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    Cantor Belo celebra 25 anos de carreira com show em Olinda

    Cantor Belo celebra 25 anos de carreira com show em Olinda


    Apresentação da turnê 'In Concert' acontece na sexta-feira (20), no Centro de Convenções, e celebra os 25 anos de carreira do artista paulistano. Cantor Belo apresenta show "in concert" no Centro de Convenções de Pernambuco Luiz...


    Apresentação da turnê 'In Concert' acontece na sexta-feira (20), no Centro de Convenções, e celebra os 25 anos de carreira do artista paulistano. Cantor Belo apresenta show "in concert" no Centro de Convenções de Pernambuco Luiz Fabiano/Divulgação O cantor Belo volta ao Recife na sexta-feira (20), apresentando o show “in Concert”, em que celebra os 25 anos de carreira. A apresentação começa às 22h, no Teatro Guararapes do Centro de Convenções de Pernambuco, no Complexo de Salgadinho, em Olinda. Os ingressos podem ser comprados pela internet, na bilheteria do teatro e nas lojas Figueiras Calçados. O valor das entradas varia entre R$ 50 (balcão meia) e R$ 140 (plateia) e, pela internet, é cobrada uma taxa de conveniência. A apresentação tem concepção do produtor Augusto Acioli, amigo de Belo, e celebra alguns dos maiores sucessos da carreira do cantor paulistano, como “Reinventar”, “Intriga da Oposição” e “Razão da Minha Vida”. Serviço Show “Belo in Concert” Teatro Guararapes - no Centro de Convenções de Pernambuco - Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho, Olinda Ingressos à venda na bilheteria do local, nas lojas Figueiras Calçados e na internet, a partir de R$ 50 (meia balcão).
    Homem morre em acidente com caminhão na BR-232, na Zona da Mata de Pernambuco

    Homem morre em acidente com caminhão na BR-232, na Zona da Mata de Pernambuco


    Segundo a PRF, motorista perdeu o controle do veículo, que tombou na altura do município de Pombos. Caminhão com carga de tomates tombou na BR-232, em Pombos, na Zona da Mata de Pernambuco Divulgação/PRF Um homem de 38 anos morreu em um acidente...


    Segundo a PRF, motorista perdeu o controle do veículo, que tombou na altura do município de Pombos. Caminhão com carga de tomates tombou na BR-232, em Pombos, na Zona da Mata de Pernambuco Divulgação/PRF Um homem de 38 anos morreu em um acidente na BR-232, no município de Pombos, na Zona da Mata de Pernambuco, na noite da segunda-feira (16). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ele dirigia um caminhão carregado de tomates, no sentido Recife, quando perdeu o controle do veículo e tombou na pista. O acidente aconteceu por volta das 22h e a carga de tomates se espalhou pela pista. Por isso, parte da faixa da direita na descida, na altura do quilômetro 63, chegou a ficar interditada, mas foi liberada às 5h15 desta terça-feira (17). A carga foi retirada do local pela polícia e pelo Corpo de Bombeiros. Segundo a PRF, o proprietário também enviou uma equipe para retirar o restante das caixas de plástico que estavam no local. A PRF informou, ainda, que não foi registrado saque à carga do caminhão. Caminhão de carga tombou na BR-232, em Pernambuco, e acidente vitimou motorista de 38 anos Divulgação/PRF
    Filho de deputado federal fica ferido e duas pessoas morrem em acidente em Bezerros

    Filho de deputado federal fica ferido e duas pessoas morrem em acidente em Bezerros


    Vinícius Mendonça, filho do deputado federal Mendonça Filho, estava entre os feridos. Ele e mais três homens estavam em um veículo quando perderam o controle, capotaram e caíram na margem direita da rodovia. Carro após acidente na BR-232 em...


    Vinícius Mendonça, filho do deputado federal Mendonça Filho, estava entre os feridos. Ele e mais três homens estavam em um veículo quando perderam o controle, capotaram e caíram na margem direita da rodovia. Carro após acidente na BR-232 em Bezerros Polícia Rodoviária Federal/Divulgação Dois homens morreram e mais duas pessoas ficaram feridas em um acidente de carro na noite da segunda-feira (16) na BR-232, em Bezerros, no Agreste de Pernambuco. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre os feridos está Vinícius Mendonça, filho do deputado federal Mendonça Filho. Ele, o advogado Rodrigo Albuquerque, o motorista Edson de Oliveira Santos, e o assessor Rodrigo Mota estavam em um veículo quando perderam o controle, capotaram e caíram na margem direita da rodovia. Ainda de acordo com a PRF, o advogado e o motorista do carro morreram no local. Vinícius Mendonça e o assessor ficaram feridos e foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e levados para o hospital em Bezerros, depois foram transferidos para uma unidade de saúde, no Recife, onde estão internados. Conforme a assessoria de imprensa do deputado, o filho dele, Vínícius Mendonça, de 24 anos, teve rompimento do ligamento do ombro direito, mas passa bem e está internado no Hospital Santa Joana, no bairro Maria das Graças, no Recife. O assessor Rodrigo Mota, de 26 anos, também está no mesmo hospital, ele não teve ferimentos graves e está em observação médica. Através de nota, o partido Democratas do deputado federal Mendonça Filho e de Vinícius Mendonça manifestam profundo pesar pelo falecimento do motorista Edson de Oliveira Santos e do advogado Rodrigo Albuquerque em decorrência do acidente de automóvel ocorrido na noite desta segunda-feira (16), na BR-232, no município de Bezerros. Carro após acidente na BR-232 em Bezerros Polícia Rodoviária Federal/Divulgação Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru.
    Polícia Federal faz operação contra roubos de carga em AL e mais cinco estados

    Polícia Federal faz operação contra roubos de carga em AL e mais cinco estados


    Segundo a PF, motoristas de caminhões simulavam sequestros para desviar mercadorias. Prejuízo estimado em roubo de carga é de R$ 8,6 milhões. PF faz operação contra roubos de carga em AL e mais cinco estados Uma operação da Polícia Federal...


    Segundo a PF, motoristas de caminhões simulavam sequestros para desviar mercadorias. Prejuízo estimado em roubo de carga é de R$ 8,6 milhões. PF faz operação contra roubos de carga em AL e mais cinco estados Uma operação da Polícia Federal contra suspeitos de roubos de carga em Alagoas e mais cinco estados prendeu 31 pessoas nesta terça-feira (17). A operação denominada Transbordo cumpre 176 mandados judiciais expedidos pela 17ª Vara Criminal de Maceió. Estima-se que a organização criminosa tenha causado um prejuízo superior a R$ 8,6 milhões, só em relação a roubo de cargas e caminhões. Inicialmente, a Polícia Federal havia informado que tinham sido expedidos 64 mandados de prisão e 106 de busca e apreensão. O número foi atualizado às 10h40. Uma nova atualização foi feita às 12h50, mudando os número para 66 mandados de prisão e 107 de busca e apreensão, além de 3 de interdição de empresas. A operação ocorre em Maceió, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará e Pernambuco. Segundo a PF, 4 pessoas foram presas em Alagoas. Em São Paulo, treze pessoas foram presas e armas, veículos e dinheiro foram apreendidos. A maioria dos mandados foi cumprida em São Paulo, onde 13 pessoas foram presas. As outras prisões aconteceram na Bahia (12), em Alagoas (4) e no Rio de Janeiro (2). Ao todo, os mandados foram expedidos para: São Paulo - 48 de busca e apreensão e 25 de prisão; Bahia - 37 de busca e apreensão e 25 de prisão; Alagoas - 18 de busca e apreensão e 12 de prisão; Rio de Janeiro - 2 de busca e apreensão e 2 de prisão; Pernambuco - 1 de busca e apreensão e 1 de prisão; Ceará - 1 de busca e apreensão e 1 de prisão. Segundo a PF, as empresas que tiveram mandados de interdição expedidos estão envolvidas em receptação de mercadorias roubadas, na cidade de São Miguel dos Campos, Litoral Sul de Alagoas. Material apreendido durante a operação contra roubo de carga Divulgação Segundo a PF, a operação é para desarticular uma organização criminosa que atua em diversos estados do Nordeste e do Sudeste, valendo-se de falsas comunicações de crimes de roubo, além de adulteração de veículos, golpes em seguradoras e outros delitos. As investigações começaram há cerca de um ano, com um roubo de carga em Alagoas. “Houve o flagrante e com o aprofundamento das investigações se identificou que na verdade não foi um caso esporádico, mas sim havia uma quadrilha por trás atuando dessa forma”, afirmou o superintendente da PF em Alagoas, Rolando Alexandre de Souza. A organização criminosa contava com a participação dos motoristas dos caminhões, que simulavam terem sido sequestrados por assaltantes, enquanto outros integrantes realizavam a desativação dos dispositivos de segurança do caminhão e a subtração da carga. Depois disso, o motorista ia até a polícia para registrar a falsa comunicação do crime. Segundo as investigações, a organização criminosa não tinha um tipo de mercadoria preferencial como alvo. Eles atuavam em qualquer frente, desde que fosse mercadoria (têxtil, eletrônicos, alimentos etc). A investigação foi realizada pela Superintendência da Polícia Federal em Alagoas, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal. Infografia: Karina Almeida/G1 Presos saíram da sede da PF em Alagoas para fazer exame no IML Material apreendido durante a operação da Polícia Federal contra roubo de carga Divulgação Caminhão apreendido é levado para a sede da PF Ascom/PF Veja mais notícias da região no G1 Alagoas
    Homem morre após cair de asa-delta na zona rural de Riacho das Almas

    Homem morre após cair de asa-delta na zona rural de Riacho das Almas


    Vítima de 50 anos estava sobrevoando o sítio Pororoca no momento do acidente. Acidente aconteceu na tarde desta segunda (16) Riacho Bem Informado/Divulgação Um homem de 50 anos morreu na tarde desta segunda-feira (16) após cair de asa-delta na...


    Vítima de 50 anos estava sobrevoando o sítio Pororoca no momento do acidente. Acidente aconteceu na tarde desta segunda (16) Riacho Bem Informado/Divulgação Um homem de 50 anos morreu na tarde desta segunda-feira (16) após cair de asa-delta na zona rural de Riacho das Almas, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Militar, a vítima estava sobrevoando o sítio Pororoca no momento do acidente. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi até ao local para socorrer a vítima, mas ao chegar encontrou o homem já sem vida. A causa do acidente ainda não foi identificada. A Polícia Civil vai investigar o caso. O corpo será levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru.
    Artesãos comemoram vendas e encomendas realizadas na Fenearte

    Artesãos comemoram vendas e encomendas realizadas na Fenearte


    Na Alameda dos Mestres, último dia de feira foi de estandes com prateleiras vazias. Mestra Neguinha comemora prateleiras vazias e muitas vendas no último dia da Fenearte Penélope Araújo/G1 As vendas e encomendas que são fechadas na Feira Nacional...


    Na Alameda dos Mestres, último dia de feira foi de estandes com prateleiras vazias. Mestra Neguinha comemora prateleiras vazias e muitas vendas no último dia da Fenearte Penélope Araújo/G1 As vendas e encomendas que são fechadas na Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), em Olinda, geram a renda que a artesã Maria do Carmo Guimarães utiliza para se manter ao longo de todo o ano. Conhecida como Mestra Neguinha, a artesã de Belo Jardim, município do Agreste pernambucano, é uma das expositoras da Alameda dos Mestres que comemora as boas vendas na Fenearte neste domingo (15), último dia da feira. “Essa edição superou todas as outras. Vendi mais de 300 peças e recebi muitas encomendas, sendo sete encomendas bem grandes”, celebra a artesã. Produtora de peças utilizando o barro como matéria prima, Neguinha conta ainda que a renda obtida na feira é o seu sustento para todo o ano. “Esse estande funciona como uma vitrine para os artesãos de Pernambuco. Tem muita gente de fora que conhece nosso trabalho assim”, complementa. A artesã, que participa da Fenearte há seis anos, vendeu quase todas as peças que trouxe para o evento. Restaram apenas duas: duas esculturas de sereia, que Neguinha pretende vender até o fim da feira. “É muito mais vantagem para a gente voltar com tudo vendido. É muita alegria”, festeja. Mestre Fida conta que vendeu quase todas as peças que levou para a Fenearte Penélope Araújo/G1 Conhecido como Mestre Fida, o artesão Valfrido César conta que, além de vender peças em centros de artesanato, trabalha o ano inteiro para produzir as obras vendidas na Fenearte. “É um ano em função da feira, para produzir o que a gente traz para cá e para produzir o que a gente recebe de encomenda”, explica o artesão, que é de Garanhuns, também no Agreste do estado. Suas obras são esculturas entalhadas em madeira, representando diversas imagens, como o ‘Homem Cata-Vento’, sua peça mais famosa. “O que é bom é que a gente vende para decoradores, arquitetos, colecionadores, e isso leva nosso trabalho para o mundo inteiro”, aponta ainda o mestre. O Mestre Ivo Diodato, de Tracunhaém, na Zona da Mata, concorda. O artesão, que tem 54 anos, trabalha com barro desde que tinha 10 anos. Com o tempo, construiu uma identidade visual própria e comemora o reconhecimento. “Como as vendas da Fenearte vão para o mundo inteiro, tem muita gente que vê minhas peças e já reconhece”, explica. Artesão Ivo Diodato trabalha o ano inteiro em encomendas feitas ao longo da Fenearte Penélope Araújo/G1 O artesão conta ainda que as vendas melhoram a cada ano. “Participo há 16 anos e o retorno é cada vez melhor. O que nós, artesãos, não conseguimos vender em um ano inteiro, conseguimos vender nos doze dias de feira. E depois é o ano inteiro trabalhando nas encomendas que fechamos na feira”, atesta Diodato. De acordo com a organização da Fenearte, 282 mil pessoas visitaram a feira até o penúltimo dia do evento. Ao todo, cerca de 5 mil expositores tiveram peças em mais de 800 estandes no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. Além de produções artesanais locais, artesãos de todos os estados do Brasil e de outros 22 países também participaram do evento.
    Expositores que participaram da Fenearte pela primeira vez planejam voltar

    Expositores que participaram da Fenearte pela primeira vez planejam voltar


    Para artesãos e empresários, contato direto com clientes e bom faturamento são atrativos. Empresária Juliana Accioly pretende voltar a expor na Fenearte Penélope Araújo/G1 No último dia da 19ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato...


    Para artesãos e empresários, contato direto com clientes e bom faturamento são atrativos. Empresária Juliana Accioly pretende voltar a expor na Fenearte Penélope Araújo/G1 No último dia da 19ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), neste domingo (15), vários estandes da feira já estão vazios ou com promoções para vender todo o estoque. Para os artesãos, é uma oportunidade de garantir um bom faturamento, além de conhecer melhor os clientes. Por isso, os expositores ‘de primeira viagem’, que participaram pela primeira vez da feira, já planejam voltar na próxima edição. Para a artesã Margarete Lins, que é do Recife, participar da Fenearte é um caminho sem volta. “É a primeira vez que venho e só posso dizer que a parte ruim da feira é que ela acaba”, brinca. Sua empresa, a ‘Presente com cheiro’, é especializada em sabonetes artesanais e decorativos. As peças custam a partir de R$ 15. Margarete conta que vendeu milhares de unidades e teve um ótimo faturamento. “O retorno que temos aqui, em apenas doze dias, é gigantesco. Normalmente são meses para vender a quantidade que se vende durante a feira”, celebra a empresária, já pontuando que pretende continuar participando do evento. Sabonetes artesanais e decorativos renderam bom faturamento na Fenearte Penélope Araújo/G1 Também planejando participar das próximas edições da Fenearte, a pernambucana Juliana Accioly comemora os bons resultados. “Expor aqui superou minha expectativa. O faturamento ficou em torno de 50 mil reais, o que é um retorno muito bom em pouco tempo”, destaca Juliana. Dona da ‘Oca de pano’, a empresária cria cabanas para crianças, feitas com madeira e tecido, além de almofadas infantis. Para ela, que normalmente vende os produtos online, a Fenearte é também uma oportunidade de conhecer a clientela e fazer mais contatos. “Aqui conversamos com as pessoas, recebemos encomendas, as crianças já brincam na oca, os pais conhecem quem faz o produto. É muito mais fácil fechar negócio assim, cara a cara”, explica ainda. Onassis Felipe comemora 'estreia' de bons negócios na Fenearte e planeja participar das próximas edições Penélope Araújo/G1 O administrador Onassis Felipe, proprietário da marca de roupas ‘Terno Olinda Style’, também estreou na Fenearte neste ano e comemora o resultado. “Pretendo vir sempre. Além de vender nosso produto, aqui a gente exporta nossa cultura para outros estados, outros países”, afirma. A marca produz camisas e camisetas com estampas inspiradas na cultura nordestina. Para ele, o contato com clientes, que é potencializado pela feira, é fundamental. “A gente conversa, brinca, toma um cafezinho. Conhecer quem se identifica com sua marca é muito legal”, comenta ainda o empresário, acrescentando que as vendas foram ótimas, apesar de ainda não ter feito o balanço do faturamento. Artesã paulista Mayra Wenzel vendeu quase todas as peças de couro que trouxe para a Fenearte Penélope Araújo/G1 Artesãos de outros estados também já estão se planejando para voltar a participar da Fenearte. A paulista Mayra Wenzel, que fabrica bolsas com couro bovino, pretende voltar para São Paulo sem nenhuma mercadoria. “Como é a primeira vez que participamos da Fenearte, não tínhamos noção de como eram as vendas aqui. Por isso, trouxe 200 bolsas, de vários modelos. Até agora restaram 30 e a ideia é vender todas até o fim da feira”, aponta. A organização da Fenearte estima que 282 mil pessoas passaram pela feira até o penúltimo dia de evento. Ao todo, foram cerca de 5 mil expositores, em mais de 800 estandes com produções artesanais local, de todos os estados do Brasil e de outros 22 países. Almofadas e 'ocas' infantis renderam faturamento de R$ 50 mil a empresária na Fenearte Penélope Araújo/G1
    Eventos e festa de Nossa Senhora do Carmo provocam interdições em vias do Recife

    Eventos e festa de Nossa Senhora do Carmo provocam interdições em vias do Recife


    Bloqueios acontecem no domingo (15) e segunda-feira (16), na área central e na Zona Sul. 322ª Festa de Nossa Senhora do Carmo reúne milhares de fiéis no Recife Marlon Costa/Pernambuco Press A Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife...


    Bloqueios acontecem no domingo (15) e segunda-feira (16), na área central e na Zona Sul. 322ª Festa de Nossa Senhora do Carmo reúne milhares de fiéis no Recife Marlon Costa/Pernambuco Press A Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) elaborou um esquema especial de trânsito para acompanhar a corrida do Circuito das Estações - Etapa Inverno, no domingo (15), e eventos que marcam o feriado municipal da segunda-feira (16), em que é celebrado o Dia de Nossa Senhora do Carmo, a padroeira da cidade. No domingo, o Circuito das Estações - Etapa Inverno, começa no Bairro do Pina, na Zona Sul, e segue por algumas vias do Centro. As interdições são itinerantes, de acordo com o percurso, e funcionam entre as 6h e o meio-dia. Ao todo, 45 agentes de trânsito participam da operação. Os principais bloqueios são montados nos dois sentidos do Cais José Estelita, a partir do Largo da Cabanga até o Forte das Cinco Pontas, e na pista Oeste da Via Mague, a partir da Ponte Paulo Guerra até a altura do supermercado Extra. Também está prevista uma interdição nos cruzamentos da Rua Comandante Antônio Manhães de Matos com a Rua Dilermano Reis e Rua Bituri. Avenida Dantas Barreto, no Centro do Recife, tem interdição prevista por causa do Dia de Nossa Senhora do Carmo Reprodução/Google Street View Nossa Senhora do Carmo Para as celebrações do Dia de Nossa Senhora do Carmo, a CTTU realiza interdições em duas ocasiões. A primeira é durante o show da Esquadrilha da Fumaça, que acontece a partir das 13h no Marco Zero, no Bairro do Recife, no Centro da cidade. Ao todo, 16 agentes foram destacados para monitorar o evento. A previsão de dispersão é para as 17h. Há interdição programada para a Avenida Alfredo Lisboa, próximo ao posto BR, e nos cruzamentos da via com as ruas da Moeda, dos Arrecifes e Vigário Tenório. Também ficam bloqueados o cruzamento da Avenida Barbosa Lima com a Rua da Guia e a Rua do Bom Jesus, na altura da Praça do Arsenal. Os condutores podem acessar o Bairro do Recife pela Ponte do Limoeiro, pela Avenida Cais do Apolo e Rua Madre de Deus. Quem sai da Zona Sul deve seguir pela Avenida Engenheiro José Estelita, Ponte Giratória e Avenida Alfredo Lisboa. A Ponte Giratória pode ser bloqueada na altura do Cais de Santa Rita, dependendo da movimentação de pessoas. Bloqueios são programados nas imediações da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, no Centro do Recife Reprodução/Google Street View Para a 322ª edição da Festa de Nossa Senhora do Carmo, a procissão sai da Avenida Dantas Barreto e segue pela Avenida Nossa Senhora do Carmo, Avenida Martins de Barros, Praça da República, Rua do Sol, Avenida Guararapes e retorna para a Avenida Dantas Barreto. Cinquenta agentes da CTTU realizam bloqueios na Avenida Dantas Barreto (faixa da esquerda), próximo ao Palácio da Justiça; e nos cruzamentos da Rua Siqueira Campos com Avenida Dantas Barreto; da Avenida Guararapes com Avenida Dantas Barreto; da Avenida Nossa Senhora do Carmo com Rua do Imperador; e da Avenida Martins de Barros com a Avenida Nossa Senhora do Carmo. Para quem quiser acessar vias no entorno da festa, os desvios são realizados pela Rua da Aurora, Ponte do Limoeiro, Avenida Cais do Apolo, Rua Madre de Deus, Ponte Giratória e Avenida Martins de Barros. Quem sai do Centro em direção à Zona Sul pode sair do Cais de Santa Rita, após a Ponte Giratória. Quem faz o percurso inverso, deve seguir pelo Cais de Santa Rita, Avenida Martins de Barros e Ponte Buarque de Macedo para acessar o Bairro do Recife.
    Material reciclado é transformado em objetos de decoração e esculturas, na Fenearte

    Material reciclado é transformado em objetos de decoração e esculturas, na Fenearte


    Artesãos usam lacres de latas de alumínio e peças de ferro velho para criar trabalhos. Vasos decorativos feitos com lacres de lata de alumínio são vendidos na Fenearte Penélope Araújo/G1 Uma das propostas da Fenearte, que realiza sua 19ª...


    Artesãos usam lacres de latas de alumínio e peças de ferro velho para criar trabalhos. Vasos decorativos feitos com lacres de lata de alumínio são vendidos na Fenearte Penélope Araújo/G1 Uma das propostas da Fenearte, que realiza sua 19ª edição neste ano, é mostrar as diversas faces da produção artesanal do Brasil. Uma delas é a sustentabilidade – princípio que guia vários dos expositores da feira. Entre as obras, há utilitários, esculturas e artigos decorativos, todos feitos com material reciclado, como lacres de lata de alumínio e até ferro velho. O recifense Paulo Duran é um dos artesãos que usa material reciclado como matéria prima: filho do dono de uma oficina de serralharia, notou o ferro velho que era acumulado e, há 18 anos, passou a criar esculturas a partir dele. “Olhei para o ferro e pensei que ele poderia se transformar em outra coisa ao invés de ir para o lixo. Peguei o maçarico, esquentei e comecei a moldar, criando a forma que eu queria”, explica. O artesão recifense Paulo Duran cria esculturas com materiais de ferro velho Penélope Araújo/G1 Nas obras, são utilizados materiais encontrados em ferros velhos, que são moldados para representar imagens como passistas, bailarinas e sambistas. “Minha inspiração é o próprio trabalho, uma coisa acaba levando a outra e vou criando as imagens a partir daí”, revela também o artesão. Na Fenearte, Paulo vendeu quase todas as suas obras, inclusive as maiores. “As peças custam de R$ 50 a R$ 6 mil, e vendi até algumas maiores, para marchands e colecionadores de arte”, comemorou ainda. Artesã usa técnica de prensar lacres de latas para criar peças decorativas Penélope Araújo/G1 Quem também utiliza material reciclado para confeccionar suas peças é a artesã Maria do Carmo da Silva, também do Recife. Usando apenas lacres de latinhas de alumínio, ela cria objetos decorativos, como mandalas, quadros e vasos. “É tudo feito com lacres prensados e colados. Meu maior orgulho é dizer que fui eu mesma quem criou essa técnica”, detalha, explicando ainda que é a responsável por todas as etapas de produção das obras, desde limpar os lacres até criar os modelos e alinhar, colar e prensar os itens. Para ela, os produtos, que custam entre R$ 30 e R$ 250, fazem sucesso pelo design diferente. “Tem gente que nem acredita que é reciclado, porque o resultado é bem diferente de outras obras feitas com o mesmo material. Para os vasos, uso cinco mil lacres, e o resultado é bem diferente de outras técnicas que também usam lacres”, aponta ainda Maria do Carmo. Galeria dos Reciclados reúne peças de artesãos de todo o Brasil. Obra do artesão Luiz Carlos Melo, da cidade de Brejo da Madre de Deus, em Pernambuco, usa pulseias de relógio Penélope Araújo/G1 Galeria dos Reciclados A Fenearte tem ainda um espaço especial para expor peças criadas a partir de materiais sustentáveis. A Galeria dos Reciclados, que é realizada pela 12ª vez, reúne 50 obras de artesãos de todo o país, levantando o debate sobre o destino do lixo que é produzido pelos cidadãos. As peças expostas na galeria estão concorrendo ao Prêmio Aclamação, que é decidido pelo voto popular. O público da feira pode participar, votando em uma urna eletrônica instalada no local. Vários tipos de material reciclado são utilizados para criar obras na Fenearte Arthur Mota/Divulgação Além disso, o espaço premia três obras, escolhidas por uma comissão julgadora. Nesta edição, as vencedoras foram as obras “Garça”, do artesão Waldir Falcão; “Mané Gostoso Armorial”, de Jorge Roberto da Silva Wanderley e “Joias em alumínio”, de Jefferson Peixoto de Oliveira Júnior. A curadoria do espaço é assinada pelo designer Ticiano Arraes. O fiscal recifense Edmilson Silva fez questão de votar e elogiou as obras expostas. “Me admiro muito com a criatividade de quem produz essas artes. Tem uma peça feita só com partes de relógio, é uma coisa fora do normal”, elogiou. A Fenearte segue até o domingo (15), funcionando das 10h às 22h, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. As entradas custam R$ 12 e R$ 6 (meia) e são vendidas pela internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento.
    Orquestra Sinfônica do Recife celebra 88 anos de fundação com apresentação gratuita

    Orquestra Sinfônica do Recife celebra 88 anos de fundação com apresentação gratuita


    Concerto ocorre no Teatro de Santa Isabel, às 20h da quarta-feira (18). Orquestra Sinfônica do Recife é a mais antiga em atuação no Brasil Andrea Rego Barros/Divulgação A Orquestra Sinfônica do Recife celebra seus 88 anos de fundação com uma...


    Concerto ocorre no Teatro de Santa Isabel, às 20h da quarta-feira (18). Orquestra Sinfônica do Recife é a mais antiga em atuação no Brasil Andrea Rego Barros/Divulgação A Orquestra Sinfônica do Recife celebra seus 88 anos de fundação com uma apresentação gratuita, na quarta-feira (18), no Teatro de Santa Isabel, no bairro de Santo Antônio, área central da cidade. Com regência de Marcos Nobre, o concerto começa às 20h, dedicado à música erudita. A orquestra é a mais antiga em atividade ininterrupta do Brasil A apresentação tem como foco principal as obras do compositor alemão Ludwig van Beethoven. Para participar do concerto, basta retirar os ingressos na bilheteria, a partir das 19h. A Orquestra Sinfônica do Recife foi fundada por Vicente Fittipaldi, seu primeiro regente, em 1930. Atualmente, o grupo conta com 85 músicos, entre primeiros violinos, segundos violinos, violas, violoncelos, contrabaixos, flautas, oboés, clarinetes, fagotes, trompas, trompetes, trombones, tubas e percussão. A apresentação começa com uma peça de Marcos Nobre, que une o maracatu pernambucano ao samba do Rio de Janeiro, ao carimbó paraense e à prenda minha, do Rio Grande do Sul. A segunda parte, dedicada a Beethoven, executa a Sinfonia nº 7 do compositor, de 1812. Serviço Quinto Concerto Oficial da Temporada 2018 da Orquestra Sinfônica do Recife Teatro de Santa Isabel - Praça da República, bairro de Santo Antônio Quarta-feira (18), às 20h Entrada gratuita Mais informações pelo telefone (81) 3355-3322
    Promoções aumentam vendas de rendas e artigos de cama, mesa e banho na Fenearte

    Promoções aumentam vendas de rendas e artigos de cama, mesa e banho na Fenearte


    Expositores apostam na baixa de preços para atrair mais clientes na reta final da feira. Blusas com renda e renascença são as mais vendidas no estande de Poção, na Fenearte Penélope Araújo/G1 O último fim de semana da 19ª Feira Nacional de...


    Expositores apostam na baixa de preços para atrair mais clientes na reta final da feira. Blusas com renda e renascença são as mais vendidas no estande de Poção, na Fenearte Penélope Araújo/G1 O último fim de semana da 19ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) é de promoções e ‘queima’ de estoques para os visitantes. Ainda neste sábado (14), vários lojistas já baixaram os preços de diversos itens, como roupas de renda e renascença e artigos de cama, mesa e banho, como panos de prato, passadeiras e jogos americanos. Noemy Gomes, por exemplo, já perdeu as contas de quantos produtos foram vendidos em seu estande, do município de Poção, no Agreste. “São cerca de cinco mil rendeiras, sendo de Poção e de outras cidades próximas. Todo mundo produz para a Fenearte o ano inteiro. São milhares de peças”, afirma a artesã. Artesã Noemy pontua que as promoções atraem mais clientes e revela não saber nem quantas peças foram vendidas na Fenearte: 'Foram milhares', afirma Penélope Araújo/G1 O estande reúne artigos como blusas, vestidos e artigos de cama, mesa e banho, feitos com renda, renascença e bordado, técnicas que são tradicionais da cidade do município. Os produtos custam a partir de R$ 1, como os porta-copos; e as peças mais vendidas são as blusas, que saem a partir de R$ 30. O sucesso das promoções das rendas já se espalhou entre os clientes das artesãs. “Eu sempre venho para a Fenearte e passo o ano juntando dinheiro para comprar na feira. Gosto muito das blusas com renascença, são muito bonitas”, comenta a aposentada Maria Julia da Silva, que também fez compras no estande. Tapetes e outros artigos para casa estão em promoção em diversos estandes da Fenearte Penélope Araújo/G1 A artesã Manoela Soares, de Salgadinho, também no Agreste pernambucano, também apostou nas promoções para atrair clientes na reta final da feira de artesanato. “A gente quer vender tudo. Voltar para casa com produtos que sobraram não vale a pena”, aponta a artesã, que trouxe cerca de 2 mil peças para a Fenearte, como panos de prato, jogos americanos para a mesa e outros artigos de casa. Os produtos custam a partir de R$ 5. Para a artesã Silvanete Fonseca, do munícipio de Petrolândia, todos saem ganhando com as promoções. “O estande é de uma associação, então tem produtos confeccionados por várias pessoas diferentes. Com o preço mais baixo, mais gente compra e todo mundo ganha”, declara. No espaço, são vendidos artigos como tapetes, passadeiras e conjuntos para banheiro, também com preços a partir de R$ 5. A aposentada Maria Júlia junta dinheiro o ano inteiro para fazer compras na Fenearte Penélope Araújo/G1 A Fenearte segue até o domingo (15), funcionando das 10h às 22h, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. As entradas custam R$ 12 e R$ 6 (meia) e são vendidas pela internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento.
    Festival Nacional do Frevo premia vencedores

    Festival Nacional do Frevo premia vencedores


    Concurso elegeu as melhores músicas em várias categorias, como Frevo de Bloco, Frevo de Rua e Frevo Canção. Vencedores do Festival Nacional do Frevo são premiados no Teatro de Santa Isabel Andrea Rego Barros/Divulgação Foram divulgados na noite...


    Concurso elegeu as melhores músicas em várias categorias, como Frevo de Bloco, Frevo de Rua e Frevo Canção. Vencedores do Festival Nacional do Frevo são premiados no Teatro de Santa Isabel Andrea Rego Barros/Divulgação Foram divulgados na noite de sexta-feira (13) os vencedores do Festival Nacional do Frevo. O concurso consagrou como primeiros colocados as músicas "No Primeiro Dia do Nosso Amor", de Lourenço Gato e Flávio Souza, na categoria Frevo de Bloco; "Alvoroçado", de Bené Sena, na categoria Frevo de Rua; "Claudionor, o Menino do Frevo", de Bráulio de Castro e João Araújo, na categoria Frevo Canção; e "Primeiro de Maio", de Romero Bomfim, na categoria Frevo Livre Instrumental – Autoral. O concurso contou com 274 inscrições. O resultado foi anunciado ao final de um espetáculo, no Teatro de Santa Isabel, que celebrou o mais pernambucano dos gêneros musicais. Entre os prêmios do festival estão palco para os vencedores se apresentarem no Festival de Inverno de Garanhuns e no Carnaval de 2019, além de gravações audiovisuais das composições premiadas. O festival, realizado pela Prefeitura do Recife, com o apoio da Fundarpe e da TV Globo, tem como objetivo assegurar renovação e fôlego ao ritmo. O prêmio da categoria Melhor Arranjador foi entregue a Marcos FM, pelo frevo "Sapecando", e o de Melhor Intérprete foi recebido pelo cantor Ed Carlos. Os vencedores foram escolhidos por um júri composto pela violinista da Orquestra Sinfônica do Recife e rabequeira Aglaia Costa; por Marco César, maestro do Coral Edgard Moraes; pelo compositor e fundador da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, Maestro Forró; e pelo clarinetista da Banda Sinfônica do Recife, Erilson Oliveira. A comissão julgadora foi presidida pelo maestro da Banda Sinfônica do Recife, Nenéu Liberalquino. Além da avaliação dos jurados, foi computado o voto popular para a composição da nota final. Juntos, os 12 candidatos receberam 6.280 votos pelo site do Festival e pelo aplicativo. Confira a relação de todos os vencedores: Melhor arranjador: Marcos FM, por "Sapecando" Melhor intérprete: Ed Carlos Categoria Frevo de Bloco: 1º lugar: "No Primeiro Dia do Nosso Amor", de Lourenço Gato e Flávio Souza; 2º lugar: "Matando Saudade", de Luiz Gonzaga de Castro; 3º lugar: "Tempo de Saudade", de Luiz Guimarães Categoria Frevo de Rua: 1º lugar: "Alvoroçado", de Bené Sena; 2º lugar: "Sapecando", de Marcos FM; 3º lugar: "Adriana no Frevo e Cia.", de Parrô Mello Categoria Frevo Canção: 1º lugar: "Claudionor, o Menino do Frevo", de Bráulio de Castro e João Araújo; 2º lugar: "Frevo Bregado", de Carlos de Melo Brasil; 3º lugar: "Sabor de Rum Hortelã Café", de Edinho Queirós Categoria Frevo Livre Instrumental - Autoral: 1º lugar: "Primeiro de Maio", de Romero Bomfim; 2º lugar: "Tubarão no Circo", de Zé Freire; 3º lugar: "Frevo da Amizade", de Ronaldo Batata
    Estilistas pernambucanas criam coleção de roupas com sacos de ração

    Estilistas pernambucanas criam coleção de roupas com sacos de ração


    Peças foram apresentadas na Passarela Fenearte, em Olinda. Coleção de roupas produzidas com sacos de ração é apresentada na Fenearte Penélope Araújo/G1 As estilistas pernambucanas Marta Lima e Catarina de Jah utilizaram um material inusitado...


    Peças foram apresentadas na Passarela Fenearte, em Olinda. Coleção de roupas produzidas com sacos de ração é apresentada na Fenearte Penélope Araújo/G1 As estilistas pernambucanas Marta Lima e Catarina de Jah utilizaram um material inusitado para criar uma coleção de roupas - inspiradas pela moda sustentável, elas confeccionaram modelos com sacos de ração. A coleção, que tem quinze ‘looks’, foi apresentada nesta sexta-feira (13) na Passarela Fenearte, evento que reúne estilistas, designers e estudantes de moda durante a Feira Nacional de Negócios do Artesanato, em Olinda. Catarina de Jah, que também é cantora, fez sua estreia nas passarelas com a coleção, destacando que a sustentabilidade é uma palavra de ordem na moda. “Esse material normalmente é descartado, iria para o lixo. Com esse trabalho, a gente mostra as possibilidades do que pode ser reciclado”, pontuou. Catarina de Jah e Marta Lima criaram a coleção de roupas em parceria Penélope Araújo/G1 Como explica Marta Lima, além da preocupação com o meio ambiente, a ideia de construir a coleção surgiu em casa. “Tenho oito gatos e três cachorros, então sempre tem muito saco de ração por lá. Conversei com Catarina, criamos a coleção juntas e eu costurei todas as roupas”, detalhou. Além dos sacos de ração, as estilistas utilizaram materiais como plástico e tela para confeccionar os quinze modelos apresentados no desfile. Segundo elas, o custo total de produção ficou em torno de R$ 300. “Os sacos nós conseguimos de graça, com o rapaz a quem eu normalmente compro a ração. Foi um custo bem baixo para criar a coleção”, revelou Marta. Ao todo, são quinze 'looks' diferentes, utilizando materiais como sacos, plástico e tela Penélope Araújo/G1 A Passarela Fenearte, que é realizada pela 12ª vez, reúne produtores locais de moda, entre designers, estilistas e estudantes, apresentando suas coleções. Segundo a coordenadora do espaço, Andréa Tom, a passarela também aproxima a moda do grande público. “Nossa proposta é chamar alguns nomes consagrados e abrir espaços para estudantes e novos talentos, inclusive para o público ter acesso”, avalia a produtora. A Fenearte segue até este domingo (15), funcionando das 10h às 22h. No fim de semana, os ingressos custam R$ 12 e R$ 6 (meia). Os tíquetes são vendidos na internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento. Produções foram apresentadas na Passarela Fenearte, durante a Feira Nacional de Negócios do Artesanato Penélope Araújo/G1
    Sabores regionais e internacionais movimentam gastronomia na Fenearte

    Sabores regionais e internacionais movimentam gastronomia na Fenearte


    Doces portugueses fazem sucesso no setor internacional. Público também pode provar dezenas de sabores de chocolate do Rio Grande do Sul. Doces portugueses fazem sucesso na Fenearte Penélope Araújo/G1 Na 19ª Feira Nacional de Negócios do...


    Doces portugueses fazem sucesso no setor internacional. Público também pode provar dezenas de sabores de chocolate do Rio Grande do Sul. Doces portugueses fazem sucesso na Fenearte Penélope Araújo/G1 Na 19ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), os visitantes também podem aproveitar para conhecer um pouco da culinária regional e internacional. É que além de artesanato, o evento reúne também expositores de comidas artesanais, de diversos estados do Brasil e também de outros países, como Portugal. O doce português mais famoso é o pastel de belém, que é feito com massa folhada e recheio de nata e creme de leite. “Como ele é uma tradição de Portugal, é também o mais vendido. Ele é produzido em São Paulo, por mãos portuguesas, e têm o sabor de lá”, comenta a vendedora Maria Vera Chaves. A unidade custa R$ 10. No estande, há ainda outras opções de pastéis, como o Santa Clara, que leva um recheio de fios de ovos, e os de banana e maçã. A olindense Larissa Alves, que visitou a Fenearte com a avó, Maria Dolores Silva, levou vários doces portugueses para casa. “Eu já conhecia, mas minha avó é quem mais gosta”, brincou a jovem. Avó e neta fizeram questão de comprar pasteis de belém para saborear em casa Penélope Araújo/G1 Para quem quer apreciar algumas das opções gastronômicas do estado, o estande da prefeitura de Agrestina, cidade do Agreste, vende o alfenim, doce de origem árabe que é tradição na cidade. “O alfenim veio para o Brasil com a colonização, e lá a nossa cidade é onde ele é mais famoso, já é típico de lá”, explica a diretora de turismo do município, Anayran Santos. O doce é feito com água, açúcar, limão e um pouco de goma de mandioca. Após fazer a massa, o quitute é moldado em formatos de flores, aves, cavalos, cachimbos e outras imagens da cultura nordestina. Como conta Anayram, o alfenim só é feito por duas famílias em Agrestina. “São mas de 150 anos de produção, mas são poucas as pessoas que sabem como fazer o doce”, revela ainda. Chocolates produzidos em Gramado são vendidos em dezenas de sabores diferentes, como damasco e café Penélope Araújo/G1 Já no estande da gastronomia de Gramado, no Rio Grande do Sul, diversas opções de culinária: estão à venda doze tipos de queijo e lombo e mais de quarenta sabores de chocolate, entre barras e trufas, além de vinhos. “Nós produzimos o chocolate, em Gramado, e representamos também produtores de vários lugares, como Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina”, pontua o vendedor Ronaldo Castilho. Para o comerciante, os bombons fazem sucesso pela qualidade. “Todos são feitos do próprio cacau e são de chocolate ao leite, sem levar nenhuma gordura hidrogenada. É o sabor tradicional do chocolate”, detalha Castilho. Com formatos inspirados na cultura nordestina, alfenim é tradição na cidade de Agrestina Penélope Araújo/G1 Alimentação Além das opções dos estandes, os visitantes da Fenearte também podem apreciar a gastronomia regional na praça de alimentação do evento. Ao todo, são doze restaurantes, com comidas como acarajé, macaxeira, fava, pastel, hambúrguer e até comida chinesa e coreana. Na área interna do Centro de Convenções, há também opções de refeições como cozido e tapioca, em restaurantes no mezanino e no piso inferior. A Fenearte segue até este domingo (15), funcionando das 10h às 22h. No fim de semana, os ingressos custam R$ 12 e R$ 6 (meia). Os tíquetes são vendidos na internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento.
    Fernando Anitelli apresenta 'O Teatro Mágico - Voz e Violão' no Recife

    Fernando Anitelli apresenta 'O Teatro Mágico - Voz e Violão' no Recife


    O vocalista e fundador do grupo, que deu uma pausa no final de 2017, se apresenta às 20h30 do sábado (14), no Teatro Boa Vista. Ingressos custam R$ 40 (meia) e R$ 80 (inteira). Fernando Anitelli é o vocalista e fundador da trupe O Teatro...


    O vocalista e fundador do grupo, que deu uma pausa no final de 2017, se apresenta às 20h30 do sábado (14), no Teatro Boa Vista. Ingressos custam R$ 40 (meia) e R$ 80 (inteira). Fernando Anitelli é o vocalista e fundador da trupe O Teatro Mágico Filipe Nevares/Divulgação O vocalista e fundador do grupo O Teatro Mágico, Fernando Anitelli, apresenta no Recife, no sábado (24), o projeto “Voz e Violão”. Com um repertório de novas músicas, além dos principais sucessos da trupe, o show ocorre no Teatro Boa Vista, no Centro da cidade, a partir das 20h30. Como a banda entrou em uma pausa no fim de 2017, Fernando Anitelli buscou inspiração no cancioneiro popular para nortear a apresentação, que surgiu a partir dos pedidos dos fãs, nas redes sociais, por um show mais intimista. Os ingressos são vendidos a R$ 40 (meia) e R$ 80 (inteira), pela internet e na bilheteria do teatro. Outras informações podem ser adquiridas pelo telefone (81) 4101-3910. Serviço Show “O Teatro Mágico - Voz e Violão”, de Fernando Anitelli Sábado (14), às 20h30 Teatro Boa Vista - Rua Dom Bosco, 551, Boa Vista, Recife Ingressos: R$ 40 (meia) e R$ 80 (inteira), à venda na internet e na bilheteria do teatro Informações: (81) 4101-3910
    Polícia inicia investigações do caso de advogado assassinado em Caruaru e divulga imagem oficial do suspeito

    Polícia inicia investigações do caso de advogado assassinado em Caruaru e divulga imagem oficial do suspeito


    Ele veio de Recife para visitar a filha e quando estava deixando ela em casa no Loteamento Itamaraty, foi atingido por disparos de arma de fogo. Imagem do assassino foi divulgada pela Polícia Civil TV Asa Branca / Reprodução A Polícia Civil está...


    Ele veio de Recife para visitar a filha e quando estava deixando ela em casa no Loteamento Itamaraty, foi atingido por disparos de arma de fogo. Imagem do assassino foi divulgada pela Polícia Civil TV Asa Branca / Reprodução A Polícia Civil está investigando o caso do advogado de 46 anos assassinado na quinta-feira (12) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Ele veio do Recife para visitar a filha e quando estava deixando ela em casa no Loteamento Itamaraty, foi atingido por disparos de arma de fogo. A polícia trabalha com diversas linhas de investigação, entre elas a de execução. Ainda de acordo com a Polícia Civil, os pertences do advogado e o valor de R$ 1 mil que estavam no carro não foram levados pelos homens. O delegado Rodolfo Bacelar escutou o depoimento de testemunhas nesta sexta-feira (13) e disse que a polícia não vai passar mais detalhes das investigações. "Após esses depoimentos vamos identificar novas pessoas que possam ter presenciado o crime e outros familiares da vítima. Não vamos divulgar mais informações para não prejudicar o andamento do inquérito", disse o delegado. A Polícia Civil divulgou uma imagem oficial do assassino, onde ele parece com uma camisa branca e boné preto. Informações podem ser repassadas pela população através do Disque-Denúncia. O telefone para contato é o (81) 3719-4545.
    Papiros e essências de perfume representam tradição de países norte-africanos

    Papiros e essências de perfume representam tradição de países norte-africanos


    Estandes do Egito e Tunísia movimentam corredor internacional da Fenearte. Papiros decorativos são vendidos na Fenearte Penélope Araújo/G1 O papiro, considerado o precursor do papel, é uma herança dos povos egípcios. Fabricado artesanalmente,...


    Estandes do Egito e Tunísia movimentam corredor internacional da Fenearte. Papiros decorativos são vendidos na Fenearte Penélope Araújo/G1 O papiro, considerado o precursor do papel, é uma herança dos povos egípcios. Fabricado artesanalmente, utilizando o caule da planta de mesmo nome, ainda hoje o papiro é bastante comum no Egito, no Norte da África, como souvenir. Na 19ª Fenearte, que acontece em Olinda, o estande do país tem diversas opções de papiros decorativos, com ilustrações que remetem à cultura egípcia. O comerciante Paulo Costa, brasileiro radicado no Egito, é o responsável pelas peças trazidas do país. “São papiros, semijoias, artigos decorativos e réplicas de imagens famosas, como as pirâmides e esfinges, tudo produzido por diversos artesãos egípcios”, detalha Paulo. Além dos papiros, também fazem sucesso as essências de perfume, que são consideradas uma forma de arte no Egito. “São várias fragrâncias diferentes, para todos os gostos”, detalha o comerciante. Os frascos com essência são vendidos por R$ 30. Aoudi Ridha leva essências tunisianas para Fenearte há 17 anos Penélope Araújo/G1 Num estande próximo, o comerciante Aoudi Ridha também mostra ao público um pouco da cultura da Tunísia, famoso pelas essências de perfume. Expondo na Fenearte pela 17ª vez, ele explica que as essências, produzidas à base de flores do mediterrâneo, são tão tradicionais que há até perfumes específicos para datas comemorativas. “O perfume ‘Mil e uma noites’ se usa no casamento, por exemplo”, pontua. Para Aoudi, as fragrâncias tunisianas são famosas pela durabilidade e fixação. “Normalmente, os perfumes são feitos com álcool. As essências são puras, não levam nenhum componente químico. O cheiro dura o dia todo”, afirma o comerciante. As essências custam a partir de R$ 50. Essências e 'vidros soprados' são tradição de artesãos na Tunísia Penélope Araújo/G1 No espaço dedicado à Tunísia, são vendidos ainda os populares ‘vidros soprados’, pequenos frascos confeccionados com ouro fino, onde são armazenadas as essências; e cerâmicas pintadas, produção que também é bastante tradicional no país norte-africano. A Fenearte segue até 15 de julho, das 14h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h nos finais de semana. De segunda a sexta, a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Os valores do ingresso para sábados e domingos são R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Os tíquetes são vendidos na internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento. Cultura egípcia é mostrada através de réplicas e souvenirs do país Penélope Araújo/G1
    Escamas e couro de peixe são reaproveitados e viram artesanato na Fenearte

    Escamas e couro de peixe são reaproveitados e viram artesanato na Fenearte


    Associação de Petrolândia confecciona sapatos com couro de tilápia. Já as escamas são utilizadas para criar acessórios, em ateliê do Recife. Brincos são produzidos com escama de peixe, na Fenearte Penélope Araújo/G1 Não é só de materiais...


    Associação de Petrolândia confecciona sapatos com couro de tilápia. Já as escamas são utilizadas para criar acessórios, em ateliê do Recife. Brincos são produzidos com escama de peixe, na Fenearte Penélope Araújo/G1 Não é só de materiais como cerâmica, madeira, metal e fibra que é feita a 19ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), em Olinda. Entre as peças expostas na feira, até mesmo escamas e couro de peixe se transformam em matéria prima para criar sapatos, acessórios e itens de decoração. A atividade garante renda para dezenas de famílias, por meio de associações de artesãos. É o caso da associação Café Com Arte, do município de Petrolândia, no sertão pernambucano. O grupo reúne cerca de vinte artesãos, que produzem sapatos com couro de tilápia. "Na nossa cidade, temos muitos criadouros de tilápia e é de lá que o couro vem. Depois que se tira a pele do peixe, ela passa por vários processos até ser transformada em couro. A gente já pega o couro pronto para produzir", explica a artesã Fernanda Santos. Modelo tradicional de sandália foi batizada de 'Xô Peixe' Penélope Araújo/G1 No estande da associação, que participa da Fenearte há 14 anos, há produtos entre R$ 10 e R$ 130, entre sandálias rasteiras e de salto e sapatos tradicionais, como o modelo 'Xô Boi', popular no interior nordestino. "A Xô Boi mais famosa é de couro de bode. Como a nossa é de tilápia, batizamos de Xô Peixe", brinca a também artesã Gilmara Dias, pontuando ainda que o modelo mais vendido é o salto alto. Outra forma de reaproveitar os resíduos dos pescados é através das escamas dos peixes - atividade que é realizada pelo ateliê Flor do Mar, criado há 13 anos pela artesã e empresária Cleide Cunha. Trabalhando em parceria com uma associação de artesãos no Recife, Cleide produz itens como acessórios e peças de decoração. Artesã Cleide Cunha leva ateliê Flor do Mar para Fenearte Penélope Araújo/G1 "É tudo feito com escama, de diversos peixes. Nós recolhemos a escama em mercados públicos e preparamos o material para distribuir para os artesãos. Depois, é com eles", explica Cleide. Antes de serem utilizadas para o artesanato, as escamas passam por um preparo, envolvendo a lavagem com uma solução bactericida, tingimento e secagem. "Todo esse processo eu mesma fui descobrindo, testando, e acabei desenvolvendo a técnica que hoje utilizamos", detalha ainda a empresária. Para a artesã, o trabalho é gratificante. "Além de movimentar a economia local, comprando as escamas, é uma forma de gerar renda para várias famílias. E tudo isso é resíduo da feira, ia para o lixo, e agora não vai mais", declara. Artesãs de Petrolândia, Fernanda e Gilmara fazem sapatos com couro de tilápia Penélope Araújo/G1 A Fenearte segue até 15 de julho, das 14h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h nos finais de semana. De segunda a sexta, a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Os valores do ingresso para sábados e domingos são R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Os tíquetes são vendidos na internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento.
    Secretaria de Educação seleciona estudantes para 112 vagas em curso gratuito de música em Pernambuco

    Secretaria de Educação seleciona estudantes para 112 vagas em curso gratuito de música em Pernambuco


    Inscrições podem ser feitas até o dia 26 de julho, exclusivamente pela internet. Aulas acontecem na Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical, no Recife. Guitarra é um dos instrumentos com aulas disponíveis no curso de Formação Básica...


    Inscrições podem ser feitas até o dia 26 de julho, exclusivamente pela internet. Aulas acontecem na Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical, no Recife. Guitarra é um dos instrumentos com aulas disponíveis no curso de Formação Básica em Música Sandro Cândido/Sectur A Secretaria de Educação de Pernambuco abriu inscrições para 112 vagas no curso gratuito de Formação Básica em Música, oferecido na Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical. As aulas são voltadas para jovens que estão entre o 8º ano do Ensino Fundamental e o 3º ano do Ensino Médio em 2018. De acordo com o edital da seleção, o curso também é aberto para quem concluiu o Ensino Médio entre os anos de 2012 e 2016. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da Secretaria Estadual de Educação até o dia 26 de julho. Segundo a secretaria, o curso tem duração de dois anos e busca democratizar o acesso ao Curso Técnico em Instrumento Musical aos que não possuem conhecimento introdutório no ensino da música. Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical, no Recife Reprodução/Google Street View As aulas estão distribuídas em três turnos, para aprimorar o conhecimento em instrumentos como baixo, bateria, clarinete, guitarra, violão, violino, trompa, trombone, saxofone e fagote. Há, também oportunidades de vagas de canto. A lista completa de instrumentos pode ser conferida no edital do processo seletivo. A prova acontece no dia 30 de julho, seguindo o cronograma descrito no edital da seleção. A avaliação acontece na sede da Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical, na Rua da Aurora, na Boa Vista, no Centro do Recife. O processo é feito em cabine individual e os candidatos serão avaliados por uma banca de professores de música. O resultado está previsto para ser divulgado no dia 6 de agosto.
    Estudante pernambucano representa o Brasil na Olimpíada Internacional de Biologia

    Estudante pernambucano representa o Brasil na Olimpíada Internacional de Biologia


    Amarylis Lins Torres, de 17 anos, viaja no sábado (14) para participar da competição no Irã, junto com outros três brasileiros selecionados entre 50 mil estudantes. Estudante de Pernambuco representa o país na Olimpíada Internacional de...


    Amarylis Lins Torres, de 17 anos, viaja no sábado (14) para participar da competição no Irã, junto com outros três brasileiros selecionados entre 50 mil estudantes. Estudante de Pernambuco representa o país na Olimpíada Internacional de Biologia O estudante pernambucano Amarylis Lins Torres, de 17 anos, é um dos quatro representantes do Brasil na Olimpíada Internacional de Biologia, que acontece entre domingo (15) e o dia 22 de julho. Ele viaja no sábado (14) para o Irã, país onde ocorre a competição. (Veja vídeo acima) No terceiro ano do ensino médio, Amarylis passou por várias provas, horas de dedicação e estudo até chegar à etapa internacional da competição. Nas três fases nacionais da olimpíada, ele competiu com 50 mil estudantes de todo o país. O adolescente é apaixonado por ciências biológicas e, no fim do ensino médio, pretende tentar uma vaga nos cursos de biologia ou medicina. “Foi muito difícil, eu tive que estudar muito, resolver muitas questões e ler vários livros da área. É importante ter foco, saber a hora de estudar, mas não exagerar, ter seu momento de lazer. Sobretudo, é preciso acreditar que é possível”, disse. Estudante pernambucano é um dos quatro brasileiros na Olimpíada Internacional de Biologia Reprodução/TV Globo Segundo o orientador e professor da olimpíada do conhecimento da escola onde Amarylis estuda, Daniel Tenório, o estudante passou por diversos treinamentos e eventos culturais até chegar na fase mundial da competição. “Cerca de quatro mil estudantes foram selecionados para a segunda fase e, desses, apenas 15 passaram para a terceira fase, que ocorreu no Butantan [em São Paulo]. Ao todo, 70 países participam da olimpíada internacional, o que é um número recorde, muito maior que nos anos anteriores”, explicou Daniel. Colegas de classe elogiam pernambucano que vai representar o Brasil na Olimpíada Internacional de Biologia Reprodução/TV Globo Colega de classe de Amarylis, o estudante Vinícius Alcântara considera o amigo um dos alunos mais aplicados. “Desde o primeiro ano, ele já mostrava que tinha esse destaque em biologia, assim como o domínio nas outras áreas do conhecimento. Ele sempre foi aplicado, dedicado aos estudos e que acompanha e auxilia os alunos em tudo o que eles precisam”, elogiou Vinícius. De acordo com a mãe de Amarylis, a terapeuta holística e socióloga Rosaura Lins, o apoio em casa e na escola para ajudar os filhos a desenvolver as habilidades é essencial. “É importante ter disciplina, com horário de alimentação, de dormir, acordar, brincar e estudar. Ele foi acostumado a ter essa disciplina e levou isso para os estudos”, afirmou. Mãe de pernambucano selecionado para Olimpíada Internacional de Biologia destaca disciplina do filho Reprodução/TV Globo
    Desejo de infância motiva artesã a criar bonecas de palha

    Desejo de infância motiva artesã a criar bonecas de palha


    Bonecas com fibra de bananeira e palha de milho são vendidas na Alameda dos Mestres, na Fenearte. Artesã transformou desejo de infância em realidade, criando bonecas de palha Penélope Araújo/G1 Na Alameda dos Mestres, primeira rua da Feira...


    Bonecas com fibra de bananeira e palha de milho são vendidas na Alameda dos Mestres, na Fenearte. Artesã transformou desejo de infância em realidade, criando bonecas de palha Penélope Araújo/G1 Na Alameda dos Mestres, primeira rua da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), bonecas feitas com palha chamam a atenção pelo cuidado e delicadeza. As peças são produzidas pela artesã Vera Brito, de 70 anos, que nasceu e até hoje mora em Vicência, na Zona da Mata pernambucana. Com sua produção de bonecas, feitas com fibra de bananeira e palha de milho, a Mestra Vera gosta de contar que realizou o próprio sonho através da arte. Quando era criança, apesar de transformar até mesmo caroços de manga em brincadeira, Vera nunca teve uma boneca de fábrica. “A condição financeira da minha família não era muito boa, ninguém podia comprar brinquedos. Então eu sempre tive essa vontade de ter uma boneca para brincar com ela, achava muito bonito”, lembra a artesã. Bonecas de palha representam sinhás moças, inspiradas nos engenhos de cana-de-açúcar de Vicência, cidade natal da artesã Penélope Araújo/G1 Para ajudar o pai, que produzia doces artesanais em casa, Vera começou a fazer embalagens em folha de bananeira. Pensou que criar bonecas de palha poderia dar certo e começou a produzir. “Amarrei a palha, decorei e fiz a primeira boneca. Ela era meio feia mesmo, mas quando eu olhava achava linda, porque ela era minha”, relembra Mestra Vera. As personagens são completamente feitas de palha, desde a base até os detalhes. Para o corpo e os vestidos, a artesã usa fibra de bananeira, retirada do tronco da árvore. Já os detalhes são feitos com palha de milho. "É porque no caso do milho, a palha é mais maleável para fazer coisas pequenas, como as flores que ornam os vestidos", explica a mestra. Para confeccionar uma boneca média, Mestra Vera conta que leva cerca de 20 dias, envolvendo todas as etapas de produção, desde o tratamento da palha até a finalização dos detalhes. "Mas faço várias de uma vez só. Eu amo o que faço. É o sonho de ter uma boneca realizado através da arte", conta. Vera Brito cria também figuras religiosas, como Santo Antônio e São Francisco Penélope Araújo/G1 Além de retratar meninas, as bonecas também figuram santos, anjos e sinhás moças, inspiradas pela cultura de engenhos de cana-de-açúcar, que é tradicional na cidade de Vicência e no imaginário da artesã. Objetos decorativos, como flores e quadros, também são produzidos com a fibra. Na Fenearte, as peças custam entre R$ 10 e R$ 250 e são vendidas na Alameda dos Mestres, espaço dedicado à obra de artesãos pernambucanos. A feira segue até 15 de julho, das 14h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h nos finais de semana. De segunda a sexta, a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Os valores do ingresso para sábados e domingos são R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Os tíquetes são vendidos na internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento.
    Terrários com cactos decorativos fazem sucesso na Fenearte

    Terrários com cactos decorativos fazem sucesso na Fenearte


    Fotógrafo começou a montar peças enquanto cuidava do filho recém-nascido. Estoque na feira já precisou ser reposto. Ateliê de plantas decorativas Varanda 301 expõe pela primeira vez na Fenearte Penélope Araújo/G1 Quando o filho do fotógrafo...


    Fotógrafo começou a montar peças enquanto cuidava do filho recém-nascido. Estoque na feira já precisou ser reposto. Ateliê de plantas decorativas Varanda 301 expõe pela primeira vez na Fenearte Penélope Araújo/G1 Quando o filho do fotógrafo Eduardo Cavalcanti nasceu, há dois anos, ele começou um novo hobby: construir terrários. As peças, que são utilizadas principalmente como uma forma de decorar ambientes, são montadas em vasos com pequenas plantas como cactos e suculentas. O passatempo virou negócio rapidamente, e Eduardo terminou criando o ateliê de plantas decorativas Varanda 301, que participa pela primeira vez da Fenearte nesta edição. Casado com uma médica, o fotógrafo ficava cuidando do filho recém-nascido enquanto a esposa trabalhava à noite. "Eu tinha muito medo de ele chorar e eu não ouvir, então comecei a fazer terrários para me ocupar, me manter acordado durante a noite. Já tinha interesse por bonsais e plantas, então era mesmo só um hobby. Nunca imaginei que viraria negócio", comenta Eduardo. Fotógrafo começou a montar terrários há dois anos, como hobby Penélope Araújo/G1 Os terrários foram se multiplicando e o artesão passou a presentear amigos com as peças. "Minha casa tem 78 m² e chegou um dia que tinha 89 terrários. Eu tinha feito terrário até dentro de panela. A casa tinha virado uma floresta, então resolvi dar de presente, e foi o maior sucesso", detalha também. Na Fenearte, as peças custam entre R$ 15 e R$ 380 e estão disponíveis em diversos tamanhos. "A ideia é mostrar que mesmo as pessoas que não têm tempo para cuidar de um jardim, por exemplo, podem ter plantas decorativas. Isso porque o cacto e a suculenta só precisam ser aguados uma vez por semana", pontua o artesão. Durante o evento, já foram vendidas centenas de peças e Eduardo já precisou repor o estoque. "Comecei a feira com 680 terrários e já tive que trazer outros várias vezes. Acho que faz sucesso porque não é só uma planta, é uma obra de arte", aponta. Arquiteta visitou estande de terrários na Fenearte e aprovou as peças Penélope Araújo/G1 Quem concorda é a arquiteta Nayanne Alves, que comprou vários terrários no estande da Varanda 301. "Já sou louca por decoração e, além disso, os vasinhos com plantas são minha queda. Compro para decorar minha casa, meu escritório, para finalizar ambientes de clientes", disse a jovem, lembrando a versatilidade dos terrários. "É um detalhe que dá vida a qualquer ambiente", finalizou. A feira segue até 15 de julho, das 14h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h nos finais de semana. De segunda a sexta, a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Os valores do ingresso para sábados e domingos são R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Os tíquetes são vendidos na internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento.
    PM de AL que perdeu dedos em assalto em PE faz campanha para comprar próteses

    PM de AL que perdeu dedos em assalto em PE faz campanha para comprar próteses


    Segundo a PM, equipamentos custam, em média, R$ 7 mil. Ela foi baleada pelos criminosos e perdeu dois dedos da mão esquerda e parte de outros dois da mão direita. Jaiane Rose foi baleada no peito e nas mãos durante assalto em...


    Segundo a PM, equipamentos custam, em média, R$ 7 mil. Ela foi baleada pelos criminosos e perdeu dois dedos da mão esquerda e parte de outros dois da mão direita. Jaiane Rose foi baleada no peito e nas mãos durante assalto em Pernambuco Reprodução/Instagram A soldado da Polícia Militar de Alagoas Jaiane Rose Ribeiro, que perdeu dois dedos da mão esquerda e parte de outros dois da mão direita quando foi baleada durante um assalto no mês de março, em Pernambuco, está fazendo uma campanha para arrecadar dinheiro para comprar duas próteses. Ela era lotada no Batalhão de Maragogi (AL), mas mora na cidade de Gameleira (PE). O pedido por doações tem sido compartilhado pelos militares de Alagoas via WhatsApp. Em entrevista ao G1, por telefone, nesta quarta-feira (11), a soldado explicou que as próteses que ela precisa custam em média R$ 7 mil e são fabricadas apenas em duas empresas no país, que ficam em São Paulo e Minas Gerais. "Elas tentam imitar a realidade. Estou tentando correr atrás agora e já está muito difícil. Estou sofrendo muito, estou andando com a mão esquerda enfaixada, que foi a que eu tive uma perda maior, por conta do impacto para as pessoas que veem. Até eu mesmo não consigo ficar olhando", contou a PM. Ainda segundo Jaiane, o custo geral é maior, já que mesmo conseguindo o dinheiro dos equipamentos, vai precisar passar uma semana em um desses estados, a depender da empresa escolhida, para fazer as medidas e avaliar o tom das próteses com o de sua pele. Quem quiser ajudar na compra das próteses, pode doar qualquer valor por depósito bancário na Caixa Econômica Federal, agência 3695, operação 001, conta corrente 20925-9. Depois do assalto, a soldado foi afastada por licença médica e deve ser reformada (aposentada). Veja mais notícias da região no G1 Alagoas
    IFPE divulga listão de aprovados no  vestibular do segundo semestre de 2018

    IFPE divulga listão de aprovados no vestibular do segundo semestre de 2018


    Cronograma de matrículas tem início na quinta-feira (12). Oito mil candidatos participaram da seleção para 2.585 vagas José Lucas e Freederico se destacaram no processo seletivo do IFPE IFPE/Divulgação O Instituto Federal de Educação,...


    Cronograma de matrículas tem início na quinta-feira (12). Oito mil candidatos participaram da seleção para 2.585 vagas José Lucas e Freederico se destacaram no processo seletivo do IFPE IFPE/Divulgação O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) divulgou, nesta quarta-feira (11), o listão dos aprovados no processo seletivo da instituição para o segundo semestre letivo de 2018. Mais de 8 mil canditados concorreram às 2.585 vagas em cursos técnicos e superiores. A relação dos estudantes que passaram nas provas pode ser conferida na página do IFPE. O instituto divulgou também nesta quarta o edital de matrícula com o cronograma e os documentos exigidos pela instituição para efetuar a admissão de novos alunos. A reitora do IFPE, Anália Ribeiro, recebeu os primeiros lugares nos cursos superiores e de ensino técnico integrado. José Lucas de Lima Moura tirou a maior nota (83,75) entre os concorrentes cadastrados na seleção para cursos técnicos integrados ao Ensino Médio. O estudante foi aprovado em Eletrônica, no Recife. O candidato Frederico Lins e Silva Pires Neto foi aprovado com 66,51, a maior média entre os candidatos aos cursos superiores. Ele vai cursar Tecnologia em Gestão da Qualidade em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife. Campus Recife do IFPE, no Curado, Zona Oeste do Recife Augusto César/TV Globo O primeiro lugar-geral na seleção foi Aldemir Alves de Arruda, com a nota 84,41. Ele se inscreveu para o curso técnico em Eletrônica, na modalidade subsequente (para estudantes que concluíram o Ensino Médio), no Campus Recife, mas não participou da cerimônia realizada na sede do IFPE. A estudante Renata Rafaela Barros Nascimento, com 37,39, foi quem obteve o melhor resultado entre os inscritos na modalidade Proeja para o curso de Qualificação em Operador de Computador, em Barreiros, na Zona da Mata de Pernambuco, e também não participou do evento. No vestibular do segundo semestre de 2018, o IFPE disponilizou vagas em 42 cursos técnicos e superiores, em 16 cidades. O técnico em Enfermagem, oferecido na modalidade subsequente em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife, foi o mais concorrido. Os candidatos fizeram as provas no dia 1º de julho. O IFPE ainda disponibiliza dois canais para esclarecer dúvidas dos inscritos. Os interessados podem entrar em contato através do telefone (81) 2125-1724 ou do e-mail [email protected]
    Festival Nacional do Frevo tem 12 finalistas com músicas inéditas

    Festival Nacional do Frevo tem 12 finalistas com músicas inéditas


    A final acontece na sexta-feira (13), às 19h, no Teatro de Santa Isabel, no Centro do Recife, com entrada gratuita. Festival Nacional do Frevo premia melhores composições no Recife Foram selecionados os 12 finalistas do Festival Nacional do Frevo,...


    A final acontece na sexta-feira (13), às 19h, no Teatro de Santa Isabel, no Centro do Recife, com entrada gratuita. Festival Nacional do Frevo premia melhores composições no Recife Foram selecionados os 12 finalistas do Festival Nacional do Frevo, que premia canções inéditas em quatro categorias: Frevo de Bloco, Frevo de Rua, Frevo Canção e Frevo Livre Instrumental Autoral. A final do concurso acontece na sexta-feira (13), às 19h, no Teatro de Santa Isabel, no Centro do Recife. O evento é gratuito. (Veja vídeo acima) A categoria de Frevo Livre instrumental Releitura foi eliminada do concurso este ano, pois o número de inscrições foi insuficiente. Os primeiros colocados de cada categoria participarão da grade de programação do Festival de Inverno de Garanhuns 2018 e do Carnaval do Recife 2019, além de ganhar uma gravação audiovisual da música vencedora, com disponibilidade de 15 horas em estúdio. Os segundos lugares de cada categoria ganham uma gravação master da música vencedora, com 10 horas de estúdio, e participam do Carnaval do Recife 2019. Os terceiros colocados também participam do Carnaval do Recife 2019. Festival Nacional do Frevo abre votação para escolher vencedor Também serão premiados o melhor arranjo e o melhor intérprete do concurso, contemplados com a gravação de uma música cada. (Veja vídeo acima) As canções e os músicos são avaliados por cinco jurados da área musical, que não são revelados até o momento da apresentação. A avaliação é feita com base na composição e arranjo do frevo. Nas categorias Frevo de Bloco e Frevo Canção também são avaliados letra e intérprete. O festival é uma ação da Secretaria de Cultura do Recife, que busca assegurar renovação e fôlego ao gênero musical, que é um dos principais pilares da cultura pernambucana. As músicas inscritas passaram por uma curadoria responsável por selecionar 30 finalistas a serem apresentadas ao público em três eliminatórias, que aconteceram ao longo do mês de junho e início de julho. Entre os jurados que estiveram presentes nas eliminatórias estão Maestro Spok, Jota Michilles e Almir Rouche, além de músicos da Orquestra e da Banda Sinfônica do Recife. No Festival Nacional do Frevo, é possível concorrer com canções inéditas em cinco categorias Bruno Campos/Divulgação Confira as canções finalistas: Categoria Frevo de Bloco "Matando Saudade" (Luiz Gonzaga de Castro) "No Primeiro Dia do Nosso Amor" (Lourenço Gato e Flávio Souza) "Tempo de Saudade" (Luiz Guimarães) Categoria Frevo de Rua "Adriana no Freco e Companhia" (Parrô Mello) "Alvoroçado" (Bené Sena) "Sapecando" (Marcos FM) Categoria Frevo Canção "Claudionor, o Menino do Frevo" (Bráulio de Castro e João Araújo) "Frevo Bregado" (Eugênio Carlos de Melo Brasil) "Sabor de Rum Hortelã" Café (Edinho Queirós) Categoria Frevo Livre Instrumental "Frevo Amizade" (Ronaldo Batata) "Primeiro de Maio" (Romero Bonfim) "Tubarão no Circo" (Zé Freire)
    Ativista celebra patrocínio de Malala: 'O discurso dela é importante para as meninas indígenas'

    Ativista celebra patrocínio de Malala: 'O discurso dela é importante para as meninas indígenas'


    Projeto de educação na Bahia e outras duas iniciativas de SP e PE serão os primeiros da América do Sul a receber verba do fundo criado pela ativista paquistanesa ganhadora do Nobel da Paz. Ativista baiana fala sobre apoio da fundação de jovem...


    Projeto de educação na Bahia e outras duas iniciativas de SP e PE serão os primeiros da América do Sul a receber verba do fundo criado pela ativista paquistanesa ganhadora do Nobel da Paz. Ativista baiana fala sobre apoio da fundação de jovem paquistanesa que recebeu o Nobel Em sua primeira visita ao Brasil, a ativista Malala Yousafzai anunciou que irá patrocinar três projetos do país para a educação das mulheres. Entre eles, está o da professora Ana Paula Ferreira de Lima, coordenadora da Associação Nacional de Ação Indigenista (Anaí), com sede em Salvador. A iniciativa será umas das primeiras na América do Sul a integrar a Rede Gulmakai e aplicará a verba do fundo criado pela paquistanesa ganhadora do Nobel da Paz na formação de meninas indígenas na Bahia. Ensinar às meninas que elas têm direitos é 'crucial', diz Malala 'Mais importante do que o recurso é o reconhecimento da causa', diz ativista de SP "Ela [Malala] transmite energia muito forte. Esse discurso dela, de que as meninas precisam levantar sua voz, precisam lutar pela educação, é muito importante para as meninas indígenas, porque elas se sentem mais motivadas em continuar estudando, em voltar para estudar, em voltar para a escola", contou a educadora da Anaí, em entrevista ao G1. Além do projeto de Ana Paula, também serão patrocinados por Malala o Ação Educativa (SP) e o Movimento Infanto-juvenil de Reivindicação (PE). A Rede Gulmakai é uma iniciativa do Fundo Malala para patrocinar homens e mulheres que incentivam ou promovem a educação de garotas em todo o mundo. Encontro Ana Paula e Malala estiveram juntas durante vista da paquistanesa ao Centro Histórico de Salvador nesta terça-feira (10). Malala caminhou pelas ruas do Pelourinho, conheceu pontos turísticos e visitou as sedes do Olodum e da Anaí. Malala em visita ao Centro Histórico de Salvador nesta terça-feira (10) Itana Alencar/G1 Ana Paula Ferreira atualmente trabalha com a promoção de alternativas de relacionamento entre a sociedade brasileira e os povos indígenas no país por meio da Anaí, organização que atua na causa há cerca de 40 anos. De acordo com a educadora, a escolha da organização pelo Fundo Malala se deu a partir da indicação de gestores do Museu Nacional do Rio de Janeiro, uma das maiores instituições de história natural e de antropologia das Américas. "O Fundo entrou em contato com o Museu comunicando que estava procurando algumas organizações para poder trabalhar junto. A antropóloga Daniela Alarcón, que trabalha com povos indígenas da Bahia, fez esta ponte entre a Anaí e o Fundo", disse. Ana Paula Ferreira de Lima teve projeto aprovado para receber patrocínio do Fundo Malala Egi Santana/ G1 Aos representantes da entidade fundada por Malala, Ana Paula apresentou um projeto de sua autoria para trabalhar com educação de meninas indígenas da Bahia. A ideia da educadora foi aprovada por representantes do Fundo Malala, e ela foi convidada oficialmente a fazer parte da Rede Gulmakai. De acordo com a professora, além de patrocinar este projeto da Anaí, o Fundo vai permitir que demais integrantes da organização recebam treinamento de liderança e de ativismo para dar prosseguimento ao trabalho social voltado aos povos indígenas. Ativistas O projeto de São Paulo que também será patrocinado pelo Fundo Malala é de Denise Carreira, coordenadora-executiva da Ação Educativa, uma ONG fundada em 1994 e que tem como um dos pilares a luta pela igualdade de gênero e raça nas escolas. Denise afirmou que mais importante que o recurso financeiro é o reconhecimento político da causa. "O recurso é sempre limitado, o importante é o reforço da agenda da igualdade de raça. O Fundo Malala reconhece e credita a causa a uma luta maior e o reconhecimento político é a grande conquista", diz Denise. O terceiro projeto é de Pernambuco: o Movimento Infanto-juvenil de Reivindicação (Mirim), com sede em Recife e coordenado por Sylvia Siqueira Campos, de 36 anos. Segundo ela, a organização foca no apoio a comunidades indígenas e da população negra, por entender que o racismo é um dos principais elementos que levam à desigualdade social. Rede Gulmakai A Rede Gulmakai foi batizada por uma inspiração antiga: Gulmakai era o pseudônimo que Malala usava quando tinha apenas 11 anos e escrevia um blog em Urdu para a BBC sobre os desafios que as garotas enfrentavam para conseguir estudar no Vale do Swat, sua terra natal no Paquistão, que caiu sob o domínio do Talebã. Por causa do seu ativismo pela educação das mulheres, Malala sofreu um atentado em 9 de outubro de 2012. Então com 15 anos, ela foi baleada na cabeça por talibãs quando saída da escola. Ela sobreviveu e precisou se mudar para a Inglaterra com a família. Em 2014, Malala se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz e, desde então, seu atuação para garantir que meninas possam frequentar a escola tem se expandido pelo mundo. Atualmente, a rede de Malala financia o trabalho de 22 ativisitas em prol da educação de meninas no Afeganistão, Índia, Líbano, Nigéria, Paquistão e Turquia.
    Seringueiro e artesão leva sapatos confeccionados apenas com látex para Fenearte

    Seringueiro e artesão leva sapatos confeccionados apenas com látex para Fenearte


    ‘Dr. Borracha’ cria calçados masculinos, femininos e infantis, sem utilizar nada além da borracha extraída por ele mesmo. 'Dr. Borracha' expõe, na Fenearte, sapatos criados utilizando apenas látex Penélope Araújo/G1 O seringueiro José...


    ‘Dr. Borracha’ cria calçados masculinos, femininos e infantis, sem utilizar nada além da borracha extraída por ele mesmo. 'Dr. Borracha' expõe, na Fenearte, sapatos criados utilizando apenas látex Penélope Araújo/G1 O seringueiro José Rodrigues cresceu extraindo látex na cidade de Assis Brasil, no Acre, onde nasceu. Há doze anos, teve a ideia de confeccionar sapatos com a borracha que extraía da natureza e o negócio deu tão certo que o artesão passou a ser conhecido como ‘Dr. Borracha’ e viver da renda desse negócio. Os calçados, entre modelos masculinos, femininos e infantis, estão à venda na 19ª Fenearte, em Olinda. “Os sapatos são todos de borracha. Não tem costura, não tem couro, o solado também é de borracha. Até para juntar as partes de cima com a sola dos sapatos, uso a própria cola orgânica do látex”, explica o artesão. Para confeccionar as peças, José produz ‘folhas’ ou ‘mantas de látex’, conhecidas como Folhas Semi Artefato (FSA), utilizando uma técnica criada pelo Laboratório de Tecnologia Química (Lateq) da Universidade de Brasília (UnB) e aprendida pelo seringueiro durante um curso. O artesão conta que para produzir os calçados é preciso transformar o látex nas mantas de borracha. “É um processo que transforma o látex, que é como se fosse um leite, em folhas bem fininhas, de um milímetro de espessura, com mais ou menos 40 ou 50 centímetros de largura e altura. Depois, corto os moldes nas mantas e já vou fazendo os sapatos, porque para usar a cola do látex tem que ser no tempo certo”, revela José. É a segunda vez que o Dr. Borracha traz seus sapatos para a Fenearte Penélope Araújo/G1 Os modelos são variados - desde sapatilhas femininas e sapatinhos de criança a sapatos masculinos e até botas; todos criados pelo seringueiro. “Não tem nenhum designer na família, sou eu mesmo que penso os desenhos, às vezes minha esposa sonha com eles. É tudo da nossa cabeça”, brinca. Atualmente, o ‘Dr. Borracha’ mora na cidade de Epitaciolândia, no Acre, e tem um ateliê onde produz os sapatos para venda e sob encomenda. "Vivo desse negócio, emprego minha família e ainda tenho funcionários. Nunca pensei em ser artesão, e essa acabou se tornando minha fonte de renda", completa. Participando pela segunda vez da Fenearte, José Rodrigues trouxe cerca de mil pares, que são vendidos pelo preço único de R$ 170. A feira segue até 15 de julho, das 14h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h nos finais de semana. De segunda a sexta, a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Os valores do ingresso para sábados e domingos são R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Os tíquetes são vendidos na internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento.
    Artesãos do Piauí levam joias de opala, pedra semipreciosa rara, para a Fenearte

    Artesãos do Piauí levam joias de opala, pedra semipreciosa rara, para a Fenearte


    No Brasil, minas da cidade de Pedro II são as únicas onde se pode encontrar a pedra, contam designers de joias. Joias feitas com opala são vendidas na Fenearte Penélope Araújo/G1 Entre os estantes da 19ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato...


    No Brasil, minas da cidade de Pedro II são as únicas onde se pode encontrar a pedra, contam designers de joias. Joias feitas com opala são vendidas na Fenearte Penélope Araújo/G1 Entre os estantes da 19ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), é fácil encontrar joias feitas com opala. No entanto, a pedra é considerada rara por designers de joias: eles contam que o Piauí é o único estado do Brasil onde ela pode ser encontrada. “Fora daqui, só na Austrália. As minas de opala são uma riqueza nossa”, comenta a artesã Eliane Barros. A opala é uma pedra semipreciosa que é utilizada para adornar joias, como brincos, anéis, pingentes e pulseiras. A extração das gemas acontece na cidade de Pedro II, no interior do Piauí, onde ficam as minas. Após serem extraídas por garimpeiros, as opalas passam por um processo de lapidação – e só depois disso é que podem ser utilizadas em acessórios. Eliane Barros lembra valor das minas de opala no Piauí: 'São uma riqueza nossa' Penélope Araújo/G1 Eliane é uma das designers de joias que vendem acessórios da pedra semipreciosa na Fenearte. Suas peças são feitas com diversos tipos de opala: desde as mais tradicionais, como as azuladas e os mosaicos, até as de cor mais clara, como branco e ‘furta-cor’. “São milhões de anos para formar essas pedras. Por isso, são tão delicadas e bonitas”, detalha a artesã. Para Vilma Araújo, que trabalha com joias desde 2003 e também expõe na Fenearte, não é difícil criar produtos com as pedras. “Compramos as opalas já lapidadas e fazemos o design. Daí cada pessoa produz do seu jeito. Eu, por exemplo, uso prata para complementar os acessórios”, explica. As joias estão à venda no estande do Piauí na Fenearte, custando entre R$ 25 e R$ 600, dependendo do tipo e do tamanho de opala utilizada para produzir a peça. 'Mosaicos' de opala são tradicionais nas joias com a pedra semipreciosa, na Fenearte Penélope Araújo/G1 A feira segue até 15 de julho, das 14h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h nos finais de semana. De segunda a sexta, a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Os valores do ingresso para sábados e domingos são R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Os tíquetes são vendidos na internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento.
    Sebrae promove cursos gratuitos para empreendedores no Cabo de Santo Agostinho

    Sebrae promove cursos gratuitos para empreendedores no Cabo de Santo Agostinho


    Ciclo de capacitações acontece a partir de quinta-feira (12), na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo da cidade, no Grande Recife. Aulas acontecem na sede da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, que...


    Ciclo de capacitações acontece a partir de quinta-feira (12), na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo da cidade, no Grande Recife. Aulas acontecem na sede da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, que fica no Centro do Cabo de Santo Agostinho Reprodução/Google Street View O Sebrae-PE promove, a partir de quinta-feira (12), um ciclo de capacitações para empreendedores do Cabo de Santo Agostinho e cidades vizinhas, na Região Metropolitana do Recife. As ações, que são gratuitas, acontecem na sede da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo do município. As inscrições podem ser feitas por telefone, por meio dos números (81) 3202-9700 ou (81) 3521-6793, ou presencialmente, no local da formação. A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo do Cabo de Santo Agostinho fica na Avenida Historiador Pereira da Costa, 594, no Centro. Os interessados só podem se inscrever separadamente para cada um dos encontros. As atividades, que ocorrem em julho e em agosto, são direcionadas para quem quer abrir um negócio ou busca sair da informalidade. Os inscritos podem aprender a formalizar um empreendimento até colocar preços nos produtos. Ao todo, nove encontros são promovidos. Programação 12/7 - Oficina SEI Empreender – 13h 17/7 - Palestra de Formalização do MEI – 9h 19/7 - Oficina SEI Vender – 13h 26/7 - Oficina SEI Formar Preço - 13h 6/8 - Palestra de Formalização do MEI – 9h 9/8 - Oficina SEI Planejar – 13h 21/8 - Palestra de Formalização do MEI – 9h 28/8 - Oficina SEI Clicar – 13h 31/8 - Palestra de Formalização do MEI - 9h
    Governo abre matrículas para 40 mil vagas na educação de jovens e adultos em Pernambuco

    Governo abre matrículas para 40 mil vagas na educação de jovens e adultos em Pernambuco


    Inscrições para modalidade EJA Ensino Médio devem ser realizadas na escola em que o aluno deseja estudar, até o dia 24 de julho. A Escola de Referência em Ensino Médio Santos Dumont, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, é uma das unidades que...


    Inscrições para modalidade EJA Ensino Médio devem ser realizadas na escola em que o aluno deseja estudar, até o dia 24 de julho. A Escola de Referência em Ensino Médio Santos Dumont, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, é uma das unidades que oferecem vagas para o EJA em Pernambuco Reprodução/Google Street View Estão abertas as matrículas para novos alunos na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA) Ensino Médio nas escolas estaduais de Pernambuco. São oferecidas 40 mil vagas em pelo menos 391 escolas de todas as regiões do estado. A inscrição deve ser realizada na unidade de ensino em que o aluno deseja estudar, até o dia 24 de julho. As aulas começam no dia 25 do mesmo mês. Confira aqui a lista de escolas com vagas abertas. Pode se matricular na EJA qualquer pessoa acima de 18 anos que não tenha concluído o Ensino Médio. Não há limite de idade. Os alunos que já fazem parte do programa têm a matrícula renovada automaticamente e não precisam ir até as escolas. Para realizar a matrícula, os interessados devem apresentar o documento de transferência ou declaração da escola anterior, cópia da certidão de nascimento ou casamento, identidade, CPF, comprovante de residência, comprovante do tipo sanguíneo e fator RH e duas fotos 3x4. A carga horária da EJA é reduzida, em comparação com o Ensino Médio regular. O programa é dividido em três módulos de um semestre cada, com 500 horas/aula por módulo. As atividades são cumpridas em um ano e meio, com 1.500 horas/aula. Cada módulo equivale a um ano do Ensino Médio regular. Assim, o aluno que tiver concluído parte do curso, anteriormente, pode se matricular no módulo equivalente. A Escola Argentina Castello Branco, fica no bairro de Jatobá, em Olinda, e também oferece vagas para a EJA Ensino Médio Reprodução/Google Street View "A redução da carga horária é uma forma de estimular que os jovens e adultos retornem a estudar e também uma maneira de reconhecer que esse jovem já vivenciou em outros lugares outras formas de educação", explica a gerente de Políticas Educacionais para Jovens, Adultos e Idosos de Pernambuco, Cláudia Abreu. Segundo Cláudia Abreu, o horário das aulas é definido por cada escola em particular, pois acompanha a demanda de cada área e a necessidade dos alunos. "O público da EJA, no geral, é formado por trabalhadores e, por isso, a procura é marjoritariamente pelo turno noturno. Mas se a escola percebe que há uma procura para o turno da manhã, por exemplo, e ela tem espaço físico disponível, podem abrir novas turmas em horários distintos", afirma Cláudia.
    Malala vai patrocinar três brasileiras que lutam pela educação de meninas

    Malala vai patrocinar três brasileiras que lutam pela educação de meninas


    Depois de proferir uma palestra em São Paulo nesta segunda-feira (9), Malala anuncia, nesta terça (10), que as primeiras ativistas do Brasil a integrar a Rede Gulmakai são da Bahia, de Pernambuco e de São Paulo. Malala discursa em evento em São...


    Depois de proferir uma palestra em São Paulo nesta segunda-feira (9), Malala anuncia, nesta terça (10), que as primeiras ativistas do Brasil a integrar a Rede Gulmakai são da Bahia, de Pernambuco e de São Paulo. Malala discursa em evento em São Paulo nesta segunda-feira, 9 de julho Rovena Rosa/Agência Brasil A paquistanesa Malala Yousafzai anunciou, nesta terça-feira (10), que três brasileiras passarão a integrar a Rede Gulmakai, uma iniciativa do Fundo Malala que patrocina homens e mulheres que incentivam ou promovem a educação de meninas em vários países. O Fundo Malala já chegou a investir recursos em projetos de ativistas indígenas do México, mas o anúncio feito nesta terça marca a expansão da Rede Gulmakai para a América Latina, começando pelo Brasil. O projeto já contempla outros seis países: Afeganistão, Líbano, Índia, Nigéria, Paquistão e Turquia. Em evento em SP, Malala promete investir na educação do Brasil Em 2012, Malala foi vítima de um atentado do Talebã por insistir em ir à escola – uma atividade probida para meninas. Desde então, ela criou uma organização para incentivar a educação de meninas em todo o mundo, e em 2014 se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz. Malala anuncia patrocínio para brasileiras que incentivam a educação de meninas Veja quem são as participantes: Sylvia Siqueira Campos (Pernambuco): presidente do Movimento Infanto-juvenil de Reivindicação (Mirim), com sede em Recife. O movimento foi criado em 1990 e tem como objetivo "defender e promover os direitos humanos com foco na infância, adolescência e juventude, a fim de combater as desigualdades, estimular a cidadania ativa e radicalizar a democracia". Segundo o Fundo Malala, Sylvia participa do movimento desde que tinha 13 anos e, hoje, é a presidente do Mirim. Sylvia Siqueira Campos, uma das coordenadoras do Mirim e uma das três brasileiras selecionadas para integrar a Rede Gulmakai do Fundo Malala Divulgação/Héllyda Cavalcanti Ana Paula Ferreira de Lima (Bahia): uma das coordenadoras da Associação Nacional de Ação Indigenista (Anaí), criada em 1979 para "promover e respeitar a autonomia cultural, política e econômica e o direito à autodeterminação dos povos indígenas". Ana Paula já foi professora e agora atua para aumentar o número de meninas indígenas que terminam os estudos na Bahia, além de treinas 60 garotas indígenas para se tornarem jovens ativistas. Denise Carreira (São Paulo): é coordenadora adjunta da Ação Educativa, uma organização fundada em 1994 para "promover os direitos educativos e da juventude, tendo em vista a justiça social, a democracia participativa e o desenvolvimento sustentável no Brasil". Segundo o Fundo Malala, atualmente ela desenvolve um curso online para treinar professores em temas relacionados à igualdade de gênero, além de produzir um relatório sobre a violência e a discriminação de gênero na educação. Malala participa de palestra em São Paulo SM2 Fotografia Progresso relativo Em um comunicado divulgado nesta terça, Farah Mohamed, CEO do Fundo Malala, afirmou que "o Brasil está fazendo progressos para as meninas, mas apenas para algumas meninas". "Garantir acesso igualitário à educação requer liderança ousada e ágil. É por isso que temos orgulho de investir nessas três ativistas, cujo trabalho para desafiar os líderes e mudar as normas já está ajudando a criar um futuro melhor para todas as meninas brasileiras", disse Farah. Agora, as três brasileiras integrarão a Rede Gulmakai, batizada por uma inspiração antiga: Gulmakai era o pseudônimo que Malala usava quando tinha apenas 11 anos e escrevia um blog em Urdu para a BBC sobre os desafios que as garotas enfrentavam para conseguir estudar no Vale do Swat, sua terra natal no Paquistão, que caiu sob o domínio do Talebã. Atualmente, a rede financia o trabalho de 22 ativisitas em prol da educação de meninas no Afeganistão, Índia, Líbano, Nigéria, Paquistão e Turquia.
    Espaço Interferência Janete Costa celebra união entre artesanato e design, na Fenearte

    Espaço Interferência Janete Costa celebra união entre artesanato e design, na Fenearte


    Proposta é mostrar uso prático de peças expostas, além de mostrar o trabalho de mestres que produzem ao longo da feira. Espaço Interferência Janete Costa, na Fenearte, mostra união entre design contemporâneo e arte popular Penélope...


    Proposta é mostrar uso prático de peças expostas, além de mostrar o trabalho de mestres que produzem ao longo da feira. Espaço Interferência Janete Costa, na Fenearte, mostra união entre design contemporâneo e arte popular Penélope Araújo/G1 Uma das maiores preocupações da arquiteta pernambucana Janete Costa, falecida em 2008, era valorizar a cultura regional. Em suas obras, o popular e o erudito caminham de mãos dadas, expressando a identidade do Nordeste e do Brasil. Para homenagear o cuidado que a arquiteta tinha com o artesanato, a Fenearte criou o Espaço Interferência Janete Costa, que fica na área externa da feira e completa 17 anos nesta edição. De acordo com a arquiteta Roberta Borsoi, filha de Janete Costa e uma das curadoras do espaço, a ideia é mostrar a união entre o design e o artesanato, valorizando as duas técnicas como formas de expressão únicas. “A proposta é mostrar como os dois podem se complementar, se ajudar mesmo. Inclusive porque há vários designers que se inspiram no artesanato”, pontua a curadora. No espaço, são montados pequenos ambientes intimistas, como salas de estar, utilizando tanto objetos de design como de artesanato. Entre os artefatos, há obras utilitárias e decorativas construídas com técnicas artesanais, como os vasos que o artesão Juão de Fibra produz com capim. O artesão Juão de Fibra trabalha com trançado em capim há 33 anos Penélope Araújo/G1 O mestre artesão é cearense, mas vive em Goiás desde pequeno. Um dos convidados para mostrar no Espaço Interferência como executa seu trabalho, Juão participa pela primeira vez da Fenearte. “ É até difícil falar, porque eu nunca imaginei que meu trabalho chegaria a uma feira como essa, recebendo esse destaque, num espaço tão nobre. Estou muito feliz”, comenta, já planejando voltar para expor na próxima edição da feira. Juão de Fibra executa a maior parte de suas obras em capim colonhão, um tipo de fibra brasileira, além de folhas, cascas e cipós. São objetos decorativos, esculturas e acessórios como brincos e colares. Na feira, além de ter ganhado mais visibilidade, o artesão comemora o ritmo de vendas. “Não contei quantas peças trouxe, mas já vendi cerca de R$ 25 mil reais”, revela Juão. Peças utilitárias, decorativas e acessórios são foco da obra de Juão de Fibra Penélope Araújo/G1 Além de Juão de Fibra, o Espaço Interferência Janete Costa recebe também o mestre artesão Lupércio dos Anjos, do Mato Grosso, que trabalha com lamparinas artesanais. Os dois mestres participam da Fenearte expondo enquanto trabalham, mostrando aos visitantes como são produzidas suas peças. O local recebe ainda palestras sobre diversas linguagens artísticas ao longo da feira. Confira a programação. A Fenearte segue até 15 de julho, das 14h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h nos finais de semana. De segunda a sexta, a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Os valores do ingresso para sábados e domingos são R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Os tíquetes são vendidos na internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento. Designers e artesãos assinam peças que compõem ambientes modernos na Fenearte Penélope Araújo/G1
    Cursos profissionalizantes gratuitos no Grande Recife recebem inscrições para 110 vagas

    Cursos profissionalizantes gratuitos no Grande Recife recebem inscrições para 110 vagas


    Inscrições para cursos oferecidos nos municípios de Paulista e Jaboatão dos Guararapes podem ser feitas na internet até sexta-feira (13). Senai de Paulista, no Grande Recife, fica no bairro de Paratibe Reprodução/Google Street View Estão...


    Inscrições para cursos oferecidos nos municípios de Paulista e Jaboatão dos Guararapes podem ser feitas na internet até sexta-feira (13). Senai de Paulista, no Grande Recife, fica no bairro de Paratibe Reprodução/Google Street View Estão abertas, até sexta-feira (13), as inscrições para 110 vagas em três cursos profissionalizantes, oferecidos nos municípios de Jaboatão dos Guararapes e Paulista, no Grande Recife. Para se inscrever, é necessário acessar o site da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação de Pernambuco (Sempetq). Há 40 vagas para capacitação de almoxarife e 40 para assistente de logística, ambas em Jaboatão, e 30 para curso técnico em química, em Paulista. As vagas são oferecidas no programa Novos Talentos em uma parceria da Sempetq com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-PE). Para a capacitação de almoxarife, as aulas são realizadas no turno da noite totalizam 180 horas. Para assistente de logística, as aulas ocorrem à tarde e a carga é de 160 horas. Quem se inscrever no curso técnico em química também pode estudar à tarde, cumprindo 1.336 horas. As aulas acontecem nas unidades do Senai dos dois municípios. A matrícula para os três cursos ocorre nos dias 16 e 17 de julho. Em caso de dúvidas, é disponibilizado o telefone (81) 3183-7047, com atendimento das 8h às 12h e das 13h às 17h.
    Polícia investiga roubos a artesãos em estandes da Fenearte, em Olinda

    Polícia investiga roubos a artesãos em estandes da Fenearte, em Olinda


    Quatro boletins de ocorrência foram registrados na Delegacia Móvel da Feira Nacional de Negócios do Artesanato, que ocorre no Centro de Convenções de Pernambuco. 19ª Fenearte ocorre no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, até 15 de...


    Quatro boletins de ocorrência foram registrados na Delegacia Móvel da Feira Nacional de Negócios do Artesanato, que ocorre no Centro de Convenções de Pernambuco. 19ª Fenearte ocorre no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, até 15 de julho Marlon Costa/Pernambuco Press Ao menos quatro artesãos registraram roubos em estandes instalados na 19ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte). Segundo a Polícia Civil, quatro boletins de ocorrência foram registrados na Delegacia Móvel localizada na entrada do evento, que começou na quarta (4) e segue até 15 de julho no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. De acordo com a Polícia Civil, os casos ocorreram no sábado (7). Entre os objetos roubados, estão um vestido de renda e brincos artesanais. Uma artesã também notificou o desaparecimento de alguns cadernos e sacolas enquanto outra profissional registrou o roubo de uma quantia em dinheiro não divulgada pela corporação. Por meio de nota, a coordenação da 19ª Fenearte afirmou que a feira "possui vigilância privada, monitoramento interno 24h e que está contribuindo com as investigações que já foram iniciadas". A Polícia Civil informou que a Delegacia Móvel está estacionada na entrada da Fenearte e conta com equipe com agentes, escrivães e delegado, durante todos os dias e nos horários de funcionamento do evento: das 14h às 22h, de segunda a sexta, e das 10h às 22h, nos finais de semana. Ainda de acordo com a corporação, há um estande dentro da feira, localizado na rua 40, onde os visitantes podem ter acesso a informações sobre crimes pela internet, violência contra a mulher, atuação do Departamento da Criança e do Adolescente, entre outros temas.
    Casal de professores cria marca de cerveja artesanal e expõe na Fenearte

    Casal de professores cria marca de cerveja artesanal e expõe na Fenearte


    Fábrica da Cervejaria Patt Lou fica em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata do estado. Patrícia Sanches e Luiz Picelli transformaram o hobby de produzir cervejas em negócio Penélope Araújo/G1 Foi logo após voltar de uma viagem para o...


    Fábrica da Cervejaria Patt Lou fica em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata do estado. Patrícia Sanches e Luiz Picelli transformaram o hobby de produzir cervejas em negócio Penélope Araújo/G1 Foi logo após voltar de uma viagem para o exterior que o paranaense Luiz Picelli descobriu que era possível fazer cerveja artesanalmente, em casa. "Encontrei uma latinha que dizia 'faça sua própria cerveja' e tinha a receita. Quando cheguei em casa, no Recife, testei e vi que funcionava. Daí me apaixonei", explica. O que começou como um hobby, há nove anos, virou negócio - e o resultado é a Cervejaria Patt Lou, uma das marcas de cerveja artesanal do Boteco Apecerva, na 19ª Fenearte, em Olinda. Juntamente com a esposa, a também professora Patrícia Sanches, Picelli começou a estudar as etapas da produção da bebida e testar novas receitas. "Participamos de um concurso nacional de cervejas caseiras, em 2013, e ganhamos. As pessoas queriam comprar mas a gente não podia vender, porque não tínhamos o registro. Então decidimos abrir uma fábrica, em 2016", detalha Patrícia. Rapidamente, a pequena fábrica, em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata pernambucana, cresceu: além de produzir os seis rótulos da Patt Lou, o espaço passou a abrigar também outras marcas, que são conhecidas como 'ciganas', por não ter fábrica própria. Ao todo, são nove marcas, de Pernambuco, Paraíba e Ceará, produzindo 36 rótulos diferentes. "As marcas ciganas trazem o fermentador próprio e utilizam nosso espaço. Somos a menor cervejaria em produção, mas a maior em marcas ciganas", revela Picelli. "Nosso negócio é fabricar cachaça, mas a cerveja faz muito sucesso", afirma a diretora da Sanhaçu, Elk Barreto Penélope Araújo/G1 Entre os rótulos das marcas ciganas está a cerveja Sanhaçu, cuja receita foi criada pelos produtores da cachaça pernambucana de mesmo nome. Como explica a diretora comercial da Sanhaçu, Elk Barreto, a família começou a produzir cerveja em casa, para aprender a lidar com as leveduras e assim aprimorar a cachaça. “É que cachaça é uma bebida destilada, mas antes do destilo há uma fermentação que é feita por leveduras. O processo é complexo e a gente queria entender melhor”, afirma Elk. A bebida, que era feita como um teste, foi ficando famosa entre os parentes e amigos, e a família resolveu produzir comercialmente. Como não queria investir em construir uma fábrica própria, a Sanhaçu recorreu ao casal cervejeiro. “Nós não somos da cerveja, nosso negócio é produzir a cachaça, que tem outra forma de produção. Por isso, decidimos fabricar na estrutura da Patt Lou”, explica ainda a diretora. Cervejaria Patt Lou tem bebidas artesanais à venda na Fenearte Penélope Araújo/G1 Hoje, Patrícia e Luiz, que são formados em enfermagem, são professores do ensino superior, e dividem o tempo entre a Cervejaria Patt Lou, as salas de aula e um canal no YouTube, no qual mostram o dia a dia de uma cervejaria. O desejo, no entanto, é de produzir ainda mais cervejas artesanais. "Crescer é um sonho que nós temos e estamos investindo para isso", argumenta o casal. Os seis tipos de cerveja produzidos pela Patt Lou custam R$ 17 e R$ 18 a garrafa, dependendo do rótulo, e estão disponíveis para degustação e venda na Fenearte, no espaço dedicado às cervejas artesanais instalado no mezanino. Além disso, as bebidas também são vendidas em lojas especializadas e online. Já a garrafa da cerveja Sanhaçu custa R$ 18 e está à venda na loja de fábrica da cachaçaria, além do estande da marca. A Fenearte segue até 15 de julho, das 14h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h nos finais de semana. De segunda a sexta, a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Os valores do ingresso para sábados e domingos são R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Os tíquetes são vendidos na internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento. Cerveja Sanhaçu custa R$ 18 no estande da cachaçaria, na Fenearte Penélope Araújo/G1
    Artesãos ensinam passos do cavalo marinho e a técnica de tocar a rabeca, na Fenearte

    Artesãos ensinam passos do cavalo marinho e a técnica de tocar a rabeca, na Fenearte


    Oficinas aproximam público da cultura popular nordestina. Programação segue até o domingo (15). Jovem potiguar aprovou oficina de rabeca na Fenearte e já saiu tocando 'Asa Branca' Penélope Araújo/G1 O estudante Guarabira Dias não conhecia a...


    Oficinas aproximam público da cultura popular nordestina. Programação segue até o domingo (15). Jovem potiguar aprovou oficina de rabeca na Fenearte e já saiu tocando 'Asa Branca' Penélope Araújo/G1 O estudante Guarabira Dias não conhecia a rabeca. O jovem, que é de Natal, no Rio Grande do Norte, visitou a Fenearte pela primeira vez e participou de uma oficina que ensinava os primeiros toques no instrumento musical. Gostou tanto que voltou para fazer a mesma aula, e já saiu dela tocando a música Asa Branca, de Luiz Gonzaga. “É um som mais rústico muito bonito, e que celebra a cultura popular”, comentou Guarabira. A experiência faz parte da oficina ‘Rabecando na feira’, oferecida pela 19ª edição da Fenearte, em Olinda. Ao longo da aula, que acontece no mezanino do Centro de Convenções, os alunos aprendem um pouco da história da rabeca e do seu processo de construção, passeando pelo instrumentos que foram seus precursores, além de colocarem a mão na massa e executarem as primeiras notas no instrumento musical. “A ideia é mostrar que tocar rabeca não é tão difícil quanto parece”, detalha o instrutor, o músico Rodrigo Fernandes. A oficina, que tem duração de duas horas e tem duas sessões diárias, está sempre com a turma cheia. Ao todo, são dez vagas que podem ser preenchidas por alunos de qualquer idade - basta se inscrever no local. “O tempo é curto, e por isso desenvolvi um método mais simples de ensinar a técnica, para facilitar o aprendizado da música ‘Asa Branca’, já que para tocá-la só é preciso de duas cordas. O resultado é esse: tem muita gente que já sai tocando mesmo”, argumenta Rodrigo. O músico Rodrgo Fernandes conta história da rabeca e ensina as primeiras notas no instrumento para o público da Fenearte Penélope Araújo/G1 Os novos ‘rabequeiros’ se empolgam não apenas com a técnica de tocar, mas até mesmo de produzir a própria rabeca - um deles é o artesão Edson Barreto, de Paulista, no Grande Recife. “Vim para a Fenearte para expor, soube da oficina e me inscrevi logo”, contou Edson, que já trabalha com artesanato em madeira. “Vou batalhar, me aprofundar, e ainda vou construir minha própria rabeca”, exclamou o artesão. Na sala ao lado, alunos se divertem com outra aula: a oficina ‘Brincantes de cavalo marinho’, ministrada por filhos do Mestre Salustiano, homenageado da Fenearte. Enquanto músicos tocam canções tradicionais da dança, a instrutora Imaculada Salustiano, ensina os principais passos para o público. Oficina de cavalo marinho na Fenearte revela tradição do folguedo e atrai curiosos Penélope Araújo/G1 Para ela, é gratificante repassar a tradição do cavalo marinho em turmas cheias como as deste domingo (8). “É uma arte que une música, dança e teatro, e usa essa expressão para contar uma história, que é o dia a dia dos trabalhadores da zona rural. Isso faz parte da nossa história”, detalha. A maior parte dos alunos, segundo Imaculada, é de pessoas que já conhecem a dança e gostariam de aprender os passos. No entanto, há também curiosos que nunca pensaram em brincar o cavalo marinho, mas acabam gostando do ritmo. É o caso da artesã Glaucia Ferreira, que veio expor suas obras de crochê na Fenearte e participou da aula. Como o folguedo também é popular em Goiana, cidade de origem da artesã, os passos não eram completos desconhecidos. “Eu conhecia só ‘de vista’, mas nunca tinha dançado. Quando vi a movimentação, resolvi participar. Tenho artrose e tudo, mas nem senti! É muito envolvente, muito bom!”, celebrou Glaucia. Artesã participa de oficina de cavalo marinho e aprova a dança tradicional Penélope Araújo/G1 As oficinas são ministradas diariamente, até o último dia da Fenearte. Confira as aulas e os horários. A Fenearte segue até 15 de julho, das 14h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h nos finais de semana. De segunda a sexta, a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Os valores do ingresso para sábados e domingos são R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Os tíquetes são vendidos na internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento. Edson Barreto já planeja construir a própria rabeca, após aula na Fenearte Penélope Araújo/G1
    Parentes de mestres artesãos perpetuam tradição familiar na Fenearte

    Parentes de mestres artesãos perpetuam tradição familiar na Fenearte


    Famílias pernambucanas herdam técnica do artesanato e expõem obras na Alameda dos Mestres. Netos do Mestre Vitalino acreditam na importância de manter a identidade cultural nas peças Penélope Araújo/G1 Quem dá as boas vindas aos visitantes da...


    Famílias pernambucanas herdam técnica do artesanato e expõem obras na Alameda dos Mestres. Netos do Mestre Vitalino acreditam na importância de manter a identidade cultural nas peças Penélope Araújo/G1 Quem dá as boas vindas aos visitantes da 19ª Fenearte é a Alameda dos Mestres. Com direito a tapete vermelho para os artesãos que criam e mantêm viva a cultura de Pernambuco, o espaço reúne 64 estandes de artistas que produzem com as mais diversas matérias primas. Além dos artesãos presentes na feira, a alameda tem ainda espaço para estandes de famílias, nos quais parentes de grandes mestres mostram seu trabalho e perpetuam tradições pernambucanas no artesanato. Um dos espaços é dedicado à obra da família Vitalino. O Mestre Vitalino, considerado o precursor da estética do artesanato do Alto do Moura, em Caruaru, além de transmitir sua técnica para centenas de outros artesãos, também a repassou para seus filhos e netos. “Tudo começou com meu avô, que ensinou para o meu pai, e foi com ele que aprendemos a modelar, pintar, criar nossas peças”, explica o artesão Silvio Vitalino Neto. Juntamente com o artesão Emanuel Vitalino Neto, Silvio é o responsável pelo estande da família na Alameda dos Mestres, espaço que não ficou vazio em nenhum momento neste domingo (8). “Muita gente pede a renovação da arte, mas essa é nossa identidade, e para nós é importante mostrá-la”, pontua ainda Silvio. Silvio Vitalino Neto está à frente de estande sempre cheio na Alameda dos Mestres Penélope Araújo/G1 Um dos seguidores do Mestre Vitalino, o Mestre Elias, de Caruaru, também deixou sua obra e sua técnica como herança para a família. “Eu e minha irmã praticamente nascemos sabendo, porque sempre víamos meu pai trabalhando. Depois que ele morreu, em 2014, continuamos produzindo”, explica a artesã Sônia Santos, filha do mestre. Na Fenearte, a artesã vende peças de R$ 3 a R$ 170, e entre as obras mais famosas estão as telhas decoradas com figuras femininas. “Sabe quando você tem pena de quando algo está acabando? Sou eu com essas telhas, elas estão saindo muito rápido”, detalha Sônia, enquanto embala mais uma venda. “Estão todas lindas. Essa, vou colocar na minha varanda”, dispara a cliente, a empresária Graça Jucá. O artesão Marcos de Nuca celebra vendas do tradicional leão, criado pelo Mestre Nuca Penélope Araújo/G1 O artesão Marcos de Nuca, filho do Mestre Nuca, de Tracunhaém, em Pernambuco, também celebra as vendas na Fenearte. “A peça que mais sai é o leão, que é a obra mais conhecida. Nos três primeiros dias já vendemos quase todos, restaram somente os menores. Já peguei inclusive encomendas de leões de um metro de altura, por R$ 1.500”, comemora. No espaço dedicado à família do mestre na alameda, está à mostra o grande legado do ceramista: peças que são representativas da cultura pernambucana, como os leões, carrancas e pinhas. “Foi meu pai, o Mestre Nuca, quem teve a ideia de criar essas peças. O encaracolado dos personagens, quem fez foi minha mãe. Crescemos vendo ele trabalhar e acabamos aprendendo também”, explica ainda Marcos de Nuca. Logo na entrada da Fenearte, empresária garantiu obra da artesã Sônia Santos Penélope Araújo/G1 A Fenearte segue até 15 de julho, funcionando das 14h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h, nos fins de semana. De segunda a sexta-feira, a entrada custa R$ 10 e R$ 5 (meia), enquanto aos sábados e domingos o preço é de R$ 12 e R$ 6 (meia). Os ingressos são vendidos online, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento.

    Adolescente morre e outro fica ferido após colisão entre quadriciclo e caminhão na PE-103


    Vítimas sofreram o acidente quando foram realizar uma manobra para entrar na fazenda do pai de um dos jovens em Bonito, no Agreste. Um adolescente de 13 anos morreu e outro, de 12 anos, ficou ferido neste sábado (7) após uma colisão entre um...

    Vítimas sofreram o acidente quando foram realizar uma manobra para entrar na fazenda do pai de um dos jovens em Bonito, no Agreste. Um adolescente de 13 anos morreu e outro, de 12 anos, ficou ferido neste sábado (7) após uma colisão entre um quadriciclo e um caminhão na PE-103, em Bonito, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Civil, as vítimas estavam no quadriciclo e sofreram o acidente quando foram realizar uma manobra para entrar na fazenda do pai de um dos jovens. Segundo informações do hospital municipal Doutor Alberto Oliveira, os adolescentes foram socorridos para unidade de saúde e em seguida transferidos para um hospital particular do Recife. Um dos jovens não resistiu aos ferimentos e morreu. O estado de saúde da outra vítima não foi divulgado. Ainda segundo a polícia, o motorista do caminhão foi até a delegacia fazer um boletim de ocorrência e foi liberado em seguida. O pai de um dos adolescentes presenciou o acidente. A Polícia Civil vai investigar o caso.
    Votação do público avalia obras de arte popular e religiosa na Fenearte

    Votação do público avalia obras de arte popular e religiosa na Fenearte


    Ao todo, os salões de Arte Popular Ana Holanda e Arte Popular Religiosa reúnem 140 peças. Salão de Arte Popular Ana Holanda, na Fenearte, reúne obras de artesãos de todo o país Penélope Araújo/G1 Além de apreciar a produção artesanal de...


    Ao todo, os salões de Arte Popular Ana Holanda e Arte Popular Religiosa reúnem 140 peças. Salão de Arte Popular Ana Holanda, na Fenearte, reúne obras de artesãos de todo o país Penélope Araújo/G1 Além de apreciar a produção artesanal de todo o país, os visitantes da 19ª edição da Fenearte também podem julgar as obras. Instalados logo na entrada da feira, os salões de Arte Popular Ana Holanda e de Arte Popular Religiosa reúnem peças que concorrem ao Prêmio Aclamação, que será decidido por votação popular. A votação segue até o fim da Fenearte, em urnas eletrônicas disponíveis nos salões. Ao todo, cada um dos salões reúne 70 obras. “As peças inscritas podem ser em madeira, cerâmica, resina, pedra, entre outros materiais. Pedimos que elas tenham no máximo um metro de altura e que pesem no máximo 30 quilos. Os artistas enviam imagens das obras e aí elas são avaliadas”, explica Socorro Leão, uma das coordenadoras dos salões. A curadoria das obras de arte popular é do arquiteto e colecionador Carlos Augusto Lira, enquanto o salão de arte sacra tem curadoria do Frei Rinaldo Pereira. Neste ano, as peças vencedoras no Salão de Arte Popular Ana Holanda foram “...De estimação”, de Antônio Lucio da Silva Leite (Buca), de Caruaru; “Memória do passado”, de Luiz Carlos da Silva, de Buíque; e “Caboclo de lança”, de José Junior Costa, de Brejo da Madre de Deus. Peças com tema religioso são expostas no Salão de Arte Popular Religiosa da Fenearte Penélope Araújo/G1 Já no Salão de Arte Popular Religiosa, os itens vencedores foram o “Menino Jesus sertanejo”, de Carlos Alberto Queiroz de França, do Recife; “Presépio de anjos”, de Edvaldo José de Andrade, de Tracunhaém; e “São Francisco sanfoneiro”, de André Vitor da Cruz Silva, de Teresina, no Piauí. Em cada salão, três peças são selecionadas por uma comissão composta por arquitetos, designers e estudiosos de arte, e os artesãos vencedores recebem um prêmio de R$ 6 mil. Já as peças que forem mais votadas ao longo da feira receberão R$ 2 mil. As outras obras expostas estão disponíveis para venda. A Fenearte segue até 15 de julho, funcionando das 14h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h, nos fins de semana. De segunda a sexta-feira, a entrada custa R$ 10 e R$ 5 (meia), enquanto aos sábados e domingos o preço é de R$ 12 e R$ 6 (meia). Os ingressos são vendidos online, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento. Ao todo, salões de arte popular e arte sacra da Fenearte reúnem 140 obras selecionadas por curadores Penélope Araújo/G1
    Passarela Fenearte tem espaço para produção local de moda

    Passarela Fenearte tem espaço para produção local de moda


    Ao longo da feira, há desfiles de estilistas locais e de coleções de estudantes de faculdades de moda. Passarela Fenearte reúne produção local de moda Cynthia Myarka/Divulgação Além de reunir milhares de obras de artesanato em diversos...


    Ao longo da feira, há desfiles de estilistas locais e de coleções de estudantes de faculdades de moda. Passarela Fenearte reúne produção local de moda Cynthia Myarka/Divulgação Além de reunir milhares de obras de artesanato em diversos materiais e linguagens, a 19ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) também tem na programação um destaque para a produção pernambucana de moda. Por meio do espaço Passarela Fenearte, que fica no mezanino do Centro de Convenções, estudantes de moda e estilistas locais podem apresentar suas coleções. A agenda de desfiles começa neste sábado (7), às 18h. De acordo com a coordenadora do espaço, Andréa Tom, a ideia da passarela é aproximar a moda do grande público. "Normalmente, a moda é uma área excludente, onde para assistir a desfiles é preciso ter um convite, por exemplo. Aqui, se você está na Fenearte, está convidado. É para que todos tenham acesso mesmo", detalha. Nesta edição, a abertura será realizada com a exibição do acervo do figurino do Maracatu Piaba de Ouro e do Cavalo Marinho Boi Matuto, agremiações criadas pelo Mestre Salu, homenageado da Fenearte. Ao longo da programação, há desfiles de diversas faculdades de moda do estado, além de projetos coordenados pela Secretaria da Mulher e de estilistas locais. "Convidamos todos os cursos de moda do estado, porque queremos que os alunos aprendam a pensar na concepção de um desfile, a ver o elemento artesanal como parte da moda e a trabalhar em grupo", pontua ainda Andréa. O espaço é ainda dividido com ONGs e outros projetos, para que iniciativas que produzem para a moda tenham a oportunidade de expor. "Vários locais, como a Aria Social, têm trabalhos lindos, e quando eles ficam prontos, não tem espaço de exibição. É para isso que existe a passarela", completa a produtora. A Fenearte segue até 15 de julho, das 14h às 22h nos dias úteis e das 10h às 22h nos finais de semana. De segunda a sexta, a entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Os valores do ingresso para sábados e domingos são R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Os tíquetes são vendidos na internet, em pontos descentralizados e na bilheteria do evento. Confira a programação de desfiles: Sábado (7) 18h – Acervo do Figurino do Maracatu Piaba de Ouro e do Cavalo Marinho Boi Matuto 19h – Instituto de Costura Domingo (8) 18h – Faculdade Senac Recife 19h – Faculdade Senac Caruaru Segunda (9) 18h – Unibra 19h – Unifavip Wyden Terça (10) 18h – Secretaria da Mulher de Pernambuco 19h – Secretaria da Mulher de Pernambuco Quarta (11) 18h – Senai Caruaru 19h – Moda Mangue BioJoias Quinta (12) 18h – FBV Wyden 19h – Olivia Shibori Sexta (13) 18h – UFPE Centro Acadêmico do Agreste 19h – Catarina de Jah e Marta Lima Sábado (14) 18h – Aria Social Conceito por Marina 19h – Xuruca Pacheco