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    Bruna Lombardi fala sobre assalto em casa em SP: 'Graças a Deus não sofremos violência'

    Bruna Lombardi fala sobre assalto em casa em SP: 'Graças a Deus não sofremos violência'


    Atriz e o marido Carlos Alberto Riccelli foram surpreendidos por ladrões. 'O  exemplo dessas pessoas vêm de cima.' Initial plugin text A atriz Bruna Lombardi e o ator Carlos Alberto Riccelli postaram um vídeo no Instagram agradecendo ao apoio dos...


    Atriz e o marido Carlos Alberto Riccelli foram surpreendidos por ladrões. 'O  exemplo dessas pessoas vêm de cima.' Initial plugin text A atriz Bruna Lombardi e o ator Carlos Alberto Riccelli postaram um vídeo no Instagram agradecendo ao apoio dos fãs depois de terem a casa roubada em São Paulo na manhã desta quarta-feira (23). "O exemplo dessas pessoas vem de cima. Quando você vive em um país em que os governantes e a elite rouba sistemáticamente grandes quantias e fortunas, sem nem arriscar a própria vida... a gente não pode reclamar da violência, porque eles têm o exemplo dos poderosos fazendo isso todos os dias impunemente", observou a atriz. E concluiu: "Graças a Deus não sofremos nenhum tipo de violência, levaram apenas bens materiais. Isso só deixou a gente mais unidos ainda". Carlos Alberto Riccelli disse: "É importante manter a calma em uma hora dessas, porque violência gera violência". O filho do casal, Kim, também falou no vídeo. "Eu tinha acabado de chegar no Brasil, fui acordado com isso. É uma realidade que muita gente está passando, essa sensação de não estar seguro na sua própria casa é um susto e a realidade diária de muita gente. Quero oferecer meu coração e meu amor para todo mundo, inclusive para as pessoas que entraram aqui, porque sei que é um sofrimento estar na situação de precisar fazer isso. Eu vi nos olhos deles que eram pessoas desesperadas. Não guardo nenhuma ira, raiva ou rancor, infelizmente é uma situação que o nosso país está passando". Os atores Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli em foto publicada no Instagram Reprodução/Instagram/Bruna Lombardi Assalto Homens armados invadiram e roubaram a casa dos atores Bruna Lombardi, 65, e Carlos Alberto Riccelli, 71, na Vila Sônia, zona oeste de São Paulo. A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do Estado. O crime aconteceu por volta das 11h30 desta quarta-feira (23). Um boletim de ocorrência foi registrado no mesmo dia, na 34ª Delegacia de Policia Civil, na Vila Sônia. De acordo com a denúncia, sete homens armados, em três carros, renderam um vigia da casa e o deixaram por cerca de 30 minutos em um dos veículos, enquanto roubavam o local. A quantia levada não foi divulgada. Bruna e Riccelli estão juntos há 37 anos e são pais de Kim, 37. Eles se conheceram durante a novela "Aritana", exibida pela TV Tupi entre 1978 e 1979.
    Racionais MC's comemora 'Sobrevivendo no inferno' no vestibular da Unicamp: 'Periferia ocupando a Academia'

    Racionais MC's comemora 'Sobrevivendo no inferno' no vestibular da Unicamp: 'Periferia ocupando a Academia'


    Álbum foi incluído na lista de leituras obrigatórias da edição 2020 da prova. Para o DJ KL Jay, trabalho 'é uma aula de história'. O grupo Racionais MC's Divulgação / Klaus Mitteldorf O Racionais MC's comemorou, nesta quarta-feira (24), a...


    Álbum foi incluído na lista de leituras obrigatórias da edição 2020 da prova. Para o DJ KL Jay, trabalho 'é uma aula de história'. O grupo Racionais MC's Divulgação / Klaus Mitteldorf O Racionais MC's comemorou, nesta quarta-feira (24), a inclusão do álbum "Sobrevivendo no inferno" (1997) na lista de lista de leituras para o vestibular 2020 da Unicamp. No Instagram, o grupo postou uma imagem (veja abaixo) da capa do disco, clássicos do rap nacional, com uma legenda que dizia: "É a periferia ocupando a Academia". Já no Facebook, foi reproduzido um comentário de KL Jay, DJ do Racionais: "'Sobrevivendo no inferno' é um ótimo livro de história". Initial plugin text "Sobrevivendo no inferno", dos Racionais Mc’s; De acordo com a comissão responsável pela organização do exame (Comvest), a relação formada por 12 obras de autores das literaturas brasileira e portuguesa inclui três novidades: "Sobrevivendo no inferno", álbum do Racionais MC's "A falência", de Júlia Lopes de Almeida; E "A cabra vadia", de Nelson Rodrigues. Veja abaixo a lista completa de livros: Poesia "Sobrevivendo no inferno", álbum dos Racionais MC's "Sonetos", de Luís de Camões "A teus pés", de Ana Cristina Cesar Contos "A hora e a vez de Augusto Matraga" (do livro Sagarana), de Guimarães Rosa "O espelho", de Machado de Assis Teatro "O bem amado", de Dias Gomes Romance "A falência", de Júlia Lopes de Almeida "Caminhos cruzados", de Érico Veríssimo "História do Cerco de Lisboa", de José Saramago Diário "Quarto de despejo", de Carolina Maria de Jesus Crônica "A cabra vadia", de Nelson Rodrigues Sermões (1) Sermão de Quarta-feira de Cinza – Ano de 1672 (2) Sermão de Quarta-feira de Cinza – Ano de 1673, aos 15 de fevereiro, dia da trasladação do mesmo Santo (3) Sermão de Quarta-feira de Cinza – Para a Capela Real, que se não pregou por enfermidade do autor * Os sermões são do Padre Antonio Vieira
    Harvey Weinstein vai se entregar à polícia após acusações de abuso sexual

    Harvey Weinstein vai se entregar à polícia após acusações de abuso sexual


    Rendição à polícia de Nova York deve acontecer nesta sexta (25). Produtor de cinema foi acusado por ao menos 75 mulheres de estupro e/ou assédio. Harvey Weinstein no Festival de Cannes em 2015 Loic Venance/AFP O produtor de cinema Harvey...


    Rendição à polícia de Nova York deve acontecer nesta sexta (25). Produtor de cinema foi acusado por ao menos 75 mulheres de estupro e/ou assédio. Harvey Weinstein no Festival de Cannes em 2015 Loic Venance/AFP O produtor de cinema Harvey Weinstein vai se entregar à polícia de Nova York nesta sexta-feira (25). Ele foi acusado nos últimos meses por ao menos 75 mulheres de estupro e/ou assédio sexual. As informações são da NBC. De acordo com a emissora de TV, a polícia de Nova York tem pedido a prisão de Weinstein há meses, alegando que já possui provas suficientes para acusá-lo formalmente pelo assédio sexual das atrizes Paz de la Huerta e Lucia Evans. A Promotoria de Manhattan, no entanto, não havia aceitado o pedido, alegando que gostaria de apresentar uma acusação que não levantasse nenhuma dúvida sobre os crimes de Weinstein. No sábado (19), a atriz Asia Argento, uma das mulheres que afirma ter sido estuprada pelo produtor, disse que Weinstein "nunca mais" será bem-vindo no Festival de Cannes, onde, segundo ela, ele a estuprou em 1997. Asia denunciou os que encobriram o americano e o comportamento indigno da indústria do cinema. “Em 1997, aqui mesmo em Cannes, fui estuprada pelo produtor Harvey Weinstein”, declarou a atriz italiana de 42 anos. Escândalo em Hollywood Asia Argento faz discurso na cerimônia de encerramento no Festival de Cannes Reuters/Stephane Mahe Um escândalo abala Hollywood desde que várias mulheres passaram a tornar públicos casos de assédio ou violência sexual envolvendo nomes conhecidos do cinema. As primeiras acusações contra Weinstein, de 65 anos, surgiram em uma reportagem de 5 de outubro, publicada pelo "The New York Times", sobre casos de abuso contra atrizes e outras mulheres. Desde então, apareceram novos relatos de assédio, incluindo os feitos pelas atrizes Mira Sorvino, Rosana Arquette, Gwyneth Paltrow, Angelina Jolie e Léa Seydoux. O produtor também é alvo de acusações de estupro. As polícias de Los Angeles, Nova York e Londres também já abriram investigações. Weinstein alega que as relações sexuais foram consentidas.
    Sebastian Stan vem ao Brasil participar da Comic Con Experience 2018

    Sebastian Stan vem ao Brasil participar da Comic Con Experience 2018


    Ator que interpreta o Soldado Invernal em 'Vingadores: Guerra Infinita' e outros filmes da Marvel estará no país nos dias 7 e 8 de dezembro. Sebastian Stan em cena de 'Capitão América 2: O Soldado Invernal' Divulgação A Comic Con Experience 2018...


    Ator que interpreta o Soldado Invernal em 'Vingadores: Guerra Infinita' e outros filmes da Marvel estará no país nos dias 7 e 8 de dezembro. Sebastian Stan em cena de 'Capitão América 2: O Soldado Invernal' Divulgação A Comic Con Experience 2018 anunciou nesta quinta-feira (24) que o ator Sebastian Stan estará no Brasil nos dia 7 e 8 de dezembro para participar do evento. Initial plugin text O romeno-americano repetiu mais uma vez sua interpretação como o Soldado Invernal em "Vingadores: Guerra Infinita", após participar de outros filmes da Marvel. Na CCXP, ele participará de sessões de fotos e autógrafos para os fãs. A Comic Con Experience 2018 acontece na São Paulo Expo entre os dias 6 e 9 de dezembro. Comic Con Experience 2018 Quando: 6 a 9 de Dezembro Onde: São Paulo Expo - Rod. dos Imigrantes, Km 1,5 - Água Funda, São Paulo Antigo Centro de Exposições Imigrantes. Preços dos ingressos Quinta: R$ 100 (meia) e R$ 200 (inteira) Sexta: R$ 130 (meia) e R$ 260 (inteira) Sábado: R$ 180 (meia) e R$ 360 (inteira) Domingo: R$ 170 (meia) e R$ 340 (inteira) Quatro dias: R$ 490 (meia) e R$ 980 (inteira) Epic: R$ 1.200 Unlock: R$ 1.600 Full: Esgotado
    Lily Allen usa fotos da vagina para promover novo disco: 'Três humanos saíram dela'

    Lily Allen usa fotos da vagina para promover novo disco: 'Três humanos saíram dela'


    Cantora britânica usou ataques de 'haters' a seu favor, ao republicar imagens íntimas com informações sobre o disco. 'No shame' sai em 8 de junho. Lily Allen em foto publicada no Instagram Reprodução/Instagram/Lily Allen Lily Allen usou ataques...


    Cantora britânica usou ataques de 'haters' a seu favor, ao republicar imagens íntimas com informações sobre o disco. 'No shame' sai em 8 de junho. Lily Allen em foto publicada no Instagram Reprodução/Instagram/Lily Allen Lily Allen usou ataques de "haters" a seu favor, ao mostrar fotos da própria vagina para promover seu novo álbum, "No shame" ("Sem vergonha", em tradução para o português). No início deste ano, um seguidor do Twitter enviou para a cantora britânica uma imagem que a mostra sem calcinha no palco. "Essa foto estará na internet para sempre", escreveu. Nesta quarta (23), ela republicou a foto e respondeu, informando a data de lançamento do novo trabalho: "Olhem para minha vagina muito bem depilada em 2014. Três humanos saíram dela. 'No shame' em 8 de junho." Initial plugin text Initial plugin text Em seguida, a artista republicou outra imagem, em que aparece com uma roupa transparente. Ela aproveitou a segunda postagem para divulgar um link de pré-venda do disco. Lily é mãe de Marnie Rose e Ethel Cooper. Em 2010, ela perdeu uma terceira criança no parto. "No shame" é o primeiro disco da cantora desde "Sheezus", de 2014.
    Morgan Freeman se desculpa após acusações de assédio sexual: 'Nunca foi minha intenção'

    Morgan Freeman se desculpa após acusações de assédio sexual: 'Nunca foi minha intenção'


    'Peço desculpas a qualquer uma que se sentiu desconfortável ou desrespeitada', escreveu el em nota. Mais cedo, 8 mulheres disseram à CNN terem sido vítimas do ator. Imprensa revela relatos de assédio sexual envolvendo Morgan Freeman O ator...


    'Peço desculpas a qualquer uma que se sentiu desconfortável ou desrespeitada', escreveu el em nota. Mais cedo, 8 mulheres disseram à CNN terem sido vítimas do ator. Imprensa revela relatos de assédio sexual envolvendo Morgan Freeman O ator americano Morgan Freeman, de 80 anos, divulgou nesta quinta-feira (24) um comunicado no qual se defendeu após ter sido acusado de assédio sexual. No texto, o ganhador do Oscar de melhor ator coadjuvante por "Menina de Ouro" (2004) disse: "Peço desculpas a qualquer um que se sentiu desconfortável ou desrespeitada – essa nunca foi minha intenção". A nota, que teve trechos reproduzidos pela revista "People", é uma resposta a declarações dadas por oito mulheres à CNN. O canal publicou em seu site parte do conteúdo das acusações. De acordo com a reportagem, foram ouvidas ao todo 16 pessoas. Oito delas afirmaram ter sido vítimas do que chamaram de assédio. As demais citaram "comportamento inapropriado" da parte ator. Já na nota de Morgan Freeman ele afirma: "Qualquer pessoa que me conhece ou já trabalhou comigo sabe que eu não sou alguém que ofenderia intencionalmente ou deixaria conscientemente alguém desconfortável". Morgan Freeman recebeu o prêmio Cecil B. DeMille. A honra é concedida anualmente desde 1952 pela contribuição ao mundo do entretenimento Reuters Um dos casos mostrados pela CNN envolve uma jovem assistente de produção que, em 2015, começou a trabalhar no filme "Despedida em grande estilo" (2017), estrelado por Freeman, Michael Caine e Alan Arkin. Ela disse à emissora que, num dos incidentes, Freeman "ficou tentando levantar minha saia e perguntando se eu estava usando calcinha". Mas o ator não conseguiu o queria, segundo o relato. "Alan [Arkin] fez um comentário pedindo que ele [Freeman] parasse. Morgan ficou apavorado e não não sabia o que dizer", teria afirmado a jovem. Mas o suposto comportamento do ator não teria ficado restrito àquele set, de acordo com fontes ouvidas pela CNN. Uma mulher que integrante sênior da equipe de produção do filme "Truque de mestre" (2013) afirmou que ela e uma assistente foram assediadas em várias ocasiões em que Freeman teria feito comentários sobre os corpos de ambas. "Ele comentou sobre nossos corpos... Nós sabíamos que, se ele estivesse para aparecer... Não era para usar nenhum top que mostrasse [parte dos] nossos seios, não era para usar nada que pudesse mostrar [parte das] nossas nádegas, o que significava que não era para usar roupas [que fossem] justas", disse a fonte. Várias acusações de má conduta sexual contra atores, cineastas e agentes têm atormentado Hollywood desde outubro de 2017, levando, em alguns casos, a demissões e a suspensão de projetos. O produtor Harvey Weinstein, um dos mais poderosos de Hollywood, é um dos nomes mais conhecidos dentre os envolvidos no escândalo. Acusações semelhantes também envolveram homens na política e negócios dos Estados Unidos e inspiraram o movimento de mídia social #MeToo, em que vítimas compartilham suas histórias de assédio ou abuso sexual.
    Popularidade de Frida Kahlo dispara, mas família luta para gerir legado

    Popularidade de Frida Kahlo dispara, mas família luta para gerir legado


    'Para nós, é importante manter a imagem de Frida Kahlo como a pintora que ela era', diz sobrinha-neta da artista. 'Ela não é um produto ou uma marca'. Frida Kahlo posa em sua casa na Cidade do México. Foto de 14 de abril de...


    'Para nós, é importante manter a imagem de Frida Kahlo como a pintora que ela era', diz sobrinha-neta da artista. 'Ela não é um produto ou uma marca'. Frida Kahlo posa em sua casa na Cidade do México. Foto de 14 de abril de 1939 AP/Arquivo Tranças pretas, um vestido mexicano colorido e inconfundíveis sobrancelhas que se unem. Sessenta e três anos após sua morte, a artista mexicana Frida Kahlo alcançou um nível de fama que jamais conheceu em vida --com sua imagem estampada em canecas, camisetas, chaveiros e até roupas íntimas. Entretanto, estudiosos e descendentes da pintora lamentam que ela tenha sido reduzida a uma série de características físicas marcantes que muitas vezes ofuscam seu trabalho. O debate se intensificou quando a fabricante de brinquedos Mattel  lançou uma Barbie com a imagem de Frida apesar de protestos de sua família. A Barbie e outras mercadorias não capturam o legado complexo de Frida como ícone feminista, deficiente física que canalizou sua dor na arte, comunista ardorosa e inspiração para a comunidade LGBT, dizem estudiosos. "Frida Kahlo não é um produto ou uma marca… Frida Kahlo não é uma boneca", disse a fotógrafa Cristina Kahlo, sobrinha-neta da artista. "Para nós, é importante manter a imagem de Frida Kahlo como a pintora que ela era". Cristina Kahlo, sobrinha-neta de Frida Kahlo, posa no Museu Frida Kahlo, conhecido como “Casa Azul”, no México REUTERS/Gustavo Graf Neste mês um novo projeto planeja devolver o foco das atenções à sua arte. O Google, trabalhando em colaboração com a família de Frida, dedicou uma parte de seu aplicativo Arts and Culture à vida e obra da artista. O gigante de buscas se associou a 33 museus para digitalizar os quadros mais famosos de Frida e expor novas obras ao público. O aplicativo também conta com raras cartas, trechos de diário e esboços, além de uma turnê virtual de sua famosa casa azul. A família Kahlo teve um papel ativo no projeto. A artista norte-americana Alexa Meade e a música mexicana Ely Guerra colaboraram em uma peça de "arte viva" em homenagem a Frida, trabalhando sob a orientação de sua sobrinha-neta. "Estes projetos que são relacionados a Frida de um ponto de vista cultural, difundindo sua pintura, obras e história... são projetos de que gosto e nos quais me sinto à vontade em participar", disse Cristina Kahlo.
    Netflix passa Disney e vira empresa de mídia com maior valor de mercado

    Netflix passa Disney e vira empresa de mídia com maior valor de mercado


    Com ações em alta, empresa de streaming de vídeos atinge US$ 152,3 bilhões em valor de mercado. Diretor executivo da Netflix, Reed Hastings, faz anúncio em São Paulo Divulgação/Netflix A Netflix ultrapassou a Disney e virou a companhia de...


    Com ações em alta, empresa de streaming de vídeos atinge US$ 152,3 bilhões em valor de mercado. Diretor executivo da Netflix, Reed Hastings, faz anúncio em São Paulo Divulgação/Netflix A Netflix ultrapassou a Disney e virou a companhia de mídia com maior valor de mercado do mundo durante o pregão desta quinta-feira (24). Por volta das 13h30, as ações da Netflix subiam a 1,87%, para US$ 351. Isso conferia valor de mercado de US$ 152,3 bilhões à empresa, que não só possui um popular serviço de streaming de vídeo que distribui conteúdo de terceiros mas também produz séries e filmes originais como “The Beast of No Nation”, “La Casa de Papel” e Stranger Things”. Enquanto isso, com a queda dos papéis em 1,14%, para US$ 101,7, o valor da Walt Disney Company chegava a US$ 151,7 bilhões. A Disney perdeu o posto um dia depois de ter ameaçada uma de suas principais apostas para ampliar seu catálogo de conteúdo e ampliar sua presença no segmento de streaming de vídeo, por meio do Hulu. Nesta quarta-feira (23), a Comcast informou que está em fase avançada para fazer uma proposta de compra pela 21st Century-Fox. Em dezembro de 2017, a Disney anunciou sua proposta de comprar as áreas de negócios de filmes, televisão e de conteúdos internacionais da Fox por US$ 52,4 bilhões. O negócio colocaria sob um mesmo teto todos os super-heróis da Marvel, já que, devido a acordos de licenciamento de uso de marca, os filmes X-Men, Deadpool e Quarteto Fantástico eram produzidos pela Fox, e não pela Disney, dona da marca Marvel. Com a aquisição, as produções dos longas poderiam se juntam às de Vingadores, Homem-Aranha, Capitão América, Thor, Homem de Ferro e Pantera Negra.
    Morgan Freeman é acusado de assédio sexual por oito mulheres

    Morgan Freeman é acusado de assédio sexual por oito mulheres


    Elas deram depoimentos à CNN dizendo que foram vítimas do ator de 80 anos. Outras oito pessoas teriam citado 'comportamento inapropriado' do ganhador do Oscar.  Imprensa revela relatos de assédio sexual envolvendo Morgan Freeman O ator americano...


    Elas deram depoimentos à CNN dizendo que foram vítimas do ator de 80 anos. Outras oito pessoas teriam citado 'comportamento inapropriado' do ganhador do Oscar.  Imprensa revela relatos de assédio sexual envolvendo Morgan Freeman O ator americano Morgan Freeman, de 80 anos, foi acusado por oito mulheres de assédio sexual, que comentaram os episódios em entrevista à CNN. Nesta quinta-feira (24), o canal publicou em seu site parte do conteúdo das declarações. De acordo com a reportagem, foram ouvidas ao todo 16 pessoas. Oito delas declararam ter sido vítimas do que chamaram de assédio. As demais citaram "comportamento inapropriado" da parte do ganhador do Oscar de melhor ator coadjuvante por "Menina de Ouro" (2004). Em nota, Freeman disse que pede desculpas a qualquer uma que tenha se sentido desconfortável ou desrespeitada. "Qualquer pessoa que me conhece ou que trabalhou comigo sabe que não sou alguém que ofende intencionalmente ou deixa alguém desconfortável conscientemente", disse o ator no comunicado. "Peço desculpas a qualquer uma que se sentiu desconfortável ou desrespeitada -- essa nunca foi minha intenção." O ator Morgan Freeman nesta quarta-feira (18), em Paris, no lançamento do novo 'Batman' AFP Um dos casos mostrados pela CNN envolve uma jovem assistente de produção que, em 2015, começou a trabalhar no filme "Despedida em grande estilo" (2017), estrelado por Freeman, Michael Caine e Alan Arkin. Ela disse à emissora que, num dos incidentes, Freeman "ficou tentando levantar minha saia e perguntando se eu estava usando calcinha". Mas o ator não conseguiu o queria, segundo o relato. "Alan [Arkin] fez um comentário pedindo que ele [Freeman] parasse. Morgan ficou apavorado e não não sabia o que dizer", teria afirmado a jovem. Mas o suposto comportamento do ator não teria ficado restrito àquele set, de acordo com fontes ouvidas pela CNN. Uma mulher que integrante sênior da equipe de produção do filme "Truque de mestre" (2013) afirmou que ela e uma assistente foram assediadas em várias ocasiões em que Freeman teria feito comentários sobre os corpos de ambas. "Ele comentou sobre nossos corpos... Nós sabíamos que, se ele estivesse para aparecer... Não era para usar nenhum top que mostrasse [parte dos] nossos seios, não era para usar nada que pudesse mostrar [parte das] nossas nádegas, o que significava que não era para usar roupas [que fossem] justas", disse a fonte. Várias acusações de má conduta sexual contra atores, cineastas e agentes têm atormentado Hollywood desde outubro de 2017, levando, em alguns casos, a demissões e a suspensão de projetos. O produtor Harvey Weinstein, um dos mais poderosos de Hollywood, é um dos nomes mais conhecidos dentre os envolvidos no escândalo. Acusações semelhantes também envolveram homens na política e negócios dos Estados Unidos e inspiraram o movimento de mídia social #MeToo, em que vítimas compartilham suas histórias de assédio ou abuso sexual.
    Thaeme, dupla de Thiago, passa por cirurgia após aborto; agenda de shows da dupla segue sem alteração

    Thaeme, dupla de Thiago, passa por cirurgia após aborto; agenda de shows da dupla segue sem alteração


    Cantora anunciou que ficará dois dias de repouso após procedimento cirúrgico, retornando aos palcos na sexta-feira (26). 'A alegria de estar nos palcos será meu maior conforto nesse momento'. Thaeme e o marido, Fábio Elias: casal está à espera...


    Cantora anunciou que ficará dois dias de repouso após procedimento cirúrgico, retornando aos palcos na sexta-feira (26). 'A alegria de estar nos palcos será meu maior conforto nesse momento'. Thaeme e o marido, Fábio Elias: casal está à espera do primeiro filho Reprodução/Instagram Após anunciar que sofreu um aborto nesta quarta-feira (23), Thaeme Mariôto, dupla de Thiago, passou por uma cirurgia. Segundo comunicado publicado no Instagram da dupla, o procedimento cirúrgico foi simples e não vai afetar a agenda de shows dos artistas. Thaeme ficará de repouso por dois dias. Já na sexta-feira (25), ela se apresenta com Thiago em Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais. “Por conta da perda da nossa bebê, tive que fazer um procedimento cirúrgico muito simples e meu médico me pediu repouso de dois dias. Quinta à noite já estarei liberada dessa pausa e a agenda de Thaeme e Thiago seguirá normalmente. A alegria de estar nos palcos e fazer o que mais amo será o meu maior conforto nesse momento. Que Deus nos abençoe”. Initial plugin text Thaeme confirmou na segunda-feira (21) que estava grávida do primeiro filho com o empresário Fábio Elias, o Da Lua. Na quarta-feira (23), revelou que sofreu o aborto. Nas redes sociais, Thaeme compartilhou diversas mensagens agradecendo o apoio dos fãs. “A missão desse anjo em nossas vidas foi além do que meu entendimento poderia imaginar. Sei muito bem que a exposição do que aconteceu com a gente acabou servindo para muitas mulheres que precisam de conforto e que precisam de respostas para suas perdas tão doloridas”. “Tantos testemunhos parecidos com o nosso e com um final feliz. Tantas mamães precisando externar suas dores e receber o consolo que estão recebendo de pessoas que nem conhecem através de mim, através da minha pequena. Do meu pequeno anjo”, escreveu Thaeme, revelando pela primeira vez o sexo do bebê. “Obrigada do fundo do meu coração a todos vocês. Me ajudaram muito a passar esse dia”. Dupla Thaeme e Thiago Divulgação Thaeme faz post em rede social após sofrer aborto Reprodução/Instagram Thaeme faz post em rede social após sofrer aborto Reprodução/Instagram Thaeme faz post em rede social após sofrer aborto Reprodução/Instagram Thaeme faz post em rede social após sofrer aborto Reprodução/Instagram Thaeme faz post em rede social após sofrer aborto Reprodução/Instagram Thaeme faz post em rede social após sofrer aborto Reprodução/Instagram
    Taís Araújo se emociona durante entrega de prêmio para filha de Marielle Franco no MTV MIAW

    Taís Araújo se emociona durante entrega de prêmio para filha de Marielle Franco no MTV MIAW


    Luyara Franco fez discurso sobre a mãe durante premiação do 'MTV MIAW', na noite desta quarta-feira (23). Luyara Franco, filha de Marielle Franco, com Taís Araújo no palco do MTV MIAW Maurício Santana/Divulgação Taís Araujo se emocionou ao...


    Luyara Franco fez discurso sobre a mãe durante premiação do 'MTV MIAW', na noite desta quarta-feira (23). Luyara Franco, filha de Marielle Franco, com Taís Araújo no palco do MTV MIAW Maurício Santana/Divulgação Taís Araujo se emocionou ao entregar o prêmio “Transforma MIAW” para Luyara Franco, filha de Marielle Franco. A vereadora e ativista, assassinada em 14 de março, no Rio de Janeiro, foi homenageada no prêmio MTV Miaw, que aconteceu na noite desta quarta-feira (23). Diferente das outras categorias, que foram decididas por voto popular, a “Transforma MIAW” foi definida por uma comissão da MTV. O título tinha o objetivo de homenagear cidadãos quem fazem a diferença e impactam o mundo de forma positiva. Luyara, no palco, fez um discurso, relembrando a força da mãe. “Ela fez a diferença e lutou pela igualdade. Precisamos de mais oportunidade pra mudar destinos e realizações”, disse a jovem, que após um grito da plateia de “Marielle, Presente”, puxou o coro: “Marielle, presente. Hoje e sempre”. O MTV MIAW será exibido nesta quinta-feira (24), a partir das 22h, na MTV e no MTV Play. Anitta foi a grande vencedora da premiação, levando três das nove categorias nas quais foi indicada.
    Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli têm casa roubada em SP

    Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli têm casa roubada em SP


    Homens armados renderam vigia e invadiram a residência na Vila Sônia, zona oeste da capital. Casal está bem, diz representante da atriz. Os atores Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli em foto publicada no Instagram Reprodução/Instagram/Bruna...


    Homens armados renderam vigia e invadiram a residência na Vila Sônia, zona oeste da capital. Casal está bem, diz representante da atriz. Os atores Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli em foto publicada no Instagram Reprodução/Instagram/Bruna Lombardi Homens armados invadiram e roubaram a casa dos atores Bruna Lombardi, 65, e Carlos Alberto Riccelli, 71, na Vila Sônia, zona oeste de São Paulo. A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do Estado. O crime aconteceu por volta das 11h30 desta quarta-feira (23). Um boletim de ocorrência foi registrado no mesmo dia, na 34ª Delegacia de Policia Civil, na Vila Sônia. De acordo com a denúncia, sete homens armados, em três carros, renderam um vigia da casa e o deixaram por cerca de 30 minutos em um dos veículos, enquanto roubavam o local. A quantia levada não foi divulgada. Uma representante de Bruna confirmou o incidente ao G1 e disse que o casal está bem. Ela não informou se os dois estavam na residência no momento do roubo. Bruna e Riccelli estão juntos há 37 anos e são pais de Kim, 37. Eles se conheceram durante a novela "Aritana", exibida pela TV Tupi entre 1978 e 1979.

    'Han Solo', 'Alguém como eu', 'Tully' e 'Antes que eu me esqueça' são estreias da semana nos cinemas; G1 comenta em VÍDEO


    Novo filme baseado em 'Star Wars' é a principal novidade no Brasil nesta quinta-feira (24). Veja as estreias de cinema desta semana A grande estreia desta semana é "Han Solo - Uma história Star Wars". Os cinemas também recebem outros destaques. Entre...

    Novo filme baseado em 'Star Wars' é a principal novidade no Brasil nesta quinta-feira (24). Veja as estreias de cinema desta semana A grande estreia desta semana é "Han Solo - Uma história Star Wars". Os cinemas também recebem outros destaques. Entre eles, os brasileiros "Tully" e "Antes que eu me esqueça". 'Han Solo: Uma história Star Wars' Veja o primeiro trailer de 'Han Solo: Uma história Star Wars' “Han Solo: Uma história Star Wars” passou por diversos problemas durante sua produção. E talvez seja por causa de tamanho sofrimento que o novo filme derivado da saga especial, que estreia no Brasil na próxima quinta (24), surpreenda tanto só pelo fato de não ser terrível. Assista ao trailer acima. Muito depende das baixas expectativas do público, é claro, mas “Han Solo” vai além do “ok” e pode considerar sua missão um sucesso. Tudo isso ao seguir as lições de “Rogue One” (2016), outro capítulo paralelo da série que sofreu nos bastidores. Leia a crítica completa. 'Alguém como eu' "Alguém como eu": Assista ao trailer do filme com Paolla Oliveira A comédia romântica "Alguém como eu" estreia nesta quinta-feira (24) no Brasil, seis meses depois de chegar a Portugal, numa tentativa de aproximar o cinema dos dois países. Para isso, a receita clássica do gênero - casal apaixonado tenta superar as trapalhadas antes do felizes para sempre - ganhou algo a mais. Protagonista ao lado de Paolla Oliveira, o ator português Ricardo Pereira, com vários trabalhos na TV brasileira, explica: "Naturalmente, o filme tem um quê de novela. Não só por serem dois rostos conhecidos das novelas, mas também por serem rostos muito queridos". No romance em questão, o que dificulta a felicidade do casal é um delírio de Helena. Insatisfeita com a relação, ela passa a enxergar o namorado com formas femininas. A trama discute sua necessidade de mudar a personalidade do parceiro. 'Tully' Desde sua bem-sucedida parceria de estreia com “Juno”, a roteirista Diablo Cody e o diretor Jason Reitman tentam repetir a fórmula – mas não foi com “Tully” que eles conseguiram. Apesar de terem no elenco Charlize Theron, que já trabalhou com eles em “Jovens Adultos”. Ela interpreta Marlo, uma mulher na terceira gravidez e no limite da exaustão. O que só piora com o nascimento da filha e as ausências do marido (Ron Livingston). O irmão dela (Mark Duplass), que é bem mais rico, contrata uma babá, Tully (Mackenzie Davis), que passa as noites na casa da protagonista e transforma a vida de toda a família. Cody tem sagacidade para diálogos ágeis e ácidos, mas os mundos que cria com Reitman, embora aparentemente moderninhos, acabam se saindo conformistas e convencionais. Nos filmes da dupla não se busca abalar a ordem, mas ajeitar as coisas para que continuem como sempre foram, o que acaba sendo frustrante. (REUTERS) 'Antes que eu me esqueça' 'Antes que eu me esqueça': assista ao trailer Não existe apenas sofrimento no Alzheimer. E mesmo diante de um diagnóstico assustador, associado ao esquecimento e à demência, há oportunidade para o perdão e o reencontro. Essa é a visão do filme brasileiro "Antes que eu me esqueça", que pinta um retrato humanizado e bem-humorado da doença. A trama gira em torno de Polidoro (José de Abreu), um juiz aposentado que vive sozinho e, do dia para noite, pede pra se tornar sócio de uma boate de strip-tease que fica ao lado de sua casa em Copacabana, no Rio. A filha Bia (Letícia Isnard), que já desconfiava da senilidade do pai, entra na Justiça para interditar seu pai. Mas o fato acaba colocando Paulo (Danton Mello), filho brigado e músico fracassado, em uma inevitável rota de aproximação com o pai. Com atuações de fôlego de José de Abreu e Danton Mello, e Guta Stresser agindo como um alívio cômico leve e simpático no papel de Joelma, a gerente da boate, "Antes que eu me esqueça" acerta em não pesar a mão na "tragédia" do Alzheimer. 'A CÂMERA DE CLAIRE' Ao lado de “O Dia Depois” e “Na Praia à Noite Sozinha”, “A Câmera de Claire” forma uma espécie de trilogia das consequências de um caso extraconjugal protagonizado por um diretor de cinema e uma colega de trabalho. O diretor sul-coreano Hong Sang-Soo inspirou-se num acontecimento de sua vida para criar os longas. Manhee (Kim Min-hee) trabalha numa produtora de cinema e está no Festival de Cannes, quando acaba demitida. Sem rumo, ela vaga pela praia e encontra a professora francesa Claire (Isabelle Huppert), e as duas se tornam amigas. A mulher também conhece, por acaso, o diretor (Jung Jin-young), com quem a moça teve um caso. Como uma espécie de herdeiro de Éric Rohmer, Hong constrói o filme a partir da teia de ligações e conversas entre seus personagens. Fala-se bastante, e muito parece um tanto banal, mas está aí a beleza e sagacidade do longa: revelar de maneira casual camadas profundas da existência humana e dos desejos. (REUTERS)
    DVD 'Trinca de ases' sai enfim em junho com registro do show de Gal, Gil e Nando

    DVD 'Trinca de ases' sai enfim em junho com registro do show de Gal, Gil e Nando


    Inquietos com o atraso na edição do DVD Trinca de ases, os fãs de Gal Costa podem ficar tranquilos. A partir de 1º de junho, o DVD chega ao mercado fonográfico com distribuição nacional da gravadora Biscoito Fino, trazendo o registro integral...


    Inquietos com o atraso na edição do DVD Trinca de ases, os fãs de Gal Costa podem ficar tranquilos. A partir de 1º de junho, o DVD chega ao mercado fonográfico com distribuição nacional da gravadora Biscoito Fino, trazendo o registro integral do show de 2017 que reuniu Gal, Gilberto Gil e Nando Reis em cena – como visto na foto acima, de Fábio Tito, do G1. Previsto no cronograma inicial para ser lançado em abril, um mês após a edição do álbum duplo que também traz a gravação ao vivo integral do show captado em novembro de 2017 na cidade de São Paulo (SP), o DVD teve o lançamento adiado em dois meses por questões técnicas de fábrica. No entanto, o lançamento está confirmado para junho. Capa do DVD 'Trinca de ases' Divulgação / Biscoito Fino É possível que as lojas ainda não tenham o DVD em 1º de junho por conta da greve dos caminhoneiros. Mas, desta vez, será questão de dias. Até porque o DVD já saiu da fábrica. Assim como o álbum duplo lançado em 9 de março, o DVD Trinca de ases perpetua todas as 25 músicas do roteiro construído por Marcus Preto com base nos cancioneiros autorais de Gil e de Nando, parceiros em Tocarte, uma das três músicas inéditas apresentadas pelo trio no show. As outras duas músicas inéditas são Dupla de ás, somente de Nando, e o rock doce bárbaro que batiza o show, Trinca de ases, composto apenas por Gil.
    Samba-canção de 1956 é single de álbum em que Takai pesca pérolas raras de Tom

    Samba-canção de 1956 é single de álbum em que Takai pesca pérolas raras de Tom


    Com capa que expõe design criado por Mariana Hardy e Pedro de Albergaria, o álbum O Tom da Takai chega ao mercado fonográfico a partir de 1º de junho com repertório composto por 13 músicas de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) em gravações...


    Com capa que expõe design criado por Mariana Hardy e Pedro de Albergaria, o álbum O Tom da Takai chega ao mercado fonográfico a partir de 1º de junho com repertório composto por 13 músicas de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) em gravações inéditas feitas pela cantora Fernanda Takai para mais um disco solo gravado paralelamente ao trabalho como vocalista do grupo mineiro Pato Fu. As 13 faixas foram formatadas por Marcos Valle ou Roberto Menescal, que dividem as funções de produtor e arranjador do álbum gravado no estúdio Tambor, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). A partir de amanhã, 25 de maio, o primeiro single do álbum O Tom da Takai já estará nas plataformas digitais em edição da gravadora Deck. Trata-se do doído samba-canção Só saudade (1956), uma das composições menos conhecidas da parceria de Jobim com o compositor Newton Mendonça (1927 – 1960). A faixa Só saudade foi produzida e arranjada por Marcos Valle, que toca piano e órgão na gravação feita também com o toque do baixo de Alberto Continentino, da bateria de Renato Massa e do violão de Roberto Menescal. A refinada leveza instrumental da faixa contrasta com o peso dos versos sofridos do samba-canção. Capa do álbum 'O Tom da Takai', da cantora Fernanda Takai Arte: Hardy Design Embora o repertório do álbum O Tom da Takai contenha um ou outro standard do repertório de Jobim, como Estrada do sol (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1958) e Fotografia (Antonio Carlos Jobim, 1958), além de Brigas nunca mais (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959) e de Bonita (Antonio Carlos Jobim, Gene Lees e Ray Gilbert, 1964), Fernanda dá voz a músicas bem menos ouvidas do compositor carioca. São os casos de Esquecendo você (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959) e sobretudo de Samba torto (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1960), de Outra vez (Antonio Carlos Jobim, 1954), de Eu preciso de você (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959) e de Olha pro céu (Antonio Carlos Jobim, 1960). Entre essas pérolas mais raras, há duas parcerias de Tom com o compositor fluminense Marino Pinto (1916 – 1965), parceiro menos visível de Jobim na década de 1950. Trata-se do choro Ai quem me dera (composto em 1957, mas somente lançado em disco em 1981) e do samba Aula de matemática (1958). Com várias músicas lançadas na voz de Sylvia Telles (1935 – 1966), cantora carioca que foi uma das principais intérpretes de Jobim com bossa que se afina com a suavidade da voz de Fernanda Takai, o repertório do álbum O Tom da Takai também inclui The red blouse (Antonio Carlos Jobim, 1967), música lançada por Jobim em registro instrumental no álbum Wave (1967).
    Banda Autoramas lança single em inglês de 'Libido', álbum que sai no Brasil e Europa

    Banda Autoramas lança single em inglês de 'Libido', álbum que sai no Brasil e Europa


    Com capa que expõe ilustração do artista gráfico alemão Julian Weber, o oitavo álbum de estúdio da banda carioca Autoramas, Libido, chega ao mercado fonográfico em 20 de julho nos formatos de CD, LP e K7, além da edição digital. Em...


    Com capa que expõe ilustração do artista gráfico alemão Julian Weber, o oitavo álbum de estúdio da banda carioca Autoramas, Libido, chega ao mercado fonográfico em 20 de julho nos formatos de CD, LP e K7, além da edição digital. Em sintonia com o momento atual de uma banda que tem feito turnês pela Europa e Estados Unidos, o álbum Libido tem a metade do repertório autoral composto em inglês. Uma das músicas em inglês é Sofas, armchairs and chairs, apresentada como primeira amostra do som de Libido em single que chega amanhã, 25 de maio, às plataformas digitais e que pode ser conferido aqui. Sofas, armchairs and chairs é composição de autoria do vocalista e guitarrista Gabriel Thomaz, líder e remanescente da formação original do Autoramas, atualmente um quarteto formado por Thomaz com Érika Martins (voz, teclados, mini-guitarra e percussão), Jairo Fajer (baixo e vocal) e Fábio Lima (bateria) – como visto na foto de Paulão Aguiar. Capa do álbum 'Libido', da banda Autoramas Arte de Julian Weber Trata-se de música típica do repertório do Autoramas, como ressalta o compositor. "Sofas, armachairs e chairs é a faixa que abre o álbum Libido. É uma canção com a assinatura do Autoramas e a velha fórmula da banda: um riff desconcertante, baixo distorcido ardendo na orelha, batida irresistivelmente dançante, melodia grudenta e uma letra bem fora do comum cujo tema é sofás, poltronas, cadeiras e outros artefatos igualmente confortáveis que tem o objetivo de acolher um corpinho de forma deliciosa. A voz da Érika também merece ser mencionada, com nítida influência do B-52's. Na última turnê do Autoramas pela Europa, foi claro o destaque dessa música nos shows. É a primeira vez que as músicas em inglês têm mais espaço num álbum do Autoramas. Fazia tempo que queríamos fazer isso e achamos que o momento certo chegou", analisa Gabriel Thomaz. Com mix de músicas em inglês e português, o álbum Libido será lançado no Brasil e na Europa através de parceria da gravadora paulista Hearts Bleed Blue (HBB) com a gravadora alemã Soundflat Records.
    Paolla Oliveira e Ricardo Pereira tentam aproximar Brasil e Portugal em comédia romântica com 'quê de novela'

    Paolla Oliveira e Ricardo Pereira tentam aproximar Brasil e Portugal em comédia romântica com 'quê de novela'


    'Alguém como eu' tem protagonista insatisfeita que vê namorado com formas femininas. Atores falam sobre coprodução entre Brasil e Portugal; VÍDEO Paolla Oliveira e Ricardo Pereira falam sobre 'Alguém como eu' A comédia romântica "Alguém como...


    'Alguém como eu' tem protagonista insatisfeita que vê namorado com formas femininas. Atores falam sobre coprodução entre Brasil e Portugal; VÍDEO Paolla Oliveira e Ricardo Pereira falam sobre 'Alguém como eu' A comédia romântica "Alguém como eu" estreia nesta quinta-feira (24) no Brasil, seis meses depois de chegar a Portugal, numa tentativa de aproximar o cinema dos dois países. Para isso, a receita clássica do gênero - casal apaixonado tenta superar as trapalhadas antes do felizes para sempre - ganhou algo a mais. Protagonista ao lado de Paolla Oliveira, o ator português Ricardo Pereira, com vários trabalhos na TV brasileira, explica: "Naturalmente, o filme tem um quê de novela. Não só por serem dois rostos conhecidos das novelas, mas também por serem rostos muito queridos." Ricardo Pereira e Paolla Oliveira em Lisboa, durante as gravações de 'Alguém como eu' Divulgação Produto de exportação do Brasil à Europa, as novelas são fator importante na relação com Portugal. E encaixaria bem numa trama para a TV o dilema da insatisfeita Helena (Paolla), que decide se mudar para Lisboa, onde conhece o bonitão Alex (Ricardo). Talvez só se adequem mais ao cinema as sequências quentes da história - incluindo um close nos atributos traseiros do ator e uma cena de sexo entre Paolla e outra mulher, a portuguesa Sara Prata. "Quis criar um enredo que fosse compreensível para portugueses e brasileiros, sobre uma mulher com problemas existenciais, como qualquer uma no mundo pode ser", conta o diretor português Leonel Vieira. Ele completa: "É uma história despretensiosa. Filmes podem ser entretenimento, mas bom entretenimento." Ricardo Pereira em cena do filme Divulgação No romance em questão, o que dificulta a felicidade do casal é um delírio de Helena. Insatisfeita com a relação, ela passa a enxergar o namorado com formas femininas. A trama discute sua necessidade de mudar a personalidade do parceiro. "É um fato que sempre queremos ver no outro o que é parecido conosco ou o que estamos buscando. Mas o real encanto das relações é a diferença", avalia Paolla. "A Helena é uma mulher confusa, caótica e é interessante por isso." Crise das comédias românticas Diante de um declínio das comédias românticas no mercado internacional, a atriz acredita que o fenômeno passa longe do Brasil porque "ainda falta as pessoas irem mais aos cinemas". "Só perdemos alguma coisa quando ganhamos efetivamente. Temos muito público de comédias rasgadas e filmes mais cultos, mas nessa linha de comédia mais familiar ainda temos que fazer mais", afirma. Paolla Oliveira em cena do filme Divulgação Leonel aposta no gênero para emplacar seu trabalho no Brasil e diz ter se inspirado em Woody Allen para fazer "Alguém como eu". Ele reconhece que não vai ser fácil: "A comédia romântica é mais difícil de fazer. Para funcionar bem, ela precisa ter um texto muito afinado e um elenco potente. E os produtores têm mais dificuldade em arriscar. A comédia popular tem mais facilidade de financiamento e de retorno nas bilheterias."
    Pornô feminista ganha espaço no mercado de filmes adultos do Brasil: 'Mulheres também gostam de sexo'

    Pornô feminista ganha espaço no mercado de filmes adultos do Brasil: 'Mulheres também gostam de sexo'


    G1 falou com atrizes e profissionais do segmento que coloca a personagem feminina como protagonista das produções, evita estereótipos e serve de alternativa ao convencional. A atriz Giovana Bombom, que se identifica como ativista e atua em filmes...


    G1 falou com atrizes e profissionais do segmento que coloca a personagem feminina como protagonista das produções, evita estereótipos e serve de alternativa ao convencional. A atriz Giovana Bombom, que se identifica como ativista e atua em filmes do segmento pornografia feminista Divulgação É o clichê do filme pornográfico. Uma mulher – em geral, loira, curvilínea, com silicone e maquiagem muito visível – escuta a campainha de casa. Ao abrir a porta, ela dá de cara com um homem – em geral, musculoso, tipo galã e entregador (de pizza, por exemplo). Eles iniciam um diálogo bastante aleatório que dura menos de 30 segundos. Motivo: é hora do sexo. Afinal, os dois estavam ali para isto mesmo: o ator, na figura do dominador que vai ser satisfeito; a atriz, como a submissa que mais geme do que fala (palavrão). Tudo para entreter um público majoritariamente masculino. Casos de suicídio no pornô estrangeiro Por que atrizes pornô ganham mais 22 milhões de brasileiros consomem pornô A pornografia feminista tem a proposta de ser justamente uma alternativa a este tipo de filme adulto hegemônimo, conhecido por "pornô mainstream" (ou "pornô tradicional"). A vertente feminista ganhou força já a partir dos anos 1980, nos Estados Unidos, mas nos últimos tempos vem ampliando cada vez mais seu espaço no mercado de filmes adultos. No lugar de corpos necessariamente curvilíneos e esculturais, físicos imperfeitos. No lugar do sexo aleatório e do prazer invariavelmente encenado, o realismo. E, sobretudo, no lugar do homem contolador e da mulher obrigatoriamente servil, o protagonismo feminino. Atrizes, profissionais do setor e pesquisadores do tema ouvidos pelo G1 atribuem o espaço crescente aberto para o pornô feminista, em parte, aos recentes movimentos que lutam por igualdade entre gêneros e por respeito e reconhecimento do papel mulher na sociedade. "Mulher gosta de sexo também", afirma a atriz Emme White, de 37 anos e que faz filmes pornôs há três. "O que mulher não gosta de ver é gemido fake, o sexo sem sentido e sempre visando só o prazer do homem. A mulher quer ver coisas que ela de repente se imagina fazendo." Maurício Paletta, diretor da Playboy do Brasil, grupo que controla o canal a cabo de filmes pornô Sexy Hot, principal exibidor do país, afirma que o nicho do pornô feminista "é um negócio que está completamente em voga, e a gente acompanha essa tendência". De acordo com ele, o selo Sexy Hot Produções, que começou neste ano, finalizou 14 das 36 produções previstas para 2018. "Desses 14, quatro já estão nesta linha [feminista]. Até o final do ano, queremos mais três, no mínimo", antecipa Paletta. "É uma demanda que vimos, sim, dos nossos assinantes. Estamos buscando isso da melhor maneira possível, inclusive pautando esse tipo de filme." Dentre as características do pornô feminista, estão: A mulher é protagonista A equipe por trás das câmeras (diretora, câmeras etc.) também é formada por mulheres A mulher em cena não é obrigatoriamente submissa (a menos que seja esse o desejo dela) Sem preconceito com corpos, com variedade de tipos no elenco, que pode fugir do estereótipo (branca, loira e siliconada, no caso delas; musculosos, no caso deles) Filmes com histórias: nada de ir de cara para o sexo sem contexto (isso não significa que seja uma versão romântica ou inocente do pornô convencional) Sexo realista, sem tanta encenação Cuidado com a estética (fotografia, figurino, maquiagem) Sexo oral nas mulheres tem mais espaço e dura mais Mostra a fragilidade do homem (ele pode aparecer como o submisso, se for o caso) Filmes que se preocupam em agradar o público feminino, mas que não são voltados somente a mulheres nem são contra homens Os enredos não se limitam de sexo entre mulheres; há sexo variado: hétero, gay, lésbico, trans etc. Além disso, entre 2006 e 2015 a sex shop canadense Good For Her promoveu um prêmio chamado The Feminist Porn Awards (espécie de Oscar do segmento, voltado a produções feministas e trans). Dentre os critérios que avaliação, estavam: destaque para o prazer feminino, qualidade técnica, inclusão (de "sexualidades marginalizadas ou ignoradas"), desprezo por estereótipos e público variado. O mote do Prêmio do Pornô Feminino era uma frase da famosa atriz e performer Annie Sprinkle: "A resposta para o pornô ruim não é acabar com o pornô... é tentar e fazer um pornô melhor!". A partir de 2016, o evento mudou seu nome para Toronto International Porn Festival, que acontece antualmente. Com a palavra, as atrizes pornôs Alessandra Maia: A atriz pornô Alessandra Maia Divulgação Aos 40 anos e fazendo filmes há dez (apareceu em quase cem produções), Alessandra Maia diz que era "uma atriz extremamente hardcore". Ganhadora do Prêmio Sexy Hot, considerado o Oscar do pornô nacional, ela recentemente passou a atuar em produções feministas. "São histórias reais, é o que acontece na vida: uma pessoa normal, com um biótipo normal, nada de mulher cavalona, fitness." Alessandra comemora o fato de ter tido de decorar textos para uma recente produção desse novo nicho ao qual aderiu. Demorou um mês para gravar quatro cenas (no pornô convencional, diz que conclui o trabalho em dois dias): "Foi uma preparação bem maior, ensaio com um ator profissional, bastante exercício de posição, nível de emoção. Tem um desgaste psicológico também". Para a atriz, o filme pornô feminista "passa por não ficar só denegrindo a imagem da mulher". "Nos filmes de antigamente, era só palavrão, baixo calão. Agora, deu uma melhorada. Porque era disso que o público gostava. Hoje, já existem outros tipos de público para assistir." Giovana Bombom: Giovana Bombom, de 27 anos, faz filmes pornôs há dois. Apareceu em cerca de 30 filmes. "Ainda tem muito essa ideia de que o homem faz pornô, e a mulher é carne", afirma. A atriz, que diz não fazer somente filmes adultos, se descreve como militante: "Para eu entrar [no mercado pornográfio] foi difícil. Falei: 'Não vou apagar minhas raízes para fazer meu nome'. Porque eu estaria sendo só mais uma de cabelo liso, e não vim para isso. O público preto... Ainda mais que faço teatro e cinema negro – isso tem uma ligação com meu pessoal e meu trabalho. Sou ativista." Bombom lembra ter ouvido elogios de espectadoras: "Elas me falam: 'Eu não gostava de pornô. Mas, quando você começou a gravar, fui assistindo, porque seu cabelo é igual ao meu, o tamanho dos seus seios é igual ao dos meus'". Ela arrisca uma explicação para o fato de o público feminino não consumir habitualmente o pornô convencional: "Eu já ouvi muitas mulheres falarem: 'Ah, eu não vou assistir pornô porque eles colocam uma mulher gostosona, siliconada. E a gente – que não tem silicone, que tem defeito – vai ficar como? Diminuída'". Emme White: Emme White nas gravações de 'Urbex fuckers' Divulgação/Sexy Hot "O pornô feminista é aquele que, sobretudo, respeita a vontade da mulher e dá mais atenção ao prazer da mulher. Não é aquele filme em que a mulher vai chegar e focar só no prazer do homem", compara Emme White. Também ganhadora do Prêmio Sexy Hot, a atriz também faz filmes tradicionais. "Feminismo é a liberdade da mulher para fazer o que quiser e como quiser", explica. "As feministas radicais que são contra o pornô veem o pornô com maus olhos. Porque muitas vezes a mulher está ali [no filme] submissa e cedendo à vontade dos homens. Mas existem muitas mulheres que, mesmo sendo feministas, gostam de um sexo assim: mais submisso." A atriz afirma: "Eu me considero feminista. E quero ter essa liberdade de poder ser atriz pornô sem ser julgada nem condenada por isso. Eu me sinto livre em frente às câmeras para fazer sexo. Gosto de sexo e não tenho vergonha de me mostrar fazendo sexo." A diretora de filmes pornôs Diretora de filmes pornográficos, Mayara Medeiros, a May, começou a trabalhar em 2006 na produtora XPlastic. Inicialmente atuava como produtora, mas há três anos passou a dirigir. "[No mercado pornô] Tem mais demanda e mais mulheres trabalhando. Antes, era muito difícil ter aceitação de meninas", lembra. "Quando comecei, aos 18 anos, eu era a única menina atrás das câmeras que eu conhecia. Hoje, já tem outras meninas. Poucas, mas já tem mais, já não ando sozinha. Algumas se sentem mais à vontade. E quem está assistindo também." A diretora diz que "o lugar da sexualidade sempre pertenceu aos homens e sempre foi negado às mulheres": "Qualquer mulher que quisesse ser dona da própria sexualidade, era considerada bruxa e puta, no pior sentido da palavra". Em seus filmes, ela procura "colocar a fragilidade masculina, um tabu". "Do mesmo jeito que a gente quer descontruir a imagem da mulher subjugada durante o sexo o tempo todo, nenhum homem precisa ser o super-herói o tempo todo", afirma. "Essa fragilidade masculina pode aparecer em vários takes: desde um personagem que está em dúvida se quer ou não fazer alguma coisa ou até mesmo mostrar um take do cara de pau mole. Num filme tradicional, isso nunca vai acontecer (risos)." A diretora dá um exemplo prático da abordagem que propõe: "Sabemos que um fetiche masculino é ver duas mulheres [fazendo sexo]. Mas não vamos colocar uma delas com a unha gigante. Porque não faz sentido, nunca vai acontecer, vai machucar a outra (risos). Numa produção mainstream, é isto que a gente vê: duas mulheres esculturais, com corpo tradicional do que se entende ser sexy, e elas se pegando com as unhas enormes. Gente, essa unha vai se perder lá (risos).” Feminismo e pornografia: história A psicóloga Maria Eduarda Ramos é autora da tese "Pornografia, resistências e feminismos: estratégias políticas feministas de produções audiovisuais pornográficas", defendida em 2015 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). "A 'guerra dos sexos' ou 'sex war' teve como cenário os Estados Unidos e teve importância para a história da pornografia feminista. Não há um feminismo, mas feminismos. Nesses, há ideias diferentes sobre a questão de pornografia", lembra a pesquisadora. "Nos anos 1970 e 1980 (nos EUA), feministas reivindicavam leis antipornografia, argumentando que a pornografia era a causa da violência contra mulheres. Por outra parte, algumas feministas contra- atacavam esses discursos e apoiavam alternativas sexuais que implicavam na defesa do prazer (sex positive). Essa discussões permanecem entre feministas atualmente, encontram-se grupos das duas vertentes nas redes sociais." Maria Eduarda cita que "entre as que defendiam o prazer e a possibilidade de a pornografia ser utilizada e inventada de outra forma como luta de liberdade sexual estavam feministas militantes, estudiosas, lésbicas, pessoas do movimento sadomasoquista, prostitutas, atrizes pornôs". Em 1984, estrelas do segmento, como Annie Sprinkle, Candida Royalle, Veronica Vera, Gloria Leonard e Veronica Hart, formaram o grupo Club 90 para discutir a seguinte questão, dentre outras: "Há uma pornografia feminista?". Como definir 'pornografia feminista'? A diretora sueca de filmes pornôs Erika Lust, em foto de perfil no Facebook Divulgação De acordo com Maria Eduarda Ramos, "não há critérios ou alguém que diga quando um filme é feminista ou não". O termo "pornô feminista", portanto, se aplicaria a filmes definidos como tal por seus diretores ou diretoras. E "também filmes pornôs que podem nos fazer refletir questões a partir de ideias feministas". Como exemplo de diretoras que se denominam femininas, a pesquisadora cita Petra Joy e Erika Lust, a sueca que talvez seja o nome mais conhecido do mundo neste nicho. Autora de um livro sobre o tema, em 2014 ela deu uma palestra no TED intitulada "É hora de o pornô mudar". Do site oficial de Erika, consta a seguinte declaração de princípios: "Eu prometo criar uma nova onda no cinema adulto. Quero mostrar toda a paixão, intimidade, amor e luxúria no sexo, onde o ponto de vista feminino é vital, a estética é um prazer para todos os sentidos, e aqueles que buscam uma alternativa ao pornô mainstream podem se sentir em casa". Maria Eduarda observa que "o feminismo de Lust tem como sujeitos mulheres brancas, de camadas abastadas, que fantasiam com cenários luxuosos, etc.". "É válido? Claro, é feminismo com sujeitos específicos. Mas há outros feminismos que abarcam outros sujeitos, outras mulheres." Erika Lust não é unanimidade: há quem não a considere uma autora feminista de fato e quem a critique justamente por não evitar tanto assim certos clichês estéticos e por demonstrar uma suposta falta de representatividade. 'Continuidade' A jornalista chilena Oriana Valentina Miranda Navarrete é integrante do coletivo feminista Vaginas Ilustradas e autora da dissertação de mestrado "Muestra Marrana 2015: Corpos femininos no pós-pornô latino-americano", defendida em 2016 na Universidade Federal Fluminense (UFF). Ela não acredita que o pornô feminista ou o pós-pornô representem ruptura com relação ao pornô tradicional. "Mais do que isso, é uma continuação. Não é tipo: 'O pornô tem de terminar ou é errado'", afirma. E continua: "O que pode estar acontecendo é um questionamento da parte da feministas sobre como a sexualidade está sendo transmitida às pessoas mais novas, incluindo as crianças". "As primeiras imagens ou regras sobre o sexo que as crianças recebem provêm do pornô. O que o pornô está dizendo a essas mulheres e homens jovens? Como é a forma como vão se relacionar? O que o pornô mainstream está dizendo sobre a possibilidade de outras sexualidades e opções?".
    HyperAdapt 1.0, tênis que se amarra sozinho inspirado em 'De volta para o futuro', chega ao Brasil por R$ 3,5 mil

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    Calçado da Nike começa a ser vendido nesta quinta-feira (24). Modelo é de uso casual, mas ideia da fabricante é que tecnologia chegue em breve às quadras de basquete. Tênis HyperAdapt 1.0 se amarra sozinho e foi inspirado em 'De volta para o...


    Calçado da Nike começa a ser vendido nesta quinta-feira (24). Modelo é de uso casual, mas ideia da fabricante é que tecnologia chegue em breve às quadras de basquete. Tênis HyperAdapt 1.0 se amarra sozinho e foi inspirado em 'De volta para o futuro' Marty McFly ficaria orgulhoso: a ficção se tornou realidade. É que nesta quinta-feira (24) começa a ser vendido no Brasil o HyperAdapt 1.0, tênis que se amarra sozinho e que foi inspirado no filme "De volta para o futuro 2" (1989). O preço de cada par é bem alto: R$ 3,5 mil. Mas lá fora a situação também não é fácil: US$ 720. Assista ao vídeo acima. Esse é o primeiro modelo da Nike que executa essa proeza mágica e é vendido para o público em geral. Antes dele, a fabricante lançou em 2016 uma réplica totalmente funcional do Mag, o pisante de McFly no cinema. As vendas, no entanto, foram apenas por leilão. Nike Mag, tênis de Marty McFly em 'De volta para o futuro 2', ganhou réplica totalmente funcional em 2016 Divulgação/Nike Os recursos foram destinados para a fundação de Michael J. Fox para pesquisas sobre o Mal de Parkinson. O ator foi diagnosticado com a doença em 1990. Hoje, um par de Nike Mag pode custar até US$ 45 mil em mercados de venda de tênis. Magia e apatia Depois de calçados, tênis HyperAdapt 1.0 se amarram sozinhos ao sentir certa pressão nos calcanhares Celso Tavares/G1 Ao aparecer na redação do G1, o HyperAdapt 1.0 causou duas reações opostas dependendo da pessoa: espanto total com um tênis que se molda sozinho ao pé; ou ligeira decepção com seu barulhinho de batedeira, a ponto de surgirem comentários como... "mas é só isso?" A verdade é que o calçado, de fato, impressiona. Mas também é verdade que, desconsiderado o fator inovação, ele "só" se amarra sozinho. A tecnologia por trás do HyperAdapt 1.0 está em desenvolvimento há mais de 10 anos e foi imaginada primeiro por Tinker Hatfield, principal designer de tênis da Nike e criador de vários modelos da linha de Michael Jordan, a partir da ideia de que um calçado moderno precisa se adaptar às nossas atividades e ao formato dos nossos pés. Hatfield também é personagem de um dos episódios da série-documentário "Abstract: The art of design", da Netflix. Tinker Hatfield, designer de tênis, em episódio da série 'Abstract: The art of design' Divulgação/Netflix Num segundo momento, Hatfield passou a contar com a ajuda de Tiffany Beers, funcionária até 2017 do departamento de inovação da companhia, e Mark Parker, o próprio CEO da Nike. Juntos, eles materializaram o tênis que se amarra sozinho e batizaram a tecnologia responsável por isso de E.A.R.L., sigla para "Electro Adaptive Reactive Lacing" (algo como amarração eletrônica adaptável e reativa, em tradução para o português). E se você pensou em algo como cadarços fazendo nós no ar, melhor pensar de novo. Nike HyperAdapt 1.0 tem mecanismo chamado E.A.R.L., com motor, bateria e sensor, que faz o tênis se amarrar sozinho Celso Tavares/G1 Funciona assim: O HyperAdapt 1.0 tem um sensor no calcanhar que reconhece pressão, ou seja, o momento em que é calçado e a pessoa se levanta Esse sensor aciona o motor do tênis, instalado debaixo da palmilha, que por sua vez é conectado a seis cabos que a Nike chama de "flywire" O motor então traciona esses cabos, que passam por dentro da lateral do tênis, até eles ajustarem o cabedal confortavelmente em torno do pé De acordo com Paulo Guimarães, especialista de produtos da Nike, a ideia é que o usuário personalize o HyperAdapt 1.0 para que ele se lembre do formato do seu pé. "O tênis tem dois botões na parte externa, para amarrar mais ou afrouxar. Usando eles você define quão apertado quer essa amarração. O tênis consegue salvar isso na memória. E toda vez que você calçá-lo, ele vai ativar essa memória e colocar a amarração que você definiu", ele conta ao G1. Uma bateria instalada no solado do tênis alimenta o motor. Ela é recarregada por indução, sem fios e por aproximação, como em smartphones e relógios inteligentes mais modernos. Segundo a Nike, uma carga pode durar cerca de duas semanas de uso. Futuro do tênis Cristiano Ronaldo testa o HyperAdapt 1.0. Objetivo é que tecnologia de auto-amarração migre para os esportes nos próximos anos Divulgação/Nike Então o HyperAdapt 1.0 é um artigo de luxo feito para quem tem preguiça de amarrar os sapatos? Também! Mas não é apenas isso. A Nike enxerga no modelo uma porta de entrada para levar a tecnologia de auto-amarração em breve até os esportes. Mais especificamente, para as quadras de basquete. Durante o desenvolvimento do tênis, o trio percebeu como a E.A.R.L. pode ser a solução para lesões e pés deformados devido ao uso de tênis muito apertados. Shaquille O'Neal e LeBron James que o digam. "Os jogadores de basquete têm bastante tempo de partida, mas também passam muito tempo parados. Então imaginE se, enquanto o atleta espera o companheiro cobrar um lance livre, ou durante uma parada técnica, o sapato percebe isso e se desamarra para não causar tanta pressão no pé?", conta Paulo Guimarães. "E aí quando ele realmente for pro jogo, e precisar do ajuste, o calçado se amarra sozinho durante a partida. Esse é o primeiro passo de como a Nike imagina o futuro do tênis daqui pra frente". O interesse, é claro, não é apenas benevolente. De acordo com a consultoria Sports Value, a receita das empresas Nike, Adidas, Puma e Under Armour, as quatro maiores do mercado de material esportivo, é essencialmente de vendas de tênis, linha têxtil e equipamentos esportivos. No caso da Nike, os tênis representaram US$ 21 bilhões do faturamento de US$ 34,4 bilhões da companhia em 2017, o equivalente a 65% do total.
    MTV Miaw: Anitta vence três das nove categorias nas quais estava indicada; confira outros premiados

    MTV Miaw: Anitta vence três das nove categorias nas quais estava indicada; confira outros premiados


    Premiação aconteceu na noite desta quarta-feira (23) e escolheu artistas e clipes do ano e brincadeiras como 'close certo' e 'shade'. Anitta no palco do MTV Miaw Alexandre Schneider Anitta foi a grande vencedora do MTV Miaw, prêmio que aconteceu na...


    Premiação aconteceu na noite desta quarta-feira (23) e escolheu artistas e clipes do ano e brincadeiras como 'close certo' e 'shade'. Anitta no palco do MTV Miaw Alexandre Schneider Anitta foi a grande vencedora do MTV Miaw, prêmio que aconteceu na noite desta quarta-feira (23), em São Paulo. O evento premiou os ícones da geração millennial brasileira e contou com apresentação do youtuber Whindersson Nunes. Além de se apresentar no palco, Anitta voltou para casa com os troféus das categorias "Artista Musical", "Feat do Ano" e "Hino do Ano". A cantora estava indicada para nove categorias. As 28 categorias misturavam prêmios para melhores artistas e clipes do ano com brincadeiras, como o "shade" e o "vício do ano", além do "close certo". Os vencedores foram escolhidos pelo público com 302 milhões de votos. Kevinho e Pabllo Vittar dividiam a segunda colocação dos mais indicados e estavam presentes em seis categorias. Ambos se apresentaram no evento, mas voltaram para casa sem troféu. O DJ Alok, que recentemente passou por um incidente com seu jatinho, também se apresentou no evento. Além de números musicais e premiações, a noite contou com um momento de grande emoção, durante a entrega do prêmio "Transforma MIAW", que homenageou Marielle Franco. A vereadora e ativista foi assassinada a tiros em 14 de março, no Rio de Janeiro. Luyara Franco, filha de Marielle, recebeu o prêmio das mãos da atriz Taís Araújo. Luyara Franco, filha de Marielle Franco, com Taís Araújo no palco do MTV MIAW Maurício Santana/Divulgação Confira os vencedores: ÍCONE MIAW Felipe Neto SUPER SQUAD Whindersson Nunes & Tirullipa & Carlinhos Maia CRUSH DO ANO Rafael Uccman VÍCIO DO ANO South America Memes PASSINHO VIRAL Fe Escarião - "Joga Bunda (Aretuza FT. Pabllo Vittar FT. Gloria Groove)" OI, MENINAS Flavia Pavanelli INSTA BR Hugo Gloss SELFIE DO ANO Cocielo FT. Whindersson FT. Tata FT. Luisa Sonza SHADE DO ANO Katy Perry vs Taylor Swift MEME DO ANO Que tiro foi esse? PARÓDIA DO ANO Rebuliço - Felipe Neto GAMER DO ANO Am3nic YOUTUBE DO ANO Felipe Neto APOSTA DIGITAL Blogueirinha de Merda FANDOM DO ANO BTS Army (BTS) PET DO ANO Lagosta (Júlio Cocielo e Tata Estaniecki) SÉRIE DO ANO La Casa de Papel MELHOR REALITY De Férias com o Ex Brasil ARTISTA MUSICAL Anitta CLIPE DO ANO Flutua - Johnny Hooker (part. Liniker) HINO DO ANO Vai Malandra - Anitta, Mc Zaac, Maejor ft. Tropkillaz & DJ Yuri Martins HIT INTERNACIONAL Havana - Camila Cabello ft. Young Thug FEAT DO ANO Downtown - Anitta & J. Balvin HINO DE KARAOKE Envolvimento - MC Loma e as Gêmeas Lacração EXPLOSÃO K-POP BTS #PRESTATENÇÃO Jão BEAT BR Coração de Aço – Hungria PRÊMIO TRANSFORMA MIAW Marielle Franco Whindersson Nunes apresenta o MTV MIAW Maurício Santana/Divulgação Jojo Maronttini se apresenta no MTV MIAW Maurício Santana/Divulgação Kevinho se apresenta no MTV MIAW Maurício Santana/Divulgação Pabllo Vittar no MTV MIAW Alexandre Schneider/Divulgação Alok se apresenta no MTV MIAW Alexandre Schneider/Divulgação
    'Antes que eu me esqueça' pinta retrato humanizado e bem-humorado do Alzheimer; G1 já viu

    'Antes que eu me esqueça' pinta retrato humanizado e bem-humorado do Alzheimer; G1 já viu


    Filme brasileiro tem José de Abreu, Danton Mello e Guta Stresser no elenco. Estreia é nesta quinta-feira (24). Assista ao trailer de 'Antes que eu me esqueça' Não existe apenas sofrimento no Alzheimer. E mesmo diante de um diagnóstico assustador,...


    Filme brasileiro tem José de Abreu, Danton Mello e Guta Stresser no elenco. Estreia é nesta quinta-feira (24). Assista ao trailer de 'Antes que eu me esqueça' Não existe apenas sofrimento no Alzheimer. E mesmo diante de um diagnóstico assustador, associado ao esquecimento e à demência, há oportunidade para o perdão e o reencontro. Essa é a visão de "Antes que eu me esqueça", filme brasileiro que estreia nesta quinta-feira (24) e pinta um retrato humanizado e bem-humorado da doença. Veja o trailer acima. A trama gira em torno de Polidoro (José de Abreu), um juiz aposentado que vive sozinho e, do dia para noite, pede pra se tornar sócio de uma boate de strip-tease que fica ao lado de sua casa em Copacabana, no Rio. A filha Bia (Letícia Isnard), que já desconfiava da senilidade do pai, entra na Justiça para interditar seu pai. Mas o fato acaba colocando Paulo (Danton Mello), filho brigado e músico fracassado, em uma inevitável rota de aproximação com o pai. Amor que surge da dor José de Abreu e Danton Mello em cena de 'Antes que eu me esqueça' Patrick O'Malley/Divulgação Com atuações de fôlego de José de Abreu e Danton Mello, e Guta Stresser agindo como um alívio cômico leve e simpático no papel de Joelma, a gerente da boate, "Antes que eu me esqueça" acerta em não pesar a mão na "tragédia" do Alzheimer. Rolam emoções com o drama profissional de Paulo, a incapacidade de Polidoro em se relacionar com a família e os desdobramentos eminentes da sua condição. Um choro pode pintar aqui e acolá. Mas ele está muito mais próximo da beleza do amor que surge mesmo em momentos de bastante dor. Do que do lado catastrófico do luto ainda em vida de um diagnóstico como esse. Que o diga "Amor", filme de Michael Haneke de 2012: genial, mas potencialmente traumático. O roteiro de "Antes que eu me esqueça", o primeiro de Luisa Parnes, também consegue abordar com maturidade temas que ainda são tabus na sociedade. É o caso da sexualidade na terceira idade, comumente encarada como perversão. Ou a profissionalização do sexo, igualmente vista como indigna. Em meio a um cinema brasileiro que ora apela para as comédias escrachadas, ora aposta alto em tramas alternativas que brigam pelo Oscar que nunca veio, a estreia de Tiago Arakilian na direção de um longa-metragem parece mais um outro tipo de cinema: o argentino. "Antes que eu me esqueça" é a vida como ela é: cheia de drama, risadas, doses inimagináveis de surrealismo e muita, mas muita normalidade. Pode ser um caminho.
    Portela acerta ao louvar Clara Nunes, voz que ainda ecoa forte na memória do Brasil

    Portela acerta ao louvar Clara Nunes, voz que ainda ecoa forte na memória do Brasil


    Desde que se transformou em cantora de samba, a partir de 1971, Clara Nunes (1942 – 1983) foi ficando cada vez mais associada à Portela, uma das agremiações mais tradicionais do Carnaval do Rio de Janeiro. Por isso mesmo é mais do que justa e...


    Desde que se transformou em cantora de samba, a partir de 1971, Clara Nunes (1942 – 1983) foi ficando cada vez mais associada à Portela, uma das agremiações mais tradicionais do Carnaval do Rio de Janeiro. Por isso mesmo é mais do que justa e merecida a decisão da escola de samba de celebrar novamente a luz de Clara no Carnaval de 2019. A vida e a obra da cantora mineira serão contadas e louvadas pela Portela na avenida com o enredo intitulado Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma Sabiá. O título cita verso da canção de exílio Sabiá (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1968), mas com alusão à forma poética como o pássaro sabiá é usado para personificar Clara na letra de Um ser de luz (João Nogueira, Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, 1983), samba composto e lançado há 35 anos, na voz de Alcione, para reverenciar a memória de Clara no ano em que a artista saiu precocemente de cena aos 41 anos incompletos. O enredo será desenvolvido pela atual carnavalesca da Portela, Rosa Magalhães. É a primeira vez que Clara – em foto de Wilton Montenegro – é o único tema de enredo da Portela. No entanto, no Carnaval 1984, a Portela já homenageou a cantora, ainda sob o impacto e a emoção da morte da artista em abril do ano anterior. Só que, naquele ocasião, o samba-enredo Contos de areia (Dedé da Portela e Norival Reis, 1984) abarcava homenagens a Clara, a Paulo Benjamim de Oliveira (1901 – 1949) – o Paulo da Portela, um dos pioneiros e mais ilustres sambistas da escola nascida de um bloco do qual Paulo foi um dos fundadores em 1923 – e a Natalino José do Nascimento (1905 – 1975), o Natal da Portela, primeiro bicheiro a patrocinar uma escola de samba. Clara Nunes Divulgação / Wilton Montenegro Em 2019, a Portela celebra somente a cantora que tanto propagou a agremiação ao longo da década de 1970. Além de ter desfilado na escola de samba até 1983, ano em que saiu de cena em decorrência de complicações de operação de varizes, Clara gravou sambas-enredos da Portela – como Ilu Ayê (Terra da vida) (Cabana e Norival Reis, 1972) e Macunaíma, Herói de nossa gente (David Corrêa e Norival Reis, 1975) – e expressou o louvor à agremiação azul-e-branca dos bairros cariocas de Madureira e Oswaldo Cruz no samba Portela na avenida (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro), o maior sucesso do penúltimo álbum da cantora, Clara (1981). Até pela luminosa presença de Clara Nunes na história da música do Brasil e, sobretudo, na memória afetiva do povo brasileiro, a Portela entrará na avenida em 2019 com forte probabilidade de ouvir já nas arquibancadas o grito de "É campeã!" e de, na quarta-feira de cinzas, conquistar o 23º título do Carnaval da cidade do Rio de Janeiro. Como diz a letra do vitorioso samba-enredo de 1984, "É Clara guerreira... Lá vem trovoada...".
    'Battlefield V' vai se passar na Segunda Guerra Mundial; veja trailer

    'Battlefield V' vai se passar na Segunda Guerra Mundial; veja trailer


    Sequência da popular série de games de tiro chega ao PlayStation 4, Xbox One e PCs em 19 de outubro. O jogo "Battlefield V" vai se passar na Segunda Guerra Mundial e chega ao PlayStation 4, Xbox One e PCs em 19 de outubro. O primeiro trailer do game...


    Sequência da popular série de games de tiro chega ao PlayStation 4, Xbox One e PCs em 19 de outubro. O jogo "Battlefield V" vai se passar na Segunda Guerra Mundial e chega ao PlayStation 4, Xbox One e PCs em 19 de outubro. O primeiro trailer do game foi divulgado nesta quarta-feira (23). Assista ao vídeo acima. A Dice, desenvolvedora da popular série de games de tiro, diz que "Battlefield V" vai inserir os jogadores "em batalhas inesperadas e histórias não contadas" do conflito. O estúdio conta ainda que agora será possível construir e/ou reparar fortificações e estruturas no campo de batalha. Além dos modos multiplayer, como Conquista, para 64 jogadores, "Battlefield V" repete o jogo anterior "Battlefield 1" na sua abordagem para o modo de um jogador. A campanha continua se chamando Histórias de Guerra e mostra o conflito "pelos olhos de homens e mulheres da 2ª Guerra Mundial" e vivenciar "histórias não contadas de drama humano". Esse é o primeiro game da franquia "Battlefield" a se passar na Segunda Guerra Mundial em quase 10 anos. "Battlefield 1943", lançado em 2009 para computadores, era até então o último título com esse cenário. Cena de 'Battlefield V', game que chega em 19 de outubro Divulgação/EA Cena de 'Battlefield V', game que chega em 19 de outubro Divulgação/EA Cena de 'Battlefield V', game que chega em 19 de outubro Divulgação/EA
    Christina Aguilera lança clipe de 'Fall in line' com participação de Demi Lovato

    Christina Aguilera lança clipe de 'Fall in line' com participação de Demi Lovato


    Música foi lançada há uma semana e compõe o álbum ‘Liberation’ de Aguilera, previsto para ser lançado em de junho. Christina Aguilera e Demi Lovato Reprodução/Instagram Uma semana após lançar a música “Fall in line”, Christina...


    Música foi lançada há uma semana e compõe o álbum ‘Liberation’ de Aguilera, previsto para ser lançado em de junho. Christina Aguilera e Demi Lovato Reprodução/Instagram Uma semana após lançar a música “Fall in line”, Christina Aguilera soltou o clipe da canção. Assim como na música, o vídeo divulgado nesta quarta-feira (23) tem participação de Demi Lovato. “Fall in Line” integra o álbum “Liberation” da cantora, previsto para ser lançado em 15 de junho. O disco é o primeiro da cantora em 6 anos. Antes de “Fall in Live”, Aguilera já havia divulgado “Accelerate”, também presente no álbum. Quando divulgaram a música, Christina e Demi postaram uma foto em que elas aparecem ainda crianças e escreveram um trecho da canção. “Garotas, ouçam com atenção, porque ninguém me disse, mas você merece saber, que neste mundo você não está endividada, você não deve nada a eles, seu corpo e sua alma”. Logo após a divulgação da faixa, Demi Lovato usou o Twitter para falar sobre a parceria com Aguilera. "Espero que vocês amem essa música tanto quanto eu. É uma honra emprestar minha voz para esse hino para as mulheres ao lado de uma das pessoas mais inspiradoras que já conheci". Christina Aguilera Reprodução/Instagram Demi Lovato Reprodução/Instagram
    Ana Carolina volta a trabalhar em estúdio com o produtor Liminha após 15 anos

    Ana Carolina volta a trabalhar em estúdio com o produtor Liminha após 15 anos


    Após 15 anos, Ana Carolina voltou a trabalhar em estúdio com Liminha, produtor de um dos melhores álbuns da cantora, compositora e instrumentista mineira, Estampado (2003). Ana – em foto de Leo Aversa – finalizou um fonograma com Liminha e com...


    Após 15 anos, Ana Carolina voltou a trabalhar em estúdio com Liminha, produtor de um dos melhores álbuns da cantora, compositora e instrumentista mineira, Estampado (2003). Ana – em foto de Leo Aversa – finalizou um fonograma com Liminha e com o toque de Thiago Anthoni, tecladista e violonista que dividiu o palco com a artista na turnê do show Ruído branco (2017). A música se chama Tudo e mais um pouco. A gravação já foi masterizada em estúdio da cidade de São Paulo (SP) – o que sinaliza a iminência de single inédito da artista nas plataformas digitais. Ao longo deste primeiro semestre de 2018, Ana Carolina vem compondo e gravando no estúdio montado na casa da cantora, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Nesse período, Ana vem trabalhando com o compositor gaúcho Antonio Villeroy – nome recorrente na discografia da artista desde o primeiro álbum, Ana Carolina, lançado em 1999 – e Jonas Myrin, compositor e músico sueco radicado em Los Angeles (Califórnia, EUA). Um álbum com músicas inéditas – o primeiro da cantora deste #AC (2013) – está previsto, mas ainda não anunciado oficialmente, para o fim do ano.
    Lívia Andrade quase é furtada em saída de casamento de Lexa e MC Guimê: 'Me tremi todinha'

    Lívia Andrade quase é furtada em saída de casamento de Lexa e MC Guimê: 'Me tremi todinha'


    Apresentadora respondeu internautas no Twitter sobre incidente após a festa, que aconteceu na Catedral Metropolitana da Sé, em São Paulo. Lívia Andrade Reprodução/Instagram Nem tudo foi celebração no casamento de Lexa e MC Guimê. O casal...


    Apresentadora respondeu internautas no Twitter sobre incidente após a festa, que aconteceu na Catedral Metropolitana da Sé, em São Paulo. Lívia Andrade Reprodução/Instagram Nem tudo foi celebração no casamento de Lexa e MC Guimê. O casal trocou alianças na noite desta terça-feira (21), na Catedral Metropolitana da Sé, em São Paulo. Lívia Andrade quase foi furtada na saída da cerimônia religiosa. Pouco antes de sair da igreja, Lívia publicou um vídeo em que contava que estava deixando o local e indo para a rua: “Agora é o perigo, meu irmão”. Com o alvoroço formado na porta da igreja em seguida, Lívia quase teve a bolsa furtada e precisou da ajuda de Everton Di Souza, o Fofoquito, para deixar o local. Pelo Twitter, Lívia respondeu alguns internautas, que perguntaram se estava tudo bem com a apresentadora. “Estou bem, sim”, respondeu para um fã. “Me tremi todinha”, comentou com outra. “Lá foi uma mistura de tudo, eu sabia que isso poderia acontecer, a gente sabe que infelizmente no centro da cidade tem #WalkingDead”, disse Lívia, ao responder um fã que disse para ela tomar cuidado com “loucos que se dizem fãs”. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text
    Comcast se prepara para desafiar oferta da Disney por ativos da Fox

    Comcast se prepara para desafiar oferta da Disney por ativos da Fox


    Em dezembro, Disney anunciou acordo para comprar parte da Fox por US$ 52 bilhões. Comcast se prepara para desafiar oferta da Disney por ativos da Fox Getty A Comcast confirmou nesta quarta-feira que está em fase avançada de preparação para uma...


    Em dezembro, Disney anunciou acordo para comprar parte da Fox por US$ 52 bilhões. Comcast se prepara para desafiar oferta da Disney por ativos da Fox Getty A Comcast confirmou nesta quarta-feira que está em fase avançada de preparação para uma oferta pelos negócios que a Twenty-First Century Fox concordou em vender para a Walt Disney. A operadora de TV a cabo dos Estados Unidos também disse que qualquer oferta pelos ativos da Fox será totalmente em dinheiro e terá um prêmio em relação ao valor atual da proposta exclusivamente em ações feita pela Disney. Em dezembro, a Disney fez proposta de compra dos negócios de filmes, televisão e áreas internacionais da Fox por US$ 52,4 bilhões em ações para reforçar sua oferta contra as rivais digitais Netflix e Amazon.com. A Comcast está em conversações com bancos sobre investimento para aumentar um empréstimo-ponte em até US$ 60 bilhões, para que possa fazer uma oferta pelos ativos de mídia da Fox, disseram à Reuters no início deste mês três pessoas a par do assunto. "Embora nenhuma decisão final tenha sido tomada, neste momento, o trabalho para financiar a oferta em dinheiro e apresentar os principais documentos regulatórios está bem avançado", disse a Comcast. Representantes da Fox e Disney não estavam imediatamente disponíveis para comentar. A Comcast é proprietária do grupo NBCUniversal e a maior operadora de TV a cabo nos Estados Unidos. Na semana passada, o império de Rupert Murdoch anunciou o novo organograma da empresa. Seu filho Lachlan deve passar a comandar a 21st Century Fox após a confirmação da venda dos ativos ao grupo Disney. Lachlan, além de CEO do grupo, também seria copresidente do conselho, ao lado do pai, de 87 anos. A operação da Disney precisa receber a aprovação das autoridades de concorrência americanas, um processo que pode demorar pelo tamanho do grupo surgido com a fusão. A Fox, no entanto, tem a esperança de completar a transação em "12 ou 18 meses", a contar desde o anúncio da venda em meados de dezembro. * Com France Presse
    Escritora polonesa Olga Tokarczuk ganha prêmio Man Booker International

    Escritora polonesa Olga Tokarczuk ganha prêmio Man Booker International


    Prêmio reconhece as obras estrangeiras traduzidas para o inglês e publicadas no Reino Unido. Olga Tokarczuk posa com o Man Booker International na terça-feira (22) no Victoria and Albert Museum em Londres Associated Press Uma tradução para o...


    Prêmio reconhece as obras estrangeiras traduzidas para o inglês e publicadas no Reino Unido. Olga Tokarczuk posa com o Man Booker International na terça-feira (22) no Victoria and Albert Museum em Londres Associated Press Uma tradução para o inglês do romance "Flights", da polonesa Olga Tokarczuk, conquistou nesta terça-feira o prêmio Man Booker International do Reino Unido. O romance foi traduzido por Jennifer Croft e levou o prêmio de 50 mil libras esterlinas (57 mil euros), valor que será dividido entre a autora e tradutora. "Tokarczuk é uma escritora com um talento maravilhoso, imaginação e estilo literário", afirmou a principal julgadora, Lisa Appignanesi, ao anunciar o vencedor durante uma cerimônia em Londres. "Em 'Flights', brilhantemente traduzida por Jennifer Croft, ela nos leva através de uma galáxia de partidas e chegadas, histórias, enquanto explora assuntos próximos à era contemporânea e à situação do homem, onde apenas o plástico escapa à mortalidade", resumiu Appignanesi. "Flights" reúne uma série de histórias, incluindo um conto do século 17 sobre o anatomista holandês Philip Verheyen, que dissecou e desenhou detalhes de sua perna amputada, e uma história do século 19 sobre o coração do finado Chopin, que viajou oculto de Paris a Varsóvia. O jornal "The Guardian" chamou o romance de "um discurso apaixonado e cativante sobre as conexões profundas, a aceitação da 'fluidez', da mobilidade, do ilusório". Olga Tokarczuk nasceu em 29 de janeiro de 1962 em Sulechow, no oeste da Polônia, estudou psicologia na Universidade de Varsóvia e trabalhou como terapêuta durante anos, antes de escrever oito romances e duas coletâneas de contos. O Man Booker International Prize reconhece as obras estrangeiras traduzidas para o inglês e publicadas no Reino Unido.
    'Han Solo' põe personagem em primeiro lugar, diz diretor do novo filme baseado em 'Star Wars'

    'Han Solo' põe personagem em primeiro lugar, diz diretor do novo filme baseado em 'Star Wars'


    Ron Howard disse que vê o novo filme da franquia simplesmente como a jornada pessoal de um jovem rapaz. Ron Howard, diretor do filme de Han Solo, de 'Star Wars' Divulgação Filmes da série "Guerra nas Estrelas" são conhecidos por batalhas...


    Ron Howard disse que vê o novo filme da franquia simplesmente como a jornada pessoal de um jovem rapaz. Ron Howard, diretor do filme de Han Solo, de 'Star Wars' Divulgação Filmes da série "Guerra nas Estrelas" são conhecidos por batalhas disputadas para salvar a galáxia muito, muito distante das forças do mal, mas o diretor Ron Howard disse que vê o novo filme da franquia simplesmente como a jornada pessoal de um jovem rapaz.  "Han Solo: Uma história de Star Wars", que chega aos cinemas nesta semana, é a versão dos estúdios Walt Disney para a origem de Han Solo, o contrabandista fanfarrão eternizado pelo ator Harrison Ford em 1977.  No novo filme, Alden Ehrenreich, de 28 anos, interpreta um Solo mais jovem, que está apenas começando seu treinamento para se tornar piloto.  "Essa não é uma história de guerra. Não há política", disse Howard sobre o novo filme. "Isso é sobre um personagem."  A Disney trouxe Howard com a produção pela metade para refilmar extensas sequências do filme depois de o estúdio demitir os diretores originais Phil Lord e Chris Miller.  O vencedor do Oscar Howard disse que enfrenta o desafio abordando-o de maneira semelhante aos outros filmes biográficos que dirigiu, como em "Uma Mente Brilhante" e "Apollo 13".  "É muito parecido com uma história real", disse Howard. "Você usa a estrutura e descobre o drama, o humor, o suspense nessas histórias. Eu tratei esse mundo como se ele fosse real, de uma maneira bem autêntica, orgânica, e construí o filme a partir dali."  Filme divertido e para fãs fervorosos "Solo" já ganhou críticas positivas de especialistas que dizem que Howard foi bem-sucedido em fazer um filme divertido, que deve agradar os fãs fervorosos da franquia.  Veja o primeiro trailer de 'Han Solo: Uma história Star Wars' Especialistas em bilheterias prevêem que "Solo" pode estabelecer um recorde no feriado do "Memorial Day" nos Estados Unidos. O filme pode arrecadar até 170 milhões de dólares nos cinemas norte-americanos em seus primeiros quatro dias de exibição, de acordo com o site Boxoffice.com  No filme, o início da vida adulta de Solo é interlaçado com a vida de sua amiga de infância Qi'ra, interpretada por Emilia Clarke, estrela da série "Game of Thrones". Solo também conhece seu futuro co-piloto, Chewbacca, e aposta com o malandro cheio de lábia Lando Calrissian (Donald Glover). "Essas relações realmente importam", disse Howard, "e elas realmente definem os eventos".  Ator Alden Ehrenreich no papel de Han Solo em 'Han Solo: Uma história Star Wars' Divulgação
    Grupo sediado nos EUA pede personagens LGBT em 20% dos filmes até 2021

    Grupo sediado nos EUA pede personagens LGBT em 20% dos filmes até 2021


    Ano passado teve recorde negativo: dos 109 lançamentos dos sete maiores estúdios em 2017, só 14 (12,8%) incluíram personagens LGBTQ. Timothée Chalamet e Armie Hammer em 'Me chame pelo seu nome' Divulgação O filme de amor gay "Me Chame Pelo Seu...


    Ano passado teve recorde negativo: dos 109 lançamentos dos sete maiores estúdios em 2017, só 14 (12,8%) incluíram personagens LGBTQ. Timothée Chalamet e Armie Hammer em 'Me chame pelo seu nome' Divulgação O filme de amor gay "Me Chame Pelo Seu Nome" pode ter ganhado um Oscar de roteiro, e "A Bela e a Fera", da Disney, tem um personagem homossexual, mas no ano passado os filmes dos grandes estúdios de Hollywood tiveram a menor porcentagem de personagens lésbicas, gays, transgênero e bissexuais desde 2012, de acordo com um relatório divulgado nesta terça-feira (22). O grupo de defesa de gays e transgênero Glaad disse em seu Índice de Responsabilidade dos Estúdios que dos 109 lançamentos dos sete maiores estúdios em 2017, só 14 (12,8%) incluíram personagens LGBTQ. O Glaad pediu que 20% dos lançamentos anuais de Hollywood incluam um personagem gay, lésbica, transgênero, bissexual ou de gênero fluido até 2021, elevando essa taxa para 50 por cento da produção até 2024. Sucessos de bilheteria como "Mulher Maravilha" e "Pantera Negra" destruíram a noção, já antiga nos estúdios norte-americanos, de que filmes que destacam mulheres ou negros não têm apelo global, disse o Glaad. "É hora de histórias LGBTQ serem incluídas nesta conversa", disse a presidente do Glaad, Sarah Kate Ellis, no relatório. A entidade elogiou títulos como o filme de tênis "A Guerra dos Sexos", o vencedor do Oscar de melhor filme "A Forma da Água" e "Uma Mulher Fantástica", filme independente chileno sobre um transgênero que levou o Oscar de melhor filme estrangeiro em março.
    Quatro álbuns de Cida Moreira expõem na rede outras faces da 'dama do cabaré'

    Quatro álbuns de Cida Moreira expõem na rede outras faces da 'dama do cabaré'


    Houve um público que descobriu o canto teatral de Cida Moreira no início dos presentes anos 2010, mais precisamente a partir da edição do cultuado álbum A dama indigna (Joia Moderna, 2011), registro de estúdio do show em que a cantora e atriz...


    Houve um público que descobriu o canto teatral de Cida Moreira no início dos presentes anos 2010, mais precisamente a partir da edição do cultuado álbum A dama indigna (Joia Moderna, 2011), registro de estúdio do show em que a cantora e atriz paulista reassumiu a interpretação da dama do cabaré, personagem recorrente na trajetória artística de Cida. A dama indigna revigorou a carreira da artista, fazendo crescer o interesse pelos discos e shows da intérprete. Por isso mesmo, a chegada de quatro importantes álbuns de Cida às plataformas digitais via Tratore – Abolerado blues (Lira Paulistana, 1983), Cida Moreyra (Continental, 1986), Cida Moreyra interpreta Brecht (Continental, 1987) e Angenor (Lua Music, 2008) – ajuda esse público interessado em conhecer a história dessa cantora que mais bem encarna no Brasil a persona artística da saloon singer e que assinava Moreyra com "y" na década de 1980. Em cena há cerca de 40 anos, Cida Moreira se associou de início à Vanguarda Paulista, movimento assim batizado por ter experimentado e proposto, no início da década de 1980, outra forma de compor e cantar música brasileira com Arrigo Barnabé e Itamar Assumpção (1949 – 2003) à frente da turma. Não por acaso, o segundo álbum de Cida – Abolerado blues, disco ainda inédito no formato de CD – saiu em 1983 com o selo da Lira Paulistana, espécie de QG do movimento. Capas dos quatro álbuns de Cida Moreira que ganham edição digital Divulgação / Tratore É em Abolerado blues que, entre músicas de Eduardo Dussek e Zé Rodrix (1947 – 2009), a cantora dá a voz operística pela primeira vez em disco a uma versão em português de música da parceria dos compositores alemães Bertolt Brecht (1898 – 1956) e Kurt Weill (1900 – 1950). A propósito, a obra musical de Brecht e Weill é o mote do antológico álbum Cida Moreyra interpreta Brecht, lançado em 1987 e lamentavelmente nunca editado no formato de CD. Nesse conceitual disco de atmosfera teatral, Cida é mais perfeita tradução de uma cantora de cabaré alemão dos anos 1930. No cabaré fonográfico em que Cida canta Brecht, as músicas do compositor com Weill são costuradas com a vinheta instrumental Moritat (Die Moritat Von Mackie Messer), evocando bem o universo e o clima do cancioneiro dos alemães. Um ano antes desse disco pioneiro no Brasil, houve o primeiro dos dois álbuns feitos por Cida na atualmente extinta gravadora Continental, Cida Moreyra, de 1986. Trata-se de primoroso disco de repertório mais versátil em que Cida vai de Altay Veloso a Zé Miguel Wisnik, passando por Paulinho da Viola e pelo recorrente Arrigo Barnabé. Esse álbum chegou a ser editado em CD, mas com outra capa. Um dos pontos mais altos do álbum de 1986 é Furacão, certeira versão em português (escrita por Miguel Paiva) de Hurricane, música composta por Bob Dylan com Jacques Levy e lançada pelo cantor norte-americano em single de 1975. Petardo disparado pelo canto teatral da dama do cabaré, Furacão é cruzado no queixo da (in)justiça, dado em sintonia com a letra original dessa canção composta para denunciar a farsa armada no tribunal para condenar o lutador de box Rubin Carter (1937 – 2014), o Hurricane do título em inglês da composição. Destoando do lote de títulos ora inseridos nas plataformas digitais, Angenor flagra Cida em tempo outonal, com mais graves no canto agudo, então já maturado pela vida e pelos palcos. Álbum lançado há dez anos, Angenor é sensível e delicado tributo ao centenário de nascimento do compositor carioca Cartola (1908 – 1980). Cida Moreira celebrou Cartola sem obviedade, reforçando a assinatura pessoal de obra fonográfica que fica enfim disponível em edição digital para quem a descobriu a partir de A dama indigna e também para futuras gerações, já que os sempre excelentes álbuns da cantora nunca têm prazo de validade.
    Lexa e MC Guimê se casam em São Paulo; veja fotos

    Lexa e MC Guimê se casam em São Paulo; veja fotos


    Cerimônia religiosa aconteceu na noite desta terça-feira (21), na Catedral Metropolitana da Sé. Cantores estão juntos desde 2015. Lexa e Guimê se casam em São Paulo Reprodução/Instagram Lexa e MC Guimê se casaram nesta terça-feira (21). A...


    Cerimônia religiosa aconteceu na noite desta terça-feira (21), na Catedral Metropolitana da Sé. Cantores estão juntos desde 2015. Lexa e Guimê se casam em São Paulo Reprodução/Instagram Lexa e MC Guimê se casaram nesta terça-feira (21). A cerimônia religiosa aconteceu na Catedral Metropolitana da Sé, em São Paulo, sob o comando do padre Fábio de Melo. Já a festa seguiu para o Buffet Torres. Os cantores estão juntos desde 2015, ano em que gravaram juntos o clipe de “Fogo”. Logo após a troca de alianças, os noivos publicaram imagens do beijo. “Agora o noivo pode beijar a noiva”, escreveu Guimê. “Casei. Sra. Dantas”, postou Lexa. Lorena Improta, Negra Li e outros convidados do casamento também compartilharam imagens da cerimônia nas redes sociais. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text
    Max Viana arrisca gravar hit do pai, Djavan, em álbum lançado no Brasil e no Japão

    Max Viana arrisca gravar hit do pai, Djavan, em álbum lançado no Brasil e no Japão


    Aos 45 anos de vida e 15 de carreira fonográfica iniciada em 2003 com o lançamento do álbum No calçadão, Max Viana ainda luta para se fazer ouvir e sair da sombra do pai, Djavan, um dos gigantes da MPB. Outro sol – álbum que o cantor,...


    Aos 45 anos de vida e 15 de carreira fonográfica iniciada em 2003 com o lançamento do álbum No calçadão, Max Viana ainda luta para se fazer ouvir e sair da sombra do pai, Djavan, um dos gigantes da MPB. Outro sol – álbum que o cantor, compositor e guitarrista carioca lança simultaneamente no Brasil e no Japão, via Universal Music, neste mês de maio de 2018 – é mais um esforço do artista nessa batalha de afirmação musical. Primeiro álbum de Max desde Um quadro de nós dois (2011), disco de suaves tons românticos lançado há sete anos com parcerias do compositor com Lula Queiroga e Jay Vaquer, Outro sol ilumina safra autoral em que o artista – em foto de Marcos Hermes – apresenta músicas compostas solitariamente (Linha de frente, Nossa cara, Só olhar e a música-título Outro sol) e parcerias feitas com Cassiano Andrade (Tem fé), Dudu Falcão (Tem nada não) e Antonio Villeroy (Pontos de partida, música que também traz a assinatura de Dudu Falcão). O time de parceiros ainda inclui Leandro Fab e Pretinho da Serrinha, coautores de O amor não acabou, samba gravado com os toques da percussão de Pretinho e do violão de Carlinhos Sete Cordas. Sem mais ninguém, composição de Max com Fred Camacho e Cassiano Andrade, completa a safra autoral. Capa do álbum 'Outro sol', de Max Viana Marcos Hermes Produzido pelo próprio Max Viana com Renato Iwai, o álbum Outro sol foi gravado nos estúdios Em Casa, Vilarejo Studios e Fibra, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do artista. No disco, Viana aposta nos grooves. Tanto que convidou o DJ Marcello Mansur, o Memê, para criar os loops da faixa Só olhar. Além das nove composições autorais, o cantor encara o desafio de abordar Samurai (1982), uma das músicas mais conhecidas da lavra do pai, Djavan, em cuja banda Max ingressou em 1998, sem medo de reforçar a assinatura do patriarca no próprio currículo. Ainda dentro do círculo familiar, o irmão de Max, João Viana, toca bateria em sete das nove músicas do álbum Outro sol.
    Thaeme, dupla de Thiago, revela que sofreu aborto: 'Nosso anjinho não resistiu'

    Thaeme, dupla de Thiago, revela que sofreu aborto: 'Nosso anjinho não resistiu'


    Cantora sertaneja havia confirmado a gravidez do primeiro filho com o empresário Fábio Elias na segunda-feira (21): 'Sou humana e estamos abalados'. Thaeme e o marido, Fábio Elias: casal está à espera do primeiro...


    Cantora sertaneja havia confirmado a gravidez do primeiro filho com o empresário Fábio Elias na segunda-feira (21): 'Sou humana e estamos abalados'. Thaeme e o marido, Fábio Elias: casal está à espera do primeiro filho Reprodução/Instagram Thaeme Mariôto, dupla do cantor Thiago, revelou em seu Instagram que sofreu um aborto. Na segunda-feira (21), a cantora sertaneja havia confirmado que estava grávida do primeiro filho com o empresário Fábio Elias, o Da Lua. "Acredita em anjo? Pois é, ela agora virou o nosso! É com grande tristeza e susto que infelizmente comunicamos que nosso anjinho não resistiu aos três primeiros meses! Recebemos a triste notícia que seu coraçãozinho parou de bater, sem explicações médicas até agora, sem sinais, sem avisar ... Nós já sabíamos quão frágil é uma gestação nas 12 primeiras semanas, por isso a gente gostaria de ter aguardado esse tempo para contar a todos...enfim, fugiu do nosso controle", escreveu Thaeme em um post na madrugada desta quarta-feira (23). "Receber a notícia da perda um dia depois de ter anunciado a glória para todos foi muito mais difícil... Deus sabe o que faz e a nossa fé e confiança nEle sempre será maior que toda tristeza que sentimos na nossa alma nesse momento". "Uma dor que somente quem já passou por isso pode entender. Seguimos em frente acreditando e buscando fé nos refezes da vida, confesso que não é fácil, sou humana e estamos abalados. Vou confiar que Ele sabe de todas as coisas! Obrigada pela torcida, pelo respeito e pelo amor! Talvez a notícia veio antes da hora justamente para eu ter o carinho de vocês nesse momento! O sonho continua e agora com um anjo especial cuidando da gente. Nosso anjo iluminado que carrega um pedacinho meu." Na terça-feira (22), Thaeme postou uma série de vídeos em seu Instagram afirmando que o primeiro filho nasceria pouco antes do Natal e que iria compartilhar dicas de maternidade em seu canal no Youtube. A cantora também havia lamentado que a notícia da gravidez foi divulgada antes dos três primeiros meses de gestação. "Ossos do ofício, acabou saindo um pouquinho antes do que eu gostaria, mas tá tudo bem". Fábio Da Lua, marido da cantora, não citou o aborto, mas compartilhou a mensagem: “Deus não faz nada antes nem depois. Ele age na hora certa”. Em seguida, recebeu o apoio dos amigos e seguidores na rede social. Initial plugin text Initial plugin text
    Com 'Amor Falso', Aldair Playboy alcança top 50 músicas mais virais do mundo no Spotify

    Com 'Amor Falso', Aldair Playboy alcança top 50 músicas mais virais do mundo no Spotify


    Com sucesso de nova música, cantor Aldair Playboy gravou versão com Wesley Safadão e MC Kevinho e promete novo clipe. Aldair Playboy gravou versão de 'Amor Falso' com Wesley Safadão e MC Kevinho Reprodução/Instagram/@aldairplayboy_ O cantor de...


    Com sucesso de nova música, cantor Aldair Playboy gravou versão com Wesley Safadão e MC Kevinho e promete novo clipe. Aldair Playboy gravou versão de 'Amor Falso' com Wesley Safadão e MC Kevinho Reprodução/Instagram/@aldairplayboy_ O cantor de brega funk Aldair Playboy alcançou o ranking de 50 músicas mais virais do mundo, no Spotify. Na tarde desta terça-feira (22), o músico chegou à 12ª colocação, com a música “Amor Falso”. A música conta com mais de 9 milhões de plays no Spotify e mais de 13 milhões de visualizações no YouTube. Segundo a descrição do clipe na plataforma, "Aldair70's" é a temática da produção, que se passa no final da década de 70 e retrata a história de um amor falso. Com a viralização do hit, Aldair Playboy lançou uma nova versão da música, com a participação de Wesley Safadão e MC Kevinho, e já anunciou que um novo clipe também vai ser lançado. "Amor Falso" viralizou com o refrão "Parabéns pra você / Que me fez entender / Que minha paixão não é você / Obrigado / Por demonstrar / Esse amor falso". Initial plugin text
    Caetano Veloso, em turnê com os filhos, relembra que Tom não gostava de ouvi-lo cantar: 'Demonstrava irritação'

    Caetano Veloso, em turnê com os filhos, relembra que Tom não gostava de ouvi-lo cantar: 'Demonstrava irritação'


    Ao G1, cantor afirma que adora programas de funk nas rádios, diz que escuta pagode e sertanejo à noite e se revela 'um eterno fã do axé'. Zeca Veloso, Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Veloso Divulgação / Rafael Berenzinsk Depois de uma...


    Ao G1, cantor afirma que adora programas de funk nas rádios, diz que escuta pagode e sertanejo à noite e se revela 'um eterno fã do axé'. Zeca Veloso, Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Veloso Divulgação / Rafael Berenzinsk Depois de uma turnê com o amigo Gilberto Gil em 2015 e 2016, Caetano Veloso decidiu se cercar novamente de boas companhias nos palcos. Desde outubro de 2017, o cantor de 75 anos se apresenta ao lado dos filhos Moreno (45), Zeca (26) e Tom (21). São só os quatro no palco, sem outros músicos. A turnê “Ofertório” ganhou DVD gravado ao vivo. Nos shows, tocam sucessos como "Alegria Alegria", "O Leãozinho" e "Reconvexo". Para o disco, Caetano pediu para que os filhos cantassem ao menos uma inédita de cada um. Moreno era um dos filhos do cantor que precisava da voz do pai para dormir com tranquilidade na infância. Mas não foi assim com todos: “O Tom não gostava de me ouvir cantar. Ele parecia fazer isso para se mostrar diferente de Moreno e Zeca. Com apenas meses de idade, já demonstrava irritação quando eu cantava para niná-lo. Cresceu gostando apenas de futebol”. Com o passar dos anos, tudo mudou. “Hoje, Tom é o mais musical - no sentido que os músicos bossa-jazz deram ao termo - de nós quatro”. Ao G1, além de falar dos filhos, Caetano conta que adora programas de funk. Também diz que escuta pagode e sertanejo à noite e se revela eterno fã da música baiana. Caetano Veloso e os filhos no palco do Fantástico Fantástico G1: Você disse que, dos três filhos, Tom era o que te pedia para parar de cantar para eles dormirem quando criança. O que ele dizia? Caetano Veloso: Ele não gostava de me ouvir cantar. Os outros dois adoravam. Ele parecia fazer isso para se mostrar diferente de Moreno e Zeca, que praticamente dependiam do meu canto para dormir - ou, ao menos, para dormir com tranquilidade. Mas Tom era um bebê que nada sabia disso: com apenas meses de idade, já demonstrava irritação quando eu cantava para niná-lo. Cresceu gostando apenas de futebol. Numa ida à Europa para acompanhar turnê minha, ele começou a gostar de certas canções e de dizer isso. Daí em diante, começou a se aproximar da música, passou a aprender a tocar violão com Cezar Mendes e, por fim, já aos 16, uniu-se ao grupo talentosíssimo de colegas que fundaram com ele a banda Dônica. Hoje Tom é o mais musical - no sentido que os músicos bossa-jazz deram ao termo - de nós quatro. G1: O que a convivência na estrada com os três filhos durante esta turnê mudou na relação familiar de vocês? Caetano Veloso: Mais revelou coisas do que mudou. Essencialmente cada um é o que sempre foi. Mas ficou mais claro que Zeca é obsessivamente cuidadoso com acabamento e refinamento do gosto, Tom é direto e precisa mostrar-se sempre desencanado com o que quer que aconteça, e Moreno é fantasioso quando conversamos ao léu, mas sábio quando qualquer decisão séria ou dificuldade real se apresenta. Para mim, é uma felicidade estar com eles em quaisquer dessas circunstâncias. Caetano Veloso - ofertório - Manaus Jamile Alves/G1 G1: Você pediu para que os três contribuíssem com uma inédita. Foi uma ordem como pai? Você é mais pai (mais exigente, rígido) ou parceiro musical? Caetano Veloso: Sou muito pai, mas nada rígido. Todos tinham canções inéditas. Eu queria que algumas delas estivessem no roteiro. Moreno, que é o mais velho e já me viu e ouviu em diversas fases da minha carreira, lembra-se de que eu disse, referindo-me a shows que fazia, que todo show deve ter ao menos uma canção inédita. Eu dizia (às vezes no palco) que os shows dos anos 1960 eram cheios de canções inéditas: também, pudera, eu fiquei famoso com "Alegria, Alegria" e tinha de me apresentar com outras canções, em geral desconhecidas das plateias. Me lembro de uma vez dizer que naquela época fazíamos shows com maioria de músicas inéditas e parecer ter lembranças idealizadas do passado. Augusto de Campos comentou que não se lembrava desse hábito como característico dos 1960, como parecia que eu queria dizer. G1: Recentemente, você postou um vídeo no Instagram cantando funk. Como vê o cenário atual da música em geral? Pode citar um Top 5 de apostas suas? Caetano Veloso: Nada de top 5. Ouço a FM O Dia do meio pro fim da tarde porque adoro os programas de funk - e porque coincide com o horário em que saio dirigindo: só ouço rádio no carro. Sou apaixonado eterno da axé music: hoje sou fã do CD de Igor Kannario do ano passado e do Psirico. O negócio lá, já há alguns anos, é o pagodão. Attooxxà e a turma do BotaPagodão seguem a força que vem do Parangolé, do divino Harmonia do Samba - tudo nascido do Tchan. E fiquei deslumbrado com o Baiana System na rua. Este último dá aula sobre a história do carnaval de rua de Salvador e ainda propõe (com sucesso) nova atitude em relação a ele. O Baiana é inventivo em todas as áreas da música de carnaval. O resto do Brasil não aconteceu no resto do Brasil. Ouço pagode e sertanejo à noite. A gravação de "Faroeste Caboclo" pelo Revelação, junto com os garotos do Afro Reggae é genial! Mas há dois discos, longe desses fenômenos de massa, que cultuo: "De Ponta a Ponta é Tudo Praia-Palma", de Thiago Maud, e um ainda inédito e sem título de Tuzé de Abreu, feito com Gil Camará, que espero seja lançado este ano. G1: Vocês acabaram de lançar um DVD do show. Mas e sobre seus projetos solos? Quando teremos um novo disco? Caetano Veloso: No momento estou focado no show com meus filhos. Para mim, é a coisa mais linda do mundo. O que quer que eu faça em seguida terá algo nascido dessa experiência. A única canção que compus em dois anos foi o samba que fala de Xerém e Santo Amaro para o show de Bethânia e Zeca Pagodinho. Depois eu penso em novo disco. Show 'Caetano, Moreno, Zeca e Tom Veloso' reúne o grande nome da música brasileira, Caetano Veloso, e os três filhos em Brasília Jorge Bispo/Divulgação Caetano Veloso em São Paulo Onde: Espaço das Américas - Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo - SP Quando: Sexta e sábado (26) Abertura dos portões: 20h30 Show: 22h30 Ingressos: R$ 140 e R$ 70 pelo Ticket 360
    Livro historia obra de compositores que fizeram o povo cantar toadas modernas

    Livro historia obra de compositores que fizeram o povo cantar toadas modernas


    Há 50 anos, Antonio Adolfo e Tibério Gaspar (11 de setembro de 1943 – 15 de fevereiro de 2017) fizeram o povo inteiro cantar. Sá Marina – o maior sucesso da parceria aberta em 1967 pelos compositores cariocas – caiu na boca do povo...


    Há 50 anos, Antonio Adolfo e Tibério Gaspar (11 de setembro de 1943 – 15 de fevereiro de 2017) fizeram o povo inteiro cantar. Sá Marina – o maior sucesso da parceria aberta em 1967 pelos compositores cariocas – caiu na boca do povo brasileiro na voz e no balanço de Wilson Simonal (1938 – 2000), cantor carioca que iniciava naquele ano de 1968 a fase áurea de carreira que entraria em declínio a partir do início dos anos 1970. Gravada por Simonal em 1968, na sequência da gravação original feita pelo cantor Márcio Lott, a música Sá Marina foi rotulada como "toada moderna", espécie de subgênero criado para classificar a produção dessa dupla de compositores que se conheceu no inverno de 1967 em reunião na casa da então ainda desconhecida cantora Beth Carvalho. Alavancada pelo aplauso popular no período áureo que foi de 1967 a 1970, a produção da dupla é documentada no Songbook Antonio Adolfo & Tibério Gaspar, lançado neste mês de maio de 2018 pela editora Irmãos Vitale com a capa e arte gráfica da série de songbooks idealizada e produzida por Almir Chediak (1950 – 2003) entre a segunda metade da década de 1980 e 2003, ano em que Chediak saiu brutalmente de cena, assassinado por ladrões. Capa do 'Songbook Antonio Adolfo & Tibério Gaspar' Divulgação Apresentado por Nelson Motta em breve texto em que o jornalista associa a obra dos compositores aos anos 1970, o Songbook Antonio Adolfo & Tibério Gaspar alinha partituras e cifras de 53 títulos do cancioneiro da dupla, todas transcritas pelo próprio Antonio Adolfo, celebrizado tanto como compositor quanto pelas habilidades como pianista, arranjador e maestro. Após a introdução de Nelson Motta, o livro apresenta texto em que o escritor Lula Moura historia a gênese e o desenvolvimento da obra de Adolfo com Gaspar em narrativa entremeada com depoimentos de artistas (Claudette Soares, Evinha e Toni Tornado, entre outros nomes) que tiveram os caminhos profissionais cruzados com os dos compositores – vistos ao alto em foto do acervo pessoal de Tibério Gaspar. Intérprete que defendeu e imortalizou o soul BR-3 na 5ª edição do Festival Internacional da Canção (FIC), exibida pela TV Globo, o cantor paulista Toni Tornado sustenta que nenhum verso de BR-3 aludia metaforicamente ao consumo de drogas – ótica corroborada por Lula Moura no texto. Na visão do poeta, a BR-3 seria a estrada da vida. No texto, Moura também conta que a dupla de compositores integrou o elenco de movimento musical de menor expressão naqueles efervescentes anos 1960, o Musicanossa, do qual também participaram Roberto Menescal e Rildo Hora, entre outros. A exposição de fotos raras ao longo do texto valoriza o songbook. São imagens (pouco ou nunca vistas) dos acervos pessoais dos artistas e de reportagens publicadas por jornais e revistas da época. Contudo, para quem quer se iniciar tecnicamente na música de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, o supra-sumo do livro da canções são mesmo as cifras e partituras de composições como Caminhada (1967), Juliana (1968) – feita pela dupla para Wilson Simonal no embalo e no estilo de Sá Marina – e Teletema (1969), hit da trilha sonora da novela Véu de noiva (1969 / 1970, TV Globo), cuja produção musical foi feita por Nelson Motta. Por mais que a parceria da dupla tenha avançado pelos anos 1970 e tenha gerado até canção temporã após décadas de hiato (Meu canto, gravada por Evinha em disco lançado em 2016), foi mesmo entre 1967 e 1970 que Antonio Adolfo e Tibério Gaspar fizeram o povo inteiro cantar toadas e outras bossas que ainda soam modernas 50 anos após o sucesso daquela que descia a rua da ladeira cheia de charme e suingue.
    'westworld': está cada dia mais difícil se empolgar com a série

    'westworld': está cada dia mais difícil se empolgar com a série


    Outro dia um amigo me perguntou que séries eu estava assistindo. Citei várias e no fim “Westworld”. “Essa não vejo. Vale começar?”, ele perguntou. E eu sem pensar muito respondi logo com um “não vale”. A verdade é que eu indico...


    Outro dia um amigo me perguntou que séries eu estava assistindo. Citei várias e no fim “Westworld”. “Essa não vejo. Vale começar?”, ele perguntou. E eu sem pensar muito respondi logo com um “não vale”. A verdade é que eu indico umas 100 séries para quem ver uma coisa legal (veja “The Americans”; “Legion”; “Looming Tower”; “Rectify”; “The Handmaid’s Tale”; “The Marvelous Mrs. Maisel”) antes de pensar em indicar “Westworld”. E por que eu ainda vejo? É uma boa pergunta. *este texto contém alguns spoilers para quem não viu até o 5º episódio da segunda temporada* Eu sempre tenho esperança de que em algum momento essa série vai ficar boa – o quarto episódio desta segunda temporada, exibido na semana passada, me encheu de esperança. Foi ótimo. E a série é tão bem feita, tão caprichada, tem tanto potencial. É da HBO, canal que ainda tem meu total respeito por tudo de lindo que já fez. Mas, olha, não tá fácil. Porque: falta uma história! Falta fazer a gente se empolgar. Falta a gente se importar com os personagens. (E isso desde a primeira temporada...) A empolgação veio no episódio quatro, é verdade. Foi belíssimo, intrigante, fez a série andar. Com mistérios legais. Com linhas do tempo diferentes que fazem sentido (ou nos deixam intrigados), em vez de estarem lá só para fingir que a série é complexa. Ainda teve aquele comecinho fazendo uma referência aos bons tempos de “Lost”, lembrando Desmond na estação Dharma. Foi demais. Jim Delos querendo a imortalidade e, por anos, William tentando fazer a consciência dele funcionar num novo corpo. LEIA TAMBÉM: Após prólogo confuso, 2ª temporada finalmente chega ao ponto, com sangue e novos mundos Aí teve todo o laboratório secreto, os deja vu do Bernard ali (adoro quando ele fala “is this now?”), falando que se você tá olhando pra frente você tá olhando errado. Nossa dúvida sobre o que diabos está acontecendo com o Bernard. Os cerebrinhos que devem ter consciência humana, a chefona da Delos procurando alguém específico no parque, que, certeza, deve ter a consciência de alguém em vez de ser 100% robô. Pela primeira vez desde o meio da primeira temporada, acho, tive vontade de ler teorias na internet sobre o que tá acontecendo, o que pode acontecer. Teve até a Elsie voltando, e confesso que eu tinha meio que me esquecido dela (só achei que, para quem ficou um tempinho algemada numa caverna, ela tava muito limipinha e bem maquiada demais.) Westworld Divulgação/HBO Mas a minha empolgação durou uma semana. Porque aí veio este quinto episódio (e o começo parecia promissor, é verdade), voltamos pro rame-rame dos robôs andando pelo parque, e eu estou pensando seriamente que tenho umas 80 coisas mais legais pra fazer num domingo à noite do que ver mais um episódios com aquele povo cavalgando pra algum lugar, que nunca sabemos onde, convocando robôs e matando uns aos outros (tirando que teoricamente todo mundo pode ressuscitar, né) e falando frases de efeito para nos fazer pensar no que, afinal significa ser humanozzzz. Foi um episódio bonito até, esse quinto. Foi falado em japonês. Etc. Mas que coisa chata. Realmente precisamos de um episódio inteiro assim para mostrar o parque japonês a essa altura do campeonato? Oh, os robôs têm robôs iguais a eles, mas japoneses. Oh. E aí? LEIA TAMBÉM: 'La casa de papel' é a melhor série ruim do ano Fora que não dá mais para aguentar o trio Maeve/RodrigoSantoro/inglês-engraçadinho. Isso sem falar na loira justiceira, socorro, eu simplesmente não aguento mais a Dolores andando pelo parque e dizendo coisas do tipo “agora vivo um novo papel: eu mesma” e “Você não entende, Teddy”. O que parecia muito empolgante no começo da temporada, a rebelião dos robôs, ficou chatão. E aparentemente eles não têm muito para onde ir – até quando a Maeve vai ficar procurando a filha e a Dolores procurando o pai? – e vão ficar nessa embromação para todo o sempre. Que triste. * Fora que eles resolveram que as mulheres (robôs, mas enfim) estão no comando, mas aí eles transformaram os personagens masculinos quase todos nuns bocós. * A referência a “Lost” nos fez lembrar os bons tempos da série, antes da descoberta que a maioria dos mistérios não ter ia ter uma solução. Mas aparentemente “Westworld” ter mais em comum com "Lost" do que seria recomendável. Valeu, JJ. Initial plugin text
    'Berenice procura', com Cláudia Abreu e Eduardo Moscovis, ganha trailer; veja

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    Filme de Allan Fiterman ainda conta com Emilio Dantas e Valentina Sampaio, e estreia no dia 28 de junho. 'Berenice procura', com Cláudia Abreu e Eduardo Moscovis, ganha trailer; veja O filme "Berenice procura", estrelado por Cláudia Abreu e Eduardo...


    Filme de Allan Fiterman ainda conta com Emilio Dantas e Valentina Sampaio, e estreia no dia 28 de junho. 'Berenice procura', com Cláudia Abreu e Eduardo Moscovis, ganha trailer; veja O filme "Berenice procura", estrelado por Cláudia Abreu e Eduardo Moscovis, ganhou seu primeiro trailer nesta quarta-feira (23). Dirigido por Allan Fiterman, o longa estreia no dia 28 de junho. No filme, Abreu interpreta a Berenice do título, uma taxista que decide investigar o assassinato de uma transgênero em Copacabana após ver seu filho adolescente envolvido de alguma forma com o caso. A produção, que já participou de eventos como o Festival do Rio 2017 e a 41ª Mostra Internacional de São Paulo, é a estreia da modelo Valentina Sampaio no cinema. Cláudia Abreu protagoniza 'Berenice procura' Divulgação
    'Han Solo: Uma história Star Wars' estreia com mudanças de herói, melhores amigos e nave; veja diferenças

    'Han Solo: Uma história Star Wars' estreia com mudanças de herói, melhores amigos e nave; veja diferenças


    Além da troca de Harrison Ford por Alden Ehrenreich, filme conta com novos Lando Calrissian, Chewbacca e Millennium Falcon em estreia no Brasil nesta quinta-feira (24). Joonas Suotamo, o novo Chewbacca, e Alden Ehrenreitch em cena de 'Han Solo: Uma...


    Além da troca de Harrison Ford por Alden Ehrenreich, filme conta com novos Lando Calrissian, Chewbacca e Millennium Falcon em estreia no Brasil nesta quinta-feira (24). Joonas Suotamo, o novo Chewbacca, e Alden Ehrenreitch em cena de 'Han Solo: Uma história Star Wars' Divulgação Quando foi lançado para o estrelato em 1977, com a estreia do primeiro “Star Wars”, Harrison Ford já tinha 34 anos. Mais de quatro décadas depois, por mais que a tecnologia tenha evoluído, a Disney não teve muita opção a não ser substituir o ator, agora com 75 anos, em um filme cuja história se passava antes mesmo de “Uma nova esperança”. Por isso, “Han Solo: Uma história Star Wars” estreia esta quinta-feira (24) no Brasil com novas versões de personagens clássicos. Além de trocar o protagonista, Lando Calrissian e Millenium Falcon aparecem com caras novas – e até por baixo da máscara e pêlos de Chewbacca há novidades. Veja abaixo: Harrison Ford foi substituído por Alden Ehrenreich como o novo herói em 'Han Solo: Uma história Star Wars' Divulgação Han Solo O americano Alden Ehrenreich, de 28 anos, foi o escolhido para a difícil missão de substituir Ford no papel do contrabandista espacial. Conhecido por sua participação em “Ave, César!” (2016), dos irmãos Coen, o ator não tem muitos personagens grandes no currículo, o que deixou fãs aflitos com a escolha. E com alguma razão. Algumas publicações especializadas americanas afirmam que a produção teve de contratar um conselheiro de atuações para ajudar Ehrenreich a atingir uma imitação aceitável de Ford. O esforço compensou e ele entrega um Han que não decepciona, mesmo que não seja brilhante. Billie Dee Williams deu lugar a Donald Glover como Lando Calrissian em "Han Solo: Uma história Star Wars" Divulgação Lando Calrissian Outro que dificilmente voltaria a seu papel após tanto tempo é Billy Dee Williams. Após estrear como Lando Calrissian em “O império contra-ataca” (1980), o ator de 81 anos é substituído por Donald Glover, de 34, no papel do amigo/rival de Han, dono original da lendária Millenium Falcon. O anúncio de Glover no papel roubou as atenções dadas ao papel principal, e o lançamento do aclamado clipe “This is America” aumentou ainda mais a sua importância no elenco. Além de sua carreira musical, o ator ainda é o grande responsável pelo sucesso da série “Atlanta” como seu criador, protagonista e roteirista. Glover faz um bom trabalho em manter o estilo e a malandragem do personagem, já muito mais maduro no filme que o próprio Han. Mas infelizmente fica anos-luz atrás de Williams no quesito charme. Peter Mayhew deixou Joonas Suotomo colocar a fantasia de Chewbacca em 'Han Solo: Uma história Star Wars' Divulgação Chewbacca Na superfície, Chewie parece não ter envelhecido um único fio de cabelo ao longo dos anos. O mesmo não pode ser dito por dentro da fantasia do wookie e melhor amigo de Han. O britânico Peter Mayhew, de 74 anos e 2,18 metros de altura, mais uma vez dá lugar ao finlandês Joonas Suotamo, de 31 anos – e 10 centímetros a menos. A troca aconteceu no primeiro filme produzido pela Disney, “O despertar da Força” (2015), e foi mantida em “Os últimos Jedi” (2017). Mesmo com tanta experiência, esta é a primeira vez que ex-jogador de basquete aparece tanto, ainda mais sem o peso de Ford a seu lado para roubar as atenções. Sem a necessidade de uma atuação muito complexa, ele mostra que foi uma boa escolha. A Millennium Falcon ganha uma bela repaginada em 'Han Solo: Uma história Star Wars' Divulgação Millennium Falcon A nave mais rápida da galáxia, capaz de fazer o percurso Kessel em menos de 12 parsecs, é facilmente a mais conhecida de toda a franquia. Confundida com “um monte de sucata” já em “Uma nova esperança”, a Falcon até passou por umas mudanças na nova trilogia, mas ganha sua maior reforma em “Han Solo”. Afinal de contas, no filme ela ainda pertence a Calrissian, um homem tão preocupado com o visual que tem um armário dedicado só a suas capas. Por isso, a nave nunca apareceu tão impecável, com uma bela pintura gelo de detalhes brancos tanto do lado de fora, quanto nos espaços internos.