichta para exercer a cidadania enquanto promove, a partir de amanhã, a gravação de A tonga da mironga do kabuletê (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971), primeiro single do álbum que lança em janeiro com...


    Mart'nalia cai no samba com Vladimir Brichta para exercer a cidadania enquanto promove, a partir de amanhã, a gravação de A tonga da mironga do kabuletê (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971), primeiro single do álbum que lança em janeiro com músicas de Vinicius de Moraes (1913 – 1980). A cantora carioca e o ator baiano interpretam juntos o samba Peço a Deus (Dedé da Portela e Dida, 1985) em gravação feita em 29 de junho deste ano de 2018 para ser apresentada como uma das faixas inéditas do disco Ação da Cidadania 25 anos. Lançado neste mês de dezembro, o disco é a reedição revista e atualizada do álbum Brasil são outros 500 (1998), editado há 20 anos como projeto fonográfico beneficente da Ação da Cidadania, ONG fundada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza (1935 – 1997), o Betinho. O disco Ação da Cidadania 25 anos também tem caráter beneficente como o álbum original de 1998. Toda a renda arrecadada com a comercialização do disco será revertida para a Campanha Natal sem Fome 2018, cuja meta é conseguir duas mil toneladas de alimentos para assistir cerca de um milhão de pessoas carentes em todo o Brasil. Capa do disco 'Ação da Cidadania 25 anos' Divulgação Além do dueto de Mart'nália e Brichta, o disco também apresenta gravação inédita de sucesso do grupo Titãs, Comida (Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Sérgio Britto, 1987), nas vozes de Gabriel Moura, Lúcio Mauro Filho e Rodrigo Suricato. As outras 13 faixas do disco são oriundas do álbum Brasil são outros 500, projeto marcado pela reunião de cantores com atores em gravações então inéditas. Entre estes duetos, há os feitos por Chico Buarque e Fernanda Montenegro em Construção (Chico Buarque, 1971) e por Maria Bethânia e Vera Holtz em Tocando em frente (Almir Sater e Renato Teixeira, 1990). Editoria de Arte / G1
    Sem canções ou animais felizes, novo 'Mogli' não é 'filme pipoca', diz Andy Serkis

    Sem canções ou animais felizes, novo 'Mogli' não é 'filme pipoca', diz Andy Serkis


    'Mogli: Entre dois mundos' estreia 2 anos depois de live action da Disney. Diretor afirma que não 'tremeu' com concorrente ao tocar história mais 'sombria' e 'global'. Por que há um novo "Mogli" pouco mais de dois anos depois do lançamento do...


    'Mogli: Entre dois mundos' estreia 2 anos depois de live action da Disney. Diretor afirma que não 'tremeu' com concorrente ao tocar história mais 'sombria' e 'global'. Por que há um novo "Mogli" pouco mais de dois anos depois do lançamento do live action da Disney? A dúvida intrigou muita gente após a estreia de "Mogli: Entre dois mundos", na última sexta-feira (7). A versão mais recente da história, dirigida por Andy Serkis, precisou cruzar uma selva escura em uma saga de cinco anos antes de chegar à Netflix. Trailer de 'Mogli: Entre dois mundos' "Quando comecei o projeto, não havia uma versão anterior", lembrou o cineasta, durante sua passagem pelo Brasil para promover o filme na Comic Con Experience, em São Paulo. Ele garantiu: "Não tremi na base [com o anúncio do live action de 2016]. Sabia que o filme da Disney seria uma reprodução da animação." Ele se refere ao desenho "Mogli - O menino lobo", de 1967, usado como inspiração para o filme de mesmo nome. A produção da Disney arrecadou US$ 966 milhões no mundo todo com uma aventura musical capaz de prender a atenção até das crianças mais bagunceiras. Neel Sethi como Mogli em live action da Disney, de 2016, e Rohan Chand no novo "Mogli: Entre dois mundos", dirigido por Andy Serkis Divulgação Mas Serkis queria um tom bem diferente. Seu material de origem é "O livro da selva", de Rudyard Kipling, publicado originalmente em 1894. "É a jornada de um menino que é um estranho e está em uma espécie de rito de passagem em dois mundos, o dos humanos e o dos animais" explicou o diretor, em entrevista ao G1. Ele acrescentou: "O livro é mais obscuro e o roteiro reflete esse material. Por isso é uma história mais sombria. Não há canções ou animais felizes. As travessuras dos animais são meio que secundárias." Às vezes ele parece alfinetar a produção concorrente. Diz que seu filme tem uma "sensibilidade" mais próxima de produções como a vencedora do Oscar "As aventuras de Pi" (2012) do que de blockbusters americanos. Andy Serkis em evento da Netflix para promover 'Mogli' no Brasil Divulgação/Netflix Por causa disso, costuma contar que sentiu certo alívio após a compra dos direitos de distribuição pela Netflix, em julho deste ano. Antes, o projeto era tocado pela Warner Bros. A negociação significou uma mudança radical na estratégia de lançamento. "Entre dois mundos" estreou direto na plataforma de streaming, sem a pressão das bilheterias. "Parece ser um filme com apelo mais global. E, considerando isso, [com o lançamento na internet] você não precisa tentar encaixá-lo nos moldes de um filme pipoca para os cinemas. De certa forma, eu acho que ele chegou ao público para o qual foi feito." Elenco de superprodução O novo "Mogli" pode até não ser um "filme pipoca", mas tem elenco de superprodução. Além do próprio Serkis, considerado mestre da captura digital de movimento em Hollywood, Christian Bale, Cate Blanchett, Benedict Cumberbatch e Naomie Harris dão vida aos animais da selva. Ainda assim, o mais elogiado pela crítica tem sido Rohan Chand, garoto que interpreta o protagonista. Serkis esperava uma longa busca para encontrar seu Mogli, mas topou com o ator mirim de filmes como "Jumanji: Bem-vindo à selva" já no terceiro teste. Os dois se conheceram em uma conversa por videoconferência. Na época, Rohan tinha 10 anos. Rohan Chand em cena de 'Mogli: Entre dois mundos' Divulgação "Ele era tão dedicado. Trabalhou muito fisicamente: estudou os lobos e aprendeu a correr como eles muito rápido. Ele realmente se tornou aquele garoto", elogiou o cineasta. Em uma trama pouco colorida, que Serkis define como "um drama com animais", o desempenho do menino pode ser um atrativo para o público infantil. O diretor está confiante de que fez um filme "para a família". "Há alguma escuridão, mas nada que seja excessivamente agressivo ou gratuito. É uma história muito honesta."
    Anaí Rosa se 'atraca' com o samba de Geraldo Pereira em álbum que oferece outra visão da obra do compositor

    Anaí Rosa se 'atraca' com o samba de Geraldo Pereira em álbum que oferece outra visão da obra do compositor


    O centenário de nascimento do compositor mineiro Geraldo Pereira (23 de abril de 1918 – 8 de maio de 1955) tem sido devidamente festejado pelo mercado fonográfico ao longo deste ano de 2018. Enquanto a Velha Guarda da Mangueira preparava disco...


    O centenário de nascimento do compositor mineiro Geraldo Pereira (23 de abril de 1918 – 8 de maio de 1955) tem sido devidamente festejado pelo mercado fonográfico ao longo deste ano de 2018. Enquanto a Velha Guarda da Mangueira preparava disco com repertório dedicado aos sambas do compositor de Falsa baiana (1944), com direito a participações de cantores como Zeca Pagodinho e Maria Bethânia, a cantora paulista Anaí Rosa gravou entre julho e agosto no YB Estúdio, na cidade de São Paulo (SP), álbum em tributo ao bamba do samba sincopado. Anaí Rosa atraca Geraldo Pereira (Selo Sesc). O título alude ao verso derradeiro do samba Chegou a bonitona (Geraldo Pereira e José Batista, 1948). Capa do álbum 'Anaí Rosa atraca Geraldo Pereira' Divulgação Só que, de certa forma, dá para dizer que Anaí Rosa também se atraca com a forma cristalizada da obra de Geraldo Pereira. Afinal, os diretores musicais do disco, Cacá Machado e Gilberto Monte, optaram por celebrar o compositor na voz de Anaí sem reverência, subindo o morro por outros caminhos harmônicos, mas com a intenção de preservar o suingue dos sambas, marca registrada da obra do compositor. Gravado ao vivo em estúdio, o disco combina no repertório alguns standards da obra do compositor – como Acertei no milhar (Geraldo Pereira e Wilson Baptista, 1940), Escurinho (1955) e o já citado Falsa baiana (1944) – com músicas que caíram no esquecimento, casos de Pode ser? (1941) e Falta de sorte (1941), dois títulos da pouco abordada parceria de Geraldo com o compositor fluminense Marino Pinto (1916 – 1965). A cantora Anaí Rosa dá voz a sambas como 'Escurinho' e 'Chegou a bonitona' Piu Dip / Divulgação Selo Sesc As gravações de Falta de sorte e Chegou a bonitona têm o toque do trombonista Raul de Souza, convidado deste disco formatado com a intenção de desconstruir a visão tradicional (e mais adequada) que o público tem do samba de Geraldo Pereira. Editoria de Arte / G1
    Milhem Cortaz vive ator alcoólatra e violento em 'Intimidade entre Estranhos': 'Foi doloroso'

    Milhem Cortaz vive ator alcoólatra e violento em 'Intimidade entre Estranhos': 'Foi doloroso'


    Ator fala sobre novo filme e medos em relação à carreira. Milhem Cortaz em 'Intimidade entre estranhos' Divulgação O personagem vivido por Milhem Cortaz no filme “Intimidade entre estranhos” é duro: ator com dificuldades na carreira,...


    Ator fala sobre novo filme e medos em relação à carreira. Milhem Cortaz em 'Intimidade entre estranhos' Divulgação O personagem vivido por Milhem Cortaz no filme “Intimidade entre estranhos” é duro: ator com dificuldades na carreira, alcoólatra, infiel e que se rende a um episódio de violência. Acostumado a papéis cruéis, como em “Carandiru” e “Tropa de Elite”, Milhem reflete sobre o novo trabalho. “É desestabilizador, a gente se expõe, se abre. Foi doloroso, mas prazeroso”, diz o ator ao G1. Com um título que soa como terror, “Intimidade entre estranhos” é drama romântico com tensão. Pedro (Cortaz) tenta sua grande chance na carreira em novelas de baixo orçamento e qualidade duvidosa. Trai a esposa Maria (Rafaela Mandelli) e a vê se envolver com um garoto solitário do prédio decadente onde moram. Assista ao trailer de 'Intimidade entre estranhos' A história chamou a atenção do ator por mostrar relações e pessoas como elas são: “Encontramos um lugar muito sincero e sem máscaras. Falar de relação é sempre profundo e tenso. Tocamos em alguns assuntos difíceis, mas vitais. Sou casado há 20 anos e tenho experiência." O papel foi convite do diretor José Alvarenga Júnior, amigo do ator há alguns anos. “O set foi cheio de amor. Queríamos contar essa história da maneira mais delicada possível”. 50 filmes e muitos testes Apesar de ter mais de 50 filmes no currículo, ele compartilha com seu personagem os conflitos e medos diante da carreira. “No Brasil, ser ator é uma luta constante. Você faz um trabalho excelente e depois precisa começar do zero. Vivo constantemente fazendo teste, mesmo depois de todos os trabalhos que fiz. Mas me sinto orgulhoso por isso, adoro conquistar as coisas e ser desafiado”.
    'Springsteen on Broadway' vai do teatro  à Netflix em especial com performance intimista do cantor

    'Springsteen on Broadway' vai do teatro à Netflix em especial com performance intimista do cantor


    Show também vai dar origem a um álbum com lançamento nesta sexta-feira (14). Bruce Springsteen em cena de seu show na Broadway Divulgação/Rob DeMartin "Springsteen on Broadway", uma performance intimista em que Bruce Springsteen volta às suas...


    Show também vai dar origem a um álbum com lançamento nesta sexta-feira (14). Bruce Springsteen em cena de seu show na Broadway Divulgação/Rob DeMartin "Springsteen on Broadway", uma performance intimista em que Bruce Springsteen volta às suas raízes, sozinho e próximo ao seu público, é um álbum que será lançado na sexta-feira em todo o mundo e poderá ser apreciado na plataforma Netflix a partir de domingo. Na noite de sábado, no teatro Walter Kerr de Nova York, Bruce Springsteen interpretará pela 236ª e última vez seu espetáculo que começou em outubro de 2017, um dos mais memoráveis do ano. Os que conseguiram assistir tiveram que ser rápidos na hora de comprar os ingressos na internet, que custavam entre US$ 75 e 850. Fora da plataforma de venda oficial, as entradas chegaram a custar US$ 6 mil cada. Algo incompreensível para seus fãs, que em muitos casos não podem pagar preços tão altos. O cantor é considerado por muitos "a voz da América", a dos operários e desamparados, que durante 45 anos criou uma relação única com seu público. Mas os fãs perdoam seu ídolo, que em todas as apresentações evitou a entrada exclusiva para artistas no teatro e parou na porta do local para cumprimentar, tirar fotos e dar autógrafos aos admiradores que não puderam pagar pelo show. Springsteen também fez uma autocrítica honesta no palco em que subiu de segunda a sexta-feira: "Nunca tive um trabalho duro, nunca trabalhei de 09H00 às 17H00, nem cinco dias por semana, até agora". Acostumado a estádios lotados, quando percorria o mundo com sua E Street Band, esta vez Springsteen subiu sozinho ao palco, com seu violão, uma gaita, um piano e, como sempre, uma entrega enorme. 2h30 de intensidade A força de "Springsteen on Broadway" reside em ver o artista se apresentar como um homem simples e contar sua vida. Durante mais de duas horas e meia muito intensas, relembra suas alegrias, tristezas e dúvidas, e revela forças e fraquezas. O programa inclui 15 clássicos de seu repertório, e Springsteen conta a origem de cada canção, mencionando seu pai - ao mesmo tempo seu "herói e pior inimigo", como disse ao interpretar "My father's house" -, lembrando de sua mãe e elogiando "sua bondade, otimismo, educação e paixão por dançar ("The Wish"), e de sua esposa Patti Scialfa, com quem cantava "Tougher Than the Rest" e "Brilliant Disguise". Faz um desabafo sobre o amor e sobre a infância em "Growin 'Up", reflete sobre Nova Jersey ("My Hometown"), e revela seus sonhos ao cantar "Thunder Road" e "Born to Run". Neste recital íntimo também há espaço para os Estados Unidos, país de todas as possibilidades ("Land of Hope and Dreams"), as marcas do massacre de 11 de setembro ("The Rising") e a nação dividida por Donald Trump ("The Ghost of Tom Joad"). Ou "Born in the USA", observando que agora não tem mais motivos para continuar sendo tão incompreendido. Muitas de suas anedotas estão em sua autobiografia "Born to Run", publicada há dois anos, enquanto outras são inéditas. No entanto, "Springsteen on Broadway" não foi concebido como um prolongamento do livro. O conceito nasceu enquanto ele fazia um show para Barack Obama e membros de seu governo em janeiro de 2017. Quase dois anos depois, Springsteen se prepara para "retomar seu trabalho de todos os dias", acaba de anunciar o Times. Em 2019, quando completará 70 anos, se dedicará à gravação de novas músicas.
    Oprah Winfrey retira do YouTube vídeo com João de Deus após denúncias de assédio

    Oprah Winfrey retira do YouTube vídeo com João de Deus após denúncias de assédio


    Texto elogioso no site da apresentadora americana também não está mais disponível. Oprah Winfrey e João de Deus durante entrevista em 2012 Reprodução/YouTube/OprahWinfrey Oprah Winfrey retirou a entrevista que fez com João de Deus de seu...


    Texto elogioso no site da apresentadora americana também não está mais disponível. Oprah Winfrey e João de Deus durante entrevista em 2012 Reprodução/YouTube/OprahWinfrey Oprah Winfrey retirou a entrevista que fez com João de Deus de seu canal no Youtube, após as denúncias de assédio sexual. Texto com elogios ao médium em seu site também não está mais no ar. A apresentadora visitou o médium em 2012. Na época, ela disse que estava “maravilhada” com a entrevista. “Foi uma experiência muito forte. Eu ainda estou processando o que aconteceu. Eu estou maravilhada”, disse Oprah ao G1. De acordo com funcionários da instituição, ela chegou antes das 8h, tomou café da manhã e fez uma entrevista com o João de Deus debaixo da mangueira no quintal da casa. Na parte da tarde, participou de orações e sessões de meditação. A apresentadora deixou o local por volta das 17h. Entenda o caso Mais de 200 mulheres procuraram o Ministério Público de Goiás para denunciarem abusos cometidos durante tratamentos espirituais até esta quarta (12). Primeiro caso relatado foi da coreógrafa holandesa Zahira Leeneke Maus no programa Conversa com Bial na sexta (7). Uma campanha nas redes sociais cobrava o posicionamento da apresentadora. Ainda mais depois da exposição internacional que o médium teve após a entrevista. Oprah não se pronunciou sobre João de Deus em suas redes sociais. No Brasil, o livro “João de Deus: Um médium no coração do Brasil” e o filme “João de Deus - O Silêncio é uma prece” não estão mais disponíveis no mercado nem nas plataformais digitais. #TimesUp A apresentadora lidera o movimento #TimesUp, que apoia legal e socialmente vítimas de assédio. A iniciativa foi criada em 2017, no momento em que denúncias contra diretores e produtores do cinema americano foram noticiadas. O discurso da apresentadora no Globo de Ouro foi um dos pontos altos do movimento neste ano. Initial plugin text
    SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA, divulga indicados de 2018; veja lista

    SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA, divulga indicados de 2018; veja lista


    Lady Gaga concorre a melhor atriz em premiação que é considerada uma das prévias do Oscar; Bradley Cooper e Rami Malek estão na lista de atores. Bradley Cooper e Lady Gaga em cena de 'Nasce uma estrela' Divulgação O Sindicato dos Atores dos...


    Lady Gaga concorre a melhor atriz em premiação que é considerada uma das prévias do Oscar; Bradley Cooper e Rami Malek estão na lista de atores. Bradley Cooper e Lady Gaga em cena de 'Nasce uma estrela' Divulgação O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos anunciou, nesta quarta-feira (12), os indicados ao 25º SAG Awards, prêmio anual entregue pela entidade e que é considerado uma das prévias do Oscar. Há categorias de TV e de cinema. Veja os indicados abaixo. "Nasce uma estrela" é o filme com o maior número de indicações, com quatro, incluindo melhor atriz para Lady Gaga e melhor ator para Bradley Cooper. "Infiltrado na Klan" e "A favorita" ficam em segundo, lembrados em três categorias. Os vencedores serão anunciados no dia 27 de janeiro. O SAG é um dos termômetros do Oscar por dois motivos: além de ter grande parte dos 7 mil membros votantes da Academia, a organização também utiliza um sistema bem parecido de votação em sua premiação. Saiba mais aqui. Cinema Melhor elenco: "Nasce uma estrela" "Pantera negra" "Infiltrado na Klan" "Bohemian Rhapsody" "Podres de ricos" Melhor atriz: Emily Blunt, "O retorno de Mary Poppins" Glenn Close, "The Wife" Olivia Colman, "A favorita" Lady Gaga, "Nasce uma estrela" Melissa McCarthy, "Poderia me perdoar?" Melhor ator: Christian Bale, "Vice" Bradley Cooper, "Nasce uma estrela" Rami Malek, "Bohemian Rhapsody" Viggo Mortensen, "Green Book: O Guia" John David Washington, "Infiltrado na Klan" Melhor ator coadjuvante: Mahershala Ali, "Green Book: O Guia" Timothee Chalamet, "Querido Menino" Adam Driver, "Infiltrado na Klan" Sam Elliott, "Nasce uma estrela" Richard E. Grant, "Poderia me perdoar?" Melhor atriz coadjuvante: Amy Adams, "Vice" Emily Blunt, "Um lugar silencioso" Margot Robbie, "Duas rainhas" Emma Stone, "A favorita" Rachel Weisz, "A favorita" Televisão: Melhor ator em telefilme ou minisérie: Antonio Banderas, "Genius: Picasso" Darren Criss, "Assassination of Gianni Versace" Hugh Grant, "A Very English Scandal" Anthony Hopkins, "King Lear" Bill Pullman, "The Sinner" Melhor atriz em telefilme ou minisérie: Amy Adams, "Sharp Objects" Patricia Arquette, "Escape at Dannemora" Patricia Clarkson, "Sharp Objects" Penelope Cruz, "Assassination of Gianni Versace" Emma Stone, "Maniac" Melhor ator em série de drama: Jason Bateman, "Ozark" Sterling K. Brown, "This Is Us" Joseph Fiennes, "The Handmaid's Tale" John Krasinski, "Tom Clancy's Jack Ryan" Bob Odenkirk, "Better Call Saul" Melhor atriz em série de drama: Julia Garner, "Ozark" Laura Linney, "Ozark" Elisabeth Moss, "The Handmaid's Tale" Sandra Oh, "Killing Eve" Robin Wright, "House of Cards" Melhor ator em série de comédia: Alan Arkin, "The Kominsky Method" Michael Douglas, "The Kominsky Method" Bill Hader, "Barry" Henry Winkler, "Barry" Tony Shalhoub, "The Marvelous Mrs. Maisel" Melhor atriz em série de comédia: Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” Alison Brie, “GLOW” Rachel Brosnahan, “The Marvelous Mrs. Maisel” Jane Fonda, “Grace and Frankie” Lily Tomlin, “Grace and Frankie”
    Anúncio com integrantes do grupo de k-pop Blackpink usando minissaia é proibido na Indonésia

    Anúncio com integrantes do grupo de k-pop Blackpink usando minissaia é proibido na Indonésia


    Órgão regulador na Indonésia pediu a 11 emissoras de televisão que bloqueassem publicidade considerada 'indecente'. Fãs protestam em redes sociais. O grupo de k-pop Blackpink Reprodução/Instagram Foi proibido na Indonésia um anúncio para...


    Órgão regulador na Indonésia pediu a 11 emissoras de televisão que bloqueassem publicidade considerada 'indecente'. Fãs protestam em redes sociais. O grupo de k-pop Blackpink Reprodução/Instagram Foi proibido na Indonésia um anúncio para televisão, no qual as cantoras do grupo K-Pop Blackpink aparecem de minissaia. A medida indignou os fãs do grupo no país. Nesta terça (11), o órgão regulador na Indonésia pediu a 11 emissoras de televisão que bloqueassem esta publicidade "indecente", depois que mais de 100 mil pessoas firmaram um abaixo-assinado pela retirada do anúncio. Vários fãs do grupo se revoltaram nas redes sociais e defenderam seus ídolos, lançando uma petição contra o professor universitário que começou a iniciativa a favor da retirada do anúncio. As quatro integrantes do grupo Blackpink promoviam a plataforma de comércio eletrônico Shopee em um anúncio, no qual apareciam cantando e dançando. Anúncio da banda Blackpink para marca é proibido na Indonésia Reprodução/Instagram A agência reguladora da televisão na Indonésia (KPI) considerou que o anúncio era contrário às normas morais vigentes no mais populoso país muçulmano do mundo. "É exagerado. Podemos ver mulheres vestidas desta forma em qualquer shopping na Indonésia", lamentou Disna Harvens, uma jovem fã de Blackpink, em declarações à AFP. Formado por três garotas sul-coreanas e por outra tailandesa, o grupo Blackpink foi criado em 2016 e rapidamente alcançou grande sucesso. Primeiro, na Coreia do Sul e, depois, no restante da Ásia, graças a seu estilo musical influenciado pelo hip hop e suas coreografias que inspiraram milhões de fãs. Este grupo é praticamente uma exceção na indústria da música pop na Coreia do Sul (K-Pop) dominada por grupos masculinos.
    Após processo de Fernanda Lima, Eduardo Costa 'dá tempo' em rede social: 'Cansado e contrariado'

    Após processo de Fernanda Lima, Eduardo Costa 'dá tempo' em rede social: 'Cansado e contrariado'


    Cantor avisou os fãs que 'de vez em quando vai falar algumas besteiras' no Instagram da namorada, Victoria Villarim. Eduardo Costa decide "dar um tempo" em rede social após ser processado por Fernanda Lima Reprodução/Instagram Eduardo Costa...


    Cantor avisou os fãs que 'de vez em quando vai falar algumas besteiras' no Instagram da namorada, Victoria Villarim. Eduardo Costa decide "dar um tempo" em rede social após ser processado por Fernanda Lima Reprodução/Instagram Eduardo Costa decidiu "dar um tempo" nas redes sociais. O anúncio foi feito pelo cantor no Instagram dias após ele ser processado por Fernanda Lima. A queixa no processo movido pela apresentadora cita os crimes de calúnia, injúria e difamação. A ação foi aberta após o sertanejo ofendê-la nas redes sociais depois que ela fez um discurso feminista no encerramento de uma das edições do programa “Amor & Sexo”, em novembro. Em seu texto, o sertanejo chama a apresentadora de "imbecil". Procurada para falar sobre o processo, a assessoria do cantor disse que Eduardo “não vai se pronunciar sobre o assunto. É o jurídico que está analisando”. Durante uma das edições do programa "Conversa com Bial" que foi ao ar após a polêmica, o cantor aparece em um vídeo pedindo desculpas para Fernanda Lima. "Continuo pensando da mesma forma, não retiro o que eu disse, mas quero me retratar da forma como eu disse, jeito que me coloquei. (...) Me arrependo profundamente, acho que fui um babaca naquele momento ali". (Assista aqui o pedido de desculpas de Eduardo Costa na íntegra). A audiência preliminar do processo acontece no dia 19 de dezembro, às 14h30, no Rio de Janeiro. Fernanda Lima processa Eduardo Costa Reprodução/Instagram 'Cansado e contrariado' Em seu post de despedida do Instagram, Eduardo alega "cansaço" e diz estar "meio contrariado com algumas coisas". Ele também avisou os fãs que seguirá fazendo algumas postagens através da página da namorada, a dançarina Victoria Villarim, no Instagram. "To dando um tempo do meu Insta. Tô cansado e meio contrariado com algumas coisas. Sabe?Então resolvi dar um tempo por aqui, mas quem quiser me achar é só ir lá no insta da Victoria. De vez em quando vou falar umas besteiras por lá". "Agradeço a cada um de vocês pelo carinho e amor que tem por mim, Deus te abençoe. Amo vocês. Minha vida é andar por esse país pra ver se um dia descanso feliz. Meu escritório vai postar uns trecos pra vocês aí, continuem por aqui. Beijo", finaliza o cantor. Initial plugin text
    Google divulga os termos mais buscados em 2018 no Brasil e no mundo

    Google divulga os termos mais buscados em 2018 no Brasil e no mundo


    Copa do Mundo foi assunto e acontecimento mais buscado no país. Na lista 'O que é...?", o 1º lugar ficou com 'O que é fascismo?'. Bolsonaro ficou no Top 10 mundial. O Google divulgou nesta quarta-feira (12) os assuntos mais pesquisados em sua...


    Copa do Mundo foi assunto e acontecimento mais buscado no país. Na lista 'O que é...?", o 1º lugar ficou com 'O que é fascismo?'. Bolsonaro ficou no Top 10 mundial. O Google divulgou nesta quarta-feira (12) os assuntos mais pesquisados em sua ferramenta de buscas na internet e as "tendências", ou seja, os termos cuja procura mais cresceu durante os últimos 12 meses. No Brasil, o termo mais buscado do ano foi “Copa do Mundo", seguido por "Big Brother Brasil", "Eleições 2018" e "Jair Bolsonaro". No mundo, Meghan Markle, esposa do príncipe Harry de Inglaterra, foi a pessoa que mais despertou interesse este ano; já o presidente eleito jair Bolsonaro foi o 6º nome mais pesquisado. Veja abaixo as principais buscas feitas no país em 2018 no geral e em cada categoria. Mbappé Pilar Olivares / Reuters Buscas Copa do Mundo Big Brother Brasil Eleições 2018 Jair Bolsonaro Horário de Brasília Greve dos caminhoneiros Luiz Inácio Lula da Silva Fernando Haddad Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018 Stan Lee Como fazer Como fazer slime? Como fazer figurinhas no Whatsapp? Como fazer gasolina? Como fazer crepioca? Como fazer perguntas no Instagram? Como fazer bacalhau? Como fazer declaração de Imposto de Renda 2018? Como fazer kefir? Como fazer guacamole? Como fazer pipoca doce? Slime é um tipo de massa elástica, que pode ser produzida em casa pelas crianças Reprodução/TV Globo O que é O que é fascismo? O que é intervenção militar? O que é lúpulo? O que é Ursal? O que é Corpus Christi? O que é chaira? O que é afonia? O que é momo? O que é Encceja? o que é tuberculose ganglionar? Por quê? Por que a guerra na Síria? Por que votar no Bolsonaro? Por que ou porque? Por que não pode comer carne na Sexta-feira Santa? Por que Ibrahimovic não foi convocado? Por que não votar em Bolsonaro? Por que Nadja foi expulsa de A Fazenda? Por que a série Lúcifer foi cancelada? Por que o Amoedo não participa dos debates? Por que quarta-feira de Cinzas? Jair Bolsonaro foi o 4º termo mais pesquisado no Google no ano Estadão Conteúdo/Wilton Junior Acontecimentos Copa do Mundo Eleições 2018 Greve dos caminhoneiros Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018 Campeonato brasileiro Prisão do Lula Horário de verão Caso Vitória Enem 2018 Julgamento do Lula Celebridades Sylvester Stallone Pabllo Vittar MC Loma Meghan Markle Roger Waters Letícia Almeida Douglas Sampaio Tata Amaral Cristiane Machado Priscila Tossan Séries La Casa de Papel Elite Riverdale Lucifer The 100 O Mecanismo The Good Doctor 3% Westworld Scandal Ana Clara, Gleici, Ayrton, Kaysar, BBB18, big brother brasil Reprodução/TV Globo Programas de TV e novelas Big Brother Brasil Segundo Sol O Outro Lado do Paraíso Deus Salve o Rei A Fazenda O Tempo não Pára The Voice Brasil As Aventuras de Poliana Orgulho e Paixão Tempo de Amar Tecnologia Motorola One iPhone X Zenfone 5 Moto G6 Moto G5 Galaxy J7 Galaxy J4 Galaxy J5 Sarahah iPhone 8 Plus Esportistas Kylian Mbappé Philippe Coutinho Henrique Dourado Mohamed Salah João Miranda Roberto Firmino Alisson Becker Douglas Costa Luka Modrić Lyoto Machida Times da série A Flamengo Palmeiras Corinthians São Paulo Grêmio Vasco da Gama Cruzeiro Santos Internacional Atlético Mineiro Mortes Stan Lee Avicii Mr. Catra XXXTentacion Marielle Franco Nara Almeida Vitória Gabrielly Mac Miller Eduardo Carneiro Anthony Bourdain Funkeira Jojo Todynho, do hit Que Tiro Foi Esse Divulgação Virou meme Que Tiro Foi Esse Fábio Assunção É verdade esse bilhete Jair Bolsonaro Neymar Jr. Copa do Mundo Dia do Amigo Lula Pikachu Akon Filmes A Freira Deadpool 2 Pantera Negra Vingadores: Guerra Infinita Venom Bohemian Rhapsody Um Lugar Silencioso Nasce uma Estrela Os Incríveis 2 Cinquenta Tons de Liberdade Música (Letras) Era uma Vez Que Tiro Foi Esse Dona Maria Vai Malandra O Sol Bohemian Rhapsody Mostra Tua Força, Brasil Notificação Preferida Mulherão da Porra Ousado Amor Meghan Markle foi o nome de personalidade mais pesquisado no Google em 2018 Gareth Fuller/Pool/Reuters Buscas no mundo Segundo o Google, os resultados referem-se às pesquisas que tiveram um aumento significativo no tráfego em um período sustentado em 2018 em comparação a 2017. "O ano na pesquisa tem como objetivo refletir os tópicos verdadeiramente exclusivos de 2018, e nos esforçamos para capturá-lo por meio da exploração dos novos e interessantes termos de pesquisa do ano. Os termos em alta tendem a identificar melhor o que as pessoas estavam curiosas em 2018 em relação a 2017", informou o Google. Duas listas globais do Google Trends 2018 trazem 'resultados' do Brasil. Jair Bolsonaro foi o 6º nome mais buscado entre os nomes mais pesquisados, e "greve dos caminhoneiros" foi o 9º acontecimento mais procurado. Veja abaixo as personalidades e os assuntos mais pesquisados no mundo em 2018 no Google: PEOPLE (GLOBAL) Meghan Markle Demi Lovato Sylvester Stallone Logan Paul Khloe Kardashian Jair Bolsonaro Brett Kavanaugh Hailey Baldwin Stormy Daniels Cardi B NEWS (GLOBAL) World Cupmore Hurricane Florence Mega Millions Result Royal Wedding Election Results Hurricane Michael Kavanaugh Confirmation Florida Shooting Greve dos caminhoneiros Government Shutdown
    Josh Henderson, de 'Desperate Housewives', é acusado de roubo, mas prisão pode ter sido engano

    Josh Henderson, de 'Desperate Housewives', é acusado de roubo, mas prisão pode ter sido engano


    Segundo o site TMZ, ator foi detido em Los Angeles após vizinho alegar reconhecer o maxilar de Josh ao assistir imagens de assalto em câmera de segurança. Josh Henderson Reprodução/Instagram Josh Henderson, o Austin McCann, da série "Desperate...


    Segundo o site TMZ, ator foi detido em Los Angeles após vizinho alegar reconhecer o maxilar de Josh ao assistir imagens de assalto em câmera de segurança. Josh Henderson Reprodução/Instagram Josh Henderson, o Austin McCann, da série "Desperate Housewives", foi preso nesta terça-feira (11), mas segundo fontes do site TMZ, a detenção pode ter acontecido por engano. O ator foi preso acusado de assaltar a residência de um vizinho, que segundo informações policiais, alegou ter chegado em casa no final de semana e sentido falta de algumas joias avaliadas no valor de US$ 7 mil (cerca de R$ 27 mil). O vizinho então chamou os policiais e afirmou ter imagens de segurança que mostravam o momento do crime e alegou que elas mostravam Josh junto a dois outros rapazes. Segundo o TMZ, as imagens mostram três homens de capuz subindo pela sacada. A polícia esteve na casa do ator em Los Angeles na manhã desta terça-feira, quando fez a prisão. Josh foi fichado por roubo e liberado horas depois. Fontes próximas ao ator afirmaram que Josh não tem absolutamente nenhum envolvimento com o roubo e que os policiais fizeram a prisão apenas porque o vizinho assaltado disse reconhecer o maxiliar de Josh nas imagens. "Josh foi inicialmente identificado erroneamente por uma câmera de segurança com imagens granuladas, mas ele está cooperando plenamente com a investigação e as evidências estão sendo apresentadas para as autoridades mostrando que ele não teve nada a ver com isso. Josh é inocente e estamos confiantes de que tudo será esclarecido rapidamente", afirmou a fonte do site.
    Luis Miguel recebe críticas no México após fazer show supostamente  bêbado

    Luis Miguel recebe críticas no México após fazer show supostamente bêbado


    Fãs reclamaram que cantor apareceu embriagado em show em que subiu ao palco com 1h30 de atraso. Luis Miguel durante show no Madison Square Garden, em Nova York, em junho de 2018 Charles Sykes/Invision/AP Luis Miguel recebeu nesta terça-feira (11)...


    Fãs reclamaram que cantor apareceu embriagado em show em que subiu ao palco com 1h30 de atraso. Luis Miguel durante show no Madison Square Garden, em Nova York, em junho de 2018 Charles Sykes/Invision/AP Luis Miguel recebeu nesta terça-feira (11) uma avalanche de críticas negativas por conta da sua última apresentação no Auditório Nacional, na Cidade do México, já que, conforme relataram usuários nas redes sociais, o cantor começou o espetáculo com uma hora e meia de atraso e subiu no palco aparentemente embriagado. Em vídeos é possível ver o público cantando nos momentos em que o artista não dá sequência na letra. Em outros, Luis Miguel canta músicas como "Devuélveme el amor" ou "La barca" com dificuldade, arrastando as palavras ou substituindo alguns trechos por gritos. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Muitos fãs tuitaram mensagens questionando se o cantor se apresentou bêbado e exigindo da Procuradoria Federal do Consumidor a devolução do dinheiro dos ingressos. Esta não é a primeira vez que o cantor vive situações do tipo. Em 2015, ele protagonizou cenas como ontem em pelo menos duas vezes. Este ano, no entanto, Luis Miguel teve uma importante alavancada na carreira, principalmente por causa do sucesso da série que a Netflix lançou sobre a sua vida, e fez mais de 30 apresentações no Auditório Nacional - com capacidade para 10 mil pessoas - com canções de "¡México por siempre!", o seu mais novo álbum.
    João Senise 'chama o Síndico', com baladas e funks, em disco lançado 20 anos após a morte de Tim Maia

    João Senise 'chama o Síndico', com baladas e funks, em disco lançado 20 anos após a morte de Tim Maia


    Sexto álbum do cantor carioca João Senise, Chama o Síndico chega ao mercado fonográfico neste mês de dezembro de 2018, em edição da gravadora Fina Flor, ainda em tempo de lembrar os 20 anos da morte de Sebastião Rodrigues Maia (1942 –...


    Sexto álbum do cantor carioca João Senise, Chama o Síndico chega ao mercado fonográfico neste mês de dezembro de 2018, em edição da gravadora Fina Flor, ainda em tempo de lembrar os 20 anos da morte de Sebastião Rodrigues Maia (1942 – 1998), o imortal Tim Maia, um dos principais arquitetos do funk e do soul brasileiros. Com bela capa que expõe Senise em ilustração de Mello Menezes (artista plástico que criou capas para Fátima Guedes e Ivan Lins nas décadas de 1970 e 1980), o álbum Chama o Síndico foi gravado sob a direção musical do pianista Gilson Peranzzetta, arranjador de 14 das 15 faixas do disco. A exceção é Lindo lago do amor (Gonzaguinha, 1984), canção gravada por Tim Maia no álbum Só você – Para ouvir e dançar (1997), lançado sem repercussão – e com arranjos pobres – um ano antes da morte do artista. Senise mergulha no Lindo lago do amor com arranjo de Jota Moraes e o toque instrumental do grupo Cama de Gato, convidado da faixa. Tim Maia tem repertório gravado por João Senise em disco arranjado por Gilson Peranzzetta Reprodução parcial da capa do álbum 'Sufocante', de 1984 Além de ter tocado o piano e/ou teclados em todas as músicas do álbum, Gilson Peranzzetta sopra o clarinete de Primavera (Cassiano e Silvio Roachel, 1970) – balada de alma soul revivida por João Senise em dueto com Ivan Lins – e pilota o acordeom que anima A festa do Santo Reis (Márcio Leonardo, 1971). Já Azul da cor do mar (Tim Maia, 1970) é balada levada na gaita de Rildo Hora, entre outros instrumentos. João Senise prioriza o repertório da fase áurea de Tim Maia – vivida na primeira metade da década de 1970 – sem evitar o cancioneiro mais meloso gravado pelo cantor nos anos 1980 e tampouco músicas pouco ou nada associadas ao Síndico, caso de Saigon (Claudio Cartier, Paulo César Feital e Carlão, 1985), música abordada por Tim no já mencionado álbum Só você – Para ouvir e dançar (1997) e regravada por Senise com Leny Andrade, cantora que registrou Saigon em disco de 1989. Com os toques dos músicos Filipe Moreno (baixo elétrico), Ricardo Costa (bateria), Mingo Araújo (percussão) e Mauro Senise (sax alto), além do pianista Gilson Peranzzetta, João Senise dá voz a músicas como a balada Eu amo você (Cassiano e Silvio Roachel, 1970), o funk Não quero dinheiro (Só quero amar) (Tim Maia, 1971), o samba-soul Gostava tanto de você (Edson Trindade, 1973), o também samba-soul Réu confesso (Tim Maia, 1973) e o funk-disco O descobridor dos sete mares (Michel e Gilson Mendonça, 1983). Há também baladas estilo dor-de-corno, como Me dê motivo (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1983) e Paixão antiga (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, 1988), além da canção solar Um dia de domingo (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1985), gravada por Tim em dueto com Gal Costa, para disco da cantora, e revivida por Senise em dueto com Áurea Martins. As baladas Você (Tim Maia, 1971) e Telefone (Nelson Kaê e Beto Correa, 1986) completam o repertório do álbum Chama o Síndico, cuja edição em CD sai ainda neste ano de 2018. Editoria de Arte / G1
    Sérgio Knust sai de cena como músico que fez do toque da guitarra uma religião seguida com fé na deusa música

    Sérgio Knust sai de cena como músico que fez do toque da guitarra uma religião seguida com fé na deusa música


    O guitarrista fluminense Sérgio Knust (19 de dezembro de 1965 – 8 de dezembro de 2018) festejaria 53 anos de vida na próxima quarta-feira, dia 19, se não tivesse saído de cena, vítima de acidente automobilístico, no último sábado, a 11 dias...


    O guitarrista fluminense Sérgio Knust (19 de dezembro de 1965 – 8 de dezembro de 2018) festejaria 53 anos de vida na próxima quarta-feira, dia 19, se não tivesse saído de cena, vítima de acidente automobilístico, no último sábado, a 11 dias do aniversário. A morte de Knust entristeceu especialmente o universo da música evangélica, já que, nos últimos 20 anos, o artista pôs o toque da própria guitarra em discos das maiores estrelas do gênero, como Aline Barros, Kleber Lucas e Marina Nascimento, entre muitos outros. Nascido em Nova Friburgo (RJ), mas radicado na cidade do Rio de Janeiro (RJ) desde 1984, Knust fez do toque da guitarra uma religião que professou com fé. Era considerado grande guitarrista no meio musical desde que começou a tocar em 1989 no Yahoo, grupo que o guitar hero pernambucano Robertinho de Recife formara em 1988 na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Robertinho logo saiu do Yahoo, abrindo caminho para a entrada e posterior efetivação de Knust, em 1992, na banda em que o músico fluminense permaneceu por cerca de 15 anos. Como integrante do Yahoo, Knust viveu o auge do sucesso popular quando o grupo lançou o álbum Caminhos de sol em 1994, emplacando a regravação da música-título – canção humanista de Herman Torres e Salgado Maranhão lançada na voz de Zizi Possi em 1981 – na trilha sonora da novela A viagem (TV Globo, 1994). Como compositor, Knust teve algumas músicas registradas nas vozes de artistas do mainstream, caso da cantora Wanessa Camargo, que lançou Não resisto a nós dois (Sérgio Knust, Zé Henrique, Marcelo Faria e Carlos Colla) no álbum W (2005). Contudo, o talento mais reconhecido de Sérgio Knust no mercado fonográfico era mesmo o de virtuose da guitarra, dom que fez com que o músico tivesse sido sempre requisitado para gravações de estúdio pela técnica apurada que exercitou do pop ao segmento evangélico, sempre pondo fé na deusa música. Editoria de Arte / G1
    Banda Autoramas é celebrada, pelos 20 anos de estrada internacional, em tributo que agrega 41 artistas

    Banda Autoramas é celebrada, pelos 20 anos de estrada internacional, em tributo que agrega 41 artistas


    A banda Autoramas – fundada em 1997 por Gabriel Thomaz na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a partir da dissolução do Little Quail And The Mad Bird, grupo conterrâneo também criado por Thomaz – entrou em cena para valer em 1998 com a...


    A banda Autoramas – fundada em 1997 por Gabriel Thomaz na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a partir da dissolução do Little Quail And The Mad Bird, grupo conterrâneo também criado por Thomaz – entrou em cena para valer em 1998 com a substituição do baterista Nervoso por Bacalhau. Ao longo desses 20 anos, o Autoramas seguiu rota improvável que já levou a banda a sair do Brasil por 47 vezes para fazer shows em 23 países diferentes. Em plena atividade, com energia adolescente concentrada no álbum Libido, lançado em julho deste ano de 2018, o Autoramas – desde 2016 um quarteto formado por Gabriel Thomaz (voz e guitarra) com Érika Martins (voz, teclados, mini-guitarra e percussão), Jairo Fajer (baixo e vocal) e Fábio Lima (bateria) – tem celebradas essas duas décadas de estrada internacional no disco A 300 KM por Hora – Um tributo aos Autoramas (Hits Perdidos / Debbie Records / Aurora Discos), editado neste mês de dezembro. Capa do disco 'A 300 KM por hora – Um tributo aos Autoramas' Arte de Pedro Gesualdi Com 41 artistas independentes arregimentados em 11 estados do Brasil, o tributo aos Autoramas reprocessa, sem devoção cega, a mistura de surf music, new wave, rockabilly, Jovem Guarda e punk rock da banda carioca. Pautado pela diversidade de gêneros musicais, o disco apresenta 41 gravações inéditas do repertório autoral dos Autoramas – assinado por Gabriel Thomaz, a sós ou com parceiros – em ritmo de rock, rap, ska, new wave, surf rock, rockabilly, brega, funk, hardcore e folk, entre outros estilos mais alternativos. O vasto elenco do disco inclui até o baterista fundador Nervoso, convidado da abordagem de Carinha triste (Gabriel Thomaz, Kassin e Nervoso & Os Calmantes) feita pela banda Carbona. Marcelo Callado aborda Eu era pop (Gabriel Thomaz, 2001). Nevilton reapresenta Tudo bem (Gabriel Thomaz, 2011). O título A 300 KM por hora reproduz o nome da música de Gabriel Thomaz e Renato Martins lançada há 11 anos pelo Autoramas no álbum Teletransporte (2007) e recriada por Sammliz no tributo. Do mesmo álbum Teletransporte, a propósito, Panair do Brasil (Gabriel Thomaz, 2007) reaparece na voz de Luiz Lopez. Além dos artistas citados, o elenco inteiramente indie inclui Alterego, Burt Reynolds, Camarones Orquestra Guitarrística, De Leve, Estranhos Românticos, Melvin & Os Inoxidáveis, Stone House on Fire e Venus Café, entre outros nomes. A capa do disco A 300 KM por Hora – Um tributo aos Autoramas expõe arte criada por Pedro Gesualdi. Editoria de Arte / G1
    'Era uma vez', de Kell Smith, é letra de música mais buscada na web no Brasil em 2018; veja lista

    'Era uma vez', de Kell Smith, é letra de música mais buscada na web no Brasil em 2018; veja lista


    Top 10 de letras mais procuradas no Brasil também tem 'Que tiro foi esse', de Jojo Todynho em 2º e 'Dona Maria', de Thiago Brava, em 3º lugar. Kell Smith Divulgação "Era uma vez", da cantora paulistana Kell Smith, foi a letra de música mais...


    Top 10 de letras mais procuradas no Brasil também tem 'Que tiro foi esse', de Jojo Todynho em 2º e 'Dona Maria', de Thiago Brava, em 3º lugar. Kell Smith Divulgação "Era uma vez", da cantora paulistana Kell Smith, foi a letra de música mais buscada no Google em 2018. A lista de dez letras mais procuradas no ano no Brasil foi divulgada nesta quarta-feira (12). Veja abaixo. Em segundo lugar ficou o funk "Que tiro foi esse", de Jojo Todynho. As duas músicas mais buscadas, além de terem sido grande sucessos, são de duas cantoras com dicção incomum, o que pode ter incentivado a busca pelas letras corretas. "Era uma Vez" - Kell Smith "Que Tiro Foi Esse" - Jojo Todynho "Dona Maria" - Thiago Brava feat. Jorge "Vai Malandra" - Anitta, Mc Zaac, Maejor ft. Tropkillaz & DJ Yuri Martins "O Sol" - Vitor Kley "Bohemian Rhapsody" - Queen "Mostra Tua Força, Brasil " (Jingle) - Vários "Notificação Preferida " - Zé Neto e Cristiano "Mulherão da Porra" - Munhoz e Mariano feat. Jerry Smith "Ousado Amor " - Isaías Saad Ouça "Era uma vez" e saiba como Kell Smith escreveu o hit no vídeo abaixo: Kell Smith conta como escreveu 'Era uma vez' O produtor de Kell Smith, Rick Bonadio, também falou ao G1 sobre a parceria (leia mais): Rick Bonadio fala de parceria com Kell Smith
    Quanto custa o rolezinho na CCXP? Feira tem artigos de R$ 25 mil e fãs contam quanto gastaram

    Quanto custa o rolezinho na CCXP? Feira tem artigos de R$ 25 mil e fãs contam quanto gastaram


    Comic Con Experience, realizada em SP no fim de semana, fez visitantes gastarem até R$ 12 mil por dia em bonecos colecionáveis, HQs e pôsteres. VÍDEO mostra alguns dos mais 'gastões'. Quanto custa um rolezinho na CCXP 2018? A Comic Con Experience...


    Comic Con Experience, realizada em SP no fim de semana, fez visitantes gastarem até R$ 12 mil por dia em bonecos colecionáveis, HQs e pôsteres. VÍDEO mostra alguns dos mais 'gastões'. Quanto custa um rolezinho na CCXP 2018? A Comic Con Experience 2018 levou 262 mil pessoas a passear por estandes, ver celebridades e lançamentos de filmes e séries de quinta a domingo (9). Mas você sabe quanto custa um rolezinho na CCXP? Ingresso: a partir de R$ 90 (meia-entrada para um dia) Alimentação: em média R$ 30 por refeição Compras de até R$ 12 mil em apenas uma manhã Quanto você pagaria por uma bola de tênis assinada pelo Stan Lee? Um comprador anônimo levou o objeto por R$ 25 mil durante a CCXP 2018. A bola de tênis e um quadro comemorativo dos 50 anos da Marvel foram os ítens mais caros à venda no evento. Os artigos caros são justamente os mais disputados. O quadro foi arrematado já na spoiler night, quando o evento abre somente para algumas pessoas um dia antes da programação oficial. Luís Henrique Regazzini estabeleceu meta diária de R$ 300 para gastar na CCXP Fábio Tito/G1 Bonecos colecionáveis de personagens de filmes, séries e HQs da CCXP são os xodozinhos da maior parte dos compradores dispostos a gastar quatro dígitos. Os menores custam cerca de R$ 100. Mas têm os mais caros. E os muito mais caros. A feira sempre lança colecionáveis exclusivos e provoca uma corrida pelos poucos exemplares à venda. Este ano foram Motoqueiro Fantasma, Luke Skywalker Episódio 7, Bane e Tony Stark & Mark. 10 horinhas de fila Para conseguir uma miniatura, fãs foram às filas bem antes da abertura dos portões da São Paulo Expo. O designer carioca Cláudio Roberto foi o segundo a entrar na Spoiler Night (a noite de pré-evento) para comprar algumas action figures, os famosos bonecos. No primeiro dia com programação oficial, entrou na fila às 2h para garantir seu Motoqueiro Fantasma. Os portões abriram 10 horas depois, ao meio-dia. Além dos colecionáveis, fãs gastam com quadrinhos, pôsteres e souvenirs geeks, como camisetas, canecas e outras peças temáticas. Jarbas Faria Júnior veio de Belém do Pará e gastou R$ 1,2 mil no evento. Fábio Tito/G1 Tem também quem compre estátuas gigantes para ostentar em suas salas e quartos, como o comerciante Walter Feliz. Só na primeira manhã do evento, gastou R$ 12 mil.“Sou muito da paixão, se vir uma coisa que goste, vou comprar. Mas me preparo para isso o ano todo”. O comerciante Maximiliano Santos a pessoa com mais sacolas vista pelo G1. Desde 3h sem comer, ele só tinha um foco: garantir bonecos para ele e o irmão até às 15h. Desembolsou R$ 5 mil. “Vim desde a primeira edição e comprei todos os colecionáveis. Em 20 anos de coleção, devo ter gasto mais de R$ 100 mil”, conta o fã. Maximiliano Santos gastou R$ 5 mil em colecionáveis exclusivos da CCXP 2018 Fabio Tito/G1 Para não sentir o impacto das compras na feira, o advogado Luís Henrique Regazzini estabeleceu uma meta diária de R$ 300. Mas ele não consegue se enganar: “A gente sempre extrapola, passa o cartão de crédito e vai... Isso sem contar o ingresso, que a gente paga durante o ano para nem sentir”. No primeiro dia, já havia comprado R$ 1,5 mil em quadrinhos e presentes. O administrador Jarbas Faria Júnior tem uma dica para colegas gastões: revenda. “Gastei uns R$ 1,2 mil, fora a passagem e hospedagem porque vim de Belém do Pará. Mas comprei algumas peças para revender e cobrir o custo da viagem”. Segundo Júnior, as peças exclusivas valorizam assim que saem da feira e é possível encontrá-las em sites pelo triplo do valor. Initial plugin text
    Leo Chaves dá tom natalino a samba-canção de Herivelto Martins na primeira gravação solo

    Leo Chaves dá tom natalino a samba-canção de Herivelto Martins na primeira gravação solo


    De acordo com o discurso oficial, trata-se somente de um projeto de Natal. Contudo, o lançamento do primeiro single solo de Leo Chaves na próxima sexta-feira, 14 de dezembro, sinaliza que o cantor e compositor mineiro pode partir para a carreira...


    De acordo com o discurso oficial, trata-se somente de um projeto de Natal. Contudo, o lançamento do primeiro single solo de Leo Chaves na próxima sexta-feira, 14 de dezembro, sinaliza que o cantor e compositor mineiro pode partir para a carreira solo em 2019 enquanto a dupla Victor & Leo permanecer em recesso por tempo indeterminado. A primeira gravação solo de Leo Chaves é uma abordagem do samba-canção Ave Maria no morro, obra-prima do cancioneiro do compositor fluminense Herivelto Martins (1912 – 1992) lançada em disco em 1942, em gravação do Trio de Ouro, na fase em que a principal solista era a cantora Dalva de Oliveira (1917 – 1972). O cantor aproveita o clima de fim de ano para imprimir um sentimento natalino a este belo samba-canção composto em feitio de oração. O tom natalino do single solo de Leo Chaves é reforçado pelo clipe gravado em Vargem Bonita (MG), cidade mineira situada na região da Serra da Canastra, com a participação do ator Tonico Pereira e da população local. O clipe de Ave Maria no morro será lançado simultaneamente com o single na sexta-feira. Editoria de Arte / G1
    ‘Aquaman’ joga herói em filme de fantasia, enquanto mostra que DC está no caminho certo; G1 já viu

    ‘Aquaman’ joga herói em filme de fantasia, enquanto mostra que DC está no caminho certo; G1 já viu


    Nova adaptação da editora estreia nesta quinta-feira (13) sem grandes heroísmos, mas com universo rico e deslumbrante, mesmo que história perca em originalidade. O fã mais preocupado ou receoso pode ficar tranquilo. A DC acertou mais uma vez,...


    Nova adaptação da editora estreia nesta quinta-feira (13) sem grandes heroísmos, mas com universo rico e deslumbrante, mesmo que história perca em originalidade. O fã mais preocupado ou receoso pode ficar tranquilo. A DC acertou mais uma vez, agora com o filme de um de seus super-heróis mais difíceis de adaptar aos cinemas. “Aquaman”, com estreia no Brasil nesta quinta-feira (13), ainda não é a obra-prima da editora, mas mostra que ela e a Warner finalmente encontraram o tom para as suas produções. Verdade que, a exemplo de “Mulher-Maravilha” (2017), também não se trata de um filme de super-herói propriamente dito. Há pouco heroísmo nas mais de 2 horas e 20 minutos do longa. Em compensação, sobram criaturas fantásticas, cenários subaquáticos deslumbrantes e batalhas explosivas e empolgantes. A narrativa contém pouquíssimas surpresas, até mesmo para quem não é fã de quadrinhos, e poderia não passar das duas horas padrão. Mas serve como boa história de origem, principalmente para um personagem que já havia sido apresentado na correria de “Liga da Justiça” (2017). 'Aquaman' ganha trailer final antes da estreia em dezembro Um príncipe em Atlântida Um princípe tentando provar que merece a coroa, um reino escondido tecnologicamente avançado, um vilão que toma o poder e declara guerra ao resto do mundo. Poderia ser “Pantera Negra” (2018), mas é a base de “Aquaman”. Durante todo o filme, são vários os momentos de “já vi isso antes em algum lugar”. Todos eles são coincidência, provavelmente, considerando o tempo que leva para a produção de uma obra dessa magnitude, mas o herói da DC sofre por ter demorado tanto a chegar aos cinemas. Isso sem falar numa cena que parece tirada de “Homem-Formiga e a Vespa” (2018), ou nas batalhas gigantescas com criaturas mitológicas e lasers que parecem crias de um cruzamento de “Star Wars” com “O Senhor dos Anéis” – com uma pitada de “Fúria de titãs” (2010). 'Aquaman' apresenta diversas criaturas submarinas fantásticas Divulgação Tudo sob controle De alguma forma, essa mistureba de referências funciona. O diretor James Wan, de “Jogos mortais” (2004) e “Sobrenatural” (2010), consegue usá-las para construir um mundo oceânico rico e com personalidade – mesmo que Atlântida ainda não seja uma Wakanda. É irônico, mas o fundo do mar de Wan consegue ser mil vezes mais colorido do que a superfície de Zack Snyder, antigo responsável pela DC nos cinemas, que gostava muito – até demais – da escuridão. Talvez seja esse o motivo pelo qual muita gente já especula que o cineasta possa assumir essa função no futuro. Ele tem um belo controle sobre as cenas de ação, que mesmo debaixo d’água seguem uma coreografia menos caótica. Mesmo com a orientação livre dos seres que podem se movimentar para onde quiserem enquanto nadam/lutam, o público acompanha sem grande esforço o que acontece em cada batalha. Patrick Wilson em cena de 'Aquaman' Divulgação Herói até debaixo d’água Jason Momoa (“Game of Thrones”) repete sua boa atuação como Arthur Curry, o Aquaman do título, e conta com um dos melhores elencos de apoio de um filme da DC. Nicole Kidman, Willem Dafoe (“Homem-Aranha”) e Patrick Wilson (“Watchmen”) mantêm uma dignidade que poderia ser pedida entre fantasias absurdas e batalhas no fundo mar. A maior surpresa vem de Dolph Lundgreen (“Os mercenários”), irreconhecível como o rei Nereus. O eterno Ivan Drago merece um longo futuro na franquia. O maior desafio vem dos personagens criados pelo roteiro, que dá poucas chances para que os atores os desenvolvam e mostrem qualquer profundidade. Os bonzinhos são bonzinhos. E os malvados, totalmente do mal. Nicole Kidman em cena de 'Aquaman' Divulgação As grandes vítimas são Amber Heard (“Magic Mike XXL”) e Yahya Abdul-Mateen II (“O rei do show”). Ela retorna como Mera, princesa poderosa que infelizmente nunca sai muito do papel de interesse romântico/ajudante do herói. Já ele até apresenta um vilão interessante como o Arraia Negra, mas tem participação curta e a cena de sua “transformação” é humilhante. O vilão capacetudo provavelmente terá novas chances para se redimir e conquistar ainda mais o público. Com o sucesso que o filme faz na China, onde já arrecadou mais de US$ 100 milhões em quatro dias, o reinado de “Aquaman” deve ser longo. Yahya Abdul-Mateen II olha o capacete do vilão Arraia Negra em cena de 'Aquaman' Divulgação Amber Heard e Dolph Lundgreen em cena de 'Aquaman' Divulgação
    Instituto Moreira Salles reclama após Facebook apagar post sobre exposição com imagens de índios nus

    Instituto Moreira Salles reclama após Facebook apagar post sobre exposição com imagens de índios nus


    Vídeo divulga exposição da fotógrafa Claudia Andujar. Instituto diz que post foi 'retirado do ar por supostamente violar políticas de nudez da rede'. Facebook reavaliou e post voltou ao ar. O Instituto Moreira Salles (IMS) reclamou e pediu...


    Vídeo divulga exposição da fotógrafa Claudia Andujar. Instituto diz que post foi 'retirado do ar por supostamente violar políticas de nudez da rede'. Facebook reavaliou e post voltou ao ar. O Instituto Moreira Salles (IMS) reclamou e pediu "reavaliação" ao Facebook após um post sobre exposição da fotógrafa Claudia Andujar ser apagado da página da entidade. A postagem tinha um vídeo com imagens de Andajur, que incluia fotos de índios ianomâmis nus, e foi apagada "por supostamente violar as políticas de nudez da rede social", diz o instituto. O Facebook reavliou o post, que voltou ao ar. "Nossos Padrões da Comunidade não permitem nudez, mas buscamos compreender o valor histórico, noticioso e cultural durante o processo de análise de conteúdos para considerar possíveis exceções. Neste caso, já restauramos o conteúdo", explicou a assessoria da rede social. Em 1974, Claudia fez retratos dos ianomâmi em Catrimani, em Roraima. Claudia Andujar/Divulgação A exposião se chama "Claudia Andujar – A luta Yanomami", com "fotografias dos Yanomami feitas desde a década de 1970" pela fotógrafa "reconhecida internacionalmente por seu trabalho e trajetória de luta pela demarcação de terras indígenas, numa importante união entre arte e política", diz nota do IMS. Claudia Andujar: a sobrevivente do Holocausto que há quase 50 anos luta pelos direitos dos ianomâmis O Instituto Moreira Salles também diz na nota que "entrou contato com o Facebook para requisitar uma nova avaliação do vídeo, tendo em vista casos semelhantes com conteúdo da mesma natureza, mas ainda não obteve resposta." A exposição tem previsão de estreia para o dia 15 de dezembro no IMS Paulista, em São Paulo. O vídeo banido no Facebook estava no ar no YouTube até a noite desta terça-feira (11).