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    Como estúdios gastam milhões para promover indicados ao Oscar

    Como estúdios gastam milhões para promover indicados ao Oscar


    Netflix e Warner Bros. são alguns dos distribuidores com maior investimento em busca de prêmio. Cerimônia com os melhores do cinema acontece neste domingo (24). Oscar 2019 Matt Sayles/Invision/AP Fazer um filme inesquecível não é a única...


    Netflix e Warner Bros. são alguns dos distribuidores com maior investimento em busca de prêmio. Cerimônia com os melhores do cinema acontece neste domingo (24). Oscar 2019 Matt Sayles/Invision/AP Fazer um filme inesquecível não é a única exigência para conquistar o prestigioso Oscar de melhor filme, também é preciso gastar milhões de dólares em anúncios para televisão e internet e com viagens, cabeleireiro e maquiagem de atores para eventos de divulgação de seu trabalho. Se a disputa estiver apertada, como será a da cerimônia de premiação de domingo, os estúdios precisam se empenhar ainda mais para cair nas graças dos cerca de oito mil eleitores da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Netflix e Warner Bros. são alguns dos distribuidores que estão abrindo as carteiras para tentar ficar com a estatueta dourada mais cobiçada. "Você tem que gastar dinheiro", disse Matthew Belloni, diretor editorial do "The Hollywood Reporter". "Você tem que trocar apertos de mão. Tem que ter uma mensagem para seu filme." "Trata-se de amaciar as pessoas lá fora e fazer a Academia saber a seu respeito e acreditar no seu filme", acrescentou. O investimento valerá a pena para o eventual vencedor. Um troféu de melhor filme traz mais lucro nas bilheterias e cacife para atrair astros de primeira grandeza para projetos futuros. Por isso, de dezembro até o final de fevereiro, atores, diretores, produtores e roteiristas se sujeitam a uma rotina intensa de almoços, exibições, recepções e debates, cruzando o país para se expor a eleitores nos polos cinematográficos de Nova York e Los Angeles. Além das estrelas do filme, os estúdios recrutam fãs de peso para que organizem eventos, como uma exibição de "Roma" com Angelina Jolie, parte da ofensiva do Netflix para ficar com o primeiro Oscar de melhor filme de um serviço de streaming. A campanha publicitária de "Roma" custou cerca de US$ 25 milhões, segundo estimativas da publicação especializada "Variety". Já o gasto da Warner Bros com "Nasce Uma Estrela" foi pouco inferior a US$ 20 milhões, disse a Variety. Grande parte deste investimento foi para comerciais de TV, além dos anúncios de internet em sites dedicados a Hollywood ou ao Facebook. Alguns também tentam incentivar os consumidores a verem os filmes. Parte da campanha da Warner Bros. envolveu cobrir um outdoor de Sunset Strip com uma foto de Ally, a personagem de Lady Gaga em "Nasce Uma Estrela", que é uma réplica daquele visto no filme e parece uma divulgação da estrela fictícia.

    Oscar 2019: Vote em quem você acha que vai ganhar a premiação


    Participe das enquetes do G1 e tente acertar quem vai ganhar em 10 das principais categorias. Qual será o Melhor Filme do Oscar 2019? Initial plugin text Quem será o Melhor Ator no Oscar 2019? Initial plugin text Quem será a Melhor Atriz no Oscar...

    Participe das enquetes do G1 e tente acertar quem vai ganhar em 10 das principais categorias. Qual será o Melhor Filme do Oscar 2019? Initial plugin text Quem será o Melhor Ator no Oscar 2019? Initial plugin text Quem será a Melhor Atriz no Oscar 2019? Initial plugin text Quem será o Melhor Diretor no Oscar 2019? Initial plugin text Quem será a Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar 2019? Initial plugin text Qual será a Melhor Canção Original no Oscar 2019? Initial plugin text Quem será o Melhor Ator Coadjuvante no Oscar 2019? Initial plugin text Qual será a Melhor Animação no Oscar 2019? Initial plugin text Qual filme vai ganhar na categoria Melhor Figurino no Oscar 2019? Initial plugin text Qual filme vai ganhar na categoria Melhores Efeitos Visuais no Oscar 2019? Initial plugin text
    Pianista Amilton Godoy vai de Ary Barroso a Djavan em disco gravado em tributo ao Zimbo Trio

    Pianista Amilton Godoy vai de Ary Barroso a Djavan em disco gravado em tributo ao Zimbo Trio


    Pianista paulista de formação erudita que ainda na adolescência seguiu o chamado do jazz, Amilton Godoy imprimiu o nome na história da música brasileira ao fundar em 1964 o Zimbo Trio, originalmente com Luís Chaves (1931 – 2007) no baixo e...


    Pianista paulista de formação erudita que ainda na adolescência seguiu o chamado do jazz, Amilton Godoy imprimiu o nome na história da música brasileira ao fundar em 1964 o Zimbo Trio, originalmente com Luís Chaves (1931 – 2007) no baixo e com Rubinho Barsotti na bateria. Conjunto de samba-jazz que teve atuação relevante na noite paulistana na década de 1960, se tornando o fino da bossa de Sampa, o Zimbo Trio se espraiou muito além das fronteiras do Brasil através de discos e shows. Por isso mesmo, faz sentido que o pianista reverencie o Zimbo no álbum que gravou com Edu Ribeiro (bateria) e Sidiel Vieia (contrabaixo), músicos que formam com ele o atual Amilton Godoy Trio. Com lançamento programado para 7 de março, o álbum Tributo ao Zimbo Trio apresenta músicas de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) (Águas de março, samba de 1972), Ary Barroso (1903 – 1964) (Aquarela do Brasil, samba de 1939), Djavan (Avião, samba de 1989), Gilberto Gil (Domingo no parque, música de 1967) e Hermeto Pascoal (Bebê, tema lançado em 1972 e gravado pelo Zimbo em 1978) no toque do Amilton Godoy Trio. O repertório do disco Tributo ao Zimbo Trio também inclui pot-pourri com oito músicas de Milton Nascimento. Editoria de Arte / G1
    Lady Gaga termina noivado com agente Christian Carino

    Lady Gaga termina noivado com agente Christian Carino


    'Simplesmente não funcionou. Relacionamentos às vezes acabam', disse uma fonte não identificada à revista People. Representante da cantora também confirmou a separação. Lady Gaga e Christian Carino no evento anual "Mulheres em Hollywood", da...


    'Simplesmente não funcionou. Relacionamentos às vezes acabam', disse uma fonte não identificada à revista People. Representante da cantora também confirmou a separação. Lady Gaga e Christian Carino no evento anual "Mulheres em Hollywood", da revista "Elle", em Los Angeles (EUA) Michael Kovac/Getty Images for ELLE Magazine/AFP Indicada ao Oscar, a superstar pop Lady Gaga rompeu com seu noivo, o segundo relacionamento que termina em três anos. Um representante da artista de 32 anos confirmou na terça-feira (19) as reportagens segundo as quais a intérprete de "Shallow" e Christian Carino, que também é seu agente, encerraram o noivado, mas não deu detalhes. "Simplesmente não funcionou. Relacionamentos às vezes acabam", disse uma fonte não identificada à revista People. "Não existe nenhuma longa história dramática." A notícia do rompimento veio dias antes da cerimônia do Oscar, no domingo (24), na qual Gaga concorre ao prêmio de melhor atriz por seu papel no romance musical "Nasce Uma Estrela". Durante a transmissão ela interpretará "Shallow", que está no filme e é vista como a favorita para levar a estatueta de melhor canção original. Em outubro Gaga anunciou que ela e Carino estavam noivos. Eles começaram a namorar em fevereiro de 2017, poucos meses depois de ela terminar um relacionamento de cinco anos com o ator Taylor Kinney, da série "Chicago Fire". Gaga e Carino pareciam próximos quando foram às premiações do Globo de Ouro e do Sindicato dos Atores dos Estados Unidos em Los Angeles em janeiro, mas os fãs notaram que ela não usava seu grande anel de noivado quando cantou no Prêmio Grammy no dia 10 de fevereiro. Initial plugin text
    A gata Choupette: 'centro do mundo' de Karl Lagerfeld pode ser única herdeira do estilista

    A gata Choupette: 'centro do mundo' de Karl Lagerfeld pode ser única herdeira do estilista


    'Choupette é uma menina rica, tem sua própria fortuna. Se acontecer alguma coisa comigo, a pessoa que cuidar dela não estará na miséria', disse o estilista em entrevista antes de sua morte. Karl Lagerfeld com sua gata, Choupette...


    'Choupette é uma menina rica, tem sua própria fortuna. Se acontecer alguma coisa comigo, a pessoa que cuidar dela não estará na miséria', disse o estilista em entrevista antes de sua morte. Karl Lagerfeld com sua gata, Choupette Reprodução/Instagram Com seus mais de 50 mil seguidores no Twitter e quase 200 mil no Instagram, Choupette, a gata birmanesa do estilista Karl Lagerfeld, é quase tão conhecida como seu dono, que morreu nessa terça-feira (19) aos 85 anos. O animal, protagonista de um livro, campanhas de publicidade e até de uma coleção de acessórios felinos, entrou na vida do estilista em 2011. "Choupette é o centro do meu mundo. É uma espécie de Greta Garbo, tem algo inesquecível em sua maneira de se mover. Me inspira por sua elegância e sua atitude", dizia o criador. "Essa gata era de um amigo que pediu à minha empregada se podia cuidar dela durante as duas semanas em que viajaria. Na volta, ele não recuperou Choupette. Tive outro gato, que engordou, e Choupette se transformou no gato mais conhecido do mundo, mas também o mais rico", disse Karl Lagerfeld à revista Vanity Fair. No programa de TV francês "Le Divan", Lagerfeld reconheceu que tinha com ela uma relação muito especial. "Me faz rir de mim mesmo, mas no final isso não me incomoda nem incomoda ninguém", diz. Perfil de Choupette Lagerfeld no Instagram lamenta morte do estilista Karl Lagerfeld Reprodução/Instagram Única herdeira? "Choupette é uma menina rica, tem sua própria fortuna. Se acontecer alguma coisa comigo, a pessoa que cuidar dela não estará na miséria", disse o estilista. O estilista explicou várias vezes que não guardava o dinheiro que Choupette ganhou em seus contratos publicitários, cerca de 3 milhões de euros, segundo várias fontes. Lagerfled, que se transformou em agente da própria gata, não aceitava que ela aparecesse em anúncios de comida. "É muito sofisticada para isso! Tem algo único, é como um ser humano, mas com uma qualidade: o silêncio", dizia. Lagerfled atribui a Choupette duas damas de companhia e um guarda-costas. O animal comia na mesa junto a seu amo, em uma vasilha de prata. Mais que de ópera, Choupette gostava de música sul-americana e odiava vozes agudas, segundo o livro "Choupette, la vie enchantée d'un chat fashion" ("Choupette, a vida encantada de um gato fashion"), publicado em 2014. Initial plugin text Em junho de 2015 Brigitte Bardot escreveu uma carta para gata, pedindo que "ronronasse no ouvido" de seu dono para que "deixasse de utilizar pele em suas coleções". A ex-atriz já escreveu uma mensagem para Choupette quando, ao completar 80 anos, recebeu um cheque de Lagerfled para a Fundação Brigitte Bardot, que luta pela proteção dos animais. Aparentemente a única herdeira de Karl, Choupette deve “enfrentar problemas para assumir o posto”, já que, a lei francesa proíbe a designação de um animal como herdeiro. Embora a lei especifique que o animal é "um ser vivo dotado de sensibilidade", os animais não têm personalidade e, portanto, não possuem capacidade legal, segundo a imprensa internacional. Ainda assim, advogados franceses acreditam ser bem provável que o designer tenha designado alguém ou alguma associação como proprietário do animal , deixando-o com o suficiente para garantir seu padrão de vida luxuoso.
    Após 'Infiltrado no Klan', Spike Lee fará novo filme para o Netflix, diz site

    Após 'Infiltrado no Klan', Spike Lee fará novo filme para o Netflix, diz site


    Segundo o 'Deadline', 'Da 5 Bloods' será sobre o Vietnã e pode contar com o ator Jonathan Majors. O diretor norte-americano Spike Lee CCBB/Divulgação Após "Infiltrado no Klan", Spike Lee vai produzir um novo filme para o Netflix. A informação...


    Segundo o 'Deadline', 'Da 5 Bloods' será sobre o Vietnã e pode contar com o ator Jonathan Majors. O diretor norte-americano Spike Lee CCBB/Divulgação Após "Infiltrado no Klan", Spike Lee vai produzir um novo filme para o Netflix. A informação é do site especializado Deadline. De acordo com a publicação, "Da 5 bloods" será um filme sobre veteranos do Vietnã, que retornam à selva para encontrar sua inocência perdida. O drama deve contar com Chadwick Boseman ("Pantera Negra"), Delroy Lindo e Jean Reno no elenco. Jonathan Majors também está em conversa com Lee para estrelar o filme. Leia também: 'Infiltrado na Klan' é Spike Lee em grande forma ao discutir racismo com humor e acidez Enquanto a produção não tem início, Lee segue na expectativa sobre o Oscar 2019. O diretor está concorrendo com "Infiltrado no Klan" em duas categorias: Melhor Diretor e Melhor Filme. Se vencer a primeira opção, Lee ganhará seu primeiro Oscar como Diretor. Em 2006, o americano ganhou um Oscar Honorário e na época criticou a quantidade de negros concorrendo ao prêmio. Initial plugin text
    Maycon, eliminado do 'BBB19', diz que 'errou' no programa: 'Falei demais'

    Maycon, eliminado do 'BBB19', diz que 'errou' no programa: 'Falei demais'


    Mineiro contou que se assustou ao ver celular após sair da casa, nesta terça. Em entrevista ao 'Mais Você', ele avaliou participação no programa: 'Aprendi a pensar muito antes de falar' Maycon, eliminado do 'BBB19', durante participação no...


    Mineiro contou que se assustou ao ver celular após sair da casa, nesta terça. Em entrevista ao 'Mais Você', ele avaliou participação no programa: 'Aprendi a pensar muito antes de falar' Maycon, eliminado do 'BBB19', durante participação no 'Mais Você' Reprodução/TV Globo Maycon, eliminado do "BBB19" com 55,71% dos votos, avaliou sua participação no programa nesta quarta-feira (20), em entrevista no "Mais Você" (TV Globo). Ele considera ter cometido erros na casa. "Eu tenho ideia de que falei demais. Mas é uma coisa que acontece, ainda mais por ser extrovertido e espontâneo. O peixe morre pela boca", afirmou. O vendedor de queijos foi eliminado nesta terça (19), em uma disputa contra Rodrigo e Tereza. Ele havia sido indicado ao paredão pelos líderes da semana, Danrley e Elana. Em alguns episódios do reality, declarações dele e da colega Paula provocaram reações de internautas, que apontaram comportamento racista e de intolerância religiosa. "Peguei o celular [depois de sair da casa] e falei: 'Meu Deus'", contou o ex-BBB. "Coisas que falei foram mal interpretadas. Sou muito brincalhão. Errei, às vezes eu tinha que ser mais sério", acrescentou. Isabella ou Elana? Durante o tempo em que permaneceu no reality, Maycon engatou um breve romance com a estudante de medicina Isabella. Maycon e Isabella no 'BBB19' Reprodução/TV Globo "Estava gostando muito dela, as coisas ali são muito intensas. Às vezes deixava o sentimento tomar conta de mim e esquecia o jogo", disse. O mineiro também se aproximou da engenheira Elana, embora negue que tenha "xavecado" a participante. "Brincar eu sempre brinquei. Brincava com todas, com cada uma de um jeito." Fora do reality, Maycon disse hoje "enxergar a vida com outros olhos". "O 'BBB' foi uma lição de vida para mim. Aprendi muita coisa, principalmente a pensar muito antes de falar."
    Leci Brandão puxa enredo político de show para Mangueira que reuniu Chico Buarque e Maria Bethânia no Rio

    Leci Brandão puxa enredo político de show para Mangueira que reuniu Chico Buarque e Maria Bethânia no Rio


    Cantora e compositora carioca que festejará 75 anos de vida ativista em setembro, a cidadã brasileira Leci Brandão da Silva encarna a mais perfeita tradução política do enredo da Mangueira na presente edição do show idealizado para arrecadar...


    Cantora e compositora carioca que festejará 75 anos de vida ativista em setembro, a cidadã brasileira Leci Brandão da Silva encarna a mais perfeita tradução política do enredo da Mangueira na presente edição do show idealizado para arrecadar fundos para ajudar a escola verde-e-rosa a pôr o Carnaval na avenida neste ano de 2019. Na noite de ontem, 19 de fevereiro, a dignidade de Leci ombreou a majestade de Chico Buarque de Mangueira, outra entidade verde-e-rosa, no palco da casa Vivo Rio. Tanto que o público se levantou e ovacionou de pé a artista após Leci cantar O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc, 1979). "Leci! Leci!", gritou o público antes de reforçar o coro com um sonoro "Ele não". Atento aos sinais, o público entendeu que a aguçada consciência social do canto de Leci estava em total sintonia com o tom político do enredo História para ninar gente grande, criado pelo carnavalesco Leandro Vieira para o desfile da Mangueira neste ano de 2019. Leci Brandão toca percussão e canta 'O bêbado e a equilibrista', sendo aplaudida de pé Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio A sintonia entre cantora e enredo era tamanha que, após medley em que versou com Pretinho da Serrinha nos partidos altos Papai vadiou (Rode do Jacarezinho e Gaspar do Jacarezinho, 1985) e As coisas que mamãe me ensinou (Leci Brandão e Zé Maurício, 1989), a cantora abriu mão de cantar samba mais popular para destilar o orgulho negro que pauta Identidade (Jorge Aragão, 1992). Na sequência, Leci afiou o discurso político de Zé do Caroço (Leci Brandão, 1980), samba mais popular da lavra autoral da artista. Enfim, mesmo com as chamativas presenças de Chico Buarque e Maria Bethânia, foi Leci Brandão o maior destaque do elenco de show beneficente criado sem grandes rigores estéticos. E o carinho de Chico com Leci, visível no coletivo número final, sublinhou a apoteose particular da artista. Roteirista do espetáculo, que tem uma segunda apresentação agendada na mesma casa Vivo Rio para amanhã, 21 de fevereiro, Túlio Feliciano encadeou blocos individuais dos seis cantores solistas arregimentados para o evento – Alcione, Chico Buarque, Leci Brandão, Maria Bethânia, Mart'nália e Pretinho da Serrinha – com espaços para eventuais duetos e para a evolução de ritmistas e baluartes da Estação Primeira, como o sedutor primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Mangueira, formado atualmente por Matheus Olivério e Squel Jorgea. Alcione saúda Jamelão e Nelson Cavaquinho no show coletivo Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio Primeira grande atração na ordem do roteiro, Alcione estava com a voz tinindo. E foi com graves portentosos que homenageou o mais lendário puxador de samba da escola, Jamelão (1913 – 2008), ao cantar o samba-canção Nunca (Lupicínio Rodrigues, 1947), e que saudou o mangueirense Nelson Cavaquinho (1911 – 1986) ao proclamar Juízo final (Nelson Cavaquinho e Élcio Soares, 1973) antes de dar a sentença de Não deixe o samba morrer (Edson e Aloísio, 1975) com divisão e suingue tão espertos que, ao fim, Alcione mais pareceu uma blueswoman vinda do Morro de Mangueira ou de qualquer outra comunidade carioca. Na sequência, Alcione chamou ao palco Mart'nália, que caiu de bossa no samba Menina (Paulinho Nogueira, 1970) – gravado por essa sapeca cantora para o disco editado em 2011 com a trilha sonora da série As cariocas (TV Globo) – e hasteou com descompromisso e leveza a bandeira de Desde que o samba é samba (Caetano Veloso, 1992) antes de mandar tudo para A tonga da mironga do kabuletê (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971). Mart'nália e Pretinho da Serrinha saúdam Ivone Lara com 'Sorriso negro' Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio Agregada afetivamente ao elenco mangueirense, mas identificada com a escola de samba Unidos de Vila Isabel, Mart'nália saiu do palco antes de chamar o imperial Pretinho da Serrinha. Mas voltou atrás, literalmente, e engatou com Pretinho saudação a Ivone Lara (1922 – 2018) – dona de uma das patentes mais altas do samba do Império Serrano – com a alegria de Sorriso negro (Jorge Portela, Adilson de Barro e Jair de Carvalho, 1981). Crooner eficiente, Pretinho segurou sozinho a onda festiva do show ao lançar mão de sambas conhecidos como Tendência (Jorge Aragão e Ivone Lara, 1981), Alguém me avisou (Ivone Lara, 1980) e Retalhos de cetim (Benito Di Paula, 1973), sendo que especialmente nos dois últimos o percussionista tornado cantor conseguiu expressiva adesão da plateia já propensa a soltar a voz em hits de outros Carnavais. Chico Buarque entra com sobriedade na 'Sala de recepção', de Cartola Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio Chamado ao palco por Leci Brandão, cantora que assumiu o comando do show após o set de Pretinho da Serrinha, Chico Buarque foi o samba verde-e-rosa em pessoa mesmo quando se afastou do morro de Mangueira – após entrar com adequada sobriedade na Sala de recepção (1976) de Cartola (1908 – 1980) – para passar no bairro carioca da Lapa para prestar a habitual Homenagem ao malandro (Chico Buarque, 1977). Na sequência, Chico cantou Tua cantiga (Cristovão Bastos e Chico Buarque, 2017) e abriu alas para a entrada de Maria Bethânia no samba Quem te viu, quem te vê (Chico Buarque, 1966). Número sempre esperado nos shows da Mangueira, o dueto de Chico e Bethânia transcorreu em tons outonais sem o calor de verões passados. Maria Bethânia e Chico Buarque cantam juntos o samba 'Quem te viu quem te vê' em tons outonais Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio Sozinha em cena, a cantora aumentou a temperatura vocal ao reviver Sonho impossível (The impossible dream) (Joe Darion e Mitch Leigh, 1965, em versão em português de Chico Buarque e Ruy Guerra, 1972) e ao cair no samba Volta por cima (Paulo Vanzolini, 1962), números em que Bethânia mandou oportunos e sutis recados políticos antes de fazer exaltações à Mangueira em pot-pourri de sambas com menções à escola. No arremate, os cantores da Mangueira puxaram o samba da escola no Carnaval de 2019 e assumiram o comando da festa. Foi quando a entrada dos ritmistas e destaques da escola ofuscou as estrelas principais do show, fazendo que o brilho maior fosse do samba, o grande poder transformador nesse país de Jamelões, Lecis e Marielles. (Cotação: * * * 1/2) Maria Bethânia canta o samba 'Volta por cima' no show criado para arrecadar fundos para a Mangueira Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio Editoria de Arte / G1
    Michael B. Jordan, Helen Mirren e Michael Keaton reforçarão time de apresentadores do Oscar

    Michael B. Jordan, Helen Mirren e Michael Keaton reforçarão time de apresentadores do Oscar


    Academia de Hollywood anunciou mais nomes de apresentadores nesta terça. Chadwick Boseman, Charlize Theron e Brie Larson já haviam sido convocados. Michael B. Jordan em cena de 'Pantera Negra' Divulgação A Academia de Hollywood anunciou nesta...


    Academia de Hollywood anunciou mais nomes de apresentadores nesta terça. Chadwick Boseman, Charlize Theron e Brie Larson já haviam sido convocados. Michael B. Jordan em cena de 'Pantera Negra' Divulgação A Academia de Hollywood anunciou nesta terça-feira (19) em comunicado uma nova lista de apresentadores da cerimônia do Oscar. Entre os nomes, estão os de Helen Mirren, Michael B. Jordan e Michael Keaton. A lista tem ainda Elsie Fisher, Danai Gurira, Brian Tyree Henry, John Mulaney, Tyler Perry, Pharrell Williams, Krysten Ritter, Paul Rudd e Michelle Yeoh. O ator americano Michael Keaton recebe homenagem na Calçada da Fama de Hollywood Nick Ut/AP "Estamos encantados de dar as boas-vindas à cerimônia a estes geniais artistas e cineastas", disseram Donna Gigliotti e Glenn Weiss, produtores da festa. "Contribuem com entusiasmo, atualidade e elementos de surpresa para o Oscar deste ano", acrescentaram. Na falta de um mestre de cerimônias neste ano, a organização já havia convocado para apresentar categorias Samuel L. Jackson, Javier Bardem, Angela Bassett, Chadwick Boseman, Emilia Clarke, Laura Dern, Stephan James, Keegan-Michael Key, KiKi Layne, James McAvoy, Melissa McCarthy, Jason Momoa e Sarah Paulson. Também estarão presentes Awkwafina, Daniel Craig, Chris Evans, Tina Fey, Whoopi Goldberg, Brie Larson, Jennifer López, Amy Poehler, Maya Rudolph, Amandla Stenberg, Charlize Theron, Tessa Thompson e Constance Wu. A festa deste domingo (24) não terá um apresentador principal pela primeira vez em 30 anos. O humorista Kevin Hart chegou a ser anunciado para ocupar o posto, mas desistiu após ser criticado por mensagens antigas consideradas homofóbicas. "Roma", filme de Alfonso Cuarón, é o grande favorito no Oscar 2019, com dez indicações, o mesmo número que "A favorita", de Yorgos Lanthimos.
    'BBB19': Maycon é eliminado do programa com 55,72% dos votos

    'BBB19': Maycon é eliminado do programa com 55,72% dos votos


    Brother encarou paredão contra Rodrigo e Tereza e acabou levando a pior no reality. Maycon é o 5º eliminado do "BBB19" Victor Pollak/Globo Maycon foi o eliminado desta terça-feira (19) do “BBB19”. O mineiro encarou um paredão contra Rodrigo e...


    Brother encarou paredão contra Rodrigo e Tereza e acabou levando a pior no reality. Maycon é o 5º eliminado do "BBB19" Victor Pollak/Globo Maycon foi o eliminado desta terça-feira (19) do “BBB19”. O mineiro encarou um paredão contra Rodrigo e Tereza e acabou levando a pior. Maycon recebeu 55,71% dos votos. O brother é o quinto eliminado do jogo. Maycon tem 27 anos, nasceu em Piumhi, em Minas Gerais, mas mora em São Paulo. O jovem já passou por diversos trabalhos, desde ajudante de pedreiro a modelo. Antes de entrar na casa, vendia queijos de sua cidade e trabalhava como barman em uma casa de shows sertanejos. Maycon se considera um cara disperso e teimoso, mas também determinado, bem-humorado e competitivo. "Vou até o final naquilo que desejo e sou muito otimista com a vida. Tento levar tudo o que acontece para o lado bom. Mas sou teimoso também: se as coisas não saem da forma que quero, brigo por isso”, disse ele antes do confinamento. Para Maycon, sua grande qualidade é saber perdoar, sem guardar rancor nem buscar vingança. O mineiro também se disse mulherengo e contou que já namorou sério algumas vezes. "Mas só apresentei três para a minha mãe". Sua maior motivação para entrar no BBB era o dinheiro do prêmio: “quero ajudar minha mãe a parar de trabalhar como doméstica e comprar uma casa para ela”. Initial plugin text
    Por que atores mexicanos estão atacando Yalitza Aparicio, indicada ao Oscar de Melhor Atriz por 'Roma'

    Por que atores mexicanos estão atacando Yalitza Aparicio, indicada ao Oscar de Melhor Atriz por 'Roma'


    De origem indígena e sem experiência com cinema, Yalitza Aparicio sensibilizou o público como protagonista do filme 'Roma' e foi indicada ao Oscar; mas tem enfrentado uma série de críticas no México. Yalitza Aparicio ("Roma") Divulgação "Não...


    De origem indígena e sem experiência com cinema, Yalitza Aparicio sensibilizou o público como protagonista do filme 'Roma' e foi indicada ao Oscar; mas tem enfrentado uma série de críticas no México. Yalitza Aparicio ("Roma") Divulgação "Não é atriz", "não tem vocação nem futuro na área" e tem a "sorte das feias". Essas são apenas algumas das críticas feitas à atriz mexicana Yalitza Aparicio, protagonista do filme Roma, nomeado a 10 categorias do Oscar neste ano. E não se trata de comentários de redes sociais, mas sim de diretores, atrizes e apresentadores de televisão inconformados com o sucesso de Yalitza. A declaração mais recente foi do ator Sergio Goyri, que pediu desculpas depois que vazou um vídeo no qual ele aparece reclamando que tenham "nomeado uma índia" ao Oscar. Ao saber dessa declaração, Yalitza disse: "Estou orgulhosa de ser uma indígena oaxaqueña e só lamento que haja pessoas que não sabem o significado correto das palavras." Initial plugin text Na semana passada, foi divulgado que um grupo de atores tentou evitar que Yalitza fosse escolhida como melhor atriz no prêmio Ariel, entregue pela Academia Mexicana de Artes e Ciências – o mais prestigiado do país. A tentativa de boicotar a nomeação da atriz de origem indígena foi divulgada no Twitter por Rossana Barro, coordenadora do Festival Internacional de Cinema Morelia. "Soube que há um grupo de atrizes mexicanas que está se organizado para pedir à academia de cinema que Yalitza Aparicio não seja considerada para a categoria de melhor atriz", escreveu Rossana Barro, em 11 de fevereiro. "É a coisa mais medíocre, patética e vil que já escutei. Não direi mais nada", acrescentou. Não se sabe quem fazia parte do grupo e há quem questione a sua existência. Mas a cineasta María José Cuevas, autora do documentário Bellas de Noche (Belas da Noite), disse que a tentativa de boicote, de fato, existiu. "Sim. Confirmado por vários lados", disse a cineasta pelo Twitter, ao ser perguntada sobre se a "fofoca" correspondia ou não à realidade. Initial plugin text 'Ela não atuou' O suposto boicote é parte da controvérsia que rodeia Yalitza Aparicio no México, especialmente após sua indicação ao Oscar na categoria de Melhor Atriz. Ela é a segunda atriz mexicana a conseguir esse feito, depois de Salma Hayek, em 2003, pela participação no filme Frida. Cena do filme mexicano 'Roma' Divulgação A maioria dos atores mexicanos parabenizou Yalitza – muitos com entusiasmo. Mas alguns parecem inconformados. Antes de participar de Roma, Yalitza era professora de pré-escola em Tlaxiaco, no estado Oaxaca. Os críticos à sua nomeação ao Oscar questionam a rápida ascensão na carreira. Um dos comentários mais frequentes é o de que Yalitza alcançou a fama "por sorte" e que nunca se preparou para atuar como atriz. Os adeptos dessa visão não admitem que Yalitza possa competir com protagonistas experientes. A apresentadora de televisão Elsa Burgos manifestou sua indignação pelo Facebook. "Não estou desmerecendo o trabalho de ninguém. Cada um sabe como e quando vai chegar onde quer. Mas, sinceramente, me digam: A atuação de Yalitza é espetacular para que seja nomeada ao Oscar?", questionou. "Ela não atuou. Ela é assim. Fala assim, se comporta assim, como a Cleo (nome da personagem de Yalitza no filme). O Oscar se dá a uma atuação que não tenha nada a ver com você." Outra declaração que gerou polêmica foi da cantora Yuri (Yuridia Valenzuela Canseco), que durante uma entrevista se disse contente por ver que alguém "com aquele tipo físico" esteja concorrendo ao Oscar. "Acho muito bom. Como que uma pessoa com esse tipo (físico foi indicada)? Não importa o físico, é o talento", disse. "Muita gente diz que se você está em Hollywood tem que ser muito mexicana, muito bonita e ter um corpaço. E ela é o contrário disso", acrescentou. A atriz Laura Zapata também criticou a aparência de Yalitza quando os jornalistas perguntaram sua opinião sobre o sucesso da protagonista de Roma. "Que sorte, né? É a sorte das feias", respondeu. O comentário foi muito criticado nas redes sociais – Zapata reagiu dizendo que tinha sido uma brincadeira. A atriz e produtora de televisão mexicana Patricia Reyes também minimizou o talento de Yalitza. "Ela fez bem o seu papel, mas não acho que vá fazer uma carreira disso", disse em entrevista à TV Azteca. "Não é a sua vocação, não é o que ela quer. Mas se (Alfonso) Cuarón (diretor de Roma) continuar a chamá-la para trabalhar, provavelmente será. Mas não sinto que seja sua vocação, é um momento, um flash", acrescentou. O diretor mexicano Alfonso Cuaron posa com os prémios Bafta de Melhor Filme e Melhor Diretor, por "Roma" Joel C Ryan/Invision/AP O que Yalitza Aparicio tem dito Nas redes sociais houve muita reação às críticas, com usuários dizendo que Yalitza está sendo alvo de inveja. Outros também acham que há discriminação. O ator mexicano Diego Luna, por exemplo, afirmou que não precisa ver Roma para saber do "racismo e a estratificação social" do México. Mas o que a protagonista de Roma tem dito? "Eu não conhecia muito sobre cinema. Eu me afastei totalmente do cinema porque considerava que não me pertencia, que era um mundo de sonhos a que eu não podia aspirar, porque nenhuma mulher que eu via nas telas se parecia comigo", afirmou em entrevista à imprensa. "Agora que comecei a pesquisar mais, já sei que há muitos atores incríveis que, sem ter estudado atuação, chegaram a ser grandes", concluiu. Ao ser perguntada sobre as críticas que tem recebido, em entrevista a uma emissora de TV mexicana, a atriz de Roma evitou alimentar a polêmica. "Comentar sobre esses comentários é dar a eles maior importância. Respeito a opinião de cada um. Eu sempre me alegro com a vitória dos outros, não costumo criticar. Mas todas as opiniões são bem-vindas", disse.
    Joana Borges debate assédio em 'Malhação' e relembra incômodo sobre o assunto na adolescência

    Joana Borges debate assédio em 'Malhação' e relembra incômodo sobre o assunto na adolescência


    'Tudo acontecia tal como hoje, mas não havia reflexão a respeito', diz atriz ao G1. Joana Borges Guilherme Lima Em “Malhação: Vidas Brasileiras”, Verena é base para um tema que vem recebendo cada vez mais os holofotes e deixando de ser...


    'Tudo acontecia tal como hoje, mas não havia reflexão a respeito', diz atriz ao G1. Joana Borges Guilherme Lima Em “Malhação: Vidas Brasileiras”, Verena é base para um tema que vem recebendo cada vez mais os holofotes e deixando de ser sujeira varrida para debaixo dos tapetes: o assédio. Na novela, a estudante do colégio Sapiência interpretada por Joana Borges sofre uma tentativa de abuso sexual por parte de seu professor de História, que a assediava. Em nova fase, Breno (Marcelo Argenta) retorna para a trama e vai sequestrar a estudante. Nos últimos anos, em tempos do movimento #metoo, muitas mulheres uniram forças para denunciar homens poderosos, grandes nomes dos cinemas ou religiosos. Kevin Spacey, Harvey Weinstein, Bryan Singer e João de Deus estão entre os casos mais recentes. “É um tema que tem ganhado muita visibilidade nos últimos tempos, e isso é uma ótima notícia. Mais mulheres têm criado coragem para denunciar seus assediadores/abusadores e o escândalo envolvendo João de Deus é um exemplo disso. Ao mesmo tempo, acredito que temos um caminho longo pela frente”, afirma Joana ao G1. "O assédio velado, em tom de brincadeira, ou disfarçado de elogio ainda é muito comum, inclusive dentro das empresas, em locais de trabalho e por parceiros de equipe". A atriz conta que nunca passou por uma situação de assédio tão grave como a vivida por sua personagem. “Mas todas nós, em maior ou menor grau, já passamos por algum tipo de assédio”. Na pele de uma adolescente Breno (Marcelo Argenta) e Verena (Joana Borges) em cena de "Malhação: Vidas Brasileiras" Globo/João Miguel Júnior Para interpretar Verena, Joana, com 24 anos e formada em Jornalismo, precisa voltar um pouco no tempo. “Fazer uma adolescente, mesmo já tendo vivido essa fase, é um desafio para mim. Tenho todo cuidado para não infantilizar, mas ao mesmo tempo, não posso encarar as questões dela pensando com a cabeça da Joana de hoje, que mora sozinha”. Tom Karabachian, de 'Malhação', fala de carreira musical e possível projeto com o pai Paulinho Moska Outro desafio é enxergar a adolescente Verena em uma nova era. “Quando eu tinha a idade da Verena, 15 anos, assédio, relacionamento abusivo, temas próximos da questão feminista, eram muito pouco elucidados. Não se falava disso como se fala hoje em dia. A própria depressão era muito velada”, cita a atriz, que na novela, vive também a namorada de Álvaro (Eike Duarte), um jovem depressivo. “Tudo acontecia tal como hoje e lembro de me incomodar desde muito nova com o assédio principalmente, mas não havia reflexão a respeito. Pelo contrário, o conselho que me era dado era de ignorar, relevar, ‘fingir que não ouvi’”. Histórias reais Verena até pode ser um personagem ficcional, mas mostra a realidade de muitas adolescentes. E Joana já recebeu o depoimento de meninas que sofreram com situação semelhante. “Lembro de uma menina de 13 anos que me mandou por dias seguidos desabafos muito dolorosos sobre uma situação de abuso pela qual passou. É uma sensação de impotência muito grande dos dois lados. Não tem muito o que falar, a não ser desejar-lhe que fique bem e que procure amparo entre amigos, familiares e psicólogos”. Verena (Joana Borges) e Álvaro (Eike Duarte), casal de "Malhação: Vidas Brasileiras" Globo/ João Miguel Júnior Nova fase é situação atípica Para Joana, o sequestro de sua personagem pelo professor Breno não traz nenhum alerta específico aos jovens, como costuma acontecer entre os temas escolhidos e debatidos na novela teen. Racismo, gravidez na adolescência, alcoolismo, bullying e agressão familiar foram alguns dos tópicos debatidos nesta temporada. “O Breno volta como um psicopata, um alucinado, que pensa estar apaixonado pela Verena. É uma situação atípica, não tem proporção e nem pretensão de ser tratado como uma questão social, presente no dia a dia comum dos jovens”.
    Alfonso Cuarón é aposta de diretores brasileiros no Oscar 2019, mas Spike Lee divide torcida

    Alfonso Cuarón é aposta de diretores brasileiros no Oscar 2019, mas Spike Lee divide torcida


    No bolão do G1, 9 entre 10 cineastas brasileiros apostam em mexicano de 'Roma' na categoria Melhor Diretor. Para eles, Lee tem chance por momento político. Veja apostas. Cena do filme mexicano 'Roma' Divulgação Com o autobiográfico "Roma",...


    No bolão do G1, 9 entre 10 cineastas brasileiros apostam em mexicano de 'Roma' na categoria Melhor Diretor. Para eles, Lee tem chance por momento político. Veja apostas. Cena do filme mexicano 'Roma' Divulgação Com o autobiográfico "Roma", Alfonso Cuarón deve confirmar seu favoritismo e levar a estatueta de Melhor Diretor no Oscar 2019, que acontece no próximo domingo (24). Essa é a aposta quase unânime de cineastas brasileiros consultados pelo G1 sobre a premiação (veja abaixo o bolão completo). Na brincadeira, eles responderam: Quem deve ganhar o prêmio? Quem você gostaria que ganhasse o prêmio? No primeiro quesito, nove entre dez diretores disseram que Cuarón será o escolhido. Se isso acontecer, será a quinta vez que um mexicano vence a categoria em seis anos. "Eles só não ganharam no ano em que não concorreram [2017, quando Damien Chazelle venceu por "La La Land"]", lembra Marina Person, diretora de "Califórnia" (2015). "E 'Roma' é um filme muito pessoal, autobiográfico, que tem muita chance." Cuarón já tem um Oscar no currículo, por "Gravidade" (2013). Com "Roma", indicado em 10 categorias neste ano, ele ganhou o prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA (DGA, na sigla em inglês), o que o fortaleceu na corrida pelas estatuetas da Academia. "Ele conseguiu criar várias cenas inesquecíveis, com um rigor e profundidade que têm tudo para entrar para a história do cinema", elogia Paulo Morelli, de "Cidade dos homens" (2007). Os favoritos do coração Mas, no coração dos cineastas brasileiros, o mexicano divide espaço com Spike Lee e seu "Infiltrado na Klan". Ele tem quatro votos de torcida, empatado com Cuarón. "É um filme muito forte e contemporâneo, que trata da ascensão da nova direita e se conecta com um passado muito recente", analisa Petra Costa, de "Elena" (2012). Adam Driver e John David Washington são os dois Rons Stallworths de 'Infiltrado na Klan' Divulgação "Acho que a direção dele é a mais arrojada, ousada e criativa entre os concorrentes. E a que melhor executa o que propôs", acrescenta José Eduardo Belmonte, de "Se nada mais der certo" (2008). Person, que também torce para Lee apesar de apostar em Cuarón, acredita que a força do debate sobre racismo em Hollywood pode aumentar a chance do cineasta, em um Oscar cada vez mais inserido em discussões sociais. "Além disso, Spike Lee já foi muito desdenhado. Merecia ganhar dessa vez", diz ela. Até 2019, o responsável por "Faça a coisa certa" (1989) e "Malcom X" (1992) nunca tinha concorrido na categoria Melhor Diretor ou Filme. "Isso é uma injustiça não só a ele, mas à relevância que um diretor tem como “contador de histórias”. Ele é um mestre", avalia Marcos Jorge, de "Estômago" (2007). E quem corre por fora? Yorgos Lanthimos, de "A favorita", tem a torcida de dois cineastas. Ele concorre pela segunda vez - a primeira foi pelo roteiro original de "O lagosta" (2015). Diretor de "O Grande Circo Místico" (2018), representante do Brasil que não conseguiu vaga entre os indicados a Melhor Filme Estrangeiro, Cacá Diegues defende: "Para mim, 'A favorita' é o melhor. Mas é difícil adivinhar quem ganha. O critério nem sempre é qualidade." Arte/G1 Initial plugin text
    Banda Mombojó entra no clima de Carnaval e vai do Recife a Salvador no passo do frevo 'Cometa mambembe'

    Banda Mombojó entra no clima de Carnaval e vai do Recife a Salvador no passo do frevo 'Cometa mambembe'


    O grupo pernambucano Mombojó surpreende ao lançar o quinto dos nove singles do ainda inédito sexto álbum de estúdio da banda. Após quatro músicas autorais, Felipe S (guitarra e voz), Marcelo Machado (guitarra e voz), Missionário José (baixo...


    O grupo pernambucano Mombojó surpreende ao lançar o quinto dos nove singles do ainda inédito sexto álbum de estúdio da banda. Após quatro músicas autorais, Felipe S (guitarra e voz), Marcelo Machado (guitarra e voz), Missionário José (baixo e voz), Chiquinho Moreira (teclados e vocoder) e Vicente Machado (bateria e voz) entram no clima de Carnaval e vão do Recife (PE) a Salvador (BA) no passo agalopado do frevo Cometa mambembe. Capa do single 'Cometa mambembe', da banda Mombojó Arte de Arquétipo Rafa Com capa que expõe arte de Arquétipo Rafa, o single Cometa mambembe sai na próxima sexta-feira, 22 de fevereiro, dando outra amostra do projeto MMBJ12, anunciado em agosto de 2018. Composição de autoria de Carlos Pitta e Edmundo Carôso, Cometa mambembe já cruzou os repertórios das bandas Eva e Jammil após ter sido lançada em 1983 em gravação feita pelo cantor e compositor alagoano Carlos Moura para o álbum Água de cheiro. "Há tempos a gente tem a vontade de fazer uma ligação mais estreita da nossa obra com a vibe carnavalesca. Vejo Cometa mambembe como um frevo psicodélico por natureza que ilustra bem uma outra relação de amizade e inspiração que a gente também quer fortalecer com a baianidade sintetizada nesse galope de Olinda pra Bahia", conceitua o tecladista Chiquinho Moreira. Cometa mambembe se junta aos singles anteriores Ontem quis (2018), Nunca vai embora (2018), Me ajuda (2018) e Plano B (2019). Ao completar os nove singles da série MMBJ12, o Mombojó lançará o álbum com o acréscimo de três músicas inéditas, totalizando 12 faixas. Editoria de Arte / G1
    Flip 2019 terá Walnice Nogueira Galvão, especialista em Euclides da Cunha e Guimarães Rosa

    Flip 2019 terá Walnice Nogueira Galvão, especialista em Euclides da Cunha e Guimarães Rosa


    Professora emérita da USP é o segundo nome anunciado para a 17ª Festa Literária Internacional de Paraty. Evento que homenageia Euclides da Cunha acontece de 10 a 14 de julho. Walnice Nogueira Galvão Bel Pedrosa/Divulgação A professora emérita...


    Professora emérita da USP é o segundo nome anunciado para a 17ª Festa Literária Internacional de Paraty. Evento que homenageia Euclides da Cunha acontece de 10 a 14 de julho. Walnice Nogueira Galvão Bel Pedrosa/Divulgação A professora emérita de teoria literária e literatura comparada da Universidade de São Paulo (USP) Walnice Nogueira Galvão, especialista em Euclides da Cunha (1866-1909) e Guimarães Rosa (1908-1967), é o segundo nome anunciado para a 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), informou a organização do evento nesta terça-feira (19). A Flip 2019 acontece entre 10 e 14 de julho. Walnice foi responsável pela edição crítica considerada definitiva de "Os sertões", clássico de Euclides da Cunha, autor homenageado desta edição do evento. Lançado originalmente em 1985 pela Brasiliense, o volume foi reeditado em 2016 pela UBU-Sesc. Em 2009, a ensaísta publicou "Euclidiana: Ensaios sobre Euclides da Cunha" (Companhia das Letras), que rendeu o prêmio da Academia Brasileira de Letras. Sua obra de estreia – "No calor da obra", de 1973, que trata da Guerra de Canudos – vai ser relançada neste ano pela CePe. Em nota, a Flip informa que a ensaísta acredita que Euclides da Cunha quis fazer "uma obra de arte literária que expressasse suas preocupações com a justiça social". E acrescentou: "Este 'livro vingador', como [o autor] o chamou, é um monumento erigido à memória dos heroicos canudenses e uma reivindicação em prol do respeito aos direitos humanos". Walnice também fez tese de doutorado sobre Guimarães Rosa, autor de "Grande sertão: Veredas". Também organizou uma edição crítica do clássico. No comunicado, ela afirma que edições críticas servem para manter a obra atualizada. "Daqui a um ou dois séculos, sem o aparato crítico, boa parte das referências de Proust estariam perdidas", afirmou, sobre "Grande sertão". Além de ter dado aula na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Walnice lecionou nas universidades americanas de Austin, Iowa City e Columbia. Na Europa, esteve nas universades de Paris VIII, Freie Universität Berlin, Poitiers, Colônia, École Normale Suérieure, Oxford e Berlin 2. Antes dela, já havia sido anunciada a escritora americana Kristen Roupenian, autora do conto "Cat Person". A curadora da Flip 2019 é Fernanda Diamant, editora da revista literária "Quatro cinco um".
    Polícia suspeita que ator de 'Empire' tenha planejado próprio ataque racista nos EUA

    Polícia suspeita que ator de 'Empire' tenha planejado próprio ataque racista nos EUA


    Investigação aponta que Jussie Smollett teria pago para irmãos lhe agredirem em janeiro, segundo fontes da CNN e da CBS. Jussie Smollett comparece a evento em Hollywood em 2017 Frederic J. Brown/AFP A polícia suspeita que o ator Jussie Smollett,...


    Investigação aponta que Jussie Smollett teria pago para irmãos lhe agredirem em janeiro, segundo fontes da CNN e da CBS. Jussie Smollett comparece a evento em Hollywood em 2017 Frederic J. Brown/AFP A polícia suspeita que o ator Jussie Smollett, da série "Empire", teria contratado e planejado o ataque que sofreu na madrugada de 29 de janeiro, nos Estados Unidos. De acordo com emissoras americanas como CNN e CBS, fontes ligadas à investigação afirmam que dois suspeitos interrogados afirmam que receberam dinheiro para participar da mentira. Segundo Smollett, ele saía de um restaurante quando foi atacado por dois homens brancos, que gritaram xingamentos racistas e homofóbicos, jogaram alvejante e amarraram uma corda em seu pescoço. Ele foi levado ao hospital com uma costela fraturada. Uma semana antes, o ator havia recebido uma ameaça em uma carta endereçada ao estúdio onde "Empire" é gravado. Segundo fonte da CBS, ele planejou o ataque porque achou que a carta não recebeu atenção suficiente. Em interrogatório feito pela polícia, os irmãos Ola e Abel Osundario, conhecidos de Smollett, disseram que ensaiaram o ataque com o ator dias antes, e que receberam US$ 3,5 mil. A polícia afirma que não se manifestará mais sobre o assunto até falar novamente com o ator. Em entrevista na última quinta-feira (14), Smollett defendeu que está dizendo a verdade. Veja a linha do tempo do caso: 22 de janeiro: Uma carta com uma ameaça e xingamentos racistas e homofóbicos, destinada a Smollett, chega ao estúdio em Chicago onde é gravada a série "Empire". 29 de janeiro: Polícia abre investigação de possível crime de ódio depois de denúncia feita pelo ator, que afirma ter sido atacado por dois homens brancos com xingamentos racistas e homofóbicos, alvejante e uma forca. 30 de janeiro: Investigadores anunciam que encontraram imagens de câmeras de vigilância com dois possíveis suspeitos. 1º de fevereiro: Smollett divulga primeiro comunicado após episódio, no qual diz que está bem e agradece o apoio recebido de colegas e fãs. Ele também defende sua versão do ataque. 2 de fevereiro: O ator aparece publicamente pela primeira vez, em show em Hollywood. 11 de fevereiro: A polícia reclama que o ator entregou dados incompletos de seu celular. 13 de fevereiro: Os irmãos Osundairo são detidos após chegarem de um vôo da Nigéria. A polícia revista sua casa e encontra roteiros da série. 14 de fevereiro: Smollett dá sua primeira entrevista na TV após o incidente, e afirma estar falando a verdade. No mesmo dia, a polícia afirma que ao menos um dos homens detidos apareceu como figurante em "Empire", mas que eles ainda não eram suspeitos. Os advogados dos irmãos afirmavam que eles eram inocentes. 15 de fevereiro: A polícia afirma que os irmãos são suspeitos, mas libera os dois sem acusações. Em seguida, investigadores dizem que eles não são mais considerados suspeitos. 16 de fevereiro: Emissoras americanas, como a CNN, afirmam que os irmãos disseram à polícia que foram pagos para participar do falso ataque. Um porta-voz da polícia diz que as informações fornecidas pelos dois mudaram o rumo das investigações. Advogados do ator reafirmam que ele foi vítima de um crime de ódio e que continuará a cooperar. A polícia divulga que quer conversar novamente com ele.
    Monique Kessous lança single em que protesta contra 'cura gay' com deboche e indignação

    Monique Kessous lança single em que protesta contra 'cura gay' com deboche e indignação


    Indignada com liminar concedida em 2017 por juiz do Distrito Federal com autorização para tratamento psicológico de homossexuais, Monique Kessous compôs na ocasião uma música em que protesta contra a chamada "cura gay". Parceria de Monique com...


    Indignada com liminar concedida em 2017 por juiz do Distrito Federal com autorização para tratamento psicológico de homossexuais, Monique Kessous compôs na ocasião uma música em que protesta contra a chamada "cura gay". Parceria de Monique com o irmão Denny Kessous, Viada ganha o mundo dois anos depois em single que chega ao mercado fonográfico na próxima sexta-feira, 22 de fevereiro, com dose de deboche adicionada à indignação. "Recomendaram tratamento / Mas estou curada / Eu continuo viada / Eu continuo viada", proclama a cantora, compositora e instrumentista carioca em versos de Viada. O single sai três anos após a artista lançar o terceiro álbum autoral, Dentro de mim cabe o mundo (2016), e traz a assinatura de Kessous na produção musical. Além de pilotar as programações e os teclados da gravação, Kessous deu forma à música, primeiramente pré-produzindo a faixa no estúdio caseiro da artista com o irmão Denny nas guitarras e synths. Depois desse passo inicial, a cantora entrou em estúdio profissional, para o qual arregimentou os músicos Alberto Continentino (baixo), Caio Oica (bateria), Felipe Pinaud (guitarra) e Rodrigo Tavares (guitarra), dando a forma final a essa balada meio dançante que engrossa o coro contra a homofobia. Editoria de Arte / G1
    Semanas de Moda de Londres e Milão prestam homenagem a Lagerfeld

    Semanas de Moda de Londres e Milão prestam homenagem a Lagerfeld


    Estilista morreu nesta terça-feira (19) aos 85 anos. Em 2018, modelo desfila com criações de coleção primavera-verão da designer Hailey Baldwin para a marca Adidas durante a Semana de Moda de Londres Vianney Le Caer/Invision via AP "Ele inspirou...


    Estilista morreu nesta terça-feira (19) aos 85 anos. Em 2018, modelo desfila com criações de coleção primavera-verão da designer Hailey Baldwin para a marca Adidas durante a Semana de Moda de Londres Vianney Le Caer/Invision via AP "Ele inspirou gerações de estilistas e seu legado perdurará", afirmaram nesta terça-feira os organizadores das Semanas de Moda de Londres e Milão, prestando homenagem ao falecido estilista Karl Lagerfeld. O número 180 da Strand, avenida movimentada em pleno coração de Londres, é o centro da semana de moda britânica. É um verdadeiro formigueiro ativo, misturando compradores, fotógrafos e modelos que correm entre um desfile e outro, além estilistas mais ou menos conhecidos. Após realizar mais de 80 desfiles e apresentações desde a última sexta-feira, a Semana de Moda de Londres terminou nessa terça em um clima de tristeza. "É uma perda muito grande. Sei que já não era jovem, mas eu não esperava. Uma notícia assim no último dia da Semana de Moda é tão triste", disse emocionado Edson Toniato, estudante de moda vestido com terno preto e gola alta. A notícia caiu como uma bomba ao meio-dia. "Soube no caminho para cá, foi uma comoção. Ainda não acredito", disse a estudante de uma escola de moda londrina Niamh Kerins. A emoção deixava rapidamente espaço para a homenagem. Para o público da Semana de Moda de Londres, o estilista alemão, que morreu aos 85 anos, era um "gigante" da moda, mas principalmente uma fonte de inspiração. "É um momento histórico para a moda", disse o espanhol David Martín, jornalista especializado em moda, lembrando a "audácia" de Lagerfeld, mas também sua capacidade de trabalho e sua tendência de "controlar tudo, até os mínimos detalhes". "Inspirou gerações e gerações", disse, lembrando que, junto com os italianos Donatella Versace e Giorgio Armani, "esses gênios fizeram a indústria da moda que conhecemos hoje em dia. Sem eles, não estaríamos aqui". 'Esse dinamismo, essa paixão' Em Milão, começaram nessa terça-feira os primeiros desfiles da Semana de Moda. Dois dias antes da apresentação da nova coleção da Fendi, a última assinada por Lagerfeld, a emoção era palpável. "Me entristece profundamente porque hoje perdemos um homem único e um estilista incomparável, que trouxe tanto para a Fendi e para mim", disse Silvia Venturini Fendi, diretora criativa para as coleções masculinas. "Quando vi Karl pela primeira vez, era só uma menina. Ele foi meu mentor e meu ponto de referência". "Para Fendi e para mim, o gênio criativo de Karl foi e continuará sendo nosso guia e luz, dando forma ao DNA da marca". Em 1965, as cinco irmãs Fendi - Paola, Anna, Franca, Carla e Alda - chamaram o então jovem estilista alemão para trabalhar da marca romana. A colaboração durou mais de cinquenta anos, um recorde no mundo da moda. Muitas marcas italianas reagiram à notícia. Em nome da Prada, que vai desfilar na quarta-feira à noite, Patrizio Bertelli e Miuccia Prada prestaram "uma homenagem à memória de Karl Lagerfeld, a seu talento como estilista que marcou a moda internacional". O diretor artístico da Gucci, Alessandro Michele, postou uma fotografia antiga em branco e preto de Lagerfeld nas redes sociais, acompanhada de um coração negro. Carlo Capasa, presidente da Câmara Nacional da Moda Italiana, também elogiou a genialidade do estilista: "Você mudou o curso da moda, inspirou gerações e, principalmente, nos deu a oportunidade de sonhar". A jovem estilista britânica Kitty Shukman, de 24 anos, faz parte dessa geração inspirada por Lagerfeld. Graduada em 2018 no London College of Fashion, tem um pequeno estande na Semana de Moda de Londres, onde expõe suas criações: sapatos esportivos de estilo futurista. "Durante meus estudos, sempre busquei referências em seu trabalho", diz. Ela enaltece a capacidade de Lagerfeld de "trabalhar muito duro". "Sua entrega à Chanel era incrível. É algo em que quero me inspirar para minha carreira: mostrar esse dinamismo, essa paixão", disse.
    Karl Lagerfeld é homenageado com rosas brancas em frente à loja da Chanel em Paris

    Karl Lagerfeld é homenageado com rosas brancas em frente à loja da Chanel em Paris


    Estilista morreu nesta terça-feira (19) aos 85 anos. Flores em homenagem ao estilista alemão Karl Lagerfeld, colocadas do lado de fora da grife francesa Chanel, em Paris LIONEL BONAVENTURE / AFP Em frente ao número 31 da rua Cambon, onde...


    Estilista morreu nesta terça-feira (19) aos 85 anos. Flores em homenagem ao estilista alemão Karl Lagerfeld, colocadas do lado de fora da grife francesa Chanel, em Paris LIONEL BONAVENTURE / AFP Em frente ao número 31 da rua Cambon, onde Mademoiselle Chanel abriu sua loja nos anos 1920, em Paris, rosas brancas homenageiam seu já lendário herdeiro Karl Lagerfeld, morto nesta terça-feira. "Era uma lenda, um mastodonte, salvou a Chanel, reinventou a marca", diz Mathieu Cipriani-Rivière, um jovem de 20 anos, que se dirigiu à butique após o anúncio da morte de "Monsieur Lagerfeld". Vestido com um casaco de couro preto, uma jaqueta amarrada na cintura, e correntes cromadas em volta do pescoço, Mathieu reivindica sua influência. "Sempre me inspirou, adoro os colares, as joias, o preto, sem ele a moda perde seu coração", suspira. "Karl Lagerfeld era o papa da moda. Ele era toda a História", diz o ex-estudante de moda, que não vê quem poderia substituir Lagerfeld. De visita a Paris, Yakin Benk, uma turista de Istambul, ficou sabendo da notícia por sua filha, que a ligou da Turquia. "Estou tão, mas tão triste", afirma esta mulher de cerca de 50 anos, acompanhada pelo marido. "Tenho muitíssimos sapatos Chanel, ternos, óculos... tudo vintage. A Chanel é muito importante para nós, quando minha filha era pequena me dizia: quando crescer vou ganhar muito dinheiro e te darei de presente sapatos Chanel. Com seu primeiro salário, me deu de presente meu primeiro par". Lagerfeld "soube rejuvenescer a Chanel sem distorcer a marca". Emocionada, Celina Pastors, de 26 anos, aperta contra o peito uma rosa branca envolvida em celofane, antes de depositá-la em frente à porta da butique. "Como ele, vim da Alemanha para Paris para aprender", acrescenta esta jovem de Hamburgo. "Foto, moda... tinha um talento incrível, era muito culto, falava um francês delicado... Como vão substitui-lo"?, questiona em frente à fachada da prestigiosa loja. Orgulho Na fachada, nenhum laço preto ou cartaz anuncia sua morte. Nada perturba a discreta elegância da butique Chanel, situada entre o Sena e a praça Vendôme. Os turistas japoneses que se aproximam para tirar fotos diante de suas vitrines ainda não ouviram a notícia. Em seu interior, os funcionários receberam instruções de não "dizer nada" à imprensa. Estudante na Escola da Câmara sindical de costura parisiense, a jovem alemã e sua amiga, Marie Lanzoni, de 20 anos, vieram assim que ouviram sobre o falecimento do mestre, de 85 anos. Junto com sua rosa, Celina colocou um cartão, escrito em alemão: "Obrigada ao maior mestre da moda, um orgulho para a França e a Alemanha". Tom e Jade, ambos de 20 anos, vieram com a mesma ideia. Estudantes em uma escola de moda, chegaram cada um com uma rosa branca. "Para nós é quase parte da família", diz Tom André. "Era uma inspiração para as novas gerações, sobretudo seus desfiles", diz com o olhar escondido atrás de óculos escuros. Sua amiga, Jade Mari, com o cabelo recolhido em duas tranças e um casaco creme, afirma que temia o pior. "Primeiro seus últimos desfiles, com o tema de Egito e as múmias, e depois o das folhas mortas, sentimos que já estava nos anunciando algo... E quando vimos que estava ausente no último dia do desfile em janeiro, soubemos que não lhe restava muito tempo".
    Oscar 2019: Os Filmes Tóxicos

    Oscar 2019: Os Filmes Tóxicos


    Cena de 'Roma' Divulgação Devemos perder o medo da palavra "intolerância". Ela não é, como querem fazer crer, de toda má. É boa, sim, por exemplo, a intolerância com o racismo; a intolerância com a violência contra a mulher; sermos...


    Cena de 'Roma' Divulgação Devemos perder o medo da palavra "intolerância". Ela não é, como querem fazer crer, de toda má. É boa, sim, por exemplo, a intolerância com o racismo; a intolerância com a violência contra a mulher; sermos intolerantes com a corrupção. Sermos tolerantes com tudo o que é abusivo e tóxico. E assim, a cada ano sendo mais atentos e intolerantes com o que é tóxico, o mundo melhora. Os Oscars são reflexo disso. Se em 1940 o Oscar premiou o racista "E O Vento Levou", em 2019 "Infiltrado na Klan" denuncia o próprio racismo do clássico romance que emocionou multidões. Sim, o mundo, melhora. Com ele, o Oscar. Mas tudo só melhora porque continuamos atentos. É nesse estado de atenção que detectou-se dois filmes tóxicos entre os favoritos deste ano. "Roma", de Alfonso Cuarón, e "The Green Book", de Peter Farrelly. Mas, como? Justamente os filmes mais fofos, encantadores e inclusivos do ano? Sim, por isso mesmo. Lobos em pele de cordeiro. "E O Vento Levou" é, além de criminosamente racista, fofo, encantador e inclusivo. "Até o primeiro Oscar a uma negra rendeu", argumenta-se. Em um primoroso ensaio para a New Yorker, o crítico Richard Brody chamou atenção para "Roma". Com o título "Há uma voz faltando em Roma de Alfonso Cuarón - como um filme pessoal pôde ser um fracasso pessoal." Brody explica que há uma tradição em cineastas de esquerda com origem na classe média alta. Retratar os desvalidos, os invisíveis, os personagens marginais, como Cleo, a empregada doméstica de "Roma", como fossem objetos unidimensionais que estão ali sendo reverenciados apenas para expiar culpa burguesa. A culpa do "rico com consciência". Cuarón é este diretor e não escapou de criar uma armadilha (para si e para os espectadores, que distraídos com feitos de fotografia e movimentos de câmera, não percebem que estão ali vendo um filme que nos torna piores). Sua Cleo, na verdade, não tem voz. Não sabemos o que ela pensa sobre a vida, não temos acesso a sua história pregressa, suas origens, o que a constitui. Sobre uma personagem graciosa, um bibelô pronto para nos encantar a todos que queremos fazermos crer que nos importamos de verdade com a questão de classe. São raros os cineastas de classe média que conseguem ter esse cuidado. Kleber Mendonça Filho, em "Aquarius", dá exemplo de como se deve fazer: Quando Ladjane, empregada de Clara, conta a tragédia que aconteceu com seu filho, quando somos levados a frequentar, depois, uma festa na casa de Ladjane. Quando esta não é tratada no filme como uma coitadinha que nos provoca catarse a nos fazer sentir pena. É o que "Green Book: O guia", outro filme tóxico, faz descaradamente. E nos enganando. Querendo nos fazer crer que estamos ali assistindo um filme que quer passar uma mensagem contra o racismo. Durante o filme, somos miseravelmente conduzidos a sentir pena do personagem negro. Mas não apenas por conta das violências que ele sofre por ser negro. Somos levados a ter pena é de suas escolhas. Quando ficamos sabendo que o personagem é homossexual, a cena é construída para que tenhamos pena de sua escolha. Também temos pena do quanto ele, o negro, é solitário, por ter escolhido ser desgarrado de suas raízes. Somos levados a sentir pena de tudo o que na verdade torna o personagem livre. Pior, "Green Book: O guia" nos leva a admiração incondicional e acrítica do personagem de Viggo Mortesen, "O branco que irá salvar em todos os sentidos a vida do negro confuso". O personagem de Viggo é mal educado: o filme nos leva a simpatizar com essa falta de educação. Quando revela ter talento para levar as pessoas no papo, o filme coloca isso como superpoderes de um super-herói. Quando o personagem explode em violência, o filme nos leva a aplaudi-lo (e consequentemente a achar que o negro é frouxo por levar desaforo pra casa). Sua família é racista, mas o filme nos mostra isso para rapidamente neutralizar a informação, nos passando a mensagem de que "tudo o que um negro precisa, tadinho, é de uma família italiana branca". Assistir a "Green Book: O guia" pode ser, para um negro consciente, uma experiência de horror parecida com o que se passa no filme "Corra!", de 2016, onde um negro se hospeda na casa de brancos simpáticos e anti-racistas. Você verá brancos felicíssimos com o que acabaram de ver, enquanto você o negro ofendidíssmo. O terror é explicar a extensão do prejuízo de falsos filmes anti-racistas. Nos faz retroceder para época em que achava-se fazer algum bem para a questão do racismo filmes como "Mississipi Em Chamas", de 1988. O mundo melhora. Coletivamente adquirimos, aos poucos, a cada dia, consciência de obviedades que a nós não eram antes nada óbvias. Mas o mundo também piora. Como bactérias que adquirem resistência a novos antibióticos, os filmes tóxicos arrumam jeitos mais sofisticados e difíceis de se detectar do que os das gerações anteriores. Mais dinheiro, também. Roma chega com milhões de dólares investidos pela Netflix investidos na campanha do Oscar. Mas Netflix no Oscar e sua hipotética ameaça ao Cinema é assunto para o texto de quinta-feira. Amanhã, quarta, falarmos dos filmes saudáveis do Oscar deste ano. Precisamos falar de saúde pública. Precisamos falar de Miles Morales.
    'PUBG Mobile' e 'Resident Evil 2' se unem em novo modo 'Zombie: survive till dawn'

    'PUBG Mobile' e 'Resident Evil 2' se unem em novo modo 'Zombie: survive till dawn'


    Modo limitado está disponível na última atualização de 'PUBG Mobile'. Trailer de 'Survive till dawn' Os universos de "PUBG Mobile" e "Resident Evil 2" se unirão no novo modo de jogabilidade "Zombie: Survive till Dawn". A história se passa em...


    Modo limitado está disponível na última atualização de 'PUBG Mobile'. Trailer de 'Survive till dawn' Os universos de "PUBG Mobile" e "Resident Evil 2" se unirão no novo modo de jogabilidade "Zombie: Survive till Dawn". A história se passa em três dias e duas noites e 60 jogadores farão rondas de 30 minutos. A estrutura é do "PUBG" mas os jogadores enfrentarão alguns zumbis do "Resident Evil 2" e outros novos. 'PUBG Mobile' é versão do jogo para aparelhos móveis Divulgação A agressividade dos zumbis aumenta conforme anoitece no jogo: De dia, jogadores e monstros se enfrentam a longas distâncias À tarde, enfrentam visibilidade baixa À noite, os confrontos serão PvP (jogador contra jogador) Para jogar, é preciso ter a atualização 0.11 do "PUBG Mobile". Além do novo modo, a atualização inclui tempo luar em Vikendi, novo mapa de neve, e espaço de conexões entre os jogadores com possibilidade de selecionar um amigo para ficar no seu espaço. Sistema de ferimentos em tempo real é uma das grandes novidades de 'Resident Evil 2' Divulgação/Capcom Os jogadores também podem ganhar skins e personalizações de personagens de Resident Evil 2, como Leon, Claire, Ada e Marvin.
    BTS confirma show em São Paulo no dia 25 de maio

    BTS confirma show em São Paulo no dia 25 de maio


    Apresentação do grupo de k-pop, por enquanto única no Brasil, acontece no Allianz Parque. Ingressos começam a ser vendidos no dia 11 de março. BTS, grupo de pop coreano Divulgação O grupo de k-pop BTS confirmou nesta terça-feira (19) show no...


    Apresentação do grupo de k-pop, por enquanto única no Brasil, acontece no Allianz Parque. Ingressos começam a ser vendidos no dia 11 de março. BTS, grupo de pop coreano Divulgação O grupo de k-pop BTS confirmou nesta terça-feira (19) show no Allianz Parque, em São Paulo, no dia 25 de maio. Por enquanto, a apresentação será única no Brasil. Os ingressos começam a ser vendidos no dia 11 de março, a partir das 10h. Os preços ainda não foram divulgados.
    'Fortnite' tem festival fracassado na Inglaterra e centenas pedem dinheiro de volta

    'Fortnite' tem festival fracassado na Inglaterra e centenas pedem dinheiro de volta


    Quase metade da equipe não compareceu ao evento. Visitantes enfrentaram filas e reclamaram de atrações abaixo do prometido. 'Fortnite', game de tiro e sobrevivência, é um dos mais populares do mundo Reprodução/YouTube/Fortnite Todo mundo tem...


    Quase metade da equipe não compareceu ao evento. Visitantes enfrentaram filas e reclamaram de atrações abaixo do prometido. 'Fortnite', game de tiro e sobrevivência, é um dos mais populares do mundo Reprodução/YouTube/Fortnite Todo mundo tem um Fyre festival, famoso evento fracassado nas Bahamas, para chamar de seu. Neste final de semana, foi um festival inspirado no game "Fortnite" que sofreu com organização e críticas do público. Fortnite Live ocorreu neste final de semana em Norwich, na Inglaterra. Segundo alguns visitantes, foi um show de desorganização: Horas de filas para recolher pulseiras e entrar no local Atrações abaixo do nível prometido Poucas vagas para cada brinquedo Falta de equipe Cerca de 2800 pessoas passaram pelo evento em cada dia. Para os visitantes, não havia atividades suficientes para todos. Os ingressos custaram a partir de 12 libras (R$ 58). E pulseiras para acesso ilimitado valiam um extra de 20 libras (R$ 96). Pais que viajaram de diversos lugares da Inglaterra para levar os filhos ao evento se queixaram e pediram reembolso dos ingressos. Initial plugin text "1 parede de escalada entre mais de 3000 crianças. 4 karts entre a mesma quantidade, ninguém vestido como personagens, as pessoas ainda fazem fila 2 horas depois dos portões abertos. Absolutamente horrível #fortnite #fortnitelive." Segundo Shaun Lord, dono da empresa organizadora do festival, o caos tem uma explicação: oito dos 19 funcionários contratados não compareceram. De acordo com Lord, os reembolsos já foram feitos.
    Chanel anuncia Virginie Viard como sucessora de Karl Lagerfeld após morte do estilista

    Chanel anuncia Virginie Viard como sucessora de Karl Lagerfeld após morte do estilista


    Braço direito de diretor criativo da marca vai assumir posto deixado por Karl. Em mesma publicação, empresa lamentou a morte do estilista. Karl Lagerfeld e Virginie Viard em imagem de outubro de 2018 AP Photo/Christophe Ena/Arquivo A diretora de...


    Braço direito de diretor criativo da marca vai assumir posto deixado por Karl. Em mesma publicação, empresa lamentou a morte do estilista. Karl Lagerfeld e Virginie Viard em imagem de outubro de 2018 AP Photo/Christophe Ena/Arquivo A diretora de estúdio da Chanel e até agora braço direito do estilista Karl Lagerfeld, Virginie Viard, ocupará o cargo de diretora criativa da firma após a morte do alemão, segundo anunciou nesta terça-feira (19) a própria marca. O presidente da marca, Alain Wertheimer, encomendou a Virginie a tarefa de seguir com "o legado de Gabrielle Chanel e Karl Lagerfeld". A deterioração do estado de saúde do estilista ficou em evidência durante os últimos desfiles, embora tenha sido precisamente no último, em janeiro, no qual muitos temeram pelo pior, quando deixou a saudação final de sua coleção de alta costura primavera-verão 2019 em mãos de Virginie, diretora de estúdio. A firma enviou suas condolências à família do estilista e elogiou sua "criatividade prolífica" e sua "infinita imaginação" com a qual reinventou os conceitos da marca. "Um indivíduo extraordinariamente criativo, Karl Lagerfeld reinventou os conceitos criados por Gabrielle Chanel", apontou a marca em comunicado. A empresa lembrou o trabalho de Lagerfeld não apenas na vanguarda de suas coleções, mas também na fotografia e direção de curtas. "Graças ao seu gênio criativo, sua generosidade, sua excepcional intuição, Karl Lagerfeld foi um avanço em sua época, à qual contribuiu amplamente com o sucesso da Chanel através do mundo", apontou Wertheimer. O diretor disse ter perdido um amigo, além de uma mente criativa a quem deu "carta branca na década de 80 para reinventar a marca". O presidente do grupo, Bruno Pavlovsky, afirmou que "desfile após desfile", Lagerfeld deixou sua marca na lenda de Gabrielle Chanel e na história da maison. Wetheimer elogiou, além disso, sua ambição de promover as oficinas de artesãos com as quais foi ampliando as colaborações nos últimos anos mediante a contratação de alguns deles para evitar portanto a perda desses talentos. "O maior tributo que podemos dar hoje é seguir o caminho que ele marcou", disse, ao citar com uma de suas frases mais repetidas. "'Continuando a abraçar o presente e inventar o futuro". Initial plugin text
    Banda Os Incríveis tem editado em CD o álbum que gravou na Argentina em 1965

    Banda Os Incríveis tem editado em CD o álbum que gravou na Argentina em 1965


    Em 1965, a banda paulistana então (pouco) conhecida como The Clevers foi para a Argentina. Na volta ao Brasil, o grupo já se chamava Os Incríveis, tendo trocado de nome após romper com o empresário dono da marca The Clevers. Foi como Os...


    Em 1965, a banda paulistana então (pouco) conhecida como The Clevers foi para a Argentina. Na volta ao Brasil, o grupo já se chamava Os Incríveis, tendo trocado de nome após romper com o empresário dono da marca The Clevers. Foi como Os Incríveis que grupo fez sucesso no reino encantado da Jovem Guarda, projetando músicos como o baixista e vocalista Lívio Benvenuti Júnior (1947 – 2013), o Nenê; o saxofonista Antônio Rosa Seixas (1943 – 2011), o Manito; e o baterista Luiz Franco Thomaz, o Netinho. Só que antes, na estada argentina, o grupo entrou no estúdio da gravadora CBS, na cidade de Buenos Aires, e gravou em 1965 um álbum de transição que se tornaria raro. Intitulado Los Increibles, este álbum está sendo lançado em CD pelo selo carioca Discobertas neste início de 2019, dois anos após ter sido reeditado no formato de LP para alegria de colecionadores de disco. Trata-se de título de valor meramente documental na discografia dos Incríveis por ter encerrado a pré-história do grupo, marcando o início de nova fase. O álbum Los Increibles está sendo lançado em CD com tiragem limitada de 300 cópias. Editoria de Arte / G1
    Maria Bethânia abre e fecha DVD em que Paulo Costta e Moreno Veloso cantam o Recôncavo de Mabel Velloso

    Maria Bethânia abre e fecha DVD em que Paulo Costta e Moreno Veloso cantam o Recôncavo de Mabel Velloso


    Lançado em 2015, o álbum Meu Recôncavo – Samba & poesia – Paulo Costta canta Mabel Velloso ainda reverbera após quatro anos. É que o disco gerou show feito por Paulo Costta com Moreno Veloso. Esse show foi captado em 15 de dezembro de 2016...


    Lançado em 2015, o álbum Meu Recôncavo – Samba & poesia – Paulo Costta canta Mabel Velloso ainda reverbera após quatro anos. É que o disco gerou show feito por Paulo Costta com Moreno Veloso. Esse show foi captado em 15 de dezembro de 2016 ao ser apresentado na cidade do Rio de Janeiro (RJ), gerando o DVD que a gravadora Biscoito Fino está pondo no mercado fonográfico neste mês de fevereiro de 2019. Fevereiro, aliás, é mês de alta temporada de samba de roda em Santo Amaro da Purificação (BA) e em outras cidades do Recôncavo Baiano. O samba de Santo Amaro é a matriz do repertório deste projeto criado para difundir, através da música de Paulo Costta, a produção literária da professora, escritora, poeta e cordelista Mabel Velloso, irmã de Caetano Veloso e Maria Bethânia. A voz de Bethânia, a propósito, abre e fecha o DVD, ouvida em off ao recitar os poemas Voando para sonhar e Amargura, ambos de Mabel. Esses poemas foram incluídos no DVD com os áudios das gravações feitas por Bethânia para o álbum de 2015. Capa do DVD 'Meu Recôncavo – Paulo Costta e Moreno Veloso cantam Mabel Velloso ao vivo' Divulgação / Biscoito Fino Compositor, arranjador e produtor musical baiano que migrou para a França, país onde evoca a aura da Bossa Nova, Paulo Costta gerou o álbum Meu Recôncavo ao conhecer Mabel Velloso em 2009 no aniversário de 102 anos da matriarca da família, Claudionor Viana Teles Velloso (1907 – 2012), a Dona Canô. Na ocasião, Costta recebeu de Mabel centenas de poemas escritos pela artista ao longo da vida. Vários foram musicados pelo compositor, dando origem ao repertório deste disco de tom familiar produzido por Moreno Veloso. A cadência do samba do Recôncavo Baiano é a tônica do repertório, mas Costta também põe na roda ritmos como ijexá (A lua), baião (Cigarra), maxixe (Coração safado) e toada que vira xote (Canto da terra). Na gravação ao vivo do show, lançada nos formatos de DVD e álbum (este disponibilizado somente em edição digital), o samba que batiza o projeto, Meu Recôncavo, é apresentado com a adesão da voz de Illy Gouveia, cantora baiana que fez no show a parte que coube a Belô Velloso no disco de estúdio. Illy também canta Genipapo absoluto (Caetano Veloso, 1989), música ausente do disco, mas incluída no show. Além de tocar, Moreno Veloso solta a voz em Anoitecendo, Lua cheia e Se eu tivesse uma casa, três das 14 parcerias de Paulo Costta com Mabel Velloso que foram o repertório matricial do DVD Meu Recôncavo – Paulo Costta e Moreno Veloso cantam Mabel Velloso ao vivo. Editoria de Arte / G1
    Ed Sheeran comemora aniversário em pizzaria de Porto Alegre

    Ed Sheeran comemora aniversário em pizzaria de Porto Alegre


    Jantar ocorreu em estabelecimento do bairro Mont Serrat, e reuniu cerca de 14 pessoas. Produção do cantor havia entrado em contato, há cerca de um mês, solicitando a reserva da unidade para um evento fechado. Local foi decorado com balões...


    Jantar ocorreu em estabelecimento do bairro Mont Serrat, e reuniu cerca de 14 pessoas. Produção do cantor havia entrado em contato, há cerca de um mês, solicitando a reserva da unidade para um evento fechado. Local foi decorado com balões coloridos e chapéus personalizados. Passenger parabenizou Ed Sheeran nas redes sociais e participou da comemoração Reprodução/Instagram O cantor Ed Sheeran comemorou o aniversário de 28 anos em uma pizzaria de Porto Alegre, no último domingo (17), logo após o show que fez na Arena do Grêmio, na capital gaúcha. A celebração reuniu cerca de 14 pessoas. O músico Passenger, que realizou a abertura do show, participou da comemoração e fez uma postagem nas redes sociais, felicitando o conterrâneo. O jantar ocorreu na Pizza Hut, no bairro Mont Serrat. A produção do cantor havia entrado em contato, há cerca de um mês, solicitando a reserva da unidade para um evento fechado, sem revelar detalhes. O local foi decorado com balões coloridos e chapéus personalizados. A comemoração durou cerca de uma hora e meia. Segundo a gerente de Comunicação e Marketing do estabelecimento no Rio Grande do Sul, Dana Chmelnitsky, o cantor pediu uma pizza vegetariana com acréscimo de pimenta. "A equipe trouxe um bolo e logo após o jantar eles cantaram parabéns. Ele fez questão de cumprimentar todos os funcionários, pediu licença e entrou na cozinha, apertou a mão de todos. Tanto Ed como a banda são muito simpáticos”, afirma a gerente. Ed Sheeran fez publicação nas redes sociais Reprodução/Facebook
    João Carlos Martins passa por cirurgia para tratar dor e tem movimento da mão reduzido

    João Carlos Martins passa por cirurgia para tratar dor e tem movimento da mão reduzido


    Procedimento foi 24ª operação do músico, que teve movimentos das mãos afetados por problemas e acidentes. 'A música sempre vencerá', disse ele ao agradecer fãs. O maestro João Carlos Martins Ayrton Vignola/Divulgação O maestro João Carlos...


    Procedimento foi 24ª operação do músico, que teve movimentos das mãos afetados por problemas e acidentes. 'A música sempre vencerá', disse ele ao agradecer fãs. O maestro João Carlos Martins Ayrton Vignola/Divulgação O maestro João Carlos Martins passou nesta segunda-feira (18), em São Paulo, por sua 24ª cirurgia. O procedimento na mão esquerda foi feito para tratar a dor que o músico sentia no membro há 17 anos. Para isso, a mobilidade de seus dedos precisou ser reduzida, o que fará Martins diminuir sua atuação ao piano. Ele fez sua despedida no "Fantástico", neste domingo (17). "A operação foi muito bem-sucedida. Aos meus seguidores, quero agradecer a força que me deram antes dessa cirurgia", disse o maestro, em um vídeo publicado no Instagram. "A música sempre vencerá." Pianista reconhecido mundialmente, Martins teve os movimentos das mãos afetados por uma série de problemas e acidentes ao longo dos anos. Segundo a assessoria do músico, ele manterá a agenda de compromissos de 2019 à frente da Orquestra Filarmônica Bachiana Sesi-SP. Também seguirá com o projeto Orquestrando o Brasil, que tem mais de 180 orquestras parceiras ao redor do país. “Ainda tenho muito para fazer pela música, independentemente do movimento dos meus dedos”, afirmou Martins, em comunicado.
    Karl Lagerfeld: Veja repercussão da morte do estilista

    Karl Lagerfeld: Veja repercussão da morte do estilista


    Designer de moda e diretor criativo da Chanel morreu na manhã desta terça-feira (19), em Paris. Causa da morte ainda não foi revelada. Karl Lagerfeld durante apresentação da coleção outono/inverno 2015/2016 da Chanel, em Paris REUTERS/Gonzalo...


    Designer de moda e diretor criativo da Chanel morreu na manhã desta terça-feira (19), em Paris. Causa da morte ainda não foi revelada. Karl Lagerfeld durante apresentação da coleção outono/inverno 2015/2016 da Chanel, em Paris REUTERS/Gonzalo Fuentes/Arquivo Famosos e ícones do mundo da moda usaram suas redes sociais para lamentar a morte do estilista Karl Lagerfeld. O designer de moda alemão morreu em paris na manhã desta terça-feira (19), após ser internado emergencialmente na noite de segunda-feira (18). A causa da morte de Karl Lagerfeld ainda não foi revelada. Lilly Allen, cantora "Você me fez me sentir como uma princesa. Eu nunca entendi o que você viu em mim, mas sou eternamente grato pelo apoio que você e Chanel me deram nos últimos 15 anos. Descanse em paz Karl, você foi um verdadeiro gênio e fará muita falta". Initial plugin text Lilian Pacce, consultora de moda Initial plugin text Victoria Beckham, estilista "Tão incrivelmente triste ouvir isso. Karl era um gênio e sempre gentil e generoso comigo, tanto pessoal quanto profissionalmente". Costanza Pascolato, empresária e consultora de moda "Faleceu Karl Lagerfeld, 85 anos de vida e 64 de carreira. RIP" Donatella Versace, estilista "Karl, seu gênio tocou a vida de muitos, especialmente Gianni [irmão da estilista, fundador do grupo Versace] e eu. Nunca esqueceremos seu incrível talento e inspiração sem fim. Estávamos sempre aprendendo com você". Flávia Alessandra, atriz Initial plugin text Paulo Ricardo, cantor Initial plugin text
    50 Cent desabafa após policial ser investigado por dar ordens de atirar contra ele

    50 Cent desabafa após policial ser investigado por dar ordens de atirar contra ele


    Comandante negou a acusação e, segundo o site TMZ, um representante alegou que o rapper colocou a vida de Emanuel Gonzales em risco ao falar sobre o caso nas redes sociais. 50 Cent se apresenta em São Paulo. Daigo Oliva / G1 Um comandante do...


    Comandante negou a acusação e, segundo o site TMZ, um representante alegou que o rapper colocou a vida de Emanuel Gonzales em risco ao falar sobre o caso nas redes sociais. 50 Cent se apresenta em São Paulo. Daigo Oliva / G1 Um comandante do Departamento de Polícia de Nova York está sob investigação após informações de que ele teria mandado outros policiais atirarem contra 50 Cent. Segundo o site TMZ, o comentário teria sido feito em junho de 2018 durante uma chamada no 72º Distrito. Na ocasião, o rapper estava programado para participar de um evento no Bronx e o comandante afirmou: “Atirem nele assim que o virem”. Fontes do site informaram que a frase dita pelo comandante era apenas uma piada, ainda assim, o incidente está sendo analisado por uma investigação interna. Ao ler a notícia, 50 Cent comentou o fato em seu Instagram. “Foi assim que acordei esta manhã. Esse cara Emanuel Gonzales é um policial sujo abusando de se poder. A pare triste dessa história é que esse homem segue com seu distintivo e sua arma”. O rapper ainda afirmou que levou a ameaça bastante à sério. “Estou consultando meus advogados para saber minhas opções daqui para frente. Preocupa-me que eu não tenha sido previamente avisado desta ameaça pelo NYPD”, desabafou o cantor. Segundo informações do TMZ, o oficial negou que tenha pedido para policiais atirarem no cantor. Um representante do policial afirmou ainda que “50 Cent colocou a segurança de Gonzalez em risco ao publicar o caso no Instagram”.