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    Liminar suspende atividades de Comissão Processante na Câmara de Londrina


    Comissão investiga suposta quebra de decoro parlamentar dos vereadores afastados Mário Takahashi (PV) e Rony Alves (PTB). Decisão é desta sexta-feira (25). Uma liminar suspendeu os trabalhos da Comissão Processante (CP) da Câmara de Vereadores de...

    Comissão investiga suposta quebra de decoro parlamentar dos vereadores afastados Mário Takahashi (PV) e Rony Alves (PTB). Decisão é desta sexta-feira (25). Uma liminar suspendeu os trabalhos da Comissão Processante (CP) da Câmara de Vereadores de Londrina, no norte do Paraná, que apura suposta quebra de decoro parlamentar dos vereadores afastados Mário Takahashi (PV) e Rony Alves (PTB). A decisão, desta sexta-feira (25), ocorre após pedido da defesa de Takahashi. Takahashi e Alves estão afastados dos cargos desde janeiro. À época, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou a operação Zona Residencial 3. A investigação apura irregularidades na mudança de zoneamento urbano na cidade. Em 19 de fevereiro, a Justiça aceitou a denúncia contra 13 pessoas, que se tornaram rés. A Comissão Processante foi aprovada no dia 17 de abril. Ao final do processo, a CP pode levar à cassação do mandato dos dois vereadores. A defesa de Takahashi argumentou no pedido liminar algumas nulidades nos atos da Comissão Processante. A defesa do parlamentar afastado alega que foi convocada para uma sessão de depoimentos por edital. Para os advogados de Takahashi, essa convocação deveria ter sido pessoalmente. A Câmara afirmou que vai juntar documentos que comprovam que a CP tentou avisar a defesa do parlamentar sobre os depoimentos, mas o comunicado não foi recebido pelos advogados. O pedido de abertura de CP As investigações do Gaeco apontaram que os dois parlamentares apresentaram projetos de lei, sugerindo mudanças do zoneamento, que têm relação com o pagamento de propina. Em 26 de janeiro deste ano, o vereador Filipe Barros (PRB) pediu a abertura de uma Comissão Processante na Câmara de Londrina. Ele afirmou que as investigações do Gaeco deixam evidente que Alves e Takahashi receberam vantagens indevidas e que também favoreceram indevidamente empresas ou grupos econômicos. Essas ações, segundo o pedido, são incompatíveis com o decoro parlamentar. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
    Greve de caminhoneiros: 5º dia de protestos causa impactos em diferente setores no Paraná

    Greve de caminhoneiros: 5º dia de protestos causa impactos em diferente setores no Paraná


    Cidades estão sem combustível, aulas foram suspensas e há relatos de falta de alimentos. Greve de caminhoneiros: 5º dia de protestos causa impactos em diferente setores no Paraná Cidades estão sem combustível, aulas foram suspensas e há...


    Cidades estão sem combustível, aulas foram suspensas e há relatos de falta de alimentos. Greve de caminhoneiros: 5º dia de protestos causa impactos em diferente setores no Paraná Cidades estão sem combustível, aulas foram suspensas e há relatos de falta de alimentos. São mais de 220 pontos de manifestação em estradas do Paraná. Governo e representantes de caminhoneiros anunciaram ontem acordo para suspender greve. No Paraná, caminhões com cargas essenciais serão liberados. Principais cidades estão sem combustíveis. Compradores somem das Ceasas de Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu
    Presidente do sindicato dos servidores municipais de Alto Paraná é preso por suspeita de tráfico de drogas, diz polícia 

    Presidente do sindicato dos servidores municipais de Alto Paraná é preso por suspeita de tráfico de drogas, diz polícia 


    Na casa dele, havia um laboratório de maconha que produzia ilegalmente vários tipos de medicamentos. Policiais apreenderam pés de maconha na casa do presidente do sindicato Divulgação/PM O presidente do sindicato dos servidores municiapais de...


    Na casa dele, havia um laboratório de maconha que produzia ilegalmente vários tipos de medicamentos. Policiais apreenderam pés de maconha na casa do presidente do sindicato Divulgação/PM O presidente do sindicato dos servidores municiapais de Alto Paraná, no noroeste do Paraná, foi preso na manhã desta sexta-feira (25) por suspeita de tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, na casa dele havia um laboratório de maconha que produzia ilegalmente vários tipos de medicamentos. Segundo a polícia, o preso é presidente da Associação Canábica Norte Paranaense, mas não tem autorização para plantar a droga. No local, os policiais apreenderam estufas em funcionamento com pés de maconha, documentos, embalagens, rótulos e aproximadamente 25 frascos de medicamentos já prontos. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.

    Só 8 aeroportos no país estão sendo reabastecidos regularmente, entre eles Guarulhos, Congonhas, Galeão e Santos Dumont


    Além desses, têm sido reabastecidos os terminais de Porto Alegre, Curitiba, Confins (MG) e Belém. Informação é das empresas distribuidoras de combustível. Os demais aeroportos do país dependem dos próprios estoques. Acaba o combustível no...

    Além desses, têm sido reabastecidos os terminais de Porto Alegre, Curitiba, Confins (MG) e Belém. Informação é das empresas distribuidoras de combustível. Os demais aeroportos do país dependem dos próprios estoques. Acaba o combustível no Aeroporto de Brasília Apenas oito aeroportos no Brasil estão recebendo abastecimento regular de combustível: Guarulhos, Congonhas, Galeão, Santos Dumont, Porto Alegre, Confins (MG), Curitiba e Belém. A informação é da Plural, associação nacional dos distribuidores de combustível --responsável por reabastecer os terminais. Guarulhos e Galeão são servidos por dutos e, por isso, não dependem de fluxo externo. Os outros seis têm recebido caminhões com querosene de aviação. Os demais aeroportos do país dependem dos próprios estoques diante da impossibilidade de os caminhões chegarem até os aeroportos. Em 10 aeroportos da Infraero o combustível acabou. O mesmo ocorreu no aeroporto de Brasília, administrado pela iniciativa privada. O problema ocorre em razão da greve de caminhoneiros, que interrompe rodovias em todo o país. Initial plugin text
    Greve dos caminhoneiros 'esvazia' Porto Seco de Foz do Iguaçu

    Greve dos caminhoneiros 'esvazia' Porto Seco de Foz do Iguaçu


    Com capacidade para 800 caminhões, pátio está nesta sexta-feira (25) com 320 veículos, a maioria com cargas de importação; estação aduaneira é a mais movimentada da América Latina. O pátio do Porto Seco de Foz do Iguaçu, que tem capacidade...


    Com capacidade para 800 caminhões, pátio está nesta sexta-feira (25) com 320 veículos, a maioria com cargas de importação; estação aduaneira é a mais movimentada da América Latina. O pátio do Porto Seco de Foz do Iguaçu, que tem capacidade para 800 caminhões e diariamente opera no limete, está nesta sexta-feira (25) com 320 veículos Receita Federal/Divulgação A greve nacional dos caminhoneiros, iniciada na segunda-feira (21), 'esvaziou' o pátio do Porto Seco de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, o mais movimentado da América Latina. Greve de caminhoneiros: 5º dia de protestos causa impactos em diferente setores no Paraná; acompanhe Veículos de carga estão impedidos de entrar na estação aduaneira pelos manifestantes desde quarta-feira (23). Com a restrição, filas estão se formando na BR-277 e o pátio que tem capacidade para 800 caminhões e diariamente opera no limite está nesta sexta-feira (25) com 320 veículos, a maioria com cargas de alho, azeitona, batata, frutas e peixe vindas do Paraguai, da Argentina e do Chile. Segundo o chefe do Porto Seco, Gilson Mocelim, grande parte dos motoristas que tiveram as cargas de importação liberadas está preferindo permanecer no pátio e evitar os bloqueios nas rodovias. Os que têm como destino o país vizinho seguem viagem logo após o desembaraço. “Podemos dizer que o pátio está praticamente vazio. Um cenário como este, vemos apenas na véspera de Natal, nos dias 23 e 24 de dezembro”, comentou o auditor fiscal da Receita Federal. Uma logística especial deve ser montada logo após o fim da greve. “Há uma preocupação com o acúmulo de cargas que teremos. Assim que terminar a greve e os caminhões puderem voltar a circular, o represamento deverá ser intenso”, destacou. Mocelim lembrou ainda que muitos caminhões nem chegaram a cruzar a fronteira e aguardam próximo às aduanas do Paraguai e da Argentina para entrar no Brasil. Espaço onde os motoristas aguardam a liberação das cargas estava vazio no início da tarde desta sexta Receita Federal/Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
    Universidade Estadual de Maringá suspende aulas por causa da greve dos caminhoneiros

    Universidade Estadual de Maringá suspende aulas por causa da greve dos caminhoneiros


    Decisão já é válida para esta sexta-feira (25). São 20 mil alunos da graduação e pós-graduação sem aulas. Aulas foram suspensas na UEM UEM/ Divulgação A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, suspendeu as aulas a...


    Decisão já é válida para esta sexta-feira (25). São 20 mil alunos da graduação e pós-graduação sem aulas. Aulas foram suspensas na UEM UEM/ Divulgação A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, suspendeu as aulas a partir desta sexta-feira (25). A decisão foi tomada tendo em vista a excassez de combustível e de gêneros alimentícios devido à paralisação dos caminhoneiros. A instituição tem 20 mil alunos da graduação e da pós-graduação. As atividades do Restaurante Universitário também foram suspensas. Os alimentos serão levados para o Hospital Universitário (HU). Com isso, o hospital terá estoque suficiente para preparar refeições para os pacientes por 10 dias. Protestos Os protestos dos caminhoneiros nas rodovias do Paraná chegou ao 5º dia nesta sexta-feira. Os profissionais protestam contra o aumento do diesel. ACOMPANHE OS PROTESTOS NO PARANÁ No início da manhã, são mais de 220 pontos de manifestações, apesar do acordo anunciado na noite de quinta (24) para suspender paralisação por 15 dias. A greve também continua em outros estados. Suspensão em outras universidades Além da UEM, a Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), o campus de Paranavaí da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), a Universidade Paranaense (Unipar), a Faculdade de Tecnologia e Ciências do Norte do Paraná (Fatecie) também suspenderam as aulas em função da greve. A direção do Restaurante Universitário da Universidade Estadual de Londrina (UEL) não vai atender na segunda-feira (28), porque está sem estoque de gêneros alimentícios e outros materiais. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
    Sem combustível, veículos da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu são abastecidos no Paraguai

    Sem combustível, veículos da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu são abastecidos no Paraguai


    Medida emergencial foi tomada pelo Comitê de Fronteira para que o desabastecimento não prejudique os serviços de segurança. Veículos da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu foram escoltados pela polícia paraguaia até um dos postos de...


    Medida emergencial foi tomada pelo Comitê de Fronteira para que o desabastecimento não prejudique os serviços de segurança. Veículos da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu foram escoltados pela polícia paraguaia até um dos postos de combustíveis de Ciudad del Este Rick Pontes/Arquivo Pessoal Dez veículos da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, cruzaram a fronteira na noite de quinta-feira (24) para abastecer em um dos postos de combustíveis de Ciudad del Este, no Paraguai. Greve de caminhoneiros: 5º dia de protestos causa impactos em diferente setores no Paraná; acompanhe A medida emergencial foi tomada pelo Comitê de Fronteira para que o desabastecimento de combustíveis em Foz do Iguaçu e região provocado pela greve nacional dos caminhoneiros não prejudique os serviços de segurança na cidade. A prefeita de Ciudad del Este, Sandra Zacarias, também disponibilizou um estoque de 5 mil litros de soro fisiológico, caso as unidades de saúde fiquem desabastecida do produto. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
    Moradores fazem fila para receber leite que seria jogado fora por produtores de Ouro Verde do Oeste; VÍDEO

    Moradores fazem fila para receber leite que seria jogado fora por produtores de Ouro Verde do Oeste; VÍDEO


    Sem poder transportar o leite até os laticínios, produtores decidiram distribuí-lo à população; ato na quinta-feira (24) foi em apoio à greve dos caminhoneiros. Em apoio à greve dos caminhoneiros, produtores distribuem leite em Ouro Verde do...


    Sem poder transportar o leite até os laticínios, produtores decidiram distribuí-lo à população; ato na quinta-feira (24) foi em apoio à greve dos caminhoneiros. Em apoio à greve dos caminhoneiros, produtores distribuem leite em Ouro Verde do Oeste Moradores de Ouro Verde do Oeste, no oeste do Paraná, formaram fila na tarde de quinta-feira (24) para receber o leite que seria dispensado pelos produtores da cidade. Assista ao vídeo da fila para a distribuição do leite. Greve de caminhoneiros: 5º dia de protestos causa impactos em diferente setores no Paraná; acompanhe De acordo com o corretor de imóveis Estaziaque Brandt, que fez as imagens, mil litros do produtos foram distribuídos para cerca de 350 pessoas no protesto que está sendo mantido por caminhoneiros na PR-317, na saída para Toledo. Sem poder transportar o leite até os laticínios e em apoio aos caminhoneiros, os produtores decidiram distribuir o que seria jogado fora, já que as vacas precisam ser ordenhadas e não há mais espaço para o armazenamento. Centenas de pessoas formaram fila para receber o leite distribuído pelos produtores de Ouro Verde do Oeste Estaziaque Brandt/Arquivo Pessoal Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
    Caminhões são abastecidos e coleta de lixo é retomada em Londrina

    Caminhões são abastecidos e coleta de lixo é retomada em Londrina


    Caminhão carregado com combustível foi escoltado pela Polícia Militar da central de distribuição até a sede da empresa responsável pela coleta na cidade. Caminhão carregado com combustível chegou na sede da empresa após ser escoltado pela...


    Caminhão carregado com combustível foi escoltado pela Polícia Militar da central de distribuição até a sede da empresa responsável pela coleta na cidade. Caminhão carregado com combustível chegou na sede da empresa após ser escoltado pela Polícia Militar CMTU/Divulgação A coleta de lixo nos bairros de Londrina, no norte do Paraná, que tinha sido suspensa na quinta-feira (24), foi retomada nesta sexta-feira (25). A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e a empresa responsável pela coleta conseguiram o cumprimento de uma decisão judicial que garantiu o abastecimento de combustível no reservatório da empresa. Os protestos dos caminhoneiros nas rodovias do Paraná chegou ao 5º dia, e os profissionais protestam contra o aumento do diesel. No Paraná, são mais de 200 pontos de manifestações, apesar do acordo anunciado na noite de quinta (24) para suspender paralisação por 15 dias. A greve também continua em outros estados. O caminhão carregado com combustível foi escoltado pela Polícia Militar (PM) da central de distribuição de combustíveis de Londrina até a sede da empresa que fica na BR-369. O veículo chegou na empresa por volta das 11h e, aos poucos, os caminhões da coleta são abastecidos e liberados. Com a chegada deste carregamento de combustível, a coleta vai ocorrer normalmente até segunda-feira (28). A empresa e a CMTU vão fazer uma nova reavaliação na segunda-feira, caso a paralisação dos caminhoneiros continue. Diariamente, são coletados entre 380 e 400 toneladas de lixo, conforme a CMTU. Reflexos no município Como há falta de combustível, o funcionamento do transporte coletivo foi reduzido, há registro de desabastecimento de gêneros alimentícios e de gás e ainda não há informação sobre o fim da greve dos caminhoneiros, a prefeitura decidiu suspender as atividades. O município conseguiu uma reserva técnica de 2,5 mil litros de óleo diesel para utilização nas sete ambulâncias. Essa quantidade dará por aproximadamente 15 dias. As viaturas da Guarda Municipal também estão com os tanques abastecidos. A Prefeitura de Londrina anunciou a suspensão das aulas da rede municipal de ensino na segunda-feira (28). Serão 38.167 alunos sem aulas. Dessa forma, a Secretaria Municipal de Educação espera não prejudicar os pais e funcionários que já enfrentam dificuldade em locomoção. A Secretaria Municipal de Educacao vai encaminhar novas orientações na segunda-feira. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
    Greve dos caminhoneiros faz atrativos turísticos de Foz do Iguaçu reduzirem horários de saídas de ônibus

    Greve dos caminhoneiros faz atrativos turísticos de Foz do Iguaçu reduzirem horários de saídas de ônibus


    Mudanças são válidas a partir desta sexta-feira (25) e atingem o Complexo Turístico de Itaipu e o Parque Nacional do Iguaçu. O número de saídas para a visita panorâmica, principal atrativo do Complexo Turístico de Itaipu, será reduzido de 25...


    Mudanças são válidas a partir desta sexta-feira (25) e atingem o Complexo Turístico de Itaipu e o Parque Nacional do Iguaçu. O número de saídas para a visita panorâmica, principal atrativo do Complexo Turístico de Itaipu, será reduzido de 25 para 13 por dia Rubens Fraulini/Itaipu Binacional Alguns dos atrativos turísticos de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, estão tendo horários de saídas de ônibus reduzidos a partir desta sexta-feira (25). Greve de caminhoneiros: 5º dia de protestos causa impactos em diferente setores no Paraná; acompanhe O contingenciamento é reflexo da greve nacional dos caminhoneiros, iniciada na segunda-feira (21), e da consequente falta de combustíveis. No Complexo Turístico de Itaipu, a capacidade de atendimento aos turistas será reduzida em 45% até pelo menos terça-feira (29). O número de saídas para a visita panorâmica, principal atrativo do complexo, será reduzid de 25 para 13 por dia. As saídas para o circuito especial passarão de 12 para seis. A medida afeta ainda os passeios no Refúgio Biológico Bela Vila e ao Polo Astronômico. Em alguns horários, serão usados ônibus menores e de menor capacidade. Mais informações sobre os horários podem ser obtidas no site do Complexo Turístico de Itaipu. Cataratas do Iguaçu Já no Parque Nacional do Iguaçu, a frota será mantida, porém as saídas do Centro de Recepção de Visitantes até as Cataratas do Iguaçu serão otimizadas. Os 18 ônibus da frota só iniciarão o passeio quando a lotação de passageiros estiver completa. O horário de atendimento, das 9h às 17h, não terá alterações. No Parque Nacional do Iguaçu, os 18 ônibus da frota só iniciarão o passeio quando a lotação de passageiros estiver completa Cataratas do Iguaçu S. A. / Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.

    Aulas de escolas municipais são suspensas por causa da greve dos caminhoneiros


    Prefeituras de Marialva e de Londrina suspenderam as atividades das escolas. Em Floresta, transporte escolar e de trabalhadores foi suspenso. A falta de combustíveis nas cidades paranaenses está refletindo em serviços básicos dos municípios. A...

    Prefeituras de Marialva e de Londrina suspenderam as atividades das escolas. Em Floresta, transporte escolar e de trabalhadores foi suspenso. A falta de combustíveis nas cidades paranaenses está refletindo em serviços básicos dos municípios. A Prefeitura de Marialva, no norte do Paraná, emitiu um decreto suspendendo as aulas de escolas municipais nesta sexta-feira (25). Em Londrina, a suspensão será, por enquanto, apenas na segunda-feira (28). Já em Maringá, as aulas foram canceladas na segunda, terça (29) e quarta-feira (30). Em Marialva, a suspensão atinge 2.884 alunos dos níveis Infantil 4 ao quinto ano. Os Centros Municipais de Educação Infantil estão atendendo normalmente. Em Londrina, serão 38.167 alunos sem aulas. Em Maringá, aproximadamente 40 mil alunos ficarão em casa na próxima semana. Os protestos dos caminhoneiros nas rodovias do Paraná chegou ao 5º dia nesta sexta-feira. Os profissionais protestam contra o aumento do diesel. ACOMPANHE OS PROTESTOS NO PARANÁ No início da manhã, são mais de 200 pontos de manifestações, apesar do acordo anunciado na noite de quinta (24) para suspender paralisação por 15 dias. A greve também continua em outros estados. Decreto em Marialva Segundo o decreto municipal, a suspensão das aulas em Marialva é uma medida de prevenção para economizar combustível. Os ônibus do transporte escolar ainda têm combustível, mas como não há previsão de normalização dos estoques, a prefeitura decidiu suspender as aulas. Como produtos que fazem parte da merenda escolar também não estão chegando na cidade, a prefeitura também está preocupada com o estoque de alimentos. A suspensão nessa sexta-feira também ajudará a manter a quantidade de comida disponível. Suspensão das aulas em Londrina A Prefeitur ade Londrina, na região norte, anunciou a suspensão das aulas da rede municipal de ensino na segunda-feira (28). Como há falta de combustível, o funcionamento do transporte coletivo foi reduzido, há registro de desabastecimento de gêneros alimentícios e de gás e ainda não há informação sobre o fim da greve dos caminhoneiros, a prefeitura decidiu suspender as atividades. Dessa forma, a Secretaria Municipal de Educação espera não prejudicar os pais e funcionários que já enfrentam dificuldade em locomoção. A Secretaria Municipal de Educacao vai encaminhar novas orientações na segunda-feira. Sem aulas por três dias As 51 escolas e 63 creches municipais de Maringá não terão aulas na segunda, terça e quarta-feira. A decisão foi tomada na manhã desta sexta-feira pela Prefeitura de Maringá. A medida ocorre devido à escassez de combustível para abastecer a frota de vans e ônibus que fazem o transporte de estudantes e de gás, necessário para o preparo de merenda. Conforme a prefeitura são servidas 80 mil refeições diariamente . As aulas suspensas na próxima semana serão compensadas nos dias 27 de setembro, 16 de novembro e 21 de dezembro. Alunos perdem aulas Em Floresta, também no norte, a frota de ônibus municipal parou nesta sexta-feira. Os 15 ônibus que realizam o transporte de estudantes e de trabalhadores não sairam da garagem municipal. Não há combustível no município desde terça-feira (22). De acordo com o secretário de Serviços Públicos, aproximadamente 500 pessoas foram prejudicadas com a medida. Conforme o município, só há combustível para as quatro ambulâncias e os dois caminhões que fazem a coleta de lixo. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, as aulas não foram suspensas, mas cerca de 170 alunos não compareceram nos colégios nesta sexta-feira. As faltas serão abonadas e a previsão é que o conteúdo seja retomado. As escolas do município têm merenda para mais quatro dias. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
    Receita Federal e BPFron apreendem 900 litros de gasolina na Ponte da Amizade

    Receita Federal e BPFron apreendem 900 litros de gasolina na Ponte da Amizade


    Segundo os agentes, combustível estava sendo transportado de forma fracionada em veículos brasileiros que voltavam do Paraguai; prática é considerada contrabando. Os flagrantes de contrabando de combustível do Paraguai foram feitos entre a noite...


    Segundo os agentes, combustível estava sendo transportado de forma fracionada em veículos brasileiros que voltavam do Paraguai; prática é considerada contrabando. Os flagrantes de contrabando de combustível do Paraguai foram feitos entre a noite de quinta (24) e a manhã desta sexta-feira (25) Receita Federal/Divulgação Fiscais da Receita Federal e policiais do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) apreenderam cerca de 900 litros de gasolina na aduana da Ponte Internacional da Amizade, entre Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, e Ciudad del Este, no Paraguai. Greve de caminhoneiros: 5º dia de protestos causa impactos em diferente setores no Paraná; acompanhe Os flagrantes de contrabando de combustível foram feitos entre a noite de quinta (24) e a manhã desta sexta-feira (25). Segundo os agentes, a gasolina estava sendo transportada em veículos com placas brasileiras que voltavam do país vizinho. Os responsáveis podem responder por contrabando, cuja pena varia de um a quatro anos de reclusão, mais o pagamento de multa. Em caso de flagrante, o produto é apreendido. E, se caracterizado o fim comercial, o veículo usado no transporte também é apreendido. Além disso, no Brasil, o transporte inadequado de combustíveis é proibido pelo Código Brasileiro de Trânsito (CBT) e considerado crime ambiental. Com o desabastecimento nos postos de combustíveis em Foz do Iguaçu, o movimento de motoristas procurando os estabelecimentos paraguaios tem aumentado desde quarta-feira (23). Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
    Hospital e Maternidade São José dos Pinhais está com problemas no abastecimento de oxigênio

    Hospital e Maternidade São José dos Pinhais está com problemas no abastecimento de oxigênio


    Cirurgias eletivas estão suspensas temporariamente, pelo menos, até segunda-feira (28). Hospital e Maternidade São José dos Pinhais está com pouco estoque de oxigênio Bruno Fávaro/RPC O Hospital e Maternidade São José dos Pinhais, na Região...


    Cirurgias eletivas estão suspensas temporariamente, pelo menos, até segunda-feira (28). Hospital e Maternidade São José dos Pinhais está com pouco estoque de oxigênio Bruno Fávaro/RPC O Hospital e Maternidade São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, está com problemas no abastecimento de oxigênio nesta sexta-feira (25). O estoque chegou a 30%, De acordo com o hospital, os caminhões da empresa que fornece o oxigênio não conseguem ir até a central de distribuição para fazer as entregas, por causa do protesto que ocorre nas rodovias há cinco dias. Greve de caminhoneiros: 5º dia de protestos causa impactos em diferente setores no Paraná. Por essa razão, o hospital estabeleceu um plano de contigência: as cirurgias eletivas estão suspensas temporariamente. O estoque de oxigênio do hospital é direcionado para os pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) – adulto e pediátrica. As cirurgias eletivas vão ser retomadas na segunda-feira (28), se a greve dos caminhoneiros acabar ainda nesta semana. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
    Greve dos caminhoneiros adia concurso público do Conselho Regional de Medicina do Paraná

    Greve dos caminhoneiros adia concurso público do Conselho Regional de Medicina do Paraná


    Provas estavam marcadas para domingo (27); nova data ainda não foi divulgada. Protestos dos caminhoneiros adiam concurso do Conselho Regional de Medicina do Paraná Divulgação A greve dos caminhoneiros, que chega ao 5º dia nesta sexta-feira (25),...


    Provas estavam marcadas para domingo (27); nova data ainda não foi divulgada. Protestos dos caminhoneiros adiam concurso do Conselho Regional de Medicina do Paraná Divulgação A greve dos caminhoneiros, que chega ao 5º dia nesta sexta-feira (25), também refletiu no concurso público do Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR). As provas, marcadas para domingo (27), foram adiadas. Desde segunda-feira (21), a categoria protesta em estradas federais e estaduais de todo o Brasil contra o aumento no preço do diesel. Nesta manhã, no Paraná, havia pelo menos 200 pontos de bloqueio - as manifestações ocorrem mesmo depois de um acordo com o governo federal. Segundo o CRM-PR e a organizadora do concurso público, a paralisação dos caminoneiros em todo o país gera "efeitos e consequências inevitáveis com relação ao deslocamento e à segurança dos candidatos". A decisão do adiamento saiu na quinta-feira (27). Até esta manhã desta sexta-feira, a nova data do concurso público ainda não tinha sido divulgada. O concurso O concurso oferece vagas para os seguintes cargos: Copeira; Agente operacional; Operador de áudio e vídeo; Profissional de suporte administrativo (2); Advogado; Analista de Tecnologia da Informação; Bibliotecário; Contador; Designer; Jornalista; Médico fiscal; Programador de tecnologia da tnformação; Revisor de texto. Com jornadas de trabalho de 20 a 40 horas semanais, as remunerações variam entre R$ 1.138,09 a R$ 6.669,34. As vagas são para cidades de todo o estado: Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Londrina, Maringá, Paranavaí, Pato Branco, Ponta Grossa, Rio Negro, Santo Antônio da Platina, Toledo e Umuarama. Mais reflexos da greve Os reflexos da greve dos caminhoneiros são sentidos em diversos setores da economia. Em cidades de todas as regiões do Paraná, há falta de combustíveis e de gás de cozinha; redução da frota do transporte coletivo; supermercados e feiras desabastecidos; além de aulas e coleta de lixo suspensas. A agroindústria e a indústria automotiva – dois pilares da economia paranaense – são considerados por especialistas os setores mais impactados nos primeiros dias de paralisação dos caminhoneiros. O Porto de Paranaguá, no litoral, também foi atingido pelos protestos. A movimentação diária das operações de granéis tinha caído, até quinta-feira, 27%: de 150 mil toneladas 110 mil toneladas. Gondolas de verduras, frutas e legumes em mercado de Ponta Grossa estão vazias Vanessa Rumor/RPC Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
    Cobrador de ônibus morre ao ser esfaqueado em Curitiba, diz polícia

    Cobrador de ônibus morre ao ser esfaqueado em Curitiba, diz polícia


    Situação ocorreu na noite de quinta-feira (24), no bairro Água Verde; segundo a polícia, suspeito fala em vingança. Homem armado com uma faca invadiu a estação-tubo Água Verde e anunciou assalto Tony Mattoso/RPC Um cobrador de ônibus de 52...


    Situação ocorreu na noite de quinta-feira (24), no bairro Água Verde; segundo a polícia, suspeito fala em vingança. Homem armado com uma faca invadiu a estação-tubo Água Verde e anunciou assalto Tony Mattoso/RPC Um cobrador de ônibus de 52 anos foi morto com cerca de 10 facadas no bairro Água Verde, em Curitiba, na noite de quinta-feira (24), de acordo com a Polícia Militar (PM). O suspeito do crime foi preso. A situação ocorreu na Avenida Presidente Getúlio Vargas, na esquina com a Rua Silveira Peixoto, por volta das 22h. Segundo a informações da Polícia Civil, um jovem de 24 anos invadiu a estação-tubo Água Verde com uma faca. Assustado, o cobrador correu para pedir socorro, mas foi alcançado pelo suspeito, que o esfaqueou enquanto eles lutavam. Um investigador de polícia que mora nas proximidades ouviu os gritos, prendeu o suspeito e chamou a PM. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) também foi chamado, mas o cobrador não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Enquanto o investigador de polícia tentava socorrer a vítima, conforme a Polícia Civil, testemunhas do crime agrediram o suspeito. Ferido, ele foi encaminhado ao Hospital Evangélico e, depois, para a Central de Flagrantes. Segundo a Polícia Civil, em depoimento, o jovem disse que matou o cobrador de ônibus porque era abusado sexualmente por ele quando criança. Falou, ainda, que não se arrepende do crime. Com ele, os policiais apreenderam três gramas de maconha. O suspeito foi autuado por homicídio qualificado e posse de drogas para consumo pessoal e está preso na carceragem da Central de Flagrantes da Capital aguardando remoção para o Complexo Médico-Penal (CMP). Cobrador não resistiu aos ferimentos de faca e morreu no local Tony Matoso/RPC Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
    Protesto dos caminhoneiros nas estradas do Paraná chega ao 5º dia

    Protesto dos caminhoneiros nas estradas do Paraná chega ao 5º dia


    No início da manhã desta sexta-feira (25), são mais de 221 pontos de manifestações. Caminhoneiros continuam protestando na BR-277, em Cascavel, na manhã desta sexta (25) Cícero Bittencourt/RPC Os protestos dos caminhoneiros nas rodovias do...


    No início da manhã desta sexta-feira (25), são mais de 221 pontos de manifestações. Caminhoneiros continuam protestando na BR-277, em Cascavel, na manhã desta sexta (25) Cícero Bittencourt/RPC Os protestos dos caminhoneiros nas rodovias do Paraná chegou ao 5º dia nesta sexta-feira (25). Eles protestam contra o aumento do diesel. No início da tarde, eram 221 pontos de manifestações, apesar do acordo anunciado na noite de quinta (24) para suspender paralisação por 15 dias. A greve também continua em outros estados. Paralisação continuava em Londrina na manhã desta sexta-feira (25) Alberto D'angele/RPC Estradas federais De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), há 82 pontos de protestos nas estradas federais. A última atualização foi feita pela PRF às 13h12. Não há interdições totais nas rodovias federais, conforme a PRF. Uma determinação judicial proíbe que os caminhoneiros fechem totalmente as estradas federais, sob pena de multa de R$ 100 mil por hora. A decisão é de 19 de maio. Após acordo para fim do protesto, caminhoneiros continuam parados BR-277 em Cascavel Veja onde ocorrem os protestos: PRF atualiza nº dos protestos nas estradas federais do Paraná na tarde desta sexta (25) PRF/Divulgação Estradas estaduais Nas rodovias estaduais, são 139 locais onde há protestos, segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE). O balanço da PRE é do meio-dia. MAPA: Confira onde ocorrem os protestos. Protesto continua, na manhã desta sexta (25), na PR-445, no norte do Paraná Alberto D'angele/RPC O acordo Depois de uma reunião de mais de seis horas com representantes de entidades de caminhoneiros, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Carlos Marun (Secretaria de Governo), Eduardo Guardia (Fazenda) e Valter Casimiro (Transportes) anunciaram a proposta do governo de um acordo para a suspensão da paralisação da categoria. Ministros e representantes dos caminhoneiros durante entrevista no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (24) Guilherme Mazui/G1 Pelo texto do acordo, os representantes das entidades de caminhoneiros que ficaram até o final da reunião se comprometeram (à exceção de um) a "apresentar aos manifestantes" os termos do acordo. Questionado se, com o anúncio, haverá normalização da situação, Padilha disse acreditar que a "qualquer momento" o movimento dos caminhoneiros começará a ser “desativado”. O ministro prevê que, até segunda-feira (28), estará normalizada a situação nas rodovias. A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) informou que as entidades presentes nas negociações "jamais aceitaram as pressões para suspender a paralisação. O documento com o governo só foi assinado para garantir que o Governo manteria aquelas propostas caso a categoria as aceitasse". Conforme a CNTA, as entidades que assinaram o documento apenas apresentam as propostas à categoria que está mobilizada nas rodovias "para que cada local decida se isso é suficiente para suspender o movimento ou continuar". Reflexos no Paraná Os reflexos da greve dos caminhoneiros são sentidos em diversos setores e cidades do estado. Mapa do reflexo da paralisação dos caminhoneiros por região no Paraná Letícia Cesar/RPC Combustíveis Não há mais combustíveis disponíveis em Londrina, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu e em vários outros municípios do Paraná desde quinta. A informação foi divulgada sindicato que representa os revendedores, o Sindicombustíveis-PR. Gasolina acaba em postos de Londrina, Ponta Grossa, Cascavel e Foz do Iguaçu, diz sindicato Procon registra 180 reclamações por preços abusivos de combustíveis Gasolina acaba em postos de Londrina, Ponta Grossa, Cascavel e Foz do Iguaçu, diz sindicato Postos de Ponta Grossa e União da Vitória estão sem etanol e gasolina, diz sindicato Postos em Curitiba estão sem combustíveis Michele Cartelli/ RPC Curitiba Gás de cozinha Metade das revendas de gás de cozinha de Curitiba e Região Metropolitana está sem estoque do produto, segundo a Associação Brasileira de Revenda de Gás (Abragás). De acordo com a Abragás, as distribuidoras responsáveis pelo envase do gás, não têm como transportar os botijões Falta gás de cozinha em metade das revendas de Curitiba e Região, diz Abragás Abragás afirma que, por causa da paralisação de caminhoneiros, nas rodovias não estão conseguindo transportar o produto Paola Manfroi/RPC Curitiba Transporte coletivo Houve redução da frota do transporte coletivo em algumas cidades. Linhas do transporte coletivo de Foz do Iguaçu, Cascavel e Toledo têm horários reduzidos Com redução da oferta de combustível, horários do transporte público de Londrina são alterados Porto O Porto de Paranaguá, no litoral, também foi atingido pelos protestos. A movimentação diária das operações de granéis tinha caído, até quinta-feira, 27%: de 150 mil toneladas 110 mil toneladas. Protesto dos caminhoneiros reflete no Porto de Paranaguá e diminui operações de granéis em 27% Até quinta-feira (24), greve dos caminhoneiros tinha diminuído em 27% as operações de granéis no Porto de Paranaguá, segundo a Appa Appa/Divulgação Aeroportos A Infraero informou que os aeroportos de Londrina e Foz do Iguaçu têm combustível para um ou no máximo dois dias. Educação Várias universidades estaduais e a Universidade Federal do Paraná (UFPR) anunciaram a suspensão das aulas devido à paralisação dos caminhoneiros. Universidade Estadual do Norte do Paraná suspende aulas devido à paralisação dos caminhoneiros UEPG suspende aulas devido à paralisação dos caminhoneiros Unioeste suspende aulas por causa da greve dos caminhoneiros UEPG suspende aulas devido à paralisação dos caminhoneiros Divulgação/UEPG Indústria Cerca de 2 milhões de frangos deixaram de ser abatidos no estado em razão da mobilização. Cooperativas também suspenderam o abate de suínos. Com paralisação de caminhoneiros, 2 milhões de frangos deixam de ser abatidos no Paraná Cooperativa suspende abate de suínos Frimesa suspendeu o abate de suíno em Medianeira. Funcionários não estão trabalhando no setor Frimesa/Divulgação Supermercados Supermercados das regiões norte, noroeste e dos Campos Gerais não estão conseguindo repor legumes, verduras, frutas, carnes bovinas e frango nas gôndolas. Protestos dos caminhoneiros no Paraná desabastecem mercados Gôndolas de verduras, frutas e legumes em mercado de Ponta Grossa estão vazias Vanessa Rumor/RPC Ceasas A comercialização de frutas e verduras nas cinco Ceasas do Paraná (Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu) caiu 80% com as manifestações dos caminhoneiros pelas estradas do país, de acordo com a central técnica. Os centros de distribuição estão abertos, embora com poucos produtos, mas quase ninguém aparece para fazer compras. Compradores somem das cinco Ceasas do Paraná, e vendas caem 80% Ceasa de Maringá foi bloqueado nesta quinta-feira Ceasa/Divulgação Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
    Paraná, quinta-feira, 24 de maio de 2018

    Paraná, quinta-feira, 24 de maio de 2018


    Boa noite! Aqui estão as principais notícias para você terminar o dia bem-informado. O protesto dos caminhoneiros contra o aumento no preço do diesel chegou ao 4º dia nas rodovias do Paraná nesta quinta-feira (24). Os reflexos dos bloqueios se...


    Boa noite! Aqui estão as principais notícias para você terminar o dia bem-informado. O protesto dos caminhoneiros contra o aumento no preço do diesel chegou ao 4º dia nas rodovias do Paraná nesta quinta-feira (24). Os reflexos dos bloqueios se intensificaram, a exemplo do desabastecimento de mercados e falta de combustíveis. Mapa do reflexo da paralisação dos caminhoneiros por região no Paraná Letícia Cesar/RPC Antes do anúncio, no fim da noite, do acordo costurado entre o governo federal e representantes dos caminhoneiros para suspender a greve, o Governo do Paraná e manifestantes acordaram em liberar veículos carregados com produtos essenciais nos bloqueios. Reflexos da paralisação: Protestos dos caminhoneiros no Paraná desabastecem mercados e postos de combustíveis Prefeitura e polícia escoltam caminhões com combustível para ônibus e ambulâncias de Curitiba Gasolina acaba em postos de Londrina, Ponta Grossa, Cascavel e Foz do Iguaçu, diz sindicato Procon registra 180 reclamações por preços abusivos de combustíveis Falta gás de cozinha em metade das revendas de Curitiba e Região, diz Abragás Compradores somem das cinco Ceasas do Paraná, e vendas caem 80% Protesto dos caminhoneiros reflete no Porto de Paranaguá e diminui operações de granéis em 27% Agro e indústria automotiva são setores mais impactados no Paraná com bloqueios Aumento de salário Os vereadores de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, recuaram e não terão aumento de salário, de acordo com o presidente da Câmara, Sebastião Mainardes (DEM). Ele informou a decisão dos vereadores nesta quinta. Vereadores de Ponta Grossa anunciam que vão vetar aumento dos próprios salários Na quarta-feira (23), um projeto foi aprovado concedendo reajuste de 3,86% para vereadores e de 5% para os servidores da Casa. Mortes por gripe A Secretaria da Saúde do Estado do Paraná (Sesa) confirmou, na quarta, quatro mortes por gripe no intervalo de uma semana. Os casos foram registrados em Curitiba; Colorado, no norte; Matelândia, no oeste; e Planalto, no sudoeste. Neste ano, foram 14 mortes por gripe confirmadas em 12 cidades. As vítimas tinham entre 24 e 97 anos. Desse total, oito óbitos foram provocados pela subtipagem A(H3); cinco pela A(H1N1); e um foi classificado como em consequência de "influenza A não subtipado". Curtas e rápidas Seis suspeitos são presos em operação contra quadrilha de ladrões de empresas Réplicas de cabines de telefone inglesas de Londrina são usadas como banheiro Gaeco faz operação contra esquema de alteração no cadastro do IPTU em Londrina Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

    Vereadores de Ponta Grossa recuam e não terão aumento de salário, diz presidente


    Projeto que concede reajuste a servidores e vereadores foi aprovado na quarta-feira (23).  Vereadores de Ponta Grossa anunciam que vão vetar aumento dos próprios salários Os vereadores de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, recuaram e não...

    Projeto que concede reajuste a servidores e vereadores foi aprovado na quarta-feira (23).  Vereadores de Ponta Grossa anunciam que vão vetar aumento dos próprios salários Os vereadores de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, recuaram e não terão aumento de salário, de acordo com o presidente da Câmara, Sebastião Mainardes (DEM). Ele informou a decisão dos vereadores nesta quinta-feira (24). Na quarta-feira (23), um projeto foi aprovado concedendo reajuste de 3,86% para vereadores e de 5% para os servidores da Casa. O projeto do reajuste não estava na pauta do dia. Contudo, após a abertura da sessão, o vereador Jorge da Farmácia pediu para incluir. Os vereadores aprovaram, por 23 votos contra um, em primeira e em segunda discussão na mesma tarde. Conforme o presidente, os vereadores não poderiam deixar de apresentar o projeto de reajuste. "Sempre votamos com o Executivo, que não mandou o projeto. A data base é maio. É lei. Não é minha vontade. E tínhamos limite legal [para o aumento]", disse. Mainardes afirmou também que o recuo se deu após uma reunião entre os vereadores nesta quinta. Segundo ele, a Câmara pedirá ao prefeito que vete a parte do projeto que trata dos vereadores, mantendo o reajuste aos servidores. A remuneração dos vereadores de Ponta Grossa atualmente é de R$ 10.063,39. Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.
    VÍDEOS: Paraná TV 2ª edição de quinta-feira, 24 de maio

    VÍDEOS: Paraná TV 2ª edição de quinta-feira, 24 de maio


    Assista aos vídeos dos telejornais com as notícias do Paraná. Assista aos vídeos dos telejornais com as notícias do...


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    Manifestantes e governo selam acordo para liberação de cargas essenciais no Paraná

    Manifestantes e governo selam acordo para liberação de cargas essenciais no Paraná


    Protestos podem continuar nas rodovias, conforme o tratado, contanto que os caminhões com cargas consideradas prioritárias não fiquem parados. Mobilização nacional já tem quatro dias Dionisio Mathias/RPC Representantes do governo do Paraná e...


    Protestos podem continuar nas rodovias, conforme o tratado, contanto que os caminhões com cargas consideradas prioritárias não fiquem parados. Mobilização nacional já tem quatro dias Dionisio Mathias/RPC Representantes do governo do Paraná e dos caminhoneiros que protestam nas estradas do estado selaram um acordo, no fim da tarde desta quinta-feira (24), para que veículos carregados com produtos essenciais sejam liberados nos bloqueios. Os protestos podem continuar nas rodovias, conforme o tratado, contanto que os caminhões prioritários não fiquem parados. Já são quatro dias de mobilização nacional. As cargas consideradas essenciais são: Oxigênio Remédios, Combustível para ambulâncias Rações para animais Cargas animais, como frangos e porcos Os caminhões com as cargas especificadas serão identificados com adesivo, que começa a ser distrubuído pela Defesa Civil a partir do meio-dia da sexta-feira (25). Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
    Procon registra 180 reclamações por preços abusivos de combustíveis

    Procon registra 180 reclamações por preços abusivos de combustíveis


    Número foi divulgado no fim da tarde desta quinta-feira (24). Órgão disponibiliza sistema específico para denúncias. O Procon-PR orienta que todos os consumidores devem exigir nota fiscal que discrimine o valor pago por litro de combustível e a...


    Número foi divulgado no fim da tarde desta quinta-feira (24). Órgão disponibiliza sistema específico para denúncias. O Procon-PR orienta que todos os consumidores devem exigir nota fiscal que discrimine o valor pago por litro de combustível e a quantidade abastecida Divulgação/Prefeitura de Campos O Procon-PR registrou 180 reclamações por preços abusivos de combustíveis nesta quinta-feira (24). No início da tarde, o órgão lançou uma ferramenta online para receber, especificamente, denúncias relacionadas aos preços de combustíveis. De acordo com a diretora do Procon-PR, Claudia Silvano, as reclamações foram registradas no sistema, que está em funcionamento desde às 12h30, ou por fiscais - de várias cidades do estado - que estão indo a campo para verificar a situação provocada pela greve dos caminhoneiros. Segundo ela, a justificativa dos proprietários aos fiscais é a de que houve reajuste represado, quando o aumento já poderia ter sido repassado e não foi. Claudia diz ainda que se for comprovada a cobrança abusiva os estabelecimentos podem ser multados. Orientação O Procon-PR orienta que todos os consumidores devem exigir nota fiscal que discrimine o valor pago por litro de combustível e a quantidade abastecida. Em casos de abuso no preço em razão da falta de combustíveis será necessário registrar a demanda no órgão. As práticas abusivas ocorrem nos casos em que há elevação injustificada do preço aproveitando-se de uma determinada situação. Para tanto, é necessária uma avaliação de cada caso. As denúncias podem ser realizadas pessoalmente, pelo site do órgão ou pelo telefone 0800-411512. MP abre inquérito O Ministério Público do Paraná (MP-PR) instaurou nesta quinta um inquérito civil para apurar se os aumentos nos preços dos combustíveis comercializados nos postos de Curitiba correspondem efetivamente aos reajustes praticados pelas distribuidoras. Segundo o MP-PR, a abertura do procedimento foi motivada "pelas notícias de sucessivas elevações nos valores dos combustíveis, aplicadas pelos estabelecimentos após a greve dos caminhoneiros". Ao justificar a apuração, a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor da capital pondera que, embora o ordenamento jurídico permita o aumento dos preços, veda a correção abusiva. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
    Falta gás de cozinha em metade das revendas de Curitiba e Região, diz Abragás

    Falta gás de cozinha em metade das revendas de Curitiba e Região, diz Abragás


    Associação Brasileira de Revenda de Gás afirma que, por causa da paralisação de caminhoneiros, distribuidoras não conseguem transportar o produto. Abragás afirma que, por causa da paralisação de caminhoneiros, nas rodovias não estão...


    Associação Brasileira de Revenda de Gás afirma que, por causa da paralisação de caminhoneiros, distribuidoras não conseguem transportar o produto. Abragás afirma que, por causa da paralisação de caminhoneiros, nas rodovias não estão conseguindo transportar o produto Paola Manfroi/RPC Curitiba Metade das revendas de gás de cozinha de Curitiba e Região Metropolitana está sem estoque do produto, segundo a Associação Brasileira de Revenda de Gás (Abragás). O desabastecimento, conforme a associação, é devido à paralisação de caminhoneiros, que entrou no quarto dia nesta quinta-feira (24). De acordo com a Abragás, as distribuidoras responsáveis pelo envase do gás, não têm como transportar os botijões. O presidente da Abragás, José Luiz Rocha, afirma que a região de Curitiba tem mais de mil revendas. O preço médio do botijão em Curitiba, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), é de R$ 65. Estoques A funcionária Andressa Cardoso, que trabalha em uma revenda de gás no bairro Bacacheri, em Curitiba, conta que o estoque da empresa tinha dois botijões disponíveis para venda no final da tarde desta quinta-feira (24). Segundo ela, o caminhão que transporta cerca de 300 botijões do produto para o estoque da empresa veio pela última vez na quarta-feira (23). Não há previsão de quando haverá reposição. "Estamos nas últimas unidades. Depois, vamos vender apenas os outros produtos que temos, como água mineral", disse. Ela conta que também houve aumento significativo na procura pelo produto nos últimos dias. Em outra revenda, também em Curitiba, o estoque de botijões acabou às 15h e, segundo o proprietário Valmir Martins, o caminhão que transporta a carga está parado na distribuidora. "A gente vai buscar em Araucária, com caminhão próprio. Ele saiu de madrugada para carregar mas não sai de lá. Amanhã de madrugada vamos lá para tentar liberar", conta. Segundo o empresário, o caminhão transporta 350 botijões de gás de cozinha e 50 de gás industrial. Por dia, na empresa, ele afirma que vende 100 botijões. Nesta quinta-feira foram comercializados 200 unidades. "O pessoal está estocando porque estão com medo. A água mineral também está faltando", diz. Revendedores de gás de cozinha afirmam estar sem estoque do produto devido à paralisação de caminhoneiros Paola Manfroi/RPC Curitiba Paralisação nas estradas Caminhoneiros protestam contra os aumentos no preço do diesel em rodovias federais e estaduais desde segunda-feira (21). A mobilização é nacional. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que o número de pontos de manifestação nas estradas federais do Paraná chegou a 71. O balanço foi atualizado pela PRF às 16h58. Nas rodovias estaduais, houve 132 pontos de manifestação, de acordo com balanço atualizado às 16h pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE). MAPA: Confira onde ocorrem os protestos nas rodovias estaduais. Equipes da PRF monitoram manifestações nas rodovias federais do Paraná PRF/Divulgação Reflexos no Paraná Os protestos nas estradas geraram desabastecimento em mercados, postos de combustíveis e diversos outros setores em todas as regiões do estado. Com paralisação de caminhoneiros, 2 milhões de frangos deixam de ser abatidos Protestos dos caminhoneiros refletem na agropecuária; cooperativa suspende abate de suínos Aeroportos de Londrina e de Foz do Iguaçu têm pouco combustível Prefeitura muda de ideia, e Curitiba não terá mais redução de frota de ônibus Protesto dos caminhoneiros reflete no Porto de Paranaguá e diminui operações de granéis em 27% Mapa do reflexo da paralisação dos caminhoneiros por região no Paraná Letícia Cesar/RPC Veja mais notícias da região no G1 Paraná.
    Gasolina acaba em postos de Londrina, Ponta Grossa, Cascavel e Foz do Iguaçu, diz sindicato

    Gasolina acaba em postos de Londrina, Ponta Grossa, Cascavel e Foz do Iguaçu, diz sindicato


    Em Curitiba, embora a situação seja crítica, alguns caminhões têm conseguido furar os bloqueios e, por isso, não há como precisar números de postos desabastecidos, segundo o Sindicombustíveis. Postos em Curitiba estão sem...


    Em Curitiba, embora a situação seja crítica, alguns caminhões têm conseguido furar os bloqueios e, por isso, não há como precisar números de postos desabastecidos, segundo o Sindicombustíveis. Postos em Curitiba estão sem combustíveis Michele Cartelli/ RPC Curitiba Não há mais combustíveis disponíveis em Londrina, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu e em vários outros municípios do Paraná, divulgou o sindicato que representa os revendedores, o Sindicombustíveis-PR, na tarde desta quinta-feira (24). Em Cascavel, restam apenas poucos litros de etanol. A situação também é crítica em Curitiba. A maioria dos 350 postos está sem combustíveis, mas o número de estabelecimentos desabastecidos é desconhecido, porque alguns caminhões têm conseguido furar os bloqueios, diz o sindicato. Os 80 postos de Maringá também estavam praticamente sem combustíveis no fim da tarde desta quinta-feira. A previsão é de que as bombas estejam vazias até o fim da noite. O Sindicombustíveis-PR informa que segue em contato com as forças policiais para solicitar reforço para escoltar os caminhões-tanque, evitando assim problemas ainda mais graves para toda a sociedade. Veja a lista divulgada pelo Sindicombustíveis no fim da tarde desta quinta-feira: Municípios sem combustível Londrina Ponta Grossa Foz do Iguaçu Litoral do Paraná Guarapuava Medianeira Matelândia Santa Helena do Iguaçu Itaipulândia Santa Terezinha do Iguaçu São Miguel do Iguaçu Céu Azul Missal Guarapuava União da Vitória Itaperuçu Rio Branco do Sul Municípios com pouco combustível Curitiba Maringá Cascavel (só etanol) Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
    Postos de Ponta Grossa e União da Vitória estão sem etanol e gasolina, diz sindicato

    Postos de Ponta Grossa e União da Vitória estão sem etanol e gasolina, diz sindicato


    A escassez total ocorreu ainda na manhã desta quinta-feira (24). Em alguns postos das duas cidades ainda há diesel disponível, informou o sindicato.  Filas em postos de combustíveis são registradas no Paraná Alberto D'angele/RPC Os postos de...


    A escassez total ocorreu ainda na manhã desta quinta-feira (24). Em alguns postos das duas cidades ainda há diesel disponível, informou o sindicato.  Filas em postos de combustíveis são registradas no Paraná Alberto D'angele/RPC Os postos de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, e de União da Vitória, no sul do estado, estão sem etanol e gasolina, de acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do Estado do Paraná (Sindicombustíveis-PR). Em alguns postos das duas cidades ainda há diesel disponível, informou o Sindicombustíveis-PR. A escassez total de etanol e gasolina ocorreu ainda na manhã desta quinta-feira (24), conforme o sindicato, devido à greve dos caminhoneiros iniciada na segunda-feira (21). A maioria dos polos de distribuição de combustíveis do Paraná continua com acesso bloqueado pelos grevistas, segundo o sindicato. Para evitar problemas graves, o Sindicombustíveis diz estar em contato com as polícias para escoltar caminhões. "A situação no momento é muito crítica e tende a se agravar nas próximas horas", diz trecho de um comunicado emitido pelo sindicato na tarde desta quinta. Mapa do reflexo da paralisação dos caminhoneiros por região no Paraná Letícia Cesar/RPC Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.
    Compradores somem das cinco Ceasas do Paraná, e vendas caem 80%

    Compradores somem das cinco Ceasas do Paraná, e vendas caem 80%


    Centros de distribuição estão abertos, embora com poucos produtos, mas quase ninguém aparece para fazer compras. Técnicos alertam para alta nos preços. Ceasa de Maringá teve a entrada bloqueada nesta quinta-feira Ceasa/Divulgação A...


    Centros de distribuição estão abertos, embora com poucos produtos, mas quase ninguém aparece para fazer compras. Técnicos alertam para alta nos preços. Ceasa de Maringá teve a entrada bloqueada nesta quinta-feira Ceasa/Divulgação A comercialização de frutas e verduras nas cinco Ceasas do Paraná (Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu) caiu 80% com as manifestações dos caminhoneiros pelas estradas do país, de acordo com a central técnica. Os centros de distribuição estão abertos, embora com poucos produtos, mas quase ninguém aparece para fazer compras. As entradas das Ceasas de Maringá e Cascavel foram bloqueadas nesta quinta-feira (24). Alguns poucos comerciantes que já estavam na unidade conseguiram sair com pequenas cargas de hortifrutigranjeiros, principalmente com folhosas produzidas nas próprias regiões. Em Foz do Iguaçu, a movimentação também foi pequena, com poucos comerciantes também comprando folhosas produzidas na região. A unidade também abastece o Paraguai, mas os compradores não conseguem passar pelas barreiras de caminhoneiros. Na Ceasa de Curitiba, o Mercado do Produtor recebeu nesta quinta-feira (24) cerca de 90 agricultores, com pequenas cargas de hortifrutigranjeiros. Normalmente, 400 agricultores levam o que produzem ao local. Segundo informações da área técnica da Ceasa, neste período do ano, a unidade recebe boa parte das frutas de outras regiões do país. Preços Os técnicos dizem que, se há pouca entrada de produtos no mercado, a tendência é que ocorram grandes aumentos nos preços. Na Ceasa de Curitiba, a batata comum especial lavada (saco com 50 quilos), por exemplo, o preço quase dobrou: era cotada a R$ 80 na última segunda-feira (21); nesta quinta-feira, é negociada a R$ 150. Em Maringá, a batata estava cotada em média a R$ 250. Na Ceasa de Londrina, a cotação de quarta-feira (23) da batata estava a R$ 280. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
    Hospital Municipal de Foz do Iguaçu e Hospital Universitário de Cascavel suspendem realização de cirurgias eletivas

    Hospital Municipal de Foz do Iguaçu e Hospital Universitário de Cascavel suspendem realização de cirurgias eletivas


    Medida tenta evitar o prejuízo aos atendimentos de urgência e emergência. No Hospital Municipal de Foz do Iguaçu serão priorizados os atendimentos de urgência e emergência AEN/Divulgação As direções do Hospital Municipal Padre Germano...


    Medida tenta evitar o prejuízo aos atendimentos de urgência e emergência. No Hospital Municipal de Foz do Iguaçu serão priorizados os atendimentos de urgência e emergência AEN/Divulgação As direções do Hospital Municipal Padre Germano Lauck, em Foz do Iguaçu, e do Hospital Universitário (HU) de Cascavel, no oeste do Paraná, decidiram suspender a realização de cirurgias eletivas a partir da tarde desta quinta-feira (24). Em nota, o Hospital Municipal informou que a greve dos caminhoneiros, iniciada na segunda-feira (21), está afetando a entrega de medicamentos e insumos. Em média são realizadas 17 cirurgias eletivas por dia. Para evitar o desabastecimento, serão priorizados os atendimentos de urgência e emergência nas duas unidades. A assessoria de imprensa do HU de Cascavel destacou que "serão racionados itens que não prejudiquem os atendimentos, economizando o possível para que não falte nos próximos dias". Os pacientes com cirurgias agendadas deverão comunicados previamente sobre a suspensão e os reagendamentos. Veja outros reflexos no Paraná causados pela paralisação dos caminhoneiros Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
    Coleta de lixo nos bairros de Londrina é suspensa por falta de combustível

    Coleta de lixo nos bairros de Londrina é suspensa por falta de combustível


    Empresa responsável pelo serviço informou que coleta será realizada apenas na região central, a partir de sexta-feira (25). Coleta de lixo é suspensa por falta de combustível em Londrina A coleta de lixo ocorrerá apenas na região central de...


    Empresa responsável pelo serviço informou que coleta será realizada apenas na região central, a partir de sexta-feira (25). Coleta de lixo é suspensa por falta de combustível em Londrina A coleta de lixo ocorrerá apenas na região central de Londrina, no norte do Paraná, a partir desta sexta-feira (25). A informação foi repassada pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e pela Kurica Ambiental, empresa terceirizada que presta esse serviço na cidade. A decisão foi tomada por problemas no fornecimento de combustível, relacionados à mobilização dos caminhoneiros de todo o país que estão de braços cruzados em diversos pontos de rodovias. Além da paralisação da coleta, os ônibus do transporte público municipal vão parar de funcionar às 20h, voltam a rodar das 22h às 23h, e retornam somente às 5h30. A prefeitura também anunciou medidas emergenciais para economizar combustível e assim manter os serviços essenciais enquanto durar a paralisação dos caminhoneiros. O município conseguiu uma reserva técnica de 2,5 mil litros de óleo diesel para utilização nas sete ambulâncias. Essa quantidade dará por aproximadamente 15 dias. As viaturas da Guarda Municipal também estão com os tanques abastecidos. A CMTU informou que a coleta será realizada normalmente nesta quinta-feira (24). Os únicos lugares que não terão recolhimento de resíduos serão as regiões da Gleba Palhano e do Parque Guanabara. A coleta Nesta sexta-feira, a Kurica informou que vai recolher o lixo na região conhecida como quadrilátero central, que fica entre as ruas Juscelino Kubitschek, Avenida 10 de Dezembro, Ruas Eduardo Hosken e Manaus. Como é um setor de alta densidade demográfica e circulação de pessoas, a coleta não será interrompida nesse local. A CMTU acredita que essas medidas vão garantir, minimamente, a limpeza da cidade até que a situação seja normalizada. A Kurica declarou que ingressou na Justiça com uma ação para garantir o acesso dos caminhões ao fornecimento de combustível. O serviço deve ser normalizado assim que o fornecimento de combustível for normalizado. Outros reflexos da paralisação dos caminhoneiros Protestos dos caminhoneiros no Paraná desabastecem mercados e postos de combustíveis Universidade Estadual do Norte do Paraná suspende aulas devido à paralisação dos caminhoneiros Mapa do reflexo da paralisação dos caminhoneiros por região no Paraná Letícia Cesar/RPC Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
    Fábricas de veículos paralisam produção e já veem reflexo nas exportações

    Fábricas de veículos paralisam produção e já veem reflexo nas exportações


    Greve dos caminhoneiros afeta o fornecimento de peças e o fluxo logístico de distribuição das montadoras. Fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) Divulgação Pelo menos 20 fábricas de automóveis do Brasil estão paradas por causa...


    Greve dos caminhoneiros afeta o fornecimento de peças e o fluxo logístico de distribuição das montadoras. Fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) Divulgação Pelo menos 20 fábricas de automóveis do Brasil estão paradas por causa da greve de caminhoneiros, que está no quarto dia. Greve: veja mais reflexos da greve pelo país Unidades da Ford, Volkswagen, Fiat Chrysler, Chevrolet, Toyota, Nissan, Honda, Renault, Peugeot, Citroën, Caoa Chery, Volvo e Scania não produziram nesta quinta-feira (24) devido a falta de peças e problemas de logística. Algumas linhas estão paradas há mais de um dia. A Mitsubishi afirmou que irá interromper a produção em (GO) a partir desta sexta-feira (25). De acordo com a associação das fabricantes (Anfavea), o setor automotivo já espera impactos para este mês na produção, nas vendas e também nas exportações. "Se a greve dos caminhoneiros continuar até o fim de semana, é certo que todas as fábricas pararão", afirmou Antonio Megale, presidente da Anfavea. No ABC paulista, Ford e Volkswagen já estão sem produzir desde ontem. Chevrolet e Scania também pararam hoje, segundo informaram os sindicatos de metalúrgicos do ABC e de São Caetano do Sul. A General Motors (GM) não confirmou oficialmente quais unidades estão paradas, mas afirmou em nota que o movimento dos caminhoneiros tem impacto na operação. Os sindicatos dos metalúrgicos de Gravataí (RS) e São José dos Campos (SP), onde a empresa tem fábricas, afirmaram que a produção foi interrompida. Na unidade gaúcha, apenas um dos turnos estava funcionando. "Com a falta de componentes, as linhas de produção começam a ser paralisadas e também estamos enfrentando dificuldades na distribuição de veículos à rede de concessionárias”, disse a GM. A Fiat Chrysler (FCA) suspendeu a produção em Betim (MG) e em Goiana (PE) nesta quinta-feira, por causa dos bloqueios nas estradas. A empresa aproveitou a parada para fazer inventário de peças na unidade mineira. A Ford também interrompeu também as linhas em Taubaté (SP) ontem e Camaçari (BA) na segunda-feira, além de São Bernardo do Campo (SP) hoje. A Toyota informou que as unidades de Sorocaba e Indaiatuba estão paradas desde ontem, mas continua com a produção em Porto Feliz e São Bernardo - todas no estado de São Paulo. "A greve também impacta na distribuição de veículos e autopeças para a rede de concessionários e paralisou as operações de exportação", afirmou a Toyota. O complexo da Renault em São José dos Pinhais (PR) deixou de montar veículos na quarta-feira e de produzir motores hoje. A Nissan não faz veículos em Resende (RJ) desde quarta-feira. Protesto dos caminhoneiros interrompe produção na Volks em Taubaté A Volkswagen parou a linha do Gol, Up! e Voyage em Taubaté (SP) também na terça-feira, segundo o sindicato local. Oficialmente, a empresa diz que está "fazendo ajustes em seu programa de produção". O sindicato de São José dos Pinhais (PR), onde a empresa compartilha a fábrica com a Audi, afirmou que apenas o setor de estamparia estava trabalhando, com cerca de 500 funcionários. A Peugeot Citroën (PSA) e a Honda suspenderam suas linhas em Porto Real (RJ) e Sumaré (SP), respectivamente, ainda na quarta-feira. A Caoa Chery afirmou que a produção na unidade de Jacareí (SP) foi interrompida nesta quinta-feira. Fábricas paradas Ford - Camaçari (BA), Taubaté e São Bernardo do Campo (SP) FCA - Betim (MG) e Goiana (PE) Volkswagen - São Bernardo do Campo e Taubaté Chevrolet - São Caetano (SP) e São José dos Campos (SP) Renault - São José dos Pinhais (PR) Nissan - Resende (RJ) Chevrolet - São Caetano do Sul (SP) Toyota - Indaiatuba e Sorocaba (SP) Scania - São Bernardo do Campo Peugeot Citroën - Porto Real (RJ) Honda - Sumaré (SP) Caoa Chery - Jacareí (SP) e Anápolis (GO) Volvo (Curitiba)
    Por que as joaninhas 'vermelhas' estão desaparecendo do sul do Brasil

    Por que as joaninhas 'vermelhas' estão desaparecendo do sul do Brasil


    Nativa da Ásia, epécie invasora 'Harmonia axyridis' entrou no país pelo Paraná em 2002 e, cinco anos depois do primeiro registro, já respondia por 90% das joaninhas estudadas no Estado. A joaninha asiática entrou no país pelo Paraná em 2002...


    Nativa da Ásia, epécie invasora 'Harmonia axyridis' entrou no país pelo Paraná em 2002 e, cinco anos depois do primeiro registro, já respondia por 90% das joaninhas estudadas no Estado. A joaninha asiática entrou no país pelo Paraná em 2002 e, cinco anos depois do primeiro registro, já respondia por 90% das joaninhas estudadas no Estado Divulgação / UFPR Há algum tempo as joaninhas que os moradores de São Paulo têm visto na cidade estão diferentes. Elas têm cor mais alaranjada, são maiores e têm as bolinhas com contorno pouco definido. Cada vez mais são vistas dentro das casas - e não apenas nos vasinhos de plantas, onde costumavam aparecer, se alimentando de pulgões e de outras pragas que dão dor de cabeças aos donos de hortas urbanas. Elas não são as joaninhas que costumavam viver no Estado, mas uma espécie invasora asiática que entrou no país de forma acidental pela região Sul no início dos anos 2000 e que tem se proliferado de forma rápida, desalojando as espécies nativas por onde passa. O primeiro registro da presença da Harmonia axyridis no Brasil foi feito pela bióloga Lúcia Massutti de Almeida, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 2002. Elas foram vistas em Curitiba e, cinco anos depois, já eram mais de 90% entre oito espécies de joaninhas pesquisadas no Paraná, incluindo a Cycloneda sanguínea, uma das mais comuns no país. Em um estudo publicado em 2009 elas foram encontradas em 38 espécies de plantas nas regiões de coleta, alimentando-se de 20 espécies de afídeos - insetos que vivem da seiva das plantas, como os pulgões, e que são o principal elemento da dieta das joaninhas. "Nós começamos a testar o que ela podia comer e ela se deu bem com tudo. É um predador mais voraz, mais agressivo. Quando em ambiente com escassez de alimentos, as larvas chegam a praticar canibalismo, comendo os ovos", diz Camila Fediuk de Castro Guedes, aluna de Lúcia, que estudou em seu mestrado e doutorado a espécie invasora. A joaninha asiática tem se adaptado bem no continente porque, além de ter uma capacidade aguçada para localizar populações de afídeos, é capaz de comer uma grande variedade de frutas, pólen e alguns alimentos que não são consumidos pelas demais espécies de Coccinellidae, a família das joaninhas. Da Argentina para cima A Harmonia axyridis entrou na América do Sul pela Argentina, nos inícios dos anos 1990, quando foi introduzida em Mendoza para fazer controle biológico de afídeos em plantações de pêssego - ou seja, como instrumento para combater pragas agrícolas. No Brasil, ela foi inserida acidentalmente, diz Lúcia, "provavelmente com alguma muda de planta". Entre 2002 e 2018, "subiu" do Paraná a São Paulo e já foi vista em Brasília. As temperaturas altas das regiões Norte e Nordeste, acreditam as entomologistas, podem ser um obstáculo para que a espécie avance muito mais para cima. Os padrões de coloração da joaninha asiática são bastante variados. Há desde as mais beges até as muito escuras, quase pretas. Em 2016, o Laboratório de Sistemática e Bioecologia de Coleoptera da UFPR, onde trabalham Lúcia e Camila, recebeu a visita de um professor do Japão - um dos países de origem da espécie - que veio coletar amostras da joaninha encontrada no Brasil para estudá-la. Aqui, o principal impacto negativo de sua proliferação é o desalojamento das espécies nativas - ou seja, a redução da diversidade de joaninhas. A Harmonia axyridis continua sendo um eficiente controlador de pragas na agricultura e, apesar de se aventurar dentro da casa dos brasileiros, não chega a causar desconforto. Ela não é considerada uma ameaça como o javali ou o caramujo-gigante-africano, que também são espécies invasoras exóticas encontradas no Brasil, mas seu estudo é importante para tentar mensurar os impactos da dispersão no território, especialmente porque ela já criou problemas em outras partes. "Na França, nos invernos mais rigorosos, em que elas precisam encontrar abrigo, andam em bando, invadem as casas e chegam a pousar sobre alimentos açucarados", conta Camila, que fez parte do doutorado naquele país. Invasão global A América do Sul é um dos últimos territórios de conquista da Harmonia axyridis no globo, como ressalta o entomologista americano Robert Koch, da Universidade de Minnesota, em um trabalho sobre o assunto publicado em 2006. Sua área nativa de incidência se estende do sul da Sibéria, na Rússia, passando pela Coreia e Japão, e vai até a China. No Ocidente, o primeiro registro da presença da joaninha asiática foi na Califórnia, em 1916, para onde foi levada intencionalmente, para ser aplicada na agricultura. Outros episódios semelhantes aconteceram nos anos 70 e 80, tanto nos Estados Unidos quanto no Canadá. Nos anos 90, quando já era encontrada em praticamente todos os Estados americanos - mesmo aqueles em que não havia sido introduzida -, foi inserida na Europa. No início dos anos 2000, já era considerada espécie invasora na África do Sul e, em 2010, foi registrada pela primeira vez no Quênia. Em seu trabalho, Koch comparou os biomas da América do Sul com as condições climáticas das regiões nativas da joaninha asiática para tentar antecipar o potencial de dispersão do inseto no continente. A conclusão foi que o norte da Argentina e o centro-sul do Brasil eram regiões onde ela tinha maiores condições de se estabelecer, além das áreas montanhosas de Chile, Bolívia e Peru, onde aparentemente ainda não chegou. Vinho com 'mancha de joaninha' Nos Estados Unidos e no Canadá, as joaninhas asiáticas se tornaram uma dor de cabeça para alguns produtores de vinho. Quando se espalharam pelas plantações, elas começaram a ser acidentalmente processadas com as uvas, deixando a bebida com um sabor que lembrava muitas vezes pimentão e aspargo. Na província canadense de Ontario, um milhão de litros de vinho foram descartados em 2001 por causa do "defeito sensorial". Alguns anos depois, pesquisadores descobriram que os sabores vegetais eram reflexo da presença de metoxipirazina na bebida, um composto produzido pelas joaninhas. Batizado de "ladybug taint" ("mancha de joaninha", em tradução literal), a falha desencadeou uma série de medidas de controle dos insetos em plantações dos dois países. Javali, caramujo, coral No Brasil, a lista de espécies exóticas invasoras é extensa. Uma das mais conhecidas é o javali-europeu (Sus scrofa), que chegou à América do Sul no início do século 20, trazido da Europa para Argentina e Uruguai, de onde foi transportado ilegalmente para o Brasil. Hoje, é considerado uma praga para a agricultura, apontado como um dos responsáveis por perdas nas lavouras de milho e de soja no sul do país. Em 2013, quando a espécie já estava presente em 15 Estados, o Ibama permitiu a caça controlada do javali e do javaporco, que nasceu do cruzamento do javali com o porco doméstico e também se espalhou pelo país. Sua agressividade, facilidade de adaptação e ausência de predadores naturais são apontadas como principais causas do aumento dessas populações. O caramujo-gigante-africano (Achatina fulica), por sua vez, chegou ao Brasil nos anos 1980 como opção ao consumo do escargot, iguaria da gastronomia francesa que usa caracóis do gênero Helix. O intercâmbio comercial entre produtores de diversos Estados e o insucesso mercadológico do molusco multiplicaram as populações - que terminam fugindo ou sendo deliberadamente soltos em áreas urbanas e rurais. Presente em praticamente todo o país, ele se tornou uma praga agrícola e um problema sanitário, já que pode transmitir vermes que causam doenças como a meningite eosinofílica e angiostrongilíase abdominal. No mar, quem causa preocupação é o coral-sol (Tubastraea tagusensis, originário das ilhas Galápagos, e Tubastraea coccinea, da região do Indo-Pacífico), que se reproduz muito mais rapidamente do que os demais tipos de coral e, por não ser nativo do Brasil, reduz a quantidade de alimento disponível para peixes, tartarugas e outros animais que fazem parte do ecossistema do nosso litoral. Acredita-se que a espécie chegou à costa brasileira também nos anos 1980, incrustada em embarcações relacionadas à exploração de petróleo. Nos três casos, o Ministério do Meio Ambiente monitora as espécies e implementa medidas para controlar o aumento dessas populações. Em novembro de 2017, a pasta lançou o Plano Nacional de Prevenção, Controle e Monitoramento do Javali, com uma série de ações específicas para prevenir sua expansão e mitigar os efeitos negativos da invasão. O coral-sol, ainda de acordo com o ministério, é tema da próxima força-tarefa, atualmente em elaboração.
    Unioeste suspende aulas por causa da greve dos caminhoneiros

    Unioeste suspende aulas por causa da greve dos caminhoneiros


    Decisão é válida a partir desta quinta-feira (24); atividades programadas para o período deverão ser remarcadas. Aulas são suspensas nos campi da Unioeste em Cascavel, Foz do Iguaçu, Toledo, Marechal Cândido Rondon e Francisco...


    Decisão é válida a partir desta quinta-feira (24); atividades programadas para o período deverão ser remarcadas. Aulas são suspensas nos campi da Unioeste em Cascavel, Foz do Iguaçu, Toledo, Marechal Cândido Rondon e Francisco Beltrão Unioeste/Divulgação A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) decidiu suspender as aulas a partir desta quinta-feira (24). A decisão é válida para os cinco campi: Cascavel, Foz do Iguaçu, Toledo, Marechal Cândido Rondon e Francisco Beltrão. De acordo com a nota da reitoria, a medida é uma consequência da greve dos caminhoneiros, iniciada na segunda-feira (21), e tem como objetivo “resguardar a segurança da comunidade universitária”. Desde o início da paralisação, muitos ônibus escolares que transportam alunos da região não estão conseguindo chegar aos campi. Até a tarde desta quinta, as polícias Rodoviária Federal e Estadual contabilizavam cerca de 200 pontos de manifestação nas estradas. A nota informa ainda que as atividades programadas para o período em que as aulas estiverem suspensas deverão ser remarcadas ou revalidadas. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
    Universidade Estadual do Norte do Paraná suspende aulas devido à paralisação dos caminhoneiros

    Universidade Estadual do Norte do Paraná suspende aulas devido à paralisação dos caminhoneiros


    Aulas da graduação e da pós-graduação estão suspensas a partir desta quinta-feira (24). Universidade Estadual do Norte do Paraná suspendeu as aulas UENP/Divulgação A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), na região norte do...


    Aulas da graduação e da pós-graduação estão suspensas a partir desta quinta-feira (24). Universidade Estadual do Norte do Paraná suspendeu as aulas UENP/Divulgação A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), na região norte do Paraná, suspendeu as aulas e estágios da graduação e pós-graduação a partir desta quinta-feira (24). A decisão, segundo a instituição, foi tomada devido à paralisação dos caminhoneiros. Desde segunda-feira (21), os protestos dos caminhoneiros em rodovias federais e estaduais de todo o Paraná impedem o tráfego de caminhões carregados. Há 188 pontos de mobilizações nas rodovias do estado. A manifestação é nacional e os profissionais pedem a redução do preço do óleo diesel, pois o valor atual torna a atividade inviável. A paralisação da categoria tem refletido em diferentes setores da economia do estado, como na agroindústia e na indústria automotiva. Também tem faltado combustível nos postos e itens nas prateleiras dos supermercados. Como o estoque de combustível está acabando, muitos ônibus que transportam universitários não estão chegando nos campi da instituição. Atualmente, a UENP possui cerca de 5 mil alunos que frequentam os cursos de graduação e pós-graduação. A suspensão será mantida até que o abastecimento seja normalizado. A universidade informou ainda que as atividades administrativas da reitoria, os serviços realizados pelas clínicas, atendimento no hospital e bancas de mestrados estão mantidos. Os eventos "Direito e Cinema", previsto para esta sexta-feira (25), em Jacarezinho, "Prevenção de Suicídio", marcado para às 18h desta quinta-feira (24), em Bandeirantes, e as atividades do "Colóquio de Pesquisa em Literatura", em Cornélio Procópio, estão mantidos. O retorno das atividades acadêmicas será informado pela Pró-Reitoria de Graduação pelo portal e redes sociais da universidade. Mapa do reflexo da paralisação dos caminhoneiros por região no Paraná Letícia Cesar/RPC Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
    Seis suspeitos são presos em operação contra quadrilha de ladrões de empresas

    Seis suspeitos são presos em operação contra quadrilha de ladrões de empresas


    Segundo a polícia, grupo vinha agindo em Cascavel e municípios vizinhos; foram cumpridos ainda nove mandados de busca e apreensão. Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão foram apreendidos produtos roubados e ferramentas usadas nos...


    Segundo a polícia, grupo vinha agindo em Cascavel e municípios vizinhos; foram cumpridos ainda nove mandados de busca e apreensão. Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão foram apreendidos produtos roubados e ferramentas usadas nos arrombamentos Polícia Civil/Divulgação Seis suspeitos foram presos nesta quinta-feira (24) durante uma operação da Polícia Civil contra uma quadrilha de arrombadores e ladrões de empresas especializados em cofres. De acordo com as investigações iniciadas em dezembro de 2017 e que levaram à deflagração da Operação Burgariis – do latim furto e arrombamento -, o grupo vinha agindo em Cascavel, no oeste do Paraná, e municípios vizinhos. Os agentes cumpriram ainda nove mandados de busca e apreensão, todos na região do bairro Cascavel Velho. Foram apreendidos materiais e ferramentas que podem ter sido usados nos arrombamentos e produtos roubados. Ainda segundo a polícia, quatro grandes roubos são atribuídos à quadrilha: um ocorrido em dezembro, quando foram roubados R$ 40 mil de uma empresa que comercializa títulos de capitalização, outro em R$ 19 mil, de uma farmácia, e outros dois em maio, em uma transportadora e em uma empresa de decoração. As investigações continuam para identificar outros integrantes do grupo. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
    VÍDEOS: Paraná TV 1ª edição de quinta-feira, 24 de maio

    VÍDEOS: Paraná TV 1ª edição de quinta-feira, 24 de maio


    Assista aos vídeos do telejornal com as notícias de todas as regiões. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias de todas as...


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    Linhas do transporte coletivo de Foz do Iguaçu, Cascavel e Toledo têm horários reduzidos

    Linhas do transporte coletivo de Foz do Iguaçu, Cascavel e Toledo têm horários reduzidos


    Medida tem como objetivo economizar o combustível estocado; greve dos caminhoneiros ameaça desabastecimento. Em Foz do Iguaçu, a maioria das linhas de ônibus do transporte coletivo vão operar apenas nos horários de pico Câmara Municipal de Foz...


    Medida tem como objetivo economizar o combustível estocado; greve dos caminhoneiros ameaça desabastecimento. Em Foz do Iguaçu, a maioria das linhas de ônibus do transporte coletivo vão operar apenas nos horários de pico Câmara Municipal de Foz do Iguaçu / Divulgação As linhas do transporte coletivo de Foz do Iguaçu, Cascavel e Toledo, no oeste do Paraná, estão com horários reduzidos a partir desta quinta-feira (24). A decisão das empresas responsáveis pelo serviço nas três cidades tem como objetivo economizar o combustível estocado. Com a greve dos caminhoneiros, iniciada na segunda-feira (21) e sem previsão de ser encerrada, há ameaçada de desabastecimento dos insumos. Em Cascavel, 70% da frota circulará nos horários de pico. Do total, 36 linhas do transporte coletivo tiveram horários reduzidos. Confira abaixo. Segundo a Companhia de Engenharia de Transporte e Trânsito (Cettrans), o combustível disponível é suficiente apenas até o fim de semana. Foztrans altera horários de ônibus em Foz do Iguaçu para economizar combustível Confira a lista de linhas com alterações nos horários em Cascavel: Linha direta Eixo Santa Catarina/Maranhão Guarujá/Linha Direta Guarujá Guarujá/Sul 14 de Novembro Parque São Paulo Rua Itália Bela Vista Brasmadeira Canadá Cancelli Cascavel Velho Cataratas Coopavel Esmeralda Floresta Floresta - via Colonial Interlagos Leste/Sul Marechal Rondon Maria Luiza Morumbi Neva Sul/Oeste Parque Verde - via Pernambuco Paulo Godoy Pavan/Sul Periollo Presidente Região do Lago Rua Corbélia Santa Cruz Santa Felicidade Santo Onofre Em Toledo, foram alterados os horários das linhas do transporte urbano e do transporte metropolitano, como a Toledo/São José. Nos horários de pico, o serviço será mantido normalmente. Já em Foz do Iguaçu, o Instituto de Trânsito decidiu manter a frota circulando apenas nos horários de pico: das 5h às 7h30, das 11h às 13h e a partir das 17h. No entrepico, o serviço permanecerá suspenso. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.
    Com redução da oferta de combustível, horários do transporte público de Londrina são alterados

    Com redução da oferta de combustível, horários do transporte público de Londrina são alterados


    Serviço em toda a cidade será interrompido a partir das 20h desta quinta-feira (24). Algumas linhas vão funcionar entre 22h e 23h para atender alunos de escolas e universidades. Transporte coletivo de Londrina é alterado por conta da greve dos...


    Serviço em toda a cidade será interrompido a partir das 20h desta quinta-feira (24). Algumas linhas vão funcionar entre 22h e 23h para atender alunos de escolas e universidades. Transporte coletivo de Londrina é alterado por conta da greve dos caminhoneiros A redução no estoque de óleo diesel vai alterar o funcionamento do transporte coletivo em Londrina, no norte do Paraná. De acordo com a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e Sindicato das Empresas de Transporte Público de Londrina (Metrolon), o serviço será interrompido a partir das 20h, desta quinta-feira (24). Serviço em toda a cidade será interrompido Vinicius Frigeri/RPC A exceção será entre 22h e 23h. Algumas linhas vão funcionar por conta do retorno de alunos de escolas e universidades. Após esse período, os veículos voltam a funcionar às 5h30. A linha Psiu não funciona desde o meio-dia desta quinta-feira. Veja como fica a situação do transporte coletivo em Londrina: Sexta-feira (25) Haverá oferta de 70% do serviço do transporte coletivo nos seguintes períodos: das 5h30 às 8h30; 11h30 às 13h30 e das 17h às 20h; Não haverá oferta do serviço do transporte coletivo nos seguintes períodos: das 8h30 às 11h30; das 13h30 às 17h e após às 20h. A única exceção será entre 22h e 23h que haverá atendimento nas linhas por conta do retorno dos alunos de escolas e universidades; Não haverá a oferta do serviço do PSIU; Nos distritos rurais, haverá redução do atendimento do serviço do transporte coletivo nos seguintes períodos: das 5h30 às 8h30; 11h30 às 13h30 e das 17h às 20h. Os horários serão afixados nos Terminais do Irerê e Acapulco e nos carros das linhas no dia de hoje. Não haverá oferta do serviço do transporte coletivo nos seguintes períodos: das 8h30 às 11h30; das 13h30 às 17h e após às 20h. A única exceção será entre 22h30 e 23h40 que haverá atendimento nas linhas por conta do retorno dos alunos de escolas e universidades. Sábado (26) Haverá oferta de 70% do serviço do transporte coletivo que operam aos sábados nos seguintes períodos: das 5h30 às 8h30 e das 13h às 14h; Não haverá oferta do serviço do transporte coletivo nos seguintes períodos: das 8h30 às 13h e após as 14h; Não haverá a oferta do serviço do PSIU; Nos distritos rurais, haverá redução do atendimento do serviço do transporte coletivo nos seguintes períodos: das 5h30 às 8h30 e das 13h às 14h. Os horários serão afixados nos Terminais do Irerê e Acapulco e nos carros das linhas no dia de hoje. Não haverá oferta do serviço do transporte coletivo nos seguintes períodos: das 8h30 às 13h3 e após às 14h. Domingo (dia 28) Não haverá oferta do serviço do transporte coletivo. O Metrolon entrou com uma medida judicial para garantir o abastecimento dos ônibus. Linhas de ônibus tiveram horários alterados devido a redução de oferta de combustíveis G1 Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
    Protestos dos caminhoneiros no Paraná desabastecem mercados e postos de combustíveis

    Protestos dos caminhoneiros no Paraná desabastecem mercados e postos de combustíveis


    Paralisação chega ao quarto dia nesta quinta-feira (24). Educação e cooperativismo também sentem reflexos da paralisação. Gôndolas de verduras, frutas e legumes em mercado de Ponta Grossa estão vazias Vanessa Rumor/RPC Consumidores de todas...


    Paralisação chega ao quarto dia nesta quinta-feira (24). Educação e cooperativismo também sentem reflexos da paralisação. Gôndolas de verduras, frutas e legumes em mercado de Ponta Grossa estão vazias Vanessa Rumor/RPC Consumidores de todas as regiões do Paraná sentem os reflexos da paralisação dos caminhoneiros nesta quinta-feira (24). Supermercados das regiões norte, noroeste e dos Campos Gerais não estão conseguindo repor legumes, verduras, frutas, carnes bovinas e frango nas gôndolas. Desde segunda-feira (21), protestos dos caminhoneiros em rodovias federais e estaduais de todo o Paraná impedem o tráfego de caminhões carregados. A mobilização é nacional. À tarde, havia cerca de 200 pontos de manifestação em estradas do Paraná. Como os caminhões carregados com as mercadorias estão parados nos protestos em rodovias, a preocupação é com o desabastecimento nas lojas. O presidente da Associação Paranaense de Supermercados (Apras), regional de Londrina, Marcelo Gasparotto, ressalta que, se a situação não for normalizada, os problemas podem piorar. “Frutas, legumes e verduras não estão chegando nas Centrais de Abastecimento nas lojas. Como os frigoríficos e abatedouros suspenderam as atividades, também não está chegando carne. Os mercados estão se virando com o estoque que têm”, diz. Em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, e em Paranavaí, no noroeste, o consumidor já encontra algumas gôndolas vazias. Em Maringá, no norte, mercados menores estão sem alguns produtos perecíveis e industrializados. Em nota, a Associação Paranaense de Supermercados (Apras) considera legítimo o direito de manifestação da categoria profissional dos caminhoneiros, mas expressa preocupação com o abastecimento de gêneros básicos, como alimentos perecíveis. Empresas filiadas à Apras informam que já começam a ter estoques de produtos comprometidos. Por causa da escassez de alguns produtos, o valor de alguns aumentou. Em uma feira em Londrina, o preço do quilo da batata, por exemplo, passou de R$ 3,50 para R$ 8,00. O quilo do tomate é vendido a R$ 10,00 e o da cebola, a R$ 7,00. Quilo do tomate é vendido a R$ 10 em feira de Londrina Dionisio Mathias/RPC Gás Além da preocupação com a falta de alimentos, revendas de gás em Maringá, Londrina, Paranavaí e Cianorte estão sem o produto em estoque. Caminhões carregados com as mercadorias estão parados nas manifestações e não há prazo para a reposição dos produtos. Em Cascavel, das 120 revendas de gás, na manhã desta quinta apenas dez ainda tinham o produto. Segundo o Sindicato das Empresas de Atacado e Varejo de Gás (Sinegás), as revendas costumam ser abastecidas todos os dias, mas, desde domingo (20), não chegaram novas cargas. A previsão é a de que o estoque seja reabastecido somente após o fim da greve dos caminhoneiros. Em Foz do Iguaçu, o gás acabou em algumas revendas e em outras o estoque está quase no fim. Combustível Fiscais do Procon estiverem em postos de Maringá para verificar preço dos combustíveis Solange Riuzim/RPC Também já há registro de falta de combustíveis em todas as regiões do estado. Filas gigantescas de veículos têm se formado em frente aos postos. O Procon de Maringá e de Paranavaí fiscalizaram, nesta manhã, postos de combustíveis para verificar se houve aumento abusivo de preço. A Polícia Civil em Londrina informou que a elevação injustificada de preços é crime contra a economia popular e pede para a população documentar e denunciar os abusos. Polícia é chamada após confusão em fila de posto de combustível em Foz do Iguaçu Motoristas de Foz do Iguaçu têm cruzado a fronteira em busca de gasolina nos postos de Ciudad del Este, no Paraguai, onde o preço do litro chega a ser mais de R$ 1 mais barato que no Brasil. Em um dos postos de Foz, a polícia precisou ser chamada para conter os ânimos de quem aguardava na fila para abastecer. Procura por combustível faz aumentar o movimento nos postos do Paraguai Há falta de gasolina e etanol em vários postos de Guarapuava, na região central. Em Ponta Grossa e União da Vitória, não há mais gasolina e etanol, restando apenas diesel em alguns estabelecimentos. Filas se formaram em frente aos postos de combustíveis em Londrina no início da manhã desta quinta-feira (24) Alberto D'Angele/RPC Ônibus A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e o Sindicato das Empresas de Transporte Público de Londrina (Metrolon) informaram que o serviço tem alterações em função da falta de combustível. Em Foz do Iguaçu, Cascavel e Toledo, no oeste, várias linhas do transporte público tiveram horários reduzidos a partir desta quinta-feira. Em Ponta Grossa, o transporte público tem funcionado com frota reduzida desde quarta-feira. Em nota, a empresa responsável pelo serviço, a Viação Campos Gerais (VCG), informou que os ônibus têm combustível para rodar até sexta-feira (26). Trens Segundo a Rumo, os serviços de transporte por ferrovia já sofrem o impacto da paralisação porque as cargas industriais e agrícolas não estão chegando com normalidade aos terminais de transbordo. Os trens estão transportando menos, mas seguem em operação com remanejamento constante, conforme as cargas chegam aos terminais. Até esta manhã, não havia uma dimensão do impacto gerado no transporte ferroviário. Cooperativismo e agropecuária Sistema Ocepar, 20 das 69 cooperativas agropecuárias do estado suspenderam as atividades devido à paralisação dos caminhoneiros. Juntas, elas são responsáveis por uma receita diária de aproximadamente R$ 150 milhões. No Paraná, suspenderam as atividades: oito frigoríficos de abate de aves; dois frigoríficos de abate de peixes; quatro frigoríficos de abate de suínos; e seis indústrias de captação de leite. Porto de Paranaguá Os protestos ainda refletem no funcionamento do Porto de Paranaguá, no litoral. De acordo com a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), até quarta (23), as operações de granéis tinham diminuído 27%. Ou seja, a movimentação diária caiu de 150 mil toneladas 110 mil toneladas. Até quarta-feira (23), greve dos caminhoneiros tinha diminuído em 27% as operações de granéis no Porto de Paranaguá, segundo a Appa Appa/Divulgação Educação A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) suspendeu as aulas na quarta-feira. Todas as atividades acadêmicas devem ficar suspensas até que a situação volte à normalidade, segundo a instituição. Na região central do Paraná, as aulas estão suspensas em escolas estaduais de: Turvo, Campina Simão, Goioxim, Reserva do Iguaçu, Candói e Foz do Jordão. A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), na região de Guarapuava, também optou por suspender as aulas nesta quinta-feira. A reitoria da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) também decidiu suspender as aulas a partir desta quinta. A decisão é válida para os cinco campi: Cascavel, Foz do Iguaçu, Toledo, Marechal Cândido Rondon e Francisco Beltrão. Na Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), foram suspenas as aulas e estágios da graduação e pós-graduação. Em Toledo, no oeste, o transporte escolar da rede municipal de educação estará suspenso nesta quinta e na sexta (25), porém as aulas estão sendo mantidas normalmente. Em Serranópolis do Iguaçu, as aulas nos colégios estaduais foram suspensas porque 75% dos alunos dependem do transporte escolar, que não está operando por falta de combustível. Mapa do reflexo da paralisação dos caminhoneiros por região no Paraná Letícia Cesar/RPC Medidas emergenciais A Prefeitura de Londrina anunciou, na manhã desta quinta-feira, um conjunto de medidas para economizar combustível e assim manter os serviços essenciais enquanto durar a paralisação dos caminhoneiros. O município conseguiu uma reserva técnica de 2,5 mil litros de óleo diesel para utilização nas sete ambulâncias. Essa quantidade dará por aproximadamente 15 dias. Com isso, nenhum serviço prestado à população é prejudicado. As viaturas da Guarda Municipal também foram abastecidas e continuarão trabalhando. Os caminhões das Secretarias de Obras e de Agricultura que armazenam combustível também serão utilizados para o abastecimento de viaturas municipais. O município está reduzindo ainda as atividades administrativas, para economizar combustível. Em Paranavaí, no noroeste, alguns dos serviços municipais feitos com o auxílio da frota, como visitas domiciliares e o uso de maquinários da Secretaria de Agricultura, estão sendo suspensos. A medida tem como objetivo reservar combustível para as ambulâncias. Em São Miguel do Iguaçu, no oeste, a prefeitura também decidiu reduzir o uso da frota e manter normalmente os serviços de ambulância, transporte de pacientes para cidades vizinhas, transporte escolar e coleta de lixo. Escolta de combustível A PRF escoltou um caminhão de combustível da refinaria da Petrobras em Araucária até o Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais PRF/Divulgação Polícia e prefeitura escoltaram, nesta manhã, caminhões-tanque da refinaria da Petrobras em Araucária, na Região de Curitiba, até as garagens das empresas de ônibus responsáveis pelo transporte público na capital. Segundo a prefeitura, agora, os veículos têm combustível para rodar por mais de uma semana. Também foram abastecidos ambulâncias e veículos da polícia. Ainda nesta manhã, a PRF também escoltou três caminhões que levavam combustível para os aviões do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu. À tarde, A PRF escoltou uma carga de combustível da refinaria da Petrobras em Araucária até o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais. PRF escolta caminhões com combustível para aviões em Foz do Iguaçu Apoio às manifestações No sudoeste do estado, empresários de ao menos 25 municípios, como Francisco Beltrão, fecharam as portas nesta manhã em apoio à paralisação. Em Cascavel, pela manhã motoristas de vans escolares se reuniram em frente à prefeitura e depois seguiram em carreata até o Trevo Cataratas, onde se uniram a outros manifestantes. Pelo menos 25 municípios do Sudoeste fecharam os comércios em apoio aos caminhoneiros Em Paranaguá, moradores carregaram o porta-malas de um carro com comida para levar aos caminhoneiros que estão às margens das rodovias da região. Eles contam que pretendem continuar oferecendo ajuda enquanto durarem os protestos. “Estamos aí, vendo o sofrimento deles, e resolvemos ajudar também. Temos pão, leite com café, sanduíche pronto”, afirma uma moradora solidária ao protesto. Em Paranaguá, moradores levam pão e café para os caminhoneiros, durante manifestação nas estradas Reprodução/RPC Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
    AGU diz que conseguiu decisões na Justiça contra bloqueio de rodovias em 11 estados e no DF

    AGU diz que conseguiu decisões na Justiça contra bloqueio de rodovias em 11 estados e no DF


    No total, Advocacia-Geral da União obteve, até o fim da manhã desta quinta, 15 liminares (decisões provisórias). Ações são para desbloquear rodovias ocupadas ou evitar novos bloqueios.  Caminhoneiros protestam causando congestionamento na...


    No total, Advocacia-Geral da União obteve, até o fim da manhã desta quinta, 15 liminares (decisões provisórias). Ações são para desbloquear rodovias ocupadas ou evitar novos bloqueios.  Caminhoneiros protestam causando congestionamento na rodovia Regis Bittencur, próximo a Embu das artes, em São Paulo Felipe Rau/Estadão Conteúdo A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta quinta-feira (24) que conseguiu na Justiça 15 liminares (decisões provisórias) para impedir o bloqueio das rodovias federais por caminhoneiros grevistas no Distrito Federal e em 11 estados. Em alguns locais, há mais de uma liminar. As decisões foram obtidas nas seguintes unidades da federação: Paraná; Minas Gerais; Goiás; São Paulo Santa Catarina; Pernambuco; Paraíba; Rondônia; Rio Grande do Sul; Rio Grande do Norte; Sergipe; Distrito Federal. Nesta quinta, a mobilização dos caminhoneiros entrou no quarto dia. A categoria reivindica diminuição no preço do diesel. Por causa da paralisação, diversos estados começaram a enfrentar problemas de abastecimento de produtos como combustíveis e alimentos. O governo federal tem feito reuniões com os caminhoneiros nos últimos dias, mas ainda não chegou a uma solução para a crise. A AGU informou que, além da liminares já obtidas, espera o resultado de outras 15 ações que moveu para impedir o bloqueio de rodovias. Essas ações foram protocoladas nestes estados: Mato Grosso; Goiás; Pará; Rio Grande do Sul; São Paulo. Segundo a AGU, quase todas as ações são pedidos de reintegração de posse ou para evitar bloqueios em rodovias federais. Uma delas, a de Pernambuco, pediu desbloqueio de uma rodovia estadual, porque a obstrução atrapalhava o funcionamento de serviços federais no aeroporto de Guararapes. A AGU disse que servidores do órgão acompanham nos estados se as liminares estão sendo cumpridas, mas que ainda não é possível apresentar um balanço de quantas rodovias foram desbloqueadas. O órgão também disse que, pelas decisões judiciais, cabe à Polícia Rodoviária Federal (PRF) atuar para desbloquear as rodovias. Em alguns casos, segundo a AGU, os juízes autorizaram o auxílio da Polícia Militar. Greve dos caminhoneiros tem reflexos na economia Initial plugin text
    Quadrilha suspeita de desviar mais de R$ 1 milhão de contas bancárias  é alvo de operação da Polícia Civil

    Quadrilha suspeita de desviar mais de R$ 1 milhão de contas bancárias  é alvo de operação da Polícia Civil


    Mandados foram cumpridos em cidades do Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Sete pessoas foram presas. Com os presos, os policiais apreenderam dinheiro, computadores e outros equipamentos eletrônicos Divulgação/Polícia Civil Sete pessoas...


    Mandados foram cumpridos em cidades do Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Sete pessoas foram presas. Com os presos, os policiais apreenderam dinheiro, computadores e outros equipamentos eletrônicos Divulgação/Polícia Civil Sete pessoas foram presas em uma operação da Polícia Civil contra uma quadrilha de cibercriminosos suspeita de invasão e desvio de mais de R$ 1 milhão de contas bancárias. A Polícia Civil informou que há cinco foragidos, sendo que dois estão na Europa. As ordens judiciais foram cumpridas em cidades do Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. A operação foi batizada de Token. Os 13 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça foram cumpridos, de acordo com a Polícia Civil. Conforme as investigações, os recursos desviados teriam servido para diversas finalidades, desde pagamento de contas até a compra de veículos e imóveis de luxo. Polícia apreendeu mais de R$ 100 mil em dinheiro Polícia Civil/Divulgação Conforme a polícia, um dos mandados está sendo cumprido em uma cobertura de 480 metros quadrados na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, avaliada em mais de R$ 8 milhões. A Polícia Civil apreendeu, com os presos, mais de R$ 100 mil em dinheiro, cheques, uma máquina que imprime cartões e caça níqueis, celulares, computadores, relógios e carros de luxo. As investigações do Nuciber (Núcleo de Combate aos Ciber Crimes) foi realizada durante mais de dois anos. Carros de luxo foram apreendidos Polícia Civil/Divulgação Como funcionava o esquema Conforme o delegado Demétrius Gonzaga de Oliveira, a quadrilha obtinha de forma fraudulenta os dados bancários dos clientes para realizar as transferências da conta corrente das vítimas. “Existem indícios de que esta quadrilha tenha ramificação de hackers de países do Leste Europeu, que teriam a função de criar softwares para aprimorar a ação dos criminosos e tentar ludibriar as autoridades brasileiras”, explicou. Operação foi deflagrada nesta quinta-feira (24) Polícia Civil/Divulgação Veja mais notícias da região no G1 Paraná.
    Prefeitura e polícia escoltam caminhões com combustível para ônibus e ambulâncias de Curitiba

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    Frota tem combustível para rodar normalmente por mais de uma semana, de acordo com a administração pública. Polícia faz escolta de caminhões com combustível para ônibus e veículos da Saúde em Curitiba Divulgação/Prefeitura de...


    Frota tem combustível para rodar normalmente por mais de uma semana, de acordo com a administração pública. Polícia faz escolta de caminhões com combustível para ônibus e veículos da Saúde em Curitiba Divulgação/Prefeitura de Curitiba Equipes das polícias Militar (PM) e Rodoviária Federal (PRF) e da Guarda Municipal escoltaram, nesta quinta-feira (24), caminhões-tanque da refinaria da Petrobras em Araucária, na Região de Curitiba, até as garagens das empresas de ônibus responsáveis pelo transporte público na capital. A escolta foi feita entre a madrugada e a manhã desta quinta-feira. Segundo a prefeitura, agora, os veículos têm combustível para rodar por mais de uma semana. Diferentemente de outras cidades, como Ponta Grossa, nos Campos Gerais, o transporte público opera normalmente nesta manhã em Curitiba e Região Metropolitana. Na quarta-feira (23), a Prefeitura de Curitiba chegou a anunciar a redução da frota para economia de combustível. Horas depois, voltou atrás da decisão. "Enquanto pudermos, manteremos a totalidade do transporte funcionando", disse o prefeito Rafael Greca. Os caminhões-tanques escoltados nesta quinta-feira também serviram para abastecer as frotas do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Polícia Militar (PM), de acordo com a prefeitura. Nesta manhã, em Londrina, no norte do estado, por conta da falta de combustível, ambulâncias enfrentam racionamento de combustível. Mais escolta Ainda nesta manhã, a PRF também escoltou, na região oeste do Paraná, três caminhões que transportavam combustível para os aviões do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu. Assista ao vídeo abaixo. PRF escolta caminhões com combustível para aviões em Foz do Iguaçu À tarde, A PRF escoltou uma carga de combustível da refinaria da Petrobras em Araucária até o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Reflexos dos protestos dos caminhoneiros Desde segunda-feira (21), protestos dos caminhoneiros em rodovias federais e estaduais de todo o Paraná impedem o tráfego de caminhões carregados. A mobilização é nacional. Veja as estradas que têm manifestações neste 4º dia de paralisação A paralisação da categoria tem refletido em diferentes setores da economia do estado, como na agroindústia e na indústria automotiva. Também tem faltado combustível nos postos e itens nas prateleiras dos supermercados. Mapa do reflexo da paralisação dos caminhoneiros por região no Paraná Letícia Cesar/RPC Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
    Protesto dos caminhoneiros reflete no Porto de Paranaguá e diminui operações de granéis em 27%

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    Manifestações nas estradas, contra o aumento do diesel, está no 4º dia. Greve dos caminhoneiros tinha diminuído em 27% as operações de granéis no Porto de Paranaguá, segundo a Appa Appa/Divulgação O protesto dos caminhoneiros, que ocorre...


    Manifestações nas estradas, contra o aumento do diesel, está no 4º dia. Greve dos caminhoneiros tinha diminuído em 27% as operações de granéis no Porto de Paranaguá, segundo a Appa Appa/Divulgação O protesto dos caminhoneiros, que ocorre em todo o país e chegou ao 4º dia nesta quinta-feira (24), está refletindo nas operações de granéis vegetais e fertilizantes no Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná, conforme a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). Até esta manhã, as operações de granéis – como soja, milho e trigo, por exemplo – tinham diminuído 27%. Ou seja, a movimentação diária caiu de 150 mil toneladas 110 mil toneladas. Os estoques de grãos estão na metade da capacidade total do porto, diz a Appa. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) contabilizaram mais de 180 manifestações nas estradas do Paraná nesta tarde. Caminhoneiros parados na BR-277, no litoral do Paraná Reprodução/RPC Exportação e importação O Porto de Paranaguá registrou uma queda nas exportações de granéis. Conforme a Appa, o número caiu de 85 mil toneladas diárias para 60 mil toneladas. Além disso, segundo a Appa, a importação de fertilizantes foi interrompida em berços de atracação em que o transporte da carga é feito por caminhões. Os berços de descarga de adubos que operam com esteiras são os únicos que estão funcionando. Portanto, também houve diminuição do desembarque de fertilizantes: de 25 mil toneladas ao dia para 10 mil toneladas. Movimentação mantida A Appa informou que a movimentação de granéis líquidos manteve a média diária de 40 mil toneladas, pois os desembarques seguem normais enquanto os tanques dos terminais não estiverem completos. Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.